terça-feira, 30 de agosto de 2011

POEMA DO REFRIGÉRIO DA ALMA

O que minha alma grita, meu coração não condena. 
Então, ele acena, como a luz de um farol, referência no breu. 
E minha alma parte em disparada! 
Porém, cansada e descompensada, para para descansar.
O cansaço ilude e o tempo engana... pensa ter desfalecido...
Apenas parece ter sido.
Nasce o sol, outro dia... cadê o farol para guiar? 
Não estou perdida, o sol é guia, vida e renovação. 
Siga seus raios, sempre naquela direção, que parte do céu e entra em cada cécula, circula em cada veia, liberta cada artéria, faz pulsar o coração.
Minha alma se refrigera, no calor da certeza de que a luz há de imperar. 
Da vida surge a vida. 
Nova vida prestes a começar! 
Nascer de novo é começar um novo dia e saber que no outro, muito mais a começar. 
Fiat Lux!
Ordeno a meu breu:
Suma e se acenda EU! 
 Pat Lins.

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