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segunda-feira, 4 de agosto de 2014

TODA MUDANÇA BAGUNÇA: DA ORDEM AO CAOS E DO CAOS A ORDEM!

É preciso se quebrar os ovos para se fazer omeletes, né verdade?

Pois é... quem pensa que querer crescer e "chegar lá" é como final feliz de "Sessão da Tarde" ou final de novela, onde tudo acende por milgare, muito se engana. Esse tipo de espera nos limita a um romantismo excessivo de que tudo tem que ter um final e pronto, congela!

Sorte que a vida é mais do que isso: tanto para as coisas ruins, como para as coisas boas. Temos a oportunidade de estar em movimento e VIVER é movimento - rigidez é morte.

Mudar, gritar, estourar, romper, extravasar, inovar, transformar... tudo isso faz parte do processo de crescimento de cada um de nós - independente do que acredite religiosa e filosoficamente falando - e, não existe um "Cheguei! Ufa, acabou!" é mais para "Consegui! Venci ESTE obstáculo! Superei ESTE desafio!". Sim. Depois, outros virão. E não é castigo ou punição - isso, ainda aprendo, um dia... Não sei explicar o motivo de ser assim - nem concordo... porém... -, mas se a gente parar e observar bem, É assim. Sempre teremos algo novo a aprender. Afinal, somos humanos e, como tal, falhos e imperfeitos. Isso quer dizer que sempre estaremos em mudança. Cansar é humano. Recarregar, também. É preciso coragem para se assumir para si; reconhecer os próprio limites e dizer: "hora de parar" ou "hora de seguir" ou "hora de continuar".

De Tempos em tempo, vem uma calmaria e a gente agradece - oh, como estou desejando esse período. Mas, no geral, é superação diária. Afinal, somos ou não seres biopsicosocioeconomicojuridicocultural? Existem tantas coisas ao nosso redor que não somos apenas QUEM e/ou DE QUEM nascemos, somos, inclusive, ONDE nascemos, por onde andamos, com quem nos envolvemos, o que gostamos, as Leis que nos regem e "limitam", o dinheiro que dita as regras do jogo... Pois é! Somos saúde e doença. Somos uma dualidade constante. Até entendermos de VERDADE que de nada adianta fugir, um bom chão de idade gastamos. Não tem porquê fugirmos de nós mesmos. Mas, podemos escolher como seguir, onde quer que estejamos.

E mudar é imprescindível. Crescer dói, em toda e qualquer época, mas toda dor passa - a dor só dói enquanto está doendo, depois, passa! - e precisa passar. É preciso respeitar cada fase, cada "como estou" em cada fase.

E temos que ter em mente: toda mudança bagunça primeiro para depois, reorganizar! Não tem como não ser. Se está tudo guardado em gavetas, armários e afins, para mudar, temos que tirar, mexer, limpar, encaixotar para levar... zerar o contador, para se desapegar de fato do que passou. Nesse momento, fazemos novas escolhas: o que fica, o que segue? Lixo, limpeza, abertura para novos espaços. Insegurança, medo do que virá, do novo, do "desconhecido" que é conhecido, afinal, a gente escolheu ir para lá - inclusive, passar a ser, de verdade, quem deve ser. 

Da "ordem" entramos no caos necessário - olha a dualidade de novo e sempre - e, em seguida, uma nova ordem. Depois, uma nova rotina, com novas desordens... A vida é sempre se REORGANIZAR dia a dia. Mesmo que canse...

Para quem ainda não se deu conta - como eu -, a vida é AQUI E AGORA, cotidiano! Não foi só ontem e ainda não é amanhã!

Um grande amigo me disse recentemente - depois de minha panela de pressão explodir: "o que você precisa para hoje, você já tem. Mas, para amanhã, ah, minha miga, para amanhã falta tanto, ainda...". 

Feliz AQUI E AGORA para todos nós! Tudo está como tem que está, para ser como é!

Pat Lins - da ordem ao caos e rumo à nova ordem... 

PS - este post foi escrito em 01/09/2013 e atualizado agorinha, porque ainda é muito atual!

domingo, 30 de março de 2014

RECARREGAR: A GENTE LIBERTA O QUE PASSOU.

Imagem: Google

De tempo em tempo, temos que recarregar. Praia, campo, boas risadas com amigos... enfim, precisamos de lazer e prazer para viver.

Mas, sempre ficam aqueles resíduos que sugam mais do que imaginamos e quando percebemos, estamos caídos na lona! 

É natural. Vivemos movimentos cíclicos e nos acostumamos com esse sobe e desce. Acontece que subir e descer - o pulsar do coração - deve ser e ter um ritmo. O subir de vez e cair de vez é onde mora o perigo.

O desgaste é resultado natural de quem vive e está exposto aos embates diários, ao processo de crescimento - independente de religião, cor, credo, educação ou conta bancária. 

Para repor, recarregar: frequência, rotina - bem como carro, celular, notebook e etc. Não somos máquinas. Por isso, o recarregar não basta ligar na tomada... Tem que desligar do que trazemos arrastando até aqui. CRIAR O BOM HÁBITO DE RENOVAR!

Beleza! Consciente de quem somos e de que estamos arrastando um monte de peso desnecessário, somos capazes de libertar o passado pesado. Tá, e depois? Pulamos para o futuro inexistente. E o presente?

O presente se encontra na responsabilidade que assumimos e o comprometimento com o viver. Ao recarregar, a gente liberta e se liberta do que passou. Temos força e energia para o aqui e agora. Novos passos. Vigor. Determinação. CONSCIÊNCIA. Daí, se não desenvolvemos a consciência do aqui e agora, o passado vai e o vácuo fica. Larga o peso e cai num buraco...

Pois é! Pois é! Pois é! É viver mesmo. Inovando, renovando, recriando. O tempo é eterno. Nós somos eternos. Mas, tudo tem um tempo de ser e estar. O depois, vem sempre depois. O agora é aqui e agora, sempre!

Pat Lins - aqui e agora!

domingo, 16 de fevereiro de 2014

DEIXANDO O PASSADO NO PASSADO, E EVITAR O REPETIR TODO DIA...


É muito bonito a gente dizer: "tem que deixar o passado no passado!". E é importantíssimo fazer isso, desde que de maneira saudável e na prática!

Deixar o passado no passado é curar as feridas. É se esforçar, todo dia, para entender que o hoje não precisa dessa repetição.

É entender que o que foi feito, foi feito. Fingir que não foi nunca é deixar o passado no passado, é disfarçá-lo no presente.

O ENTENDIMENTO requer CONSCIÊNCIA e esta requer ruptura com padrão de pensamento pesado e restritivo.

Uma das coisas do entendimento é o fator "escolha". E escolher requer CONSCIÊNCIA... Ou seja, precisamos "estar na" e "ser a" ação. É fazer o novo. É fazer diferente. Continuar fazendo igual é se manter na repetição do passado, no presente, todo dia!

Algumas vezes, nesse processo de escolhas, no que diz respeito às nossas relações, deixar o passado no passado exige entender e aceitar as pessoas como são e entender que o que fizeram - quando o outro faz algo... acontece de nós sermos o outro, também e de nós termos feito algo... mas, isso esbarra num complexo entendimento de cada um assumir suas ações - já foi feito e pronto, está lá atrás. No dia a dia é que podemos mudar e agir de maneira melhor e saudável. Porém, se a outra pessoa não adentra ao processo de mudança e libertação do tempo que se foi, é importante que eu deixe para trás e bem resolvido esse passado, mas não posso continuar a conviver com esse "outro", já que continua a agir e fazer as mesmas coisas, do mesmo jeito. Se escolho um ambiente saudável, preciso eu fazer meu ambiente saudável. 

Existem situações que para deixar o passado no passado, é preciso que as duas partes o façam. Por isso que uso minha DS - distância saudável, porque eu posso e devo me esforçar e sim, é um esforço, um exercício... somos muito ego e vaidade, ainda, e podemos pensar que deixamos o passado lá atrás e disfarçamos nos afastando e fingindo que ele não existe, apenas por não tocar nele. Isso nem é deixar o passado no passado, nem o afastamento sem consciência é DS... Não houve CONSCIÊNCIA, apenas fuga.

Mas, em casos de optarmos pela DS, é, inclusive, pela dificuldade de ter que estar sempre se desgastando e usando energia diária para tentar fazer com que a outra parte entenda. Se há disposição da outra parte, vale a pena lutar junto, porque há VONTADE de mudar. Se não há, se existe a cegueira das próprias ações, eu penso que seja melhor, a depender da rotina pessoal, fazer reservas de força e energia para o dia a dia e manter uma bela distância saudável para todas as partes. Já vivemos sob tanta pressão... que precisamos limpar o ambiente e deixá-lo arejado, para podermos respirar.

É preciso deixar o que se foi; olhar o que foi feito e como foi feito; ponderar se poderia ter sido feito diferente e se abrir: "eu posso fazer diferente! Eu posso fazer um diferente MELHOR! Eu posso ser melhor! Eu quero ser melhor!". E, simplesmente, calar a voz da perseguição que fica latejando e repetindo pensamentos repetitivos e restritivos, cerceando a liberdade!

Para me libertar, liberto-me! 

Para sarar, só cuidando da ferida aberta. Ninguém cura a ferida machucando todo dia, cura?

Pat Lins

sexta-feira, 26 de julho de 2013

FÊNIX - SÓ RENASCE QUEM VIVE AQUI E AGORA, NO TEMPO PRESENTE!


Um dos nossos maiores males é subestimar o outro e nos "acharmos" os únicos detentores da verdadeira razão, mesmo que nem se tenha a real consciência do que quer dizer RAZÃO. 

É jurar de pé junto que o meu caminho é O caminho que todos devem seguir porque eu só acredito nisso e nisso você também deve acreditar, afinal fico aqui, parado em meu cantinho, faço o bem na medida das minhas limitações, só não faço bem a mim, porque me ensinaram que isso é egoísmo e ser altruísta é ceder tanto a ponto de me faltar e eu não ter mais nada o que dar, porque já não me sustento mais.

Na verdadeira fé, que requer ação - teoria e prática; razão e emoção, em equilíbrio e harmonia -, a verdadeira compreensão existe e a revigoração vem, logo após aceitar e entender-se ser humano e dotado de fraquezas como outro qualquer. 

Apenas nos vendo, nos enxergando, nos acolhendo - e isso não nos impede de cair, de sentir dor, de sofrer, de penar... - é que somos capazes de nos ajudar, nos abrir para a cura verdadeira e, assim, teremos forças para nos sustentar e poder, assim, altruisticamente, exercer a ajuda ao próximo - que nada tem a ver com ser o próximo e resolver o problema do próximo... Isso, que a nós nos fora ensinado como algo a temer, liberta e permite que o respeito se instale e que o AMOR reine, soberano, porque, para amar há de se ter respeito e compreensão.

Expectativa é outra venda que nos impede de ver o dentro e o fora e a ponte que interliga cada parte. Frustração é a consequência da esperança por conveniência e fechamento mental de aceitar a diversidade e as diversas possibilidades, que não a que ilusoriamente queremos.

Precisamos ter mais cuidado com o que queremos, para saber o que buscamos, como e onde buscar.

Em todo caminho há testes - que visam nos fortalecer, mesmo que eu não goste deles... mas, já encaro a realidade e goste eu ou não, eles me ajudam a crescer, desde que os veja de frente e os supere... - e a gente só chega na próxima fase, se pararmos para cumprir a tarefa; senão, ou paramos e ali ficamos, ou retrocedemos, regressamos e lá atrás, no ponto de partida nos mantemos e nos acomodamos.

É verdade... pouco sabemos o que vem a ser amor e que amar ao outro, começa no exercício do amor a mim mesmo, senão, não poderei dar aquilo que eu não tenho!

Crescer requer pensar e assumir responsabilidades... E isso assusta. Mas, depois do susto, recupere o fôlego e não gaste de vez. Ir com muita sede ao pote pode derrubar a água toda... 

Pois é, pois é, pois é... viver é movimento, ir e vir. Não condenar, mas reposicionar-se e permitir que cada um siga o que tem para seguir.

Aprendi a ir com calma. Ninguém se cura como a VERDADEIRA Fênix, de pronto e imediato... Isso é pura ilusão. Até ela precisa de um tempo para se recompor, mas se recompõe completa, não em pedaços e presa ao passado. A Fênix representa o recomeçar mesmo e isso quer dizer: deixar para trás o que já não é tempo presente! Se ainda arrastamos as correntes, somos pássaros presos na gaiola do tempo do aprisionamento mental, onde a porta sempre está aberta e a gente nunca consegue sair. A liberdade está em, apenas, retirar a venda, acreditar que pode e ir. Daí, sim, renascer!

Reflitamos se renascemos ou somos os mesmos e vivemos do mesmo jeito, reclamando das mesmas coisas, dando peso aos mesmos problemas... Isso é ciclo vicioso e não recomeço... O recomeço é o início de um novo ciclo. Para isso, libertação mental. Romper barreiras do condicionamento, senão, "ainda somos os mesmos e vivemos como os nossos pais...", como disse Belchior.

E só fechando o passado - resolvendo as pendências e andando o próximo passo - nos libertamos e construimos, hoje, o futuro melhor e renovado! Assim, a Fênix se transforma! Senão, o tempo passará, os outros passarão e nós, passarinhos aprisionados com a gaiola aberta...

Como renascer se nem se deixou morrer o que não é mais para ser? 

'EU AGRADEÇO, REVERENCIO E SOLTO TUDO O QUE PASSOU!" Sônia Café.

Pat Lins.

terça-feira, 5 de março de 2013

A ARTE DO (RE)ENCONTRO

Interessante como dedicamos a "vida" no "seguir em frente sem olhar para trás". Se a vida é uma obra de arte e a convivência é a arte diária de se desenhar essa trajetória, imagina o que deve ser o encontro e/ou reencontro? Gente, tudo é arte. Tudo na vida é naturalmente para ser belo.

Seguir em frente e "ignorar" o passado é a máxima mais mal divulgada que conheço - uma das, na verdade. Eu vejo o passado como o presente construído, naquele momento e que pode nos perseguir, seguir conosco ou deitar-se à sua sombra natural. 

Perseguir seria num processo de alerta constante do tipo: "Me veja. Me conheça. Me aceite. Me acolha. Me transforme em passado. Me liberte!" de maneira que arrastamos certos pesos sem necessidade e eles querem passar e lá atrás ficar, não negar que nunca existiram. Nesse caso, ele nos persegue como fantasma que quer partir e, como a gente não o enxerga ou acredita nessa condição, ele vem e assusta de tempos em tempos ou, a todo tempo.

O passado nos segue quando a gente já se deu conta de que tem que resolver e reúne forças para essa despedida. Trata-se apenas de uma questão de pouco tempo. Ele precisa ficar mais um tempinho.

E ele se deita à sua sombra natural quando entendemos, aceitamos, acolhemos e discernimos que cada tempo traz uma lição e só se vai quando o aprendizado se faz presente. Aí, sim, o passado deita-se e não "assombra"mais.

Assim, quando (re)encontramos algo ou alguém de bom do passado - se não for "bom", ainda está nos seguindo ou perseguindo, na tentativa de deitar-se... o passado cansa de viver fora do tempo dele... -, ele não se levanta e vem gritar conosco. Ele fica lá, deitado. As lembranças vêm, elas chegam. E uma sensação gostosa nos invade. É para isso que o passado serve, para nos lembrar presentes já vivenciados, já curtidos, e que no presente atual apenas iluminam! Só volta e fica aquilo que compete ao continuar, ao estar no presente atual. Senão, o próprio tempo, a vida e a natureza divina se incubem de levar para o tempo destino.

Isso faz de um reencontro uma arte! A arte de reunir, unir aquilo que estava perdido no tempo e no espaço. Ademais, apenas passagens e passageiros perdidos no tempo, seja vindo para seguir ou voltando para deitar. Enfim, viagemos nesse túnel e sigamos no hoje. 

Feliz com alguns encontros e outros reencontros que estou tendo a grande e boa oportunidade de viver e propiciar! Viver num círculo faz isso... que nossos ciclos sejam virtuosos!

O que faz bem de verdade, faz bem!

Pat Lins.

sábado, 22 de dezembro de 2012

PEDIDO DE NATAL - Pat Lins


Querido Papai do Céu,

este ano, meu maior desejo é levar às pessoas que amo mais do que presentes. Desejo levar todos os tempos: passado, presente e futuro, embrulhados pela Vida, para montarmos a nossa colcha de retalhos de Vida. Afinal, a Vida é a união de TODOS os tempos que vivemos. Exceto o futuro do pretérito... Esse, apenas deveria ter sido e nunca foi. Não existe.

Do passado, que venham as boas lembranças e lições que cada um de nós teve e que nos dá forças para acreditar que todo problema, um dia, passa - quando encontramos a SOLUÇÃO VERDADEIRA. Do passado, clamamos que se faça o presente, pois passado é tempo posto e as BOAS LEMBRANÇAS e as BOAS LIÇÕES, bem como os APRENDIZADOS, sim, esses são TEMPOS ETERNOS! Esses tempos estão em cada presente no momento que é presente, depois, passa e um novo presente chega e se faz e se eterniza!

Presente. Ah, presente! Você está em todos os tempos. Você, sim, é a eternidade. O eterno é tudo o que passamos, o que vivemos, o que estamos vivendo, a viver, o que viveremos. Aqui e agora é tempo de começar. Aqui e agora é hora de plantar, de regar, de colher. No presente, é tempo para tudo. Ele é o momento do encontro entre o plano e a ação. Ele é o retalhinho de cada dia que traz o que se foi, o que é e o que virá. O presente é mais do que valioso, é valiosíssimo!

Para o futuro: o desejo de que o bem se propague; que o amor aumente; que a alegria seja alcançada; que a felicidade seja atingida em diversos momentos, como disse Guimarães Rosa: “Felicidade se acha é em horinhas de descuido”. Então, que nos descuidemos de tanta coisa ruim que carregamos, para que essas horinhas tomem a maior parte do nosso dia, na prática diária de se viver. Que nosso futuro seja resultado de presentes bem aproveitados e bem construídos, bem vividos e repletos dessas horinhas de descuido onde essa tal felicidade se encontra e se manifesta.

Que cada amanhã, tenha sido um presente valioso! Assim, aprendemos que conjugar os tempos do verbo VIVER se faz em cada presente, em cada AQUI E AGORA!

Que a SABEDORIA seja um dos pedidos mais pedidos aos céus e, melhor, que a alcancemos – ou, a conquistemos com cada dia a dia bem aproveitado!

Que a mesma estrela que levou os três Reis Magos ao menino Jesus, ilumine nossas mentes, nossos corações, nossas almas, nossos EU´s, nossos caminhos e nos leve ao Pai. Foi para isso que Seu filho nasceu e morreu: para nos lembrar o que realmente importa: O AMOR, O BEM MAIOR!

FELIZ NATAL! UM 2013 DE RENOVAÇÕES, INOVAÇÕES E EVOLUÇÕES!

Esses são os pedidos, os desejos, a VONTADE de Sua filha para mim e para TODOS os meus IRMÃOS e IRMÃS, a fim de DEIXARMOS UM MUNDO MELHOR PARA OS NOSSO FILHOS E FILHOS MELHORES NESTE MUNDO!

Pat Lins.

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