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domingo, 10 de novembro de 2013

DE NOVO, OUTRA VEZ...


Pior do que ver acontecer é ver acontecer de novo. 

E o melhor disso tudo é poder dizer: hora de ver uma nova solução... 

Se um erro se repete, do mesmo jeito, sinal que ainda tem algo mais profundo para ser aprendido e/ou para a lição ser, de FATO, apreendida.

Escolhas, é tudo o que temos. Hoje, pensamos como ontem, quando deveríamos pensar como hoje.

Problema só enquanto não encontramos a solução.

"Caminhando e cantando e seguindo a canção...". 

Fui.

Depois eu volto,

Pat Lins.


quinta-feira, 8 de novembro de 2012

LIÇÃO HÁ ONDE TEMOS ALGO A APRENDER


Onde houver algo para aprendermos, há uma lição. Assim tenho sentido em MINHA Vida.

Nossa ansiedade em querer resolver os problemas do mundo - e de todo mundo - faz com que esqueçamos o ponto de partida: o meu mundo começa em mim e eu só posso e tenho o direito e o dever de transformar a ele. Podemos, como consequência positiva, influenciar outros mundos individuais a despertarem para essa consciência da importância da consciência. Mas, não podemos, nem devemos, condicionar nossa melhora e o caminho que encontramos para a nossa melhora ao outro. Cada um tem seu caminho. Um mesmo remédio pode apresentar diferentes reações em pessoas com o mesmo sintoma. Tudo deve ser muito bem auto-investigado.

Essa mesma ansiedade em querer resolver os problemas diversos, desprende tamanha energia, tanto combustível de maneira inapropriada deixamos de ter a reserva para nossa arrancada... E cansamos antes de começarmos a agir. Ficamos com a sensação de que "nada tem jeito", "eu não tenho mais forças vitais...", e por aí vai.

Essa mesma ansiedade acaba fazendo com que pensemos: "agora, vou cuidar de mim! Fico me desgastando querendo cuidar de fulano, beltrano e cicrano e eles nem aí... E eu, perdendo meu tempo... Se eles quiserem, eles me procurem...". Essa ansiedade nos coloca num patamar tão distorcido da realidade que fulano, beltrano e cicrano nem sabem que precisam ser ajudados e nem sabem que cá estou eu a me consumir com o fato deles ignorarem-se... E me pergunto: fulano, beltrano e cicrano têm o tempo, o ritmo e os caminhos deles e, de certo, todo mundo um dia será convocado ao despertar de consciência. Serei eu essa voz despertadora? Muita pretensão, não?! Se, na possibilidade de SE, eu for usada como "voz despertadora", estarei eu preparada em mim para ser eu mesma e forte em mim para dar conta do que irei despertar. Despertar e não apoiar é tocar fogo e sair correndo.

Eu penso e vejo que tudo ao seu tempo. Se saberemos usar bem esse tempo, só o Tempo dirá. Eu, sigo andando. Eu, sigo indo: subindo e descendo de monte, em busca de perguntas e respostas, e, nessas idas e voltas, ei de as encontrar!

Só há lição onde temos algo a aprender. Senão, é apenas uma passada rápida para conhecer e saber que existe. Tem muito mais de nós onde não vemos e não está exposto do que pensamos. Só mergulhando mais fundo seremos capazes de voltar mais fortes. A força está não numa competição, mas, na auto-busca. Não se mede forças segurando lágrimas e dizendo: "eu não tenho essas frescuras... não tenho tempo para isso". Força se tem quando consegue se efetivar a transformação.

Sigamos em paz! Nosso caminho só nós conseguiremos identificar. O caminho do outro só ele pode identificar. O caminho rumo ao Pai, só Ele poderá nos mostrar! Então, primeiro passo: voltemos-nos a nós e cuidemos primeiro do nosso mundo. O demais, virá na medida e no tempo certos. Aqui e agora é o ponto de partida. Aqui e agora podemos entender e começar. Aqui e agora trilhamos. Se amanhã precisar mudar, no aqui e agora que será amanhã, saberemos enxergar. Sigamos calmamente ativos e ativamente calmos. 

PAZ!

Pat Lins.

terça-feira, 17 de abril de 2012

PARA DEIXAR DE SER SUGADO, ESTEJAMOS SEMPRE BEM!

Impressionante: eu ainda me queixo por estar sendo "sugada". Por mais que eu saiba que existem pessoas que só têm esse talento na vida, o de vampirizar, eu ainda me permito ser sugada. Não. Não devemos pensar em desenvolver artilharia ou medidas de proteção contra essas pessoas. Eu devo ver em mim o quê está sendo sugado e me voltar para cuidar disso em mim. Só mesmo me fortalecendo em mim, como pessoa, com ações definidas e focada em minha lista - baseada na escala de prioridades e objetivos a cumprir - e no cumprimento da missão de minh´alma - coisa que não é de uma hora para outra... trata-se da construção e descoberta de um caminho - terei a capacidade de fechar o acesso para esses seres.

Nenhum ser vampiro vai desistir de seu alimento. Aliás, nem consciência disso eles têm, de que estão se alimentando. Sobrevivem assim, da vitalidade alheia. Essas pessoas sempre serão um estorvo na vida de qualquer um, porque, alguém que passa inocentemente, se for farejado e parar - alguns segundos que seja - sairá como uma árvore seca e com a terra rachada. Não é para ter raiva, ódio ou nada parecido... essas pessoas precisam de compaixão - mas, mantenha uma bela DISTÂNCIA SAUDÁVEL; sempre temos algo a ser trabalhado e, numa dessas, eles sentem a brecha, miram na fraqueza e atacam. Eles são inconscientementes, experts em "análise PFOA" (potencialidades, fraquezas, oportunidades e ameaças). Rapidinho encontram uma vítima. Volto a falar: a maioria nem tem consciência do que fazem. É a lei da sobrevivência desses seres. O melhor é sempre cuidarmos da nossa saúde mental. Não somos melhores do que eles. Eles sugam. Nós, os alimentamos com nossos medos, nossas raivas, etc. 

Todo mundo está na vida para aprender algo maior do que essa vida. O caminho, todos estamos cansados de saber - apesar de fugirmos dele - que está dentro de nós mesmos. Esses seres, mais do que todo o  resto, fogem como o diabo da cruz, de voltarem-se para si. E acreditam piamente que se conhecem e "sabem" que são pessoas "guerreiras", "alegres", "incansáveis" - este, são mesmo... -, "vibrantes" e "bem resolvidos". O oposto geral. A hipocrisia nessa espécie é ainda  maior do que na maioria das pessoas comuns - muitos de nós - que são pessoas com problemas, questões, que fogem de se buscar. Um dia, alguns de nós entram num caminho legal que, mesmo em meio às dores, ao desgaste e ao cansaço, se esforça em se manter nesse caminho ao encontro consigo, com sua essência. Os sugadores, nem sei... Eles além de fugirem, cansam pouco, porque seu alimento vem de fora. Desconhecem o caminho dentro que nos leva a buscar a força que nos falta. Ainda que um dia a gente entenda que essa força extra vem de fora, não vem de outro ser humano. Não tiramos do outro. Da Vida e do Tempo essa força sempre chega. O Pai nunca nos deixa desamparados. De cada vento que sopra, de cada sol que nasce e se põe, de cada gota de chuva e de cada expressão da Natureza podemos recarregar nossas baterias pessoais. Infelizmente, os sugadores desconhecem essa capacidade em si. Essa capacidade é do ser vivo, não um mérito de A, B ou C.

O que me chateia em mim é essa característica masoquista de me deixar ser sugada e lamentar. Ah, um sugador é um sádico - ainda que inconsciente. Como fechar o acesso? Crescendo como pessoa. Superando nossas dificuldades. Enfrentando nossos medos. Nada de vez. Primeiro, é preciso nos fortalecer. É preciso ter um apoio sério de outra pessoa mais dotada de consciência e com um caminho de sabedoria mais desenvolvido. É preciso ter vontade. É preciso ter orientação. É preciso identificar o rumo. O caminho é o equilíbrio entre a razão e a emoção - nem um, nem outro, os dois. Ah, descontruir quase tudo que aprendemos desde criança e que só nos leva ao caminho da "normose" uma doença grave e que vem se manifestando com cada vez mais força; o pior do vírus; uma virose que tem cura e é fácil identificar. Um "normótico" repete inúmeras vezes: "o que o os outros vão pensar?"; "o que os viznhos vão dizer?", "você sabe que as pessoas falam demais" - a começar por si -, "todo mundo que se busca é maluco..." e etc. Ah, outro dia escutei um conhecido falar - a respeito do filho - que pensou em levar o filho a um psicólogo - o menino é metódico demais e isso acaba não sendo muito saudável - e um amigo lhe disse para não levar e ele refletiu e concordou. Eu pergunto o que o amigo disse e ele me repete: "O que é um psicólogo?". Eu, sem entender expresso: "Não entendi". De onde ele me sai: "O meu amigo me alertou: o que é um psicólgo? Um maluco! Um doido! Você já viu algum psicólogo normal?"... Eu parei. Pensei em como e o quê responder... Fui resumida e direta: "você conhece algum ser humano normal?". Diante do "ham?" dele, eu acrescentei: "Não sei os que você conhece, mas, posso te dizer que tive a oportunidade de conhecer profissionais de psicologia que honram essa máxima e são loucos que não se tratam e se jogam a tratar dos outros... Como conheci excelentes profissionais. A psicóloga do meu filho, inslusive é uma pessoa normal e uma ótima profissional.". Bom, o que tentei ilustrar com esse exemplo é o quanto temos tanto medo de nos conhecermos que é melhor taxar um psicólogo de doido e para doido, do que entender que nos conhecer é abrir as portas para a sanidade... Bom, lógico, é uma profissão. É uma ciência. Como toda ciência, sempre se baseiam em hipóteses - ou, grandes hipóteses, como me diz uma amiga que, depois de ser química, analista de sistemas, professora de matemática e não sei mais o quê..., é, há quase 20 anos, psicóloga e não parou de se buscar e, agora, encontrou-se como escritora. Como toda área profissional, em meio ao mundo capitalista - é sempre bom ter uma visão holística das coisas para dimensionarmos -, tem de tudo. Por ser uma profissão que lida com asemoções humanas, o ser humano que se dignasse a exercer tal atividade deveria ter um empenho maior em se cuidar e se conhecer para, assim, poder fazer algo de concreto pelos outros. Infelizmente, o capitalismo, as loucuras e outras coisinhas, permitem que qualquer um exerça essa profissão. Daí, o cuidado em identificar um profissional qualificado - como pessoa, porque qualificação profissional parte do pessoal, antes de tudo. Nós temos medo de buscar ajuda e solução. Nós temos medo de sermos mais abertos e aceitarmos mais as diferenças porque parece cansar. Nós temos medo de encarar a realidade. Nós preferimos taxar, julgar, condenar... e nada fazer para mudar.

Pois sim, é melhor estarmos bem conosco - isso não quer dizer que não tenhamos o direito de ter acessos de raiva, de ter sentimentos negativos e afins... isso faz parte da nossa natureza humana e é preciso saber lidar com elas para crescermos, aprendendo a administrá-las - para evitarmos perder para um sugador aquilo que nos dá força para continuar e viver: vitalidade.

Reunir forças para fortalecer a minha vitalidade, estabelecer meu espaço - não minha propriedade, mas, meu espaço pessoal e individual -, saber o que quero e, enfim, não sentir culpa por dizer "não! essa vitalidade é minha e eu preciso dela!". Bom, escrevo isso mais para mim do que para qualquer outra pessoa. Eu, mais do que eu mesma, preciso entender isso e fechar as portas para a enrgia que sai e me fortalecer em mim, para crescer, para melhorar como ser humano - não para mostrar aos outros... até porque, ninguém quer ver a melhora de ninguém... quem fala mal, vai falar sempre o que vê de mal.

É preciso descosntruir sempre, para começar O caminho de volta ao lar, ao nosso encontro com nossa essência, como nosso espírito, nossa alma, nosso Eu... como cada um quiser chamar.


Deus me dê forças, sabedoria e capacidade de discernir o que eu preciso do que eu apenas quero... o que eu necessito do que eu apenas desejo. Que eu seja! Que eu faça! Só fazendo - ou, começar a fazer - a nossa parte, que os milagres acontecem. Mania de esperarmos que o Mar Vermelho se abra sozinho... Essa é a equação da Vida: faça e receberás. A gente colhe o que planta, né assim? O que eu quero colher? Então, vou plantar. Ou então, se matenha na ilusão de que alho ao redor do pescoço vai ajudar.

Pat Lins.

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

TODO O MUNDO ESTÁ ERRADO, SÓ EU ESTOU CERTA - SERÁ?


Existe um grande problema quando eu penso que todo o mundo está errado e só eu estou certa.

Existe um grande problema quando todo mundo pensa que está certo e só eu errada.

Existe um grande problema quando eu estou certa e o mundo todo errado.

Às vezes, eu estou certa e ninguém aceita.
Às vezes, ninguém aceita que eu estou certa.

Tem vezes que todo mundo está certo e eu, errada.

Tem vezes que eu estou certa e muita gente errada.

Tudo depende do que é de fato, do que está por trás.
Às vezes, as pessoas se acham certas, caem na normose e o errado passa a ser o certo - acomodação.

Às vezes fazer a coisa certa dá trabalho... o errado já está feito, mesmo... - preguiça.

Às vezes, eu sou cabeça dura e quero porque quero ter razão e não ouço ninguém, porque, para mim eu tô certa e pronto - intransigência, inflexibilidade, arrogância, orgulho, infantilidade, egocentrismo, egoísmo, ignorância, estupidez, burrice...

Muitas vezes, eu sei o que quero para mim e muita gente teme e quer que eu tema seus temores - medo de ser feliz, medo de assumir riscos...

Têm vezes que eu quero estar certa e invado o espaço do outro - falta de limite, falta de educação, falta de respeito ao outro...

Muitas vezes, algumas pessoas querem fazer o que querem sem medir as consequências -  irresponsabilidade, imprudência, arrogância, falta de limite...

Isso sem contar eu querer estar certa só porque todo mundo pensa assim - alienação.

Ou, seguir todo mundo que está certo, porque eles têm mais conhecimento... - fanatismo

Muitas vezes, a gente limita e restringe tudo a CERTO ou ERRADO, quando, muitas vezes, tudo é uma questão de tempo, de ajuste com Tempo e com a Vida. 

Um pouco de esforço e exercício diário sobre o EU e o OUTRO seria bom. Muita coisa, às vezes, está "errada" por pura má vontade em se ser alguém melhor, mais aberto, menos apegado aos valores deturpados - como o orgulho, a cobiça, a inveja, a avareza, a arrogância, a burrice. Como saber, já que eu sempre vou achar que estou com toda a razão, afinal, a vida é minha e "certo" ou "errado" quem define sou eu? Eu me questiono muita coisa para não ser influenciada, nem manipuladora, nem manipulada, nem míope, nem cega, nem lenta, nem medrosa, nem perdida, nem confusa, nem rápida demais, nem ansiosa, nem desritmada... e sou tudo isso, também. Fazendo o exercício do EU e o OUTRO, a gente é obrigado a se ver e a ver que existe algo além da gente. Somos lindamente obrigados a nos confrontar com a realidade. Olhar de frente e ver, sem frescura, sem melindre, sem vergonha de ser feliz!

Romper com o egocentrismo é mais difícil do que pensamos, afinal, muito mais fácil jogar a culpa no outro; se achar o melhor; criar um clima de competição para alimentar nossos complexos bizarros. É muito difícil querer ser o melhor que há em si. Competir para ver quem é melhor, eu ou você é bobagem. Na minha vida eu tenho que ser o melhor que há em mim, porque na vida a gente precisa se conhecer e se conhecer é se explorar. Se explorar é reconhecer-se. Reconhecer-se é conhecer-se. Conhecer-se é um esforço para a vida toda! Cada vez que vasculharmos, descobrimos algo. Cada vez que descobrimos algo, outro algo aparece.  A gente precisa mesmo é saber lidar com a gente. O outro precisa saber ligar com ele mesmo. E juntos todo o mundo pode estar certo, sabendo-se que o errado pode ser uma maneira de aprender ou uma demonstração de estupidez pessoal, ou uma cobrança desmedida, ou tanta coisa. Certo mesmo é que se estamos todos abertos, e fácil tentar acertar, porque o erro será apenas algo a ser corrigido e seguir em frente com aprendizado e sem cometer os mesmos erros.

A gente cria muita expectativa e isso gera frustração, raiva e cobrança. Não devemos criar expectativas nem na gente mesmo. Devemos, sim, saber o que devemos fazer e fazer, pronto. O reconhecimento é a própria vida. Reconhecimento é  sensação de dever cumprido. Muitas vezes a gente chama plano, projeto, sonho de expectativa. Esperar é um ato de se saber o que quer, fazer e avaliar ou receber de volta. É aquele lance de plantar e colher. Isso, não tem erro! É batata! Plantou, colheu. O problema é quando plantamos qualquer coisa só para cumprir tabela, aí **deu! A liberdade de escolha, de opinião e de ações também tem um limite: meu espaço termina onde começa o do outro. O do outro termina onde começa o do outro outro - que pode ser eu. Assim, todo mundo entende que EU é algo individual e todo mundo é um EU.

Uma inovação começa com uma série de erros e necessidade de ajustes. Nem sempre uma coisa certa está totalmente certa, nem uma errada totalmente errada. Devemos avaliar com cuidado, abertos e imparcialidade - com justiça e caráter! Bom lembrar que muitas vezes, as aparências enganam...

Será, então, que está todo mundo errado e só eu certa?

Pat Lins.

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

LIÇÕES DA VIDA

Tenho aprendido muito com a vida.

Mas, a lição que mais tenho aprendido é que, a medida que aprendo algo, descubro que tenho muito e muito a aprender. O que me cabe fazer? Aprender, até descobrir que tem mais pela frente. 

Tempo, meu bom, quero me aliar a ti e aprender o que tenho que aprender, bem aprendido, até apreender tudinho.

Enquanto há vida, há mais que aprender a cada novo instante!

Pat Lins.

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