segunda-feira, 25 de junho de 2012

"ESTRANHO, HEIN?"

"Estranhos, hein, esses humanos?"
ET, em visita recente ao Planeta Terra

Magary Lord que diga... "estranho, hein?".

Juntei um belo papo com meu amigo-irmão Marcos Carvalho e a frase que ele colocou no face "como já diz Magary Lord: 'estranho, hein?'". 

Pois é, estranhíssimo! 

Tenho tido a impressão de que chegamos ao cúmulo de não ter mais idiotices para fazer. Gente, parece que abriram as portas do hospício mental e o povo enlouqueceu de vez. Eu estou com medo... As pessoas estão cada vez com mais medo de serem felizes e, para piorar, taxam quem quer se esforçar e ser feliz como loucos. Superar uma dor passou a ser sinônimo de frieza. Ser capaz e ter humildade de assumir que tem suas limitações passou a ser sinônimo de fraqueza. Mudar de idéia por entender que é possível se abrir e aprender sempre mais passou a ser sinônimo de falta de personalidade. 

As pessoas chegaram ao cúmulo de deixar de viver literalmente suas vidas para encher o saco dos outros. E, vá você deixar claro que dali a pessoa não passa para ver o mundo desabar. As pessoas infelizes - ao meu ver, loucas - não só não se permitem ser felizes como ainda querem que todos ao redor o sejam para não se sentir diferente. O que caracteriza um povo é a maneira como se unem de acordo com seus objetivos. O problema é que, esse povo pode não ter objetivos em comum, mas, impor quais são os objetivos que DEVEM ser comuns e seguidos, senão, assina a sentença de morte social. E o objetivo do povo parece ser o mesmo, né? Deus é mais!

Minha preocupação é onde vamos parar - melhor, quando vamos parar? 

O culto ao irreal é mais real do que a própria realidade. Estava vendo uma matéria sobre os tamanhos "plus size" e algumas revistas internacionais que decidiram incluir em suas capas a beleza e o charme das gordinhas em fotos com as poses como as modelos magras a força, para manter uma aparência de uma beleza de sacrifício. Em vez de se esforçarem em serem belas e saudáveis, se tornam o símbolo do "ser infeliz para ser feliz".Pois, sim, a tal revista causou polêmica por estampar a Tara Lynn, em sua capa. Estranho, porque, na época em que era "moda" mulheres cheinhas, estampar uma mulher magra causava polêmica. Já percebeu como somos induzidos - ou, conduzidos? Fiquei pensando: "se colocarem, mês a mês uma mulher gordinha na capa de uma revista famosa, não dou 6 meses para mudar muita coisa". Observem que já está começando... Mas, não é por um compromisso social de respeito às diferenças. Se fosse assim, as capas teriam destaques diferentes e não repetitivos e massificados. Tudo gira em torno de uma coisinha chamada "diferencial". Como já foi esgotado o tema "seja magra se quiser ser feliz" e piorado com o desespero e o aumento de anoréxicas, dietas malucas e sacrifícios desumanos, o mundo da moda ficou meio que, indiretamente, abalado. Fora que de tanto repetir, com a velocidade que o povo vem se cansando das coisas e exigindo "novidade! novidade! novidade!" os trunfos estão nas belezas exóticas - que ainda esbarram em preconceitos e, por serem um trunfo, não podem expor muito, para ser usado, apenas, na hora certa -; nos negros - que também esbarram nos preconceitos raciais e limita o comércio dessas imagens... -; nas modelos asiáticas - só que muitas já estão se ocidentalizando... enfim, o comércio de moda e beleza vem enfrentando grandes dilemas - todos com soluções, basta quererem. As modelos plus size vêm ganhando espaço pelo movimento das gordinhas saudáveis - nem todo gordo tem problema de saúde, como muitos pensam. Assim como magreza não é sinal de ausência de doença. Pois bem, o mercado, o comércio é que dá o tom. E se diz: "vamos ganhar um público maior - literalmente - será mais lucrativo". Tudo gira em torno do público-alvo. Se identificarem um mínimo de possibilidade, ou, um terreno fértil, vamos plantar lá! E isso é moda: algo que vai embora e outra "novidade" chega para não nos dar tempo de pensar. Já chega para ir... Coisa estranha, hein?

Gente, será que é tão difícil sermos autênticos? Será que ser quem se é dói mais do quê ser uma simples massinha amontoada em meio a um monte de outras massinhas enfileiradas e superficiais? Eu prefiro ser uma poeirinha cósmica, como diz minha amiga - magra de verdade, não por sacrifício ou moda - Morgana Gazel.  

É estranho ver que somos claramente guiados e que seguimos essa infelicidade juntos. Quem quer ser feliz, que siga sozinho. E corre o risco de sofrer bullying. Nos prendem pelo medo de ser diferente, como se "ser diferente" fosse uma doença contagiosa. E isso não é lá no exterior, não. Isso é aqui, em nosso meio, em nossa família, em meio aos nossos colegas, amigos, comunidade, etc. Não me refiro a falta de ordem, isso, para mim, é uma maneira de se manter uma organização. Me refiro ao fato de ter que ser igual, vestir igual, mesmo sendo diferente. Estranho, hein?

Aí, a gente fica com a falsa sensação de liberdade, porque vivemos numa fase de liberdade, sem censura... Só rindo. A censura está em todo lugar, desde o cartel dos postos de gasolina - que fazem bullying com nosso bolso -, passando pelo serviço de transporte público - que pratica bullying com nosso dinheiro e com nossas roupas, com o corpo alheio e etc - até chegar ao fato de não atingirmos o patamar de sermos ricos, magros e altos - louro dá para ser com mais facilidade... Isso é liberdade? Vivemos a era da contradição: ora, tanta informação com tão pouco conteúdo e tão pouca credibilidade... era da liberdade de expressão com tanto medo de se expressar, para não ser exposto ao ridículo. 

Eu até gosto de ser estranha nessa terra de gente tão normótica, tão inerte, tão vazia e tão sem graça... Fico vendo os loucos se proliferando, vendo as máscaras caindo e vendo as pessoas me dizerem: "olha, me desculpa por ter falado de você... você estava certa...". Eu preferia estar certa de que todo mundo pode ser melhor, do que si próprio. Quando falo "a gente tem que ser melhor" a maioria das pessoas entende que é competição... "melhor do que quem?". Não é melhor do que "quem". É o melhor que há em si. Todos temos algo de bom para se manifestar. E não me refiro ao "bom" da conveniência.

A gente pode ser um pouquinho melhor. Sem julgar. Aprender a entender que coisas acontecem é um bom começo.

Em plena era do photoshop, grama sintética e plantas artificiais... de magras sofredoras e gordas discriminadas... de que ser negro, índio, asiático, latino... é sinônimo de sub-raça, eu me pergunto: "quem é que cria essa realidade?" e, pior: "quem é que dá força e manutenção para essa realidade se instalar?". 

Nesse mundo realmente surreal, como saber o que é realmente real? Tanta gente pensante, gastando  a massa cinzenta com tanta estupidez! Até para ser contra isso, a maioria das pessoas se torna estúpido ao extremo no pólo oposto. Não precisamos de radicalismos tão ocos quanto os já impostos. Precisamos de soluções equilibrada, bem questionadas, pautadas em diálogos limpos e claros, sem melindres e sem intensão de imposição. Precisamos nascer de novo. Quem acha que o mundo vai acabar pela primeira vez está enganado... lembremos que houve aquecimento global até na era dos dinossauros... e o mundo acabou-se! A Terra fica, quem vai somos nós. Novos seres surgirão - ou você ainda acredita que nesses bilhões de anos os seres humanos dominaram? Os seres humanos são tão novinhos em relação ao planeta. E a gente jura de pé junto que coisa ruim é de outro mundo... pobres ET´s. Nós somos a raça mais cruel que eu já vi. Estranhos somos nós, humanos. Ô bicho esquisito esse tal de bicho homem, viu?! Tenha medo desse povo "normal" que sai condenando todo mundo em nome do "senhor, eu"...

Se a gente não sabe como vai ser "depois", façamos o bem agora. Façamos nosso melhor, agora! Enquanto há vida, há tempo de recomeçar! Alimentemos a nossa criatividade; nosso mundo de fantasia e sonhos!

Saudações terráqueos,

Pat Lins.

domingo, 24 de junho de 2012

QUANDO ESTAMOS BEM, TUDO TENDE A FICAR BEM!


Quando a gente não está bem, a gente fica infeliz por qualquer coisa.

Quando a gente está bem com a gente mesmo, pode até ficar infeliz com determinados acontecimentos, mas, sabe lidar melhor e deixar a infelicidade seguir seu rumo e ir embora, porque ela não faz sentido!

Pat Lins.

sexta-feira, 22 de junho de 2012

PENSAMENTOS NOSSOS DE CADA DIA


Sempre escuto algumas pessoas - geralmente, as que mais fogem de encarar a realidade - de que devemos "só" ter pensamentos positivos e que é isso que cura. Pessoas que não têm esses pensamentos, acabam desenvolvendo doenças. Algumas vezes, esses pensamentos limitam a tornam a pessoa que os emite cruéis e radicais, fechadas numa hipótese que alguém lançou e nunca investigaram na Vida para ter certeza...

Sempre questionei a veracidade dessa colocação e até onde vai o exagero. De forma alguma eu me coloco contra a verdade de que um pensamento positivo é forte e bom, mas, quando ele é puro e positivo de verdade. Em geral, as pessoas encobrem seus pensamentos negativos com um pensamento positivo, fingem que não estão com o negativo ali e por repetirem em voz alta as afirmações positivas, essas têm o poder de se instalar e transmutar a negatividade que encobre. Será, mesmo? Não seria mais honesto e um caminho mais equilibrado lidar com o negativo e permitir que ele se eleve? Como? Nos questionando a necessidade dele; a razão dele estar ali; o que quer nos alertar - sim, pode ser um sinal de alerta, não uma coisa ruim... 

Eu penso que é melhor nos assumirmos para, aí, sim, nos mudarmos. Penso que quebrando certos padrões mentais, certas repetições, nos abrindo a aceitar que existe o diferente e isso não se limita a "bem" ou "mal" pode ser uma maneira de deixar que os pensamentos negativos sejam diluídos. Sei lá, eu aprendi - ou, eu escolhi entender... ou foi a maneira como a ficha me caiu... - que até o pensamento negativo precisa de um tempo para existir e deixar de existir. 

Uma pessoa muito querida, Hermínia, levou seus alunos a um questionamento muito bacana, em forma de exercício para essa quebra de paradigma, nos indagando: "Você já se imaginou no espaço? Tudo isso que a gente aprende sobre tudo. Nossas referências e etc. Agora, imagine você, lá, flutuando e perdido. Daí, escute as orientações de alguém aqui da Terra, dizendo: vai para a direita de Marte... Em cima da Lua. Abaixo. Lado esquerdo... Para onde você vai, assim? Lá, as referências são outras...". 

Alguém pode pensar: "Isso não vai mudar em nada, porque eu não sou astronauta.". O simples exercício nos lembra de que a Vida não se resume a nossa vidinha corriqueira e rumo ao lugar onde ninguém sabe onde é, porque tem medo de aceitar o caminho do paraíso e da vida eterna. A gente quer acreditar que vai ser jovem a vida inteira e se prende ao complexo de Peter Pan misturado ao de Gabriela e lá nos afundamos. 

O simples exercício diário de quebrar um pouquinho uma maneira de pensar pode nos ajudar a lidar com esse dilema de "pensamentos positivos" e "pensamentos negativos". Simplesmente, devemos olhar para eles e dar a atenção necessária, o cuidado que precisamos. Se só alimentamos essa quebra de padrão, automaticamente, temos a capacidade de entrar num caminho de "luz". Quando percebemos pequenas mudanças, esses caminhos são ainda mais iluminados, de maneira que as sombras tendem a diminuir, mesmo assim, não deixam de existir. 

É esse caminho que me esforço dia após dia. Não sei se alcanço um patamar de evolução maior, mas só o fato de minhas fichas irem caindo aos poucos me faz ver que a cada uma que caia, é uma ficha a mais de informações produtivas e necessárias. Melhor do que ficar cheia de um monte de nada, de vazio... e vazio esse que pesa que só.

Vamos  preparar nosso solo mental com novas possibilidades.

Escutei uma frase que vale a pena refletirmos - eu gosto de uma frase que ilustre um pensamento meu, não de repetir apenas porque é bonitinha... - sobre o perigo de como usamos o pensamento positivo no exagero e na miopia:

"Um pensamento positivo pode ser perigoso, quando mal usado. Muitas vezes, são apenas uma fina camada de verniz cobrindo toda uma massa de pensamentos negativos. Então, nesse caso, o pensamento positivo não é pensamento positivo, está apenas disfarçando os pensamentos negativos que temos...
(Frase extraída do filme: "Quem somos nós" e quem quiser se permitir, assista que vale a pena como exercício de mudança mental)

Pat Lins.

quinta-feira, 21 de junho de 2012

QUERER É PODER (?) ...

Querer é poder? Só se a gente quiser mesmo e tiver VONTADE para fazer... senão, vamos sempre deixar para depois.

Eu estava querendo perder o medo de dirigir... sou habilitada. Sei dirigir. Tinha medo. De quê? Quem sabe? Medo. Apenas, medo. Daí, repetia: 

"Tenho que perder o medo.Tenho que perder o medo.Tenho que perder o medo.". 

Nada. 

Um dia, me peguei pensando diferente:

"Preciso ter força e coragem!Preciso ter força e coragem!Preciso ter força e coragem!".

Logo em seguida, ainda trêmula, respirei fundo. Sentei no banco do motorista. Respirei lenta e profundamente - para restabelecer o meu controle... meu corpo não podia me dominar daquele jeito... - fui deixando a sensação de "Preciso ter força e coragem! Eu posso! Eu mereço! Eu consigo!". Me disse, em voz alta:

- Eu sei dirigir. Sei como funciona tudo aqui. Sei observar. Sei as regras para uma boa conduta. Sei as leis de trânsito. Sei e consigo ler e entender as placas de sinalização. Sei o caminho para chegar. Sei onde quero chegar. Só preciso ir!

E fui.

Estou indo.

Perdi o medo? Um pouco. Ao menos o medo de (des)acreditar eu perdi. Já estou cheia de prática? Claro que não! Isso vem com o tempo. É um dia após o outro. É cada enfrentamento que constrói o caminho. É um passo após o outro. Indo. Gerundiando. Em ação. 

Quando a gente fica só na cabeça, fortalece algo em nós que desacredita mais do que acredita. Algo que nos impede mais do que permite. A "permissão", o "fazer", o "conseguir" é na prática. E tenha certeza: "na prática, a teoria é outra!".

Agora, tem uma coisa, não fui instintiva. Fui prudente. Eu sei que sei dirigir. Por isso o diálogo de mim comigo mesmo - não, não é monólogo... eram duas dimensões minhas batendo um belo papo, para quebrar um padrão de pensamento, para fazer uma mudança mental - foi importante, para que eu quebrasse a barreira teórica e mental e seguisse no FAZER. Uma coisa é SABER. Outra é SABER que se PODE FAZER. E outra é, de fato, FAZER. 

Assim, dessa forma, QUERER É PODER! Porque se FAZ ACONTECER. Com consciência. Sabendo o que se faz. Reconhecendo os limites. Admitindo que com a prática, com o dia após dia, fica cada vez menos difícil e cada vez mais fácil. Até cair na rotina e fazer parte do dia a dia. Essa é a beleza do milagre de QUERER É PODER, quando a gente coloca em prática e faz acontecer!

Pat Lins.

quarta-feira, 20 de junho de 2012

FAZENDO ACONTECER

Para as coisas se tornarem possíveis, preciso torná-las reais. 
Para serem reais, precisam, simplesmente, 
que as faça
ACONTECER!

Pat Lins.

terça-feira, 19 de junho de 2012

VALORES E PREÇOS


Hoje em dia, a gente procura tanta exatidão que nem dá conta de que procura errado - ou, de maneira errada.

Vejamos uma coisa, cada ciência está certa em si. Prova aquilo que quer provar. Nega aquilo que não conseguiu. Mesmo assim, não deixa de afirmar que está sempre com o PODER de afirmar o "certo" e o "errado". Gente, é lógico, é questão de ângulo. Imagine que todas estão certas e todas estão erradas. Uma nega a outra, afirmando o erro de lá e buscando uma maneira de provar de cá. O contradizer é mais importante do que o dizer. Pior, é mais importante do que fazer diferente - isso já afirma minha querida Morgana Gazel, em seu/nosso "Enseada do Segredo": 

"fazer diferente exige mais que contradizer"
(Morgana Gazel - Enseada do Segredo - Editora Paco)

E é mesmo!

Uma nova proposta é a possibilidade de um novo caminho, mas, não é fácil. Também, a gente tem mania de partir do pressuposto da negação. Pudera. 

Quantos de nós apenas se sente no dever para consigo de ser e fazer-se melhor apenas do que si? Em geral, estamos disputando.

Me choca ver que valorizamos mais um "canudo" do que o copo d´água da Vida com o conhecimento e a responsabilidade de aplicar aquele conhecimento na prática. Muita gente esquece isso e envereda pelo mundo do saber, da teoria e ali se envolve tanto que, em vez de se encontrar, não só se perde como leva um monte de gente junto. Tenha dó! Quantos mergulham tão fundo no "mundo do saber" e quando são obrigados e chamados pela Vida para prestar contas, percebem-se ainda na superfície? Gente, capacitação é a capacidade de fazer acontecer. Sejamos capazes de fazer acontecer algo BOM, BELO e JUSTO.

Vivência, experiência é acúmulo de conhecimento, sim, mas com fundamento prático, na prática. E sabedoria é bem por aí: saber como fazer. De preferência, fazendo sentido.

Vamos refletir, minha gente. Vamos ser menos duros. Vamos nos permitir mais! Vamos buscar mais a felicidade, em vez da infelicidade juntos. Tem muito mistério não. Mistério tem em se manter oco, duro, raso... isso para mim é um grande mistério: como alguém consegue entrar e sair assim, vazio, vazio, vazio... mais vazio do que veio? Vamos entender a diferença entre VALORES e PREÇO.

A gente só quer explicação enlatada, pronta para consumo imediato. A vida é para sempre! Lembremos disso!


Vamos construir e plantar felicidade!

Pat Lins.

segunda-feira, 18 de junho de 2012

O QUE DEPENDE DE MIM

A gente perde muito tempo esperando que o outro, a sociedade... tudo mude, para a gente fazer a nossa mudança. 

Eu, hoje em dia, comecei a compreender o que quer dizer "fazer a minha parte". Estou começando a entender que eu só posso mudar o que depende de mim. Inclusive, em escolher como lidar e se quer permanecer ao lado de pessoas que pensam e agem de maneira que, digamos, nos canse.

É assim: 

- Em minha vida, mudo eu. Vivo eu.

- Em minha relação com o outro, exercitar a compreensão de que a pessoa é como é e, se eu ainda não sei lidar com essa diferença, reconhecer meu limite e manter a minha sempre DISTÂNCIA SAUDÁVEL.

- Entender que têm coisas acontecendo o tempo inteiro e que têm coisas que a gente precisa deixar acontecer, deixar passar. Daí, estipulo um tempo meu para que eu possa fazer minha escolha de como agir e o que fazer.

- Mesmo que chegue num momento onde o jeito do outro não me diga nada mais, além de ser o jeito do outro - tipo: não levar para o pessoal; tomar como ofensa... entender que é a maneira que a pessoa fala. Não julgar o "como" foi falado, mas, o "que" foi falado. - existe uma coisa que não cola e, se afastar é questão de movimento espontâneo, quase natural. É meio que uma consequência, coisa de "fazer sentido". Se não fizer sentido para mim estar nesse ambiente, faz sentido eu permanecer nele? Isso, eu falo, sem julgar. Apenas vendo os fatos, a realidade e respeitando que você só pode ir até ali. O outro tem que fazer sua própria escolha de como agir. Se é o jeito da pessoa e ela não vê sentido em mudar, é com ela. Se a pessoa não entende que você mudou e que não vai "entrar nesse jogo", paciência... Eu, hoje em dia, mantenho meu rumo. 

- Entender que nem tudo precisa ser mudado, mas, que tudo em nós precisa ser constantemente questionado - ou, auto-questionado.

É muita coisa e muito mais esforço de ser alguém melhor do que si e não melhor do que o outro. É coisa de quebrar com certos padrões que estamos inseridos e não fazem muito sentido. E com foco no bem. Não no "bem" conveniente, do que é "bom para mim", mas, do bem que seja bem para mim e não atinja negativamente ninguém - o "negativamente" não engloba a dificuldade do outro entender que ele não é alvo... tem gente que tem mania de perseguição e tudo e qualquer coisa que seja feita essa pessoa tomará para si... aí, já não cabe a mim resolver, né verdade? Se falo em bom português e se deixo claro a pessoa, ainda assim,não entende... existe um problema aí, né? Mas, o problema está na pessoa e só ela pode resolver.

É bom quando a gente se esforça para sair do papel de vitma e assumir as responsabilidades pelo que pensamos, por como agimos... por quem somos!

Pat Lins.

sábado, 16 de junho de 2012

SOBRE "ERROS"

Estava cá, pensando com meus botões - na verdade, minhas roupas não tinham botões, tratam-se de meus botões internos, tá? - e, após ter cometido um leve "erro" - assim considerado por mim, me disse, com muita tranquilidade e em forma de minhas ações e sentimento naquele momento:

"É... um dos grandes motivos de nos mantermos infelizes é não entender que certos'erros' fazem parte do processo. É muito melhor 'errar' enquanto 'aprendiz' do que como 'mestre'. Ops! E é possível um mestre 'errar'? ..."

Pois é. Pois é. Pois é. O interessante que aprendizado não está apenas em boas leituras de livros, mas, na boa leitura da vida. É dentro e fora! O aprendizado é no cotidiano... essa é nossa saga. Bela saga, se assim fizermos.

Pat Lins.

sexta-feira, 15 de junho de 2012

quinta-feira, 14 de junho de 2012

SENTIDO

Na vida, as coisas só precisam fazer e ter sentido.

E esse sentido não precisa ser estático. Na vida, o rumo é dinâmico. A vida é dinâmica.

Se não fizer sentido, não É.

Pat Lins.

quarta-feira, 13 de junho de 2012

sexta-feira, 1 de junho de 2012

MELHOR É VIVER MINHA VIDA


"É melhor viver o seu próprio destino de forma imperfeita 
do que viver a imitação da vida de outra pessoa com perfeição."

(Trecho do Bhagavad Gita em "Comer, rezar e amar")

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