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sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

ESPECTADORES, APENAS ASSISTINDO!


Às vezes, a gente perde uma boa chance de ser apenas espectador e vai assumir papel de crítico profissional... Perde todo o encanto de apenas deixar o que o outro fez ser o espetáculo e apreciar.

Em geral, assumir o papel de espectador incomoda e eu nunca entendi muito bem o porquê. Todo ator que vai assistir a peça de outro é espectador ou diretor? 

Somos todos atores das nossas vidas e diretores, produtores e etc. Temos nossa equipe de apoio. Interagimos com outros espetáculos na vida de outras pessoas, dramas, comédias, ficção, realidade fantástica... Mas, se apenas por um instante a gente apenas fosse espectador? Sentar aqui e apenas sorver cada gota de coisas boas que o outro quer transmitir. Apenas apreciar. Apenas: ver!

Se a gente conseguir fazer isso, apenas assistir ao espetáculo "outro" e, pronto, aceitar o que ele tem para passar e seguir? Sem essa de: "ah, eu faria de outra maneira!...". Eu não faria nada. O que faço, faço em minha vida. O que o outro faz, faz da própria vida - desde que nunca ultrapassemos a barreira do limite de ação: o seu espaço termina onde começa o meu. Toda liberdade tem o limite na liberdade do outro!

Penso assim: se tem afinidade, mantém. Se não tem, não tem. Aplaudo e dou tchau! 

Senhoras e senhores, o espetáculo vai começar! Estreando: a sua vida; a minha vida; as nossas vidas!

Se gostarem, espalhem por aí; senão, deixem que outros descubram por si!

Pat Lins.


sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

SABER LIDAR - LIBERTE-SE DE MIM!



Fico intrigada com uma coisa: a gente só vê o nosso lado, como sempre falo e esquece que a gente é "o outro" para outro "eu" próximo.

Assim, pensei:

Se a gente levanta a bandeira para ter o espaço respeitado e o direito de se afastar de quem a gente não tem afinidade e/ou não sabe como lidar com a pessoa, o outro também pode se afastar da gente, com a mesma justificativa em si. Ou seja, todos têm o direito de ter ao seu redor quem some com o seu crescimento. E isso não nos torna vilões, apenas pessoas e pessoas são diferentes, pensam diferentes, agem de maneira diferente e sentem de maneiras diferentes.

O se afastar, em si, não quer dizer: "você é mau". Apenas: "não sei lidar com você." e pronto. Mas, precisamos aceitar, também, quando nós somos o outro para alguém...

Todo mundo tem o seu tempo, espaço e ritmo. Alegar que "Ah, mas eu tenho mais consciência" já denota que não tem tanta assim... o aceitar não julga, apenas aceita - o aceitar vem no respeito e no entendimento.

Bom, se dói ou faz sofrer, aí, é com a gente, quando a gente é o ser a ser afastado e com o outro, quando o outro é o ser a ser afastado.

Ninguém se iluda... enquanto não soubermos lidar conosco, o outro sempre será o alvo mais fácil! Sempre estamos apontando para alguém e sempre estamos sendo apontados. Tudo depende da referência... sou legal para uns, e uma chata para outros. A DS é isso, também... eu vivo dizendo para os que não sabem lidar comigo: "Nem eu sei direito... liberte-se de mim! Siga seu caminho na paz!". O que não vale é viver de embate. É isso que faz da vida um combate. É isso que pesa: o não se aceitar.

Né simples?!

Pat Lins.

terça-feira, 24 de setembro de 2013

A VIDA NÃO É UM JOGO, MUTO MENOS UM CAMPO DE GUERRA!


Prezo pela minha liberdade, bem como pela dos outros. Isso quer dizer, inclusive, que eu respeito as escolhas de cada um, de verdade. Quando esbarra em alguma expectativa minha, me repito: 

"É a escolha de cada um e isso não diminui minha importância na vida da pessoa!".

Eu penso e ajo assim, e é assim que espero ser entendida... pena que isso raramente acontece. 

A cada dia, julgo menos o outro, justamente por conta desse lema: compreensão acima de tudo. Isso não me impede de escolher, muitas vezes, manter distância de algumas pessoas e lugares. E isso não diminui a importância dessas pessoas em minha vida, apenas mantém o espaço e tempo necessários para que dê tempo das emoções se ajustarem... afinal, existem pessoas muito intensas e que agem como se fossem de uma leveza zen e harmoniosa, atacando e tentando manipular a muitos com voz mansa e fugas de diálogos, preferindo uma bela saída nos deixando a falar com o vento. Assim, se não há espaço para troca, não há espaço para convivência. Daí, escolho estar em meio a pessoas que, mesmo diferentes, tenham a sincera abertura e movimento de busca real, na prática diária, pois somamos mais do que dividimos.

Uma coisa é certa: a vida não é um jogo, onde podemos recomeçar num clique e ganhamos vidas e vidas em cada nova fase... com o tempo, vamos ficando naturalmente mais seletivos, quando entendemos a importância de respeitar-se e respeitar ao outro. Isso inclui ver como as pessoas são e ver/saber quem eu sou e se essa união é saudável. Não sendo, compreendamos, sem julgar, mas encaremos o fato de ser como é e DS - DISTÂNCIA SAUDÁVEL.

Eu respeito as escolhas dos outros, sem cobrança, por isso, já precisei tomar algumas decisões radicais, no que diz respeito à minha auto preservação, bem como escolhas mais amenas, relacionadas a simples afastamentos por escolhas profissionais, filosóficas e afins. Tudo na vida nos leva a algum lugar e, para quem anda e não joga, esses lugares seguem e seguem e seguem. E a gente vai e vai e vai. Nessas idas e idas e idas, a gente pensa que volta, mas, na verdade, o que acreditamos ser uma retomada é, em verdade, uma continuada para onde precisamos ir com a certeza pela experiência de como devemos ir. O resgatar é seguir mais para frente, entendendo que ainda não fez o que deveria. E nesse ínterim, os caminhos se cruzam com quem devemos cruzar e se afastam, de quem devemos nos afastar - não por raiva, rancor ou algo semelhante, apenas por uma questão simples que é tão deturpada: incompatibilidade. Se não tem liga que segure e dê base, não tem porque insistir. E isso não quer dizer que a pessoa - nem EU, nem o outro - seja ruim ou boa, ou que não nos gostemos, apenas estamos em tempos e espaços tão diferentes que não encaixa. O que não admito é ser cobrada por minhas escolhas, como se eu tivesse que agradar a todos... Também, não aceito cobrança de quem levanta a bandeira para o mesmo lema - mas age de maneira incoerente -, exige ser aceito e não aceita as escolhas alheias, assumindo uma postura de vítima. Não existe vítima ou algoz, existem escolhas e consequências. Não precisa ser radical, nem dolorida, sofrida ou coisa e tal, apenas precisamos tirar o melindre do julgamento e pronto: abrem-se as portas para a liberdade!

Não entendo como uma coisa tão simples causa tanta dor e tantos danos. Não é ser inflexível, é ser tão flexível que podemos gostar mas entendermos, por respeito às diferenças que não se complementam, que é melhor cada um seguir seu rumo, senão, ambos saem do caminho.

Sigamos em paz, minha gente! A vida não é um jogo, muito menos uma guerra! Não existem inimigos - até existem, devido ao fato de gente pequena insistir em criar esses personagens e atacarem com artilharia pesada, e, francamente, como não sou santa, nem evoluída, em minha condição humana e imperfeita, eu não considero essas pessoas inimigas, apenas pessoas que precisam de amor e ajuda que eu não posso dar, daí DS. O que quero dizer é que se a gente alimenta essas coisas, elas vão existir. E, mesmo que a gente opte, escolha viver de outra maneira, não vai deixar de receber essas investidas, mas o que eu não vou fazer é me tornar igual, me nivelar a esse ponto. Devo compreender que a pessoa tem um nível de consciência não desenvolvido e, sendo eu uma pessoa que se busca, o melhor é entender e aceitar que estamos em caminhos diferentes, em tempo e espaço diferentes... portanto, não somos do mesmo grupo - e isso não tem relação com ser melhor ou pior, apenas, cada um na sua onda!

É isso... o que mais tem nesse mundo é espaço para as diferenças...

Pat Lins.



quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

EU, TU, ELE(A), NÓS, VÓS, ELES(AS)

Nós é que somos as partes que compõem o mundo.
Se a gente não entende isso,  as peças  não conseguem se unir e o objetivo de um mundo melhor fica na utopia.
Pat Lins.
Às vezes tudo o que falta em algumas pessoas é só uma boa dose de bom senso... Se todos nós tivéssemos a capacidade de compreender que existe o EU e o OUTRO, o convívio seria mais fácil, afinal, todos teriam consciência de que têm direitos, mas, antes de mais nada, têm DEVERES. E dever requer naturalmente um compromisso real com o todo para existir. 

Se cada um começar a fazer o que deve ser feito em prol de si e em comunhão com os outros, aí sim, ninguém clamará por Justiça, Lei ou seus executores... pois todos já estarão fazendo o que deve ser feito e como deve ser feito. 

Só assim podemos deixar um mundo melhor para os nossos filhos, deixando filhos melhores neste mundo, a começar por cada um de nós!

Pat Lins.

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

TODO O MUNDO ESTÁ ERRADO, SÓ EU ESTOU CERTA - SERÁ?


Existe um grande problema quando eu penso que todo o mundo está errado e só eu estou certa.

Existe um grande problema quando todo mundo pensa que está certo e só eu errada.

Existe um grande problema quando eu estou certa e o mundo todo errado.

Às vezes, eu estou certa e ninguém aceita.
Às vezes, ninguém aceita que eu estou certa.

Tem vezes que todo mundo está certo e eu, errada.

Tem vezes que eu estou certa e muita gente errada.

Tudo depende do que é de fato, do que está por trás.
Às vezes, as pessoas se acham certas, caem na normose e o errado passa a ser o certo - acomodação.

Às vezes fazer a coisa certa dá trabalho... o errado já está feito, mesmo... - preguiça.

Às vezes, eu sou cabeça dura e quero porque quero ter razão e não ouço ninguém, porque, para mim eu tô certa e pronto - intransigência, inflexibilidade, arrogância, orgulho, infantilidade, egocentrismo, egoísmo, ignorância, estupidez, burrice...

Muitas vezes, eu sei o que quero para mim e muita gente teme e quer que eu tema seus temores - medo de ser feliz, medo de assumir riscos...

Têm vezes que eu quero estar certa e invado o espaço do outro - falta de limite, falta de educação, falta de respeito ao outro...

Muitas vezes, algumas pessoas querem fazer o que querem sem medir as consequências -  irresponsabilidade, imprudência, arrogância, falta de limite...

Isso sem contar eu querer estar certa só porque todo mundo pensa assim - alienação.

Ou, seguir todo mundo que está certo, porque eles têm mais conhecimento... - fanatismo

Muitas vezes, a gente limita e restringe tudo a CERTO ou ERRADO, quando, muitas vezes, tudo é uma questão de tempo, de ajuste com Tempo e com a Vida. 

Um pouco de esforço e exercício diário sobre o EU e o OUTRO seria bom. Muita coisa, às vezes, está "errada" por pura má vontade em se ser alguém melhor, mais aberto, menos apegado aos valores deturpados - como o orgulho, a cobiça, a inveja, a avareza, a arrogância, a burrice. Como saber, já que eu sempre vou achar que estou com toda a razão, afinal, a vida é minha e "certo" ou "errado" quem define sou eu? Eu me questiono muita coisa para não ser influenciada, nem manipuladora, nem manipulada, nem míope, nem cega, nem lenta, nem medrosa, nem perdida, nem confusa, nem rápida demais, nem ansiosa, nem desritmada... e sou tudo isso, também. Fazendo o exercício do EU e o OUTRO, a gente é obrigado a se ver e a ver que existe algo além da gente. Somos lindamente obrigados a nos confrontar com a realidade. Olhar de frente e ver, sem frescura, sem melindre, sem vergonha de ser feliz!

Romper com o egocentrismo é mais difícil do que pensamos, afinal, muito mais fácil jogar a culpa no outro; se achar o melhor; criar um clima de competição para alimentar nossos complexos bizarros. É muito difícil querer ser o melhor que há em si. Competir para ver quem é melhor, eu ou você é bobagem. Na minha vida eu tenho que ser o melhor que há em mim, porque na vida a gente precisa se conhecer e se conhecer é se explorar. Se explorar é reconhecer-se. Reconhecer-se é conhecer-se. Conhecer-se é um esforço para a vida toda! Cada vez que vasculharmos, descobrimos algo. Cada vez que descobrimos algo, outro algo aparece.  A gente precisa mesmo é saber lidar com a gente. O outro precisa saber ligar com ele mesmo. E juntos todo o mundo pode estar certo, sabendo-se que o errado pode ser uma maneira de aprender ou uma demonstração de estupidez pessoal, ou uma cobrança desmedida, ou tanta coisa. Certo mesmo é que se estamos todos abertos, e fácil tentar acertar, porque o erro será apenas algo a ser corrigido e seguir em frente com aprendizado e sem cometer os mesmos erros.

A gente cria muita expectativa e isso gera frustração, raiva e cobrança. Não devemos criar expectativas nem na gente mesmo. Devemos, sim, saber o que devemos fazer e fazer, pronto. O reconhecimento é a própria vida. Reconhecimento é  sensação de dever cumprido. Muitas vezes a gente chama plano, projeto, sonho de expectativa. Esperar é um ato de se saber o que quer, fazer e avaliar ou receber de volta. É aquele lance de plantar e colher. Isso, não tem erro! É batata! Plantou, colheu. O problema é quando plantamos qualquer coisa só para cumprir tabela, aí **deu! A liberdade de escolha, de opinião e de ações também tem um limite: meu espaço termina onde começa o do outro. O do outro termina onde começa o do outro outro - que pode ser eu. Assim, todo mundo entende que EU é algo individual e todo mundo é um EU.

Uma inovação começa com uma série de erros e necessidade de ajustes. Nem sempre uma coisa certa está totalmente certa, nem uma errada totalmente errada. Devemos avaliar com cuidado, abertos e imparcialidade - com justiça e caráter! Bom lembrar que muitas vezes, as aparências enganam...

Será, então, que está todo mundo errado e só eu certa?

Pat Lins.

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

ESTRANHO É VOCÊ!

Engraçado! Como temos a mania de só ver os defeitos dos outros. Nós, em nossa individualidade perfeita, somos: PERFEITOS!

A cada dia que passa, menos me vejo no outro e, quanto mais olho com calma, mais me vejo em cada um... 

QUANDO A GENTE "ACHA" QUE SÓ O OUTRO É ESTRANHO É PORQUE, NO MÍNIMO, A GENTE "ACHA" QUE A GENTE NÃO É.

Bom, até quando vamos manter essa chama da falta de respeito acesa? Me peguei, ontem a noite, exaurida, por estar em companhia de uma pessoa extremamente densa e de difícil convivência, mas, sabe essas pessoas "necessárias", porque fazem parte daquela parte de nossas vidas que vem no pacote? Pois é, é isso. Foi aí que vi, claramente, que ele me angustiava, com seu ar sempre crítico e austero. Como se nada o tocasse... Quando olhei bem de frente, enxerguei a armadura que ele usa, para se proteger de si mesmo e, provavelmente, de alguém... que, provavelmente, é criação da cabeça dele, como cada um de nós, elege alguém que nos persegue, mesmo essa pessoa nem sabendo que a gente existe, né verdade?! Fiquei feliz comigo em uma coisa: eu não sou rica, mas, posso ser feliz apenas sendo eu, mesmo em meio a todos os problemas que venho vivendo nos últimos anos. Pois é, o "estranho" era ele, para mim e, para ele, a estranha... - risos - era eu. Tive uma leve crise de riso interna, mas, diante do meus desgaste - a presença dele é incômoda, ainda... não muda de uma hora para outra... ainda preciso descobrir em mim o porquê de toda essa permissividade, se é que esta é a palavra adequada, para me "curar" e me "libertar" desse "mal" - nem pude curtir a sensação de "alívio" por conseguir ver e enxergar isso: o quanto ele "vazio" e inseguro; o quanto eu ainda critico e julgo muito; e que há algo nele que me incomoda, porque, algo em mim não está no lugar... e, naquele momento, diante de um catalisador de emoções, preciso perceber que eu não tenho que me incomodar com a presença dele, afinal, ele é assim e não vai mudar por causa da minha pessoa... EU é que preciso me desarmar, descobrir o que em mim se deixa incomodar e transformar essa realidade EM MIM.

Ui! Como é cansativo e doloroso querer ser uma pessoa melhor, nesse mundo onde todo mundo faz questão de querer ser o pior, alegando que a tal "sociedade" - quando não, dizem que é a "Vida" - é tão injusta. Mas, eu consigo! Eu chego lá. Já passei por coisas piores, quando não me permitia ver e não me abria para o "perdão" - que, nada mais é do que nem culpar e/ou condenar. Cansa ver e perceber, com clareza e nitidez, que estamos sempre julgando; estamos sempre criticando; estamos sempre condenando... onde isso começou e onde vai parar? Como posso fazer para recomeçar? Como posso fazer para seguir outro caminho, sem me sentir "estranha"? Como fazer com que você veja que estranho, é você... e eu... somos nós?! Como fazer para cada um desejar melhorar um pouco a si e respeitar mais o outro? Como faço para respeitar mais o outro? Como faço para respeitar mais a mim?... São nossas sombras que nos impedem de enxergar e andar para a frente. Somos nós mesmos que dificultamos o processo... Maaaassss, somos nós mesmos a luz que pode elucidar tudinho!

É! Isso é o movimento que faço, por enquanto, sozinha, mas, que, um dia, espero ter, ao menos, meu filho fazendo parte, de

DEIXAR UM MUNDO MELHOR PARA OS NOSSOS FILHOS E FILHOS MELHORES NESTE MUNDO, partindo de cada um de nós!

E, para você que não se acha estranho, melhor se olhar através do espelho do outro, porque, sim, você é estranho para alguém. Mas, sim, e daí?! Espelho, espelho meu, quem sou eu?

Melhor para por aqui... para não ficar tão "estranha"... Ainda temos muito que aprender sobre nós mesmos, para desperdiçar o tempo tentando corrigir o outro... isso, é fuga de si... THE OTHER, EVER AND EVER... THE OTHER... Do que é, afinal que tanto temos medo????

Por isso que gosto tanto de repetir a frase do querido Zeca - o pagodinho - "Cada um com seu cada um. Deixa o cada um dos 'outro'". E vamos que vamos!

Beijos,

Pat Lins.











 





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