Estamos vivendo una época onde ninguém tem tempo para ouvir, apenas falar.
O argumento de que o tempo é curto, muita coisa para fazer e tudo precisa ser "otimizado", vem criando mais uma deturpação e comprometendo a QUALIDADE das informações.
Ser objetivo, direto e falar pouco NÃO são sinônimos. Ser objetivo e direto é falar claramente o que é, por que e para que, que, a depender do conteúdo, pode ser num tempo breve e resumido ou extenso. Vai depender da ocasião, do grau de relevância e da precisão. Mas o que vem sendo confundido e confundindo é a supressão do que falar. Como os relógios enlouquecidos e acelerados desse tempo distorcido que vivemos determina que só diga o que é, mesmo assim, rapidamente, o que é passa a ser um resumo reduzidíssimo do que é e, muitas vezes, nem diz de verdade o que é. Cria-se um novo "o que é ", totalmente teórico, para substituir o que é, mesmo.
Percebo que o ser egóico, imaturo e infantil que somos, tem potencializado essa natureza sem sentido de truncar a comunicação. Isso compromete as relações. Isso compromete a realidade. Isso esconde a verdade. Isso acirra esse mundo de mentiras e manipulações. Isso faz com que cada um de nós tenha mais medo e se torne cada vez mais escravo dessa avalanche de loucura. Isso é o que vem nos moldando e deformando.
Se não temos tempo para escutar uma explicação e vamos logo condenando, onde está a troca, aí?
Todo objetivo traz uma ou mais justificativas.
Pensemos nisso... Nessa falta de tempo para o essencial. E nessa dedicação ao tempo pervertido - perverso e invertido - da falta de valores positivos.
Enquanto Alice cresce, o coelho enlouquece e continua aflito com as horas guias dos ponteiros do relógio.
Estamos cada vez mais sem tempo para viver. Morremos a cada tic tac... Tic tac tic tac tic tac trimmmmm... Até a bomba explodir.
"Nossa linguagem incorpora um sem-número de pressupostos. O receptor não tem necessariamente a mesma pressuposição do emissor"
(Princípios da Comunicação pela PNL)
Tem muita gente precisando aprender isso... porque nem fala e quer que o outro entenda. Muitas pessoas pensam - se é que chegam a usar o raciocínio em algum momento e pensar... - que basta "pensar" na mente que do lado de fora todo mundo já sabe... Pretensão, arrogância, falta de respeito, egocentrismo e dificuldade de aceitar que existe "o outro", esses são alguns dos grandes empecilhos no estabelecimento do entendimento, do diálogo efetivo.
Ao falar, a gente precisa ter cuidado em objetivar. Imagina quando só se fala na própria cabeça - em meio ao emaranhado de informações que se processam ali, no âmbito mental e imaginário... - e quer que o outro adivinhe e acerte?! Daí, pessoas empáticas, aquelas que conseguem se colocar no lugar do outro, entendendo a sua dificuldade e, com isso, desenvolve o CUIDADO em falar de maneira que o outro entenda, conseguem impor - sem o peso da palavra - essa necessidade de entendimento/comunicação, onde eu falo e você entende o que eu quero falar, estabelecendo a troca/diálogo como única maneira de entendimento.
Para tanto, há de se ter cuidado, inclusive, em se esforçar, enquanto receptor - considero que somos emissores e receptores ao mesmo tempo, afinal, quando eu falo, eu emito, mas, num diálogo, após eu emitir, o outro há de emitir, também, e eu passo de emissor a receptor - para calar a boquinha do pensamento tagarela e escutar o que a pessoa que fala, está "falando" (no gerúndio - ação acontecendo), para entender o que ela fala.
Gente, cada cabeça um mundo e alguns mundos precisam de informações precisas - ao menos os mundos que se importam em interagir. Os que não enxergam essa relevância na precisão dos dados carecem, também não sabem se expressar e não têm paciência - nem humildade - para assumir que precisa de tempo para entender e assimilar.
Diante dessa arrogância de se limitar a apenas o que sabe e não desejar saber mais, aprender mais, sair da zona de conforto (lugar mais chato, para quem quer ir além dessa normose doentia), a ignorância é camuflada por um falso entendimento, demonstrado com um menear de cabeça, como quem diz: "tá! Tá! Já entendi... adiante...". Essas pessoas não querem escutar e dizem: "Fale rápido!". Porque o querer saber mais passa pelo fato de se assumir que não sabe sobre aquele assunto, como se todos tivéssemos que saber de tudo... E o querer aprender é estar aberto, é considerar que existe mais do que "sei" e sempre haverá esse "mais do que sei". É aceitar as diversas diferenças, as DIVERSIDADES. Ou seja, não quer entender. Ou seja, não vê importância em interagir. Ou seja, não sabem interagir. Ou seja, são grandes barreiras e bloqueios para o entendimento, proliferam o descaso e criam um ambiente inóspito, onde apenas essa pessoa fala e todos acatem, porque essa pessoa não sabe a importância de TROCAR. Ou seja, fica tudo mais difícil e truncado.
Pois é, para se expressar BEM - apesar da redundância enfática, senti a necessidade de colocar o "bem", afinal, tem gente que emite uns sons, algumas palavras emboladas e jura, que estão se comunicando... sem se ocupar com o como o receptor está recebendo a informação -, há de se entender a importância de FALAR, OUVIR, TROCAR: DIALOGAR/INTERAGIR.
Por isso me preocupo com essa era da informação tão sem informação. Todo mundo se atualiza em sites e veículos de comunicação que precisam CRIAR notícias para manter a audiência e CRIA o estilo de vida que pensa que está informado. Ninguém quer ler ou ver "notícia" velha, e "velha", basta ter sido expressada... alguns segundos depois, está "obsoleta". Isso é preocupante. Ninguém se preocupa com a FONTE, a origem da notícia: de onde veio, quem falou? A credibilidade não importa. A RESPONSABILIDADE com o que vai ser divulgado, não importa. O que importa é falar qualquer coisa, desde que a boca se movimente. A "era da informação" mais parece a era da fofoca e das atrocidades, criando a imagem de um mundo sem esperanças... Sem esperança, sem vontade de ir além, sem vontade de querer fazer algo novo.
Pois é, cada cabeça um mundo e todos devem ser considerados, para serem entendidos. Onde está a importância em dar importância em se comunicar BEM.
Já faz tempo que venho me despedindo da Comunicação como profissão. Não é como uma cachaça que nos toma... e que tomamos... É como deixar de ser um pouco de si e continuar sendo, apenas não mais exercendo para ganhar o pão.
Gosto de ter sido e quase ter sido mais... melhor não ter ido além, nem mais adiante. Não deu. Fui. Deu. Tá no sangue, corre nas veias. Me faz respirar. A criatividade de um profissional de Comunicação está além de ter que se limitar e restringir a ser como profissão. Está em sempre ser por uma única questão: está em mim.
Adeus, Comunicação amada! Já tivemos nossos arranca-rabo, fiquei ultra mega decepcionada... até acolher a frustração e levantar a cabeça. Erguida coltei a ti. Continuei, me lancei. Mas, você não era para mim e nem eu para você. Eu sou um pouco mais e um pouco menos: mais para ser algo mais... Menos, porque não quis me submeter ao que me ofereceu. Para mim, queria mais. Não fui eu, foi você. Seguimos valores diferentes. Caminhos opostos em se tratando de definições de crescimento e evoluções. Nos tornamos dois. Nos dividimos. Essa fração me fez ainda insistir. Mas, entendi que deveria persistir no "mais".
Hoje, sou Patricia Lins e agrego um capital intelectual que teve muito de sua colaboração, oh, amada Comunicação. Sigo meus passos sendo o mais também. Além de ti, outro novo pedaço de mim, mais além. O que você me deu de bom, comigo segue e permanece. Nesse novo caminho você me traz diferencial. Olha para isso! Que maravilha! Juntas na eternidade e na continuidade. Unidas pelo conhecimento instalado. Pela expertise. Pelo dom e pela qualificação. Onde quer que eu vá, comigo você estará. Agora, que não dependo mais de você, pode se manifestar em plenitude, leveza e coisas boas.
Hoje, entro em nova fase de continuidade, seguindo outros dons, desenvolvendo outros talentos, despertando outras competências. Mais analítica e ainda sintética. Não tem como deixar de ser o que fomos. Tudo que fomos está em nós, ainda que não o sejamos mais. Faz parte! Sigo-te de longe, pelo vício que ainda carrego de ti. Siga-me sendo-me de perto, porque ainda somos uma.
Ser mais não é descartar quem fomos, é ser apenas mais.
Nossa separação é meramente profissional. Nada mais!
Tempo é algo dinâmico. Para nós, tempo de eu ir, seguir, novos rumos, novos desafios. Viver outros dons que me aproximam ainda mais de mim. E você, vem junto, como adjunto de algo que quer ser mais completo. Meu desabrochar depende dessa separação profissional. Mas você faz parte desse processo, sempre e para sempre, ei de bem me Comunicar!
Tenho a sensação de que as pessoas, em geral, andam muito tensas... Sentem-se solitárias e abandonadas... Querem atenção e mais atenção. Cobram essa atenção e é um desafio mensurar onde está a necessidade de socialização e a necessidade de individualização.
Certos casos, as pessoas deveriam se voltar mais para si e se entenderem como seres únicos. Olha, vi uma cena no filme "Happy Feet 2" - o filme todo é lindo e com uma mensagem delicada e bem feita do poder da união e sobre as interligações, na vida, que a gente até desconhece, mas, elas existem - que vale a pena ser vista, onde um krill, chamado Will questiona o cardume e o amigo, Bill, afirma que eles são todos iguais e são um cardume. Will diz: "eu sou único!". Daí, ele decide nadar até o "fim do mundo", que, segundo ele, deve ser no final do cardume. E vai, rumo ao desconhecido.
Isso falta na gente. Em Will, falta algo além do querer ir... ele vai motivado pela raiva de ter que seguir o grupo. Uma revolta. Porém, vai. Decide que vai se permitir e experimentar tudo. Ele, em um momento afirma: "se eu terei que morrer, mesmo...". No final, ele sente falta do grupo. Após tanto buscar, conhecer novos mundos, lutar pela sobrevivência, ele se depara com a solidão. Ele se vê querendo partilhar aquilo com os outros. De repente, se encontra com o grupo e com Bill, seu amigo que seguiu até um momento, até ser expulso por terem desenvolvido uma amizade mais íntima e ele, Will, sugeriu que aquilo fosse um desejo amoroso... Não soube entender que o amigo estava se sentindo só e com medo e ele era seu ponto de força para continuarem. Assim, ele pede a Bill que se separem. Para Will, Bill o atrapalhava. Nesse reencontro ele descobre o benefício de uma amizade verdadeira e pergunta a Bill: "como você encontrou o cardume?" e Bill responde: "Eles é que me encontraram". Sempre seremos encontrados por nosso grupo se o buscarmos e se entendermos seu sentido em nossa vida. Will aprende isso em sua jornada solitária, onde, sozinho, nada faz sentido... Não existe um depois para planejar. Foi importante ele ir, se auto-afirmar, depois, soube "voltar" no reencontro. Mais humilde e sábio, ele afirma que não tem nada a passar aos outros, que cada um deve seguir sua vida e não ele dizer o que cada um deve fazer. Bill o lembra: "Agora, você é nosso ídolo! Você nos ensinou que é preciso evoluir e mudar a espécie, para sairmos da base da cadeia alimentar...". Nossa evolução não se trata de um ato isolado. Tudo que fazemos repercute em mais alguém. Isso nos leva a entender que podemos e devemos fazer mais e ir além, sem menosprezar ninguém.
As relações estão cada vez mais pautadas em cobrança ao outro e menos em dedicação. Algumas pessoas - sejam casadas, namorando, solteiras... - carregam uma solidão de alma e nunca se contentam com nada, porque não carregam a si próprios. Daí, vivem em busca de algo que preencha seus buracos. Só que cada ser preenchedor também tem lá os seus afazeres e, na vida, de tempo em tempo, os tempos mudam, as pessoas mudam e necessitam de tempo novo para o novo tempo.
Vejo, cada vez mais, revoltas e falta de paciência. "Eu mando mensagem, ela não me responde". Conversava com uma amiga sobre isso, hoje. Ela me contou do episódio de duas amigas que estão brigadas por conta da falta de comunicação. Isso acarretou no afastamento. Uma delas, adora mandar mensagem de texto. A outra, não é hightech, é mais "olho no olho", "me ligue", no máximo. A primeira não aceita a segunda e não tem paciência e "tempo" para falar ao telefone, prefere mensagem. A segunda, quase não dá atenção ao celular. Como estabelecer uma boa comunicação? Existem pessoas que têm essa característica de não apego tecnológico, limitação, dificuldade em manusear... isso existe. Mas, a que ponto estamos dispostos a nos colocar no lugar do outro, como o outro? Se colocar no lugar do outro pensando com a própria maneira de ser é julgamento de valor. Essa amizade vai acabar por isolamento das partes, por falta de comunicação efetiva e má vontade das partes. Reconhecer as próprias limitações e que, como nós, os outros também têm as suas, pode ser um bom começo. Elas poderiam descobrir uma maneira onde ambas se encontrem. Se necessário fazerem a viagem cada uma para o seu lado, como Will, Bill e o cardume. Só seria interessante um diálogo mais aberto, franco e desarmado. Sem peso. Sem drama!
Muitas separações, rupturas são abruptas, sem exercício de consciência, sem tentativa em se estabelecer um contato claro. Em geral, acontece na hora errada, pelas exigências erradas e pelas posturas inflexíveis. Se o clima está tenso, melhor dar um passo par trás...
Tempo é receita certa para tudo. Respeitá-lo é questão de cordialidade consigo e com o outro.
Engraçado é que não são apenas os outros que nos cobram. Nós também cobramos. Nós também requeremos atenção. Fico intrigada com as posturas unilaterais de colocações sobre o outro, que exercemos, e pouco nos permitimos enxergar - sem justificativas - que também nós estamos cobrando. "Ah, estou com saudade. Você não me liga...". Sim, e aí? O que pode ser feito: ligo eu. "Pode falar?" Beleza. "Agora não...". "Então, ligo depois.". Um dia encontra. Há uma certa crueldade nossa em exigir que o tempo do outro seja como o nosso e no nosso, exigimos que respeitem. Já me vi fazer isso. Já me vi ser cobrada. Já cobrei. Hoje, compreendo mais. Isso me afasta temporariamente de alguns amigos. Não uma DS - distância saudável -, mas, uma questão temporal, mesmo. Em alguns momentos estou com a mente tão cansada que preciso de tempo sozinha para me recuperar. Sou eu, em mim. Já aconteceu de não estar disponível e ser tachada de "se afastou de mim"... Gente, nos melindremos menos. Respeitemos mais o nosso tempo e o tempo do outro, leve o tempo que levar. Aí, fica aquele clima: "Só eu que te ligo... não vou ligar mais. Você que me ligue...". Tá! Tudo bem. O tempo do outro segue e o seu, também. Vai deixar morrer uma amizade por isso? Onde está a comunicação - sem a cobrança? Existem fases de ajuste ou reajuste de vida que levam uma eternidade. Vai condenar o ritmo da pessoa? Francamente! Isso, para mim, é falta de amor próprio, de se sentir acolhido de verdade... Certas escolhas alteram as proximidades, como casamentos, filhos, doenças, trabalho, estudo, viagem... Reencontrei uma amiga de infância após 15 anos. Nos falávamos virtualmente. No reencontro, parecia que havíamos nos despedido ontem. Têm coisas que são reais e acontecem. A gente vai se ajustando. Não se trata do tempo de amizade, do tempo de convivência, mas, da junção dos nossos tempos em todo o tempo. Existe o global, mas, existem as partes. A construção do caminho. Encontros, desencontros.
Me preocupa esse rumo da humanidade... Pessoas solitárias em busca de atenção excessiva. Falha de comunicação para se manter esses elos unidos. Quando um vínculo existe, não quer dizer "vamos viver grudados". Todo mundo tem sua necessidade e tempo individual e necessidade e tempo social. Orbitamos aí o tempo inteiro.
Sei lá... não sei lidar muito bem com essa questão, ainda. Não sei como entender o porquê das pessoas terem essa dificuldade. Hoje, aprendi a substituir dificuldade por DESAFIO. E desafio é a vida diária. Nada deverá ser difícil, mas, desafiador. Lidar com o tempo é um desafio. Lidar com o respeito ao tempo do outro, ainda que desejemos muitos estar com essa pessoa é desafio.
Comunicar não é só falar... é agir. É estar claro. É haver entendimento daquilo que está dentro de um para que o outro possa compreender o que não está visível. Sou eu dizer: "Poxa, estou sem saber como lidar com tanta coisa que vem acontecendo em minha vida... Não estou te ignorando, mas, estou vivendo meus limites. Nisso incluem ligações... só de pensar em pegar o telefone me dá um coisa...". Quem nunca passou por uma fase onde falar ao telefone se tratava de um esforço enorme? Uma coisa tão simples... é só atender e dizer "alô". Nem sempre. Em determinados momentos outras demandas requerem nossa atenção e maior dedicação.
Eu fiz minhas escolhas e lido com elas. Interajo com meus amigos. Pecamos, também, pela ausência vez ou outra. Às vezes bate aquela solidão que só um ombro amigo consola. Mesmo assim, sei que o meu tempo não é o dele. Isso não me chateia, de forma alguma. O sentimento passa, também.
Me preocupo como as pessoas vêm conduzindo suas vidas... como algumas pessoas temem quando outras entram numa relação amorosa, por medo de perder um amigo... Perde-se o tempo disponível. Um dia chega o tempo dessa pessoa se envolver... E aí? É natural que nossas escolhas nos levem a novos caminhos. Novos caminhos exigem tempo de adaptação. Esse tempo é "acronológico", que fique claro.
Temo por essa tensão atual das relações. Em plena era da informação e do tal "conhecimento" e tão pouco se sabe em profundidade... Tanta tecnologia e tanta barreira... A dificuldade está em cada um. O desafio é mais responsável em si. O desafio nos lembra que estamos inseridos no processo... portanto, nós é que dizemos se é difícil ou possível.
Um dia, mesmo após nosso momento de ida rumo ao desconhecido, conhecer, explorar... ampliar o horizonte é adquirir experiência; crescer, depois, regressar. O reencontro com seu grupo é que dá sentido. Ver-se parte de um todo é magnífico! Saber que se é único e ímpar é saber-se, conhecer-se. Idas e vindas fazem parte. Expandir horizontes é isso: a cada dois passos que damos em sua direção, ele afasta dois passos. O que precisamos entender é que a vida é movimento e ir além, sem saber onde chegar definitivamente. Chegamos em vários lugares e nem nos damos conta; nem olhamos de um panorama geral.
Respeitar o meu tempo e o do outro é a melhor maneira de comunicar: ESTAMOS JUNTOS, LEVE O TEMPO QUE LEVAR, AINDA QUE ESTEJAMOS SEM TANTO CONTATO. Quem não aguenta esse afastamento e não respeita são a carência, o orgulho, o melindre e a ignorância.