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quinta-feira, 8 de novembro de 2018

O que realmente importa: ser feliz ou viver atrás da porta?

Imagem: https://goo.gl/1AR8Td 

O que realmente importa: ser feliz ou viver atrás da porta?
O que de fato importa?
O que importa de fato?
Sentir, para ser; sentir e fingir não saber;
não saber sentir; não sentir e saber;
nem saber, nem sentir; não fingir;
sentir, apenas sentir;
sentir e não querer;
sentir e negar, pode ser?
sei lá, não saber como chegar, nem para onde ir...

Por que o medo aporta?
Por que ele nos empurra para trás da porta?
Por que a gente se esconde tanto?
Por que rompemos em soluços e prantos,
enquanto tudo é tão simples, dificultado por de nós, tantos?
O que fazer para rompermos o que paralisa?
Avançarmos aos trancos!
Soltarmos as rédeas e deixar o cavalo do Tempo conduzir,
sentindo a brisa nas madeixas soltas
Ou
Ou
Ou
Ooouuuuu
Sentir a rédea, apenas como ponto de equilíbrio
Ou conduzir para onde conseguimos ver, enxergar, saber?

O que é certo, afinal?
O que realmente importa, afinal?
O que a gente suporta, afinal?
O que nosso coração comporta?
O que é o abrir a porta?
O que é amar, de porta aberta e casa vazia?
O que é casa cheia e sem amor,
sem uma gota de alegria?
O que é o amar, que quebra paredes, une mundos e dimensões?
O que é, o que é, o que é, afinal?
O que é o final, afinal?
O que é o começo?
O que é levantar, cair, balançar, flutuar?
O que nos amedronta, afinal?
O início, o meio ou o final?

Como desligar do modo automático?
Como sair desse lugar chato, quadrado e pragmático?
Como romper, irromper, transcender, transgredir?
Assumindo?
Quem assume o que sente?
Quem acessa, quem vê ou quem consente?
Quem de nós é dono da certeza absoluta de que tudo tem que ser assim?
Ou assado? Ou cru? Ou mal passado?
E o presente,
quem sente?
E o futuro,
quem quer?
O que te espera, ou te aguarda?
O que você tanto espera, em guarda?
E quem você espera... te aguarda(?)(.)(!)

Para que a espera?
Porque tudo tem uma hora,
um momento,
um Tempo certo e exato,
sem ser um estereótipo do quadrado, como algo chato.
É preciso, sem precisar controlar.
É exato, simétrico e lógico,
Dentro de uma referência que entre nós, não há!
É um sentir puro e profundo,
que se nutre apenas por existir
Nada mais, nada menos, nada espera,
Isso tudo por um simples motivo: já É e pronto.
Já é pronto, ponto!
Já é ponto, pronto!
Apenas É, porque existe.
Não se explica, não insiste,
Também não desiste...
De quê?
De tudo, no nada.

Oh, quem deveras me entende?
Quem deveras me sente?
Quem sente cada palavra,
cada som ecoado?
Quem entende o que não foi dito,
sequer acessado?
E quem viu, não viu, ouviu ou apenas sorriu
porque sentiu?
A dor do vazio imaculado,
Nem deveria doer.
Está repleto de tudo o que precisa!
Nem deveria doer.
O sofrimento do nada deposto
entreposto, imposto,
apenas para ser e sendo é e se é...
É real, realmente?
E as bocas que falam, o que sentem?
E o coração que grita,
o que fala, minha gente?
E o brilho que resplandece e exala o cheiro mais gostoso
Do sentimento mais saboroso
Como aquele prato posto à mesa,
bem quente!

Ahhh, o amor!
Ele que tanto a nós fala
Tantos de nós nele fala.
Quantos de nós, ele exala?
Quantos de nós, a ele se entrega?
Quantos de nós, ele, sente?
Ele sente? A ele ou a nós?
O amor, gente, é inteligente,
completo, pleno e inocente!
Puro, íntimo, sábio, paciente.
A gente sente dor, mas ele, ele não sente
O amor só sente o amor que é
que a gente que não sabe,
nem sabe que sente.
O amor não é cura, minha gente...
É ausência da doença, do vazio, do entrementes
É a união, junção, mesmo sem estar junto.
É aquele todo incalculado, incalculável
Inexplicável!

O Amor apenas é
o Tempo todo,
tempo presente!
Um futuro projetado
Com muito amor, extasiado!
O amor é para toda a gente.
E para mim, para ti, pra gente!
O amor, quanto mais se dá, mais se sente!
O amor afasta o medo,
esquenta do terrível frio do pânico do terror de sentir
O amor ele aquece, alimenta e enriquece!
O amor assumido, alegra mais do que do prazer, o gemido.
O gemido, com amor, muito mais comprido!
Amar é libertador!
Ser amado, confortável e confortador.
Assumir que ama, a quem ama: multiplicador!

Ei, e então, o que importa: ser feliz
ou viver atrás da porta
com medo, com frio, cansado e vazio?

Pat Lins - poetizando a Vida - generosa e farta!


quinta-feira, 12 de julho de 2018

Apita o árbitro: fim de jogo!


Foto: https://goo.gl/mu2t6N 
A Tudo peço perdão e dou graças! Mas, nem em tudo acho graça... A Tudo perdoo, mas nem tudo esqueço e um dia me canso e quando canso, saio de cena, o espetáculo acaba, as cortinas se fecham. Desmonto cenário, reviro tudo, reorganizo meu armário com o que vai caber, daquilo que escolho levar.

Muita coisa guardo em gavetas, outras nos maleiros da vida - ainda não é tempo de descartar. Outras tantas jogo fora, não no lixo, porque lembranças de qualquer momento, devem ir para outro lugar, o tempo da página virada. Sabe aquele instante onde o árbitro apita o "fim de jogo", após tantos períodos de prorrogação? Eis que isso me representa.

Do mesmo jeito que quero ser compreendida, compreendo, mas... um dia, só compreender, compreender, compreender, perde o sentido e compreendo que o tempo é o tempo e o tempo de cada um segue, cada qual em seu ritmo, e, não sem dor, cada um segue seu caminho. Isso envolve TUDO em minha vida, com e sem drama e com ou sem vitimismo...

E assim, o filtro da seleção natural se faz. As confirmações se errei ou acertei vem com o tempo e com o mesmo tempo vem o que for ajustes, reajuste, só não quero mais em minha vida determinados desajustes. Enfim... me liberto e liberto.

"Digo que perdoo, ofereço cafezinho, lembro dos bons momentos, digo que os ruins ficaram no passado, que já não lembro de nada, pessoas maduras sabem que toda mágoa é peso morto: FAZ DE CONTA QUE EU NÃO SOFRO." (Martha Medeiros)

Pat Lins - perdoando, se perdoando, compreendendo e fechando ciclo - seletiva, selecionando, andando.

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

O SEGREDO DO AMOR

Imagem: Facebook: Melhore com a saúde
Que o amor não tem segredo, muitos de nós até já sabe. 

Que o mistério que envolve o que vem a ser o amor está em nossa dificuldade de amar, a gente também já sabe. 

Mas, quem aprisionou o amor na deturpação do que é o amor?

Quem começou eu não sei... mas que o egoísmo, a carência, a dificuldade em se aceitar, a falta de respeito pelo outro, as cobranças, o julgamento, os rótulos, o orgulho, a vaidade, a arrogância e outras emoções negativas e destrutivas o mantêm preso e esquecido, ah, sim, isso eu sei!

Num trabalho muito bacana com minha querida Graça Soares, falávamos e vivenciávamos exercícios sobre o equilíbrio entre o dar e o receber, algumas pessoas colocavam o amor como exemplo teórico, onde quanto mais damos, mais temos. Isso despertou uma conversa mais profunda, onde entendemos que não sabemos amar, pois, quanto mais damos, mais enviamos a fatura, cobrando, junto... Resumindo, Graça, brilhantemente nos disse:

"Amar não é gostar; o amor é energia de atração, 

é energia que une e mantém."

E foi o suficiente para nos fazer calar as vozes mentais e orais, com calma e tranquilidade e nos abrimos para a reflexão... Ainda estou no processo racional, muito mental... é minha mente lógica que adora fazer isso. Mas, estou me deixando envolver por esse pensamento que me tocou. Me inquietou. Em algum momento alcançarei o êxtase da epifania. Não estou com pressa... o processo de mudarmos a maneira de pensar requer tempo.

Tudo na vida requer o tempo de agir, de descansar, de plantar, de pensar... é o rodízio, como na agricultura, em respeito à terra e as limitações nutritivas. É o tempo de ser de cada coisa. E toda mudança - principalmente, em casos de quebra de paradigmas; de desconstruções desses arquétipos vulgares que nos condicionamos com tanto prazer e dedicação; de elevação de padrão de pensamento e ação - requer seu tempo, também. Aqui e agora a gente pode começar a ver, depois, se coloca em estado de vigilância - "orai e vigiai", já dizia Jesus - e vai andando, caminhando e seguindo o rumo de volta à vida, a cada dia, um passo.

Então, não poupemos amor! Amemos-nos! Assim, com certeza, saberemos doar o amor. Nesse caso, se dando, se recebe e é capaz de dar, sem esperar receber!

Leiamos a frase muitas e muitas vezes! Para vermos que é simples, sem mistério e sem segredo. O amor é livre e libertador... se a gente tem a "necessidade" de ter o ser amado grudado em nós, é carência e cobrança... Vigiemos mais! Cuidemos mais da saúde das nossas emoções. Sem medo de ser feliz!

Pat Lins.

segunda-feira, 13 de maio de 2013

SIGA O MUNDO QUE EU QUERO VIVER!


AMAR É SABER ESPERAR PARA AGIR. É OBSERVAR E ENTENDER QUE NÃO TEREMOS RESPOSTA IMEDIATA PARA TUDO... MUITO MENOS TUDO AO MESMO TEMPO. 

LIDAR COM A DOR NÃO REQUER CULPA, REQUER CUIDADO, ZELO, CARINHO, ACOLHIMENTO E AÇÃO.

TER FÉ E ESPERANÇA NÃO É ESTAGNAR E "PARA TUDO!". É MAIS DO TIPO "PARE O MUNDO, QUE EU QUERO DESCER..." (Raul Seixas).

MAS, SIGO FELIZ! A VIDA SEGUE E AINDA HÁ TEMPO DE IRMOS AJUSTANDO, COM VERDADE. 

ENTÃO, SIGA O MUNDO, QUE EU QUERO SEGUIR E ME REFAZER!

SIGA O MUNDO QUE EU QUERO VIVER!

Pat Lins.




sábado, 10 de março de 2012

DESAFIO: COMO LIDAR COM AS PESSOAS QUE AMAMOS?


De todos os desafios que tenho tido a oportunidade de encarar - bom... os mais pesadinhos estão ao final da minha lista, mas, a Vida vive trazendo-os à tona... uma dia, me fortaleço, os encaro e os supero - um dos mais difíceis consiste em saber lidar com as pessoas que amamos. Daí, a necessidade d´eu, sobretudo, saber lidar comigo. Pelo visto, a máxima de Jesus é verdadeira: "amai a teu próximo como a ti mesmo". Enquanto não soubermos lidar com nossas sombras, elas imperarão. Enquanto elas imperarem, não saberemos lidar nem com quem amamos, nem com que não amamos. 

Portanto, como compreendi - ainda não internalizei, nem assimilei de verdade -, com uma grande amiga, a escritora Morgana Gazel, o melhor caminho é pelo amor. Quando aprendemos o que é o amor, o que é amar e como faz bem alimentar esse nobre sentimento e viver nele, distribuindo-o, fica mais fácil lidar com qualquer pessoa, principalmente, conosco.

Não tenhamos medo de nos dar amor. Incutiram em nossas mentes que nos amar é pecado. "Pecado" é o egoísmo, a ambição desmedida, o orgulho, a falta de escrúpulos, a avareza, a inveja, a hipocrisia... e, acima de tudo, o medo do medo de ser feliz. A privação da felicidade, para mim, é o maior pecado do mundo! E, para se viver a felicidade, a verdadeira, a real, não tem outro caminho: conhecer e viver as verdadeiras virtudes. Sabe qual sentimento alimenta a todas? O AMOR. Amor não é só entre casal, não. Pelo amor de Deus, amor é saber amar. É entender que se doar é um movimento pessoal e esperar nada em troca, porque só o fato de se doar com o coração aberto já inclui o movimento de dar e receber, porque, pelo que entendi, quanto mais amor - o de verdade - se der, mais ele volta e enche quem o emama com ele mesmo. É como se ele não saísse e deixasse quem o doa vazio, pelo contrário, quanto mais ele é dado, mais ele enche quem dá. Veja o quanto é diferente do material que estamos acostumados a "doar"... quanto mais doamos, menos temos, porque o que é matéria não se divide e se multiplica ao mesmo tempo. Já o amor, esse sim, é pleno e a plenitude faz com que ele saiba se doar, sem esperar que devolvam algo, ou "paguem" por estarem recebendo. Ele se completa de tanto ser dado.

É muito difícil aprendermos a viver esse sentimento em sua forma plena, porque ainda somos muito apegados aos erros dos outros, à culpa dos outros, ao egoísmo  - ao qual chamamos de amor próprio... e, na verdade, é puro orgulho. Engraçado é que nos é passado que egoísmo é "feio" e o que mais nos ensinam é "como ser um egoísta e dar um nome bonitinho a ele, para que ninguém saiba que és um". Olha, essa base hipócrita que crescemos é muito complicada. Por isso é tão difícil lutarmos. Não somos como um herói de filme que, no geral, só combate o "mal" que existe fora. Nós, humanos e mortais, precisamos combater o mal que existe dentro de cada um de nós + o mal que existe fora de nós. Os heróis das histórias vivem só, porque, em sua maioria, a convivência com eles é um perigo. É como se o "amor" pelas pessoas mais próximas fosse uma "falha", uma "fraqueza", uma porta aberta para o ataque. O que não deixa de ser uma mínima parte de verdade. Mas, será que isso não nos quer mostrar, também - ou, inclusive - que o nosso maior desafio é sabermos lidar com as pessoas que amamos? Sabemos respeitar o direito de escolha dessas pessoas? Sabemos e aceitamos que amar é deixar livre, para que possam exercer o direito de fazerem essas escolhas? Será que um filho morar longe dos pais é falta de amor? Será que só podemos ser felizes se vivermos debaixo das asas físicas da nossa família? 


Quando assisti "Comer, rezar, amar", pensei: "não acredito que vou assistir esse filme comercial...". Mas, ele veio parar duas vezes em minha mão e decidi me dar a chance - lembrei de algo que falo e não estava fazendo: "para saber se um livro é bom, não julguemos pela capa, leiamos até o fim" e eu ia deixar de assistir ao filme por preconceito - orgulho... me coloquei como acima de quem o fez e da mensagem que poderia haver ali. Lógico que, em filme, tudo parece ser tão fácil, sem esforço algum, só diversão. Dimensionei num tamanho muito maior: minha vida. Vi que teria dificuldade, primeiro, em me permitir. Vi que o medo de "ir" rumo ao sonho me deu medo. Medo, medo mesmo. Itália! Comer, se alimentar, sem culpa. Se alimentar de ótimas companhias, de momentos inesperados, deixar os gestos falarem, deixar o corpo falar... Estar numa terra distante e sem falar o idioma e sozinha - sem pessoas conhecidas. Pior: sem dinheiro. Daí, vi que, para mim, a felicidade vem num carreto e que podemos comprar, até, numa loja virtual... Fazer acontecer é um desafio e tanto e leva ao caminho para a felicidade. Mas, ainda não era tudo. Vi que falar está além de verbetes e palavras... está no querer se comunicar. Saber se expressar com clareza é ter a clareza do que quer dizer. Índia. Meditar. Ficar zen. Como estar tão alegre e, de repente, ter que parar e se ver por dentro e sentir tanta dor, fúria, raiva, culpa, medo? Para quê refletir, se refletir dói? Para quê se perdoar se se manter culpado e culpando é tão "bom", não requer esforço, é só se deixar dominar...? Bali. Nossa, encontrar Ketut! Ter a oportunidade de escrever no livro da vida dele, como se todo mundo compartilhasse da mesma história; como se o livro da vida fosse simples e não páginas apenas em branco... como se para aprender, precisássemos aprender o que já existe e descobrir como atravessarmos a nossa vida. "Atravessiamo"! Quando a personagem falou uma coisa simples, fui superubermegahipertocada: "às vezes, precisamos nos afastar das pessoas que amamos..." isso não diminui o amor, muito menos, que não queremos mais estar com essas pessoas, mas, existe tanta coisa na vida, e há tanto espaço para amarmos que nem sabemos como usar essa capacidade, justamente, porque nos ensinam a vida toda que não devemos amar a todos, afinal, tem muita gente má, lá fora! E ela aprendeu a trocar: se dando e recebendo aquilo que precisava. Aprendeu a ajudar, a olhar para quem precisa de algo, também, e, entender que, amar requer todo tipo de doação. Não vou aprofundar muito nessa parte... é meio, bastante, muito delicada. Voltando ao filme: quando ela se afastou das pessoas que "amava", ela pôde se deparar consigo. Depois de um tempo, a personagem havia percebido o quanto ela era como as pessoas que "amava". Quem era ela, afinal? Quais eram seus sonhos, antes de se "aprisionar" à normose? Ser normal requer de nós essas atitudes muito limitadas. Ir além pode ofender, magoar, irritar, perfurar o estômago, destruir alguém que amamos, porque, esse alguém que amamos nos quer tanto para si que nem percebe que não sabe nos dar amor; não sabe amar; não sabe se amar! Essas pessoas - nas quais me incluo - dependem da carência própria e alheia para se mantererem vivos. É difícil ver alguém que "amamos" seguir um caminho que não nos inclua ao seu lado, né verdade? 

Enfim, saber lidar com essa situação é gritar um "atravessiamo". E atravessar juntos, algumas vezes, quer dizer: você está em meu coração, mas, seus planos são X e os meus Y e, nessa reta de minha vida, nossos pontos físicos não se cruzam, ao menos, não no sentido de estar junto e grudado. Ir junto pode ser num simples e sincero "estar junto, ainda que afastado fisicamente". É estabelecer a conexão do coração. É saber e respeitar que cada um tem um rumo a seguir e que "ir" não quer dizer "adeus" para sempre. Nosso egoísmo nos dimue muito. Podemos ser tão mais, se nos abrirmos para o Amor. Olha, esse trio quer me ensinar tanta coisa... Vida, Tempo e Amor querem nos levar para o caminho das pedras, para o "kalos kai aghatos" ou o caminho do bom, do belo e do justo; ou, como afirma Aristóteles, o "justo meio". Ah, esse caminho aí que a gente fala tanto e se afasta tanto e cada vez mais! Mas, é tão difícil esolher e se manter nesse caminho... o descontruir faz subir muita poeira e isso é incômodo, sim. Por que negar? O esforço também causa dor.

O filme me pareceu falar sobre as delícias da vida: comer, rezar e amar! Vivendo de maneira honesta e aberta, nossa, saborearemos o que há de melhor no cardápio de nossas vidas. A felicidade deve ser um manjar dos deuses! Sem a gula, claro. Tudo com equilíbrio. Ser feliz é tão diferente de ser egoísta. Nem vou falar dos atores, porque, nossa, eles dão um show!

Então, "ATRAVESSIAMO". Nossa, até falar essa palavra é bonito! Vamos alimentar nosso corpo, nossa mente, nosso espírito e, porque não, o prazer sadio, a alegria de viver e usufruir dos momentos únicos. Vamos nos permtir nos conhecer. Vamos nos permitir conhecer muito mais do bom da vida! Todo mundo tem medo de alguma coisa. ATRAVESSIAMO!

Pat Lins.

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