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quarta-feira, 13 de agosto de 2014

ESCOLHAS


As escolhas nos levam a lugares, que nos levam a lugares, que nos levam a lugares, que nos levam a lugares, que nos levam a lugares, que nos levam a lugares, que nos levam a lugares, que nos levam a lugares,  que nos levam a lugares,  que nos levam a lugares... que nos levam a novas escolhas, que nos levam a novas escolhas, que nos levam a novas escolhas, que nos levam a novas escolhas, que nos levam a novas escolhas, que nos levam a novas escolhas, que nos levam a novas escolhas, que nos levam a novas escolhas... que nos levam a estar sempre MUDANDO!

MUNDO GIRANDO - MUDANDO - MUNDANO

E o gerúndio é para isso: a ação acontecendo, a todo instante, em todo canto, em cada escolha, em cada lugar!

Pat Lins - gerundiando por aí, por aqui, por todo lugar! Até além do sol... ao infinito universal!!!


domingo, 8 de dezembro de 2013

MEUS AMIGOS SÃO, APENAS, SÃO: MEUS AMIGOS

Colisão de galáxias no Quinteto de Stephan
Meus amigos não têm cores, odores, sabores, credos, crenças, orientação sexual... meus amigos têm ALMA, CORAÇÃO, AMOR! MEUS AMIGOS SÃO, APENAS, SÃO: MEUS AMIGOS! 

Respeito todas as crenças, desde que as pessoas saibam e entendam que é a sua escolha única e individual e que o outro que escolhe outro caminho não é melhor, nem pior, nem bom, nem mau, cada um apenas é e faz o que lhe convier, desde que sinta o coração, não aquele que a gente sente bater, mas o que está batendo forte, dentro dele, dizendo: "eu sou a sua voz interior! eu sou o seu verdadeiro eu!". Quando esse bate, a gente sabe que está no lugar certo, na hora certa e tudo certo! A relação temporal no mesmo espaço físico é nossa, mas a relação temporal, esteja você lá, ou não, é infinita.

Todos os lugares que fui, frequentei, passei, vou, frequento, passo, irei, frequentarei, passarei, lá sempre serei EU, estarei EU. EU SOU EU!

Conheço, não por conhecer. Vou atrás do chamado da minha voz interior. Levei tempo para me aceitar como sou, para assumir quem sou e o que gosto de fazer... por medo. Medo de ser julgada. Mas, eu GOSTO, AMO, ADORO viver e cultuar a vida! 

Amo meus momentos em mim, com Deus Pai, com o Mestre Tempo, com a sábia VIDA - que me é tão amorosa, como com qualquer pessoa e, como toda mãe, muitas vezes precisa ser dura com o filho, para ser mais forte que o temperamento dele... - e com a minha querida mestre e mãe NATUREZA, que me mostra, o dia nascer, a chuva que cai, o sol que brilha, as ondas do mar e suas marés tão exatas e precisas, que basta parar e ver que não existe mistério nela, apenas ela é e a gente quer que ela seja como a gente quer... daí, nascem as nossas dificuldades: aceitação! Aceitar a si e ao outro. E aceitar que o outro, assim como eu, é outro eu, só que ele. 

Eu amo entender que não estou presa a um vaso hermeticamente fechado, porque o conhecimento, para mim, é algo a ser expandido e que surge - na verdade, ele já está ao nosso redor, mas, pensamos que ele surge... quando o acessamos - à medida que necessitamos seguir para uma nova etapa. Nunca me enquadrei em religião, mas sempre fui em busca de conhecer, conviver e me deixar sentir  A VIDA. Tenho todas em mim. Tenho EU em mim e DEUS tem EU dentro dele, nos lembrando que está dentro de nós, antes de tudo e de qualquer lugar que a gente vá.

Já faz tempo, percebo que as religiões sérias - aquelas que estão ali, por um ideal além do que se vê e comprova em ciência - têm tido a dignidade em afirmar que não é religião que salva ou muda a pessoa, e sim, a própria pessoa. Religião não é cura, mas pode ajudar e muito, para quem nela acreditar e se dedicar a seguir. Isso é crença, é credo, é afinidade! É estar num lugar onde EU me sinta bem e possa comungar com o meu EU interior, aquela essência que somos e que esquecemos à medida em que vamos crescendo...

Eu gosto de estar em minha igreja EU. Não por me sentir melhor, mas por me sentir em comunhão com DEUS em minha quietude, em meu caminho. Gosto de estar com algumas pessoas para celebrar a VIDA, no dia a dia, porque é aí que está o religare, no cotidiano, em cada acontecimento em em cada prova que nos levamos a enfrentar. O que procuro não está em religião, está no ato religioso de viver e crescer, de seguir em frente, para a frente! Não tenho, nem busco, seguidores, me sigo, me levo, me busco, me somo... apenas isso.

Não quero ser resumida e fragmentada a algo estanque. O Universo é enorme! Tão grande, vasto e infinito que não entra em minha cabeça - e isso sempre me foi um questionamento, desde muito jovem... interessante que encontrei pensamentos meus com uns 11 anos, anotados num velho diário, e essas indagações estavam presente em mim - nos fecharmos nas coisas, nos medos, no que está errado, sabemos que não faz bem e alimentamos por medo de castigo de Deus. O céu, quando escurece em nuvens e chove, para mim, não é punição... é necessidade de chuva para equilibrar, com a água, o que o excesso de calor traz. Tanto que o normal é céu sem nuvens. Se elas chegam, é porque foram chamadas pela mãe natureza como um pedido de socorro para se manter o equilíbrio. O que mantém tudo interligado, cada sistema, cada galáxia, no Universo - seja ele observável, ou não - é o equilíbrio. Vejamos o que acontece com o nosso planeta: o desequilíbrio o está destruindo. O desequilíbrio que NÓS estamos causando, não a natureza, o que é natural, o que é equilibrado... o desequilíbrio vem da natureza humana num caminho destrutivo, só isso.

Pois bem... em minha infinita Galáxia - pois é... aos poucos descubro que sou mais do que UM mundo em mim, sou muitos mundos em mim - EU mesma, cada célula, átimo ou partícula mínima, que nem tenha nome e nem seja vista, AMA estar viva e viver! Ama os amigos que tem e faz, porque é nessa interligação que o Universo age. É estando com pessoas que somam e multiplicam conosco, pelo mais, pelo maior, pelo que não está apenas em cada um de nós, mas no TODO. Por isso, meus amigos são, apenas, são: meu amigos!

O amor não exclui, ele aceita, acolhe. O que exclui é a dor, é o tormento de não poder se ser quem se é e de poder fazer o que nos compete... Essa limitação do medo paralisante em ser apenas um algo superficial nos impede de muita coisa, inclusive de acessar a um Deus muito maior do que a construção e representação humana que fazemos dele. Mas, nem isso me faz deixar de aceitar que é assim, até aqui. Porque eu amo e o amor acolhe, considera e entende que TUDO É POSSÍVEL, DESDE QUE EM EQUILÍBRIO! Por isso que começo falando em crenças religiosas... porque muita gente deixa de conhecer pessoas lindas por não estarem em conexão com a mesma religião. O não conhecer é o de menos. Triste é o discriminar, o julgar e o condenar. 

Obrigada VIDA, por cada dia! Obrigada TEMPO, por cada segundo! Obrigada, NATUREZA, pela renovação! Obrigada a DEUS, por TUDO! Por isso que AQUI E AGORA, eu quero plantar o que é bom e faz bem! O bom, o justo e o belo, tal qual a vida, o tempo e a natureza.

Com respeito e gratidão, 

Pat Lins.



quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

A IMPORTÂNCIA DE DAR IMPORTÂNCIA EM SE COMUNICAR (BEM)

Imagem: Google - http://lusophia.wordpress.com/2010/12/06/a-cosmogenese-criacao-do-universo-por-vitor-manuel-adriao/

"Nossa linguagem incorpora um sem-número de pressupostos. O receptor não tem necessariamente a mesma pressuposição do emissor" 
(Princípios da Comunicação pela PNL)

Tem muita gente precisando aprender isso... porque nem fala e quer que o outro entenda. Muitas pessoas pensam - se é que chegam a usar o raciocínio em algum momento e pensar... - que basta "pensar" na mente que do lado de fora todo mundo já sabe... Pretensão, arrogância, falta de respeito, egocentrismo e dificuldade de aceitar que existe "o outro", esses são alguns dos grandes empecilhos no estabelecimento do entendimento, do diálogo efetivo.

Ao falar, a gente precisa ter cuidado em objetivar. Imagina quando só se fala na própria cabeça - em meio ao emaranhado de informações que se processam ali, no âmbito mental e imaginário... - e quer que o outro adivinhe e acerte?! Daí, pessoas empáticas, aquelas que conseguem se colocar no lugar do outro, entendendo a sua dificuldade e, com isso, desenvolve o CUIDADO em falar de maneira que o outro entenda, conseguem impor - sem o peso da palavra - essa necessidade de entendimento/comunicação, onde eu falo e você entende o que eu quero falar, estabelecendo a troca/diálogo como única maneira de entendimento.

Para tanto, há de se ter cuidado, inclusive, em se esforçar, enquanto receptor - considero que somos emissores e receptores ao mesmo tempo, afinal, quando eu falo, eu emito, mas, num diálogo, após eu emitir, o outro há de emitir, também, e eu passo de emissor a receptor - para calar a boquinha do pensamento tagarela e escutar o que a pessoa que fala, está "falando" (no gerúndio - ação acontecendo), para entender o que ela fala. 

Gente, cada cabeça um mundo e alguns mundos precisam de informações precisas - ao menos os mundos que se importam em interagir. Os que não enxergam essa relevância na precisão dos dados carecem, também não sabem se expressar e não têm paciência - nem humildade - para assumir que precisa de tempo para entender e assimilar. 

Diante dessa arrogância de se limitar a apenas o que sabe e não desejar saber mais, aprender mais, sair da zona de conforto (lugar mais chato, para quem quer ir além dessa normose doentia), a ignorância é camuflada por um falso entendimento, demonstrado com um menear de cabeça, como quem diz: "tá! Tá! Já entendi... adiante...". Essas pessoas não querem escutar e dizem: "Fale rápido!". Porque o querer saber mais passa pelo fato de se assumir que não sabe sobre aquele assunto, como se todos tivéssemos que saber de tudo... E o querer aprender é estar aberto, é considerar que existe mais do que "sei" e sempre haverá esse "mais do que sei". É aceitar as diversas diferenças, as DIVERSIDADES. Ou seja, não quer entender. Ou seja, não vê importância em interagir. Ou seja, não sabem interagir. Ou seja, são grandes barreiras e bloqueios para o entendimento, proliferam o descaso e criam um ambiente inóspito, onde apenas essa pessoa fala e todos acatem, porque essa pessoa não sabe a importância de TROCAR. Ou seja, fica tudo mais difícil e truncado.

Pois é, para se expressar BEM - apesar da redundância enfática, senti a necessidade de colocar o "bem", afinal, tem gente que emite uns sons, algumas palavras emboladas e jura, que estão se comunicando... sem se ocupar com o como o receptor está recebendo a informação -, há de se entender a importância de FALAR, OUVIR, TROCAR: DIALOGAR/INTERAGIR.

Por isso me preocupo com essa era da informação tão sem informação. Todo mundo se atualiza em sites e veículos de comunicação que precisam CRIAR notícias para manter a audiência e CRIA o estilo de vida que pensa que está informado. Ninguém quer ler ou ver "notícia" velha, e "velha", basta ter sido expressada... alguns segundos depois, está "obsoleta". Isso é preocupante. Ninguém se preocupa com a FONTE, a origem da notícia: de onde veio, quem falou? A credibilidade não importa. A RESPONSABILIDADE com o que vai ser divulgado, não importa. O que importa é falar qualquer coisa, desde que  a boca se movimente. A "era da informação" mais parece a era da fofoca e das atrocidades, criando a imagem de um mundo sem esperanças... Sem esperança, sem vontade de ir além, sem vontade de querer fazer algo novo.

Pois é, cada cabeça um mundo e todos devem ser considerados, para serem entendidos. Onde está a importância em dar importância em se comunicar BEM.

Pat Lins.

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

BRASIL, QUAL É A SUA CARA? QUEM SOU EU?



Já começaram... as campanhas, lógico, já começam a mostrar o que não existe, criar um clima "copa feliz! Brasil, país do futebol recebendo o mundo do futebol do mundo!". Praticamente, um país de primeiro mundo. Até eu já estou me vendo saindo nas ruas com tranquilidade, num país paraíso, com ruas asfaltadas e com asfalto de qualidade sempre, segura, sem medo de ser feliz, afinal, estou no Brasil - país sede da Copa do Mundo de 2014! Isso é inteligência pura! Não sei porque só usam para criar ilusão... essas inteligências seriam fortes aliadas se fossem sábias. Oh, que pena!

Essa Copa aqui no Brasil vai nos fazer colocar em prática a máxima deste blog: viver o aqui e agora. No caso específico do grande evento, é mais como disse Vinícius: "... que seja infinito enquanto dure...". 

Do mesmo jeito que a Coca Cola trabalha as mensagem de relacionar a bebida com um estado de felicidade... ou seja, ela faz a diferença e a gente acredita nisso. "Abra a felicidade!". Somos felizes por bebermos Coca Cola, uau! Nossa, quão profundo somos. Me emociona... 

Pois é... as coisas começam aos poucos e vão entrando em nossa mente que a gente nem sente. Sem violência. Sem brutalidade. Se é possível fazer isso, a gente pode fazer o contrário, começar a desconstruir. E dizer: tá, já que a copa vem, tudo bem. Mas, eu não estou satisfeita com os gastos desnecessários e tudo mais. Ou: tenho consciência de que isso tudo não é real, bem que poderia ser, mas é não. 

E fica uma reflexão: o Brasil "nasceu" de maneira desestruturada, praticamente, vítima de um estupro. Mataram os índios que aqui viviam e tomaram o lugar a força - pouca força, diga-se de passagem, porque os índios "selvagens" não representavam a violência como nos fazem achar... eles não são os bandidos - e passaram a mensagem de que "civilizaram" esse país selvagem, para o qual Deus nunca olharia, porque não eram catequizados pela igreja Católica de Portugal. Só não entendo como Deus é brasileiro... O brasil cresceu de qualquer jeito, tal qual menino de rua, sem educação, saúde, ambiente saudável e estruturado e etc. Mas, hoje, é o Brasil e não temos como mudar o passado, nem como foi feito. Como diz Elisa Lucinda: "Não dá para mudar o começo, mas pode dar para mudar o final", ou o atual, né?! 

E o que é o Brasil, hoje? Com uma Copa que nos fora empurrada goela abaixo, que nos fará curtir o presente, assim que ela se fizer presente, e gritaremos juntos o nosso patriotismo forte e racional através do futebol. Acho massa torcer pelo time. É muito saudável praticar e incentivar o esporte. O que abro aqui é o questionar do que está além e se fará presente já, já...: nós não temos estrutura alguma para sediar um evento desse porte. Nem me refiro ao que vai acontecer com os estádios elefantes brancos no período pós Copa. Me refiro ao todo: saúde, segurança, profissionalismo, etc e a nossa integridade. 

Não me preocupo com a imagem que será vendida lá fora... essa é inventada - e já foi discutida há muito tempo, para se elaborar um belo e eficiente plano de ação estratégico e tático - e manipulada com belas propagandas onde pessoas de todas as cores, classes - que, nas campanhas nem se faz necessários o plural, é apenas uma classe: a da felicidade e união, sem discriminação... coisa mais linda de se ver - e credos estão lindas e sorridentes, juntas, parecendo que o racismo não existe aqui, num país tão tropical e negro, além da África; a pobreza é só uma coisa falada, mas não se sabe o que é por conta do apoio solidário de diversas empresas que aparecem "ajudando" e criando alternativas para "mudar essa pequena realidade", nos fazem acreditar que o que vemos nas ruas, diariamente, isso, sim, é ilusão. A vida é ilusão, gente! O que vemos não é real. O real é aquilo que assistimos produzidos em estúdios - uma pequena parte - e em computadores de alta performance que criam uma realidade virtual tão fantástica que dá vontade de viver aquilo, de viver lá! Me lembrei do "Show de Truman", o filme e nem sei porquê... Ah, se cada designer conseguisse criar um mundo real tal qual o virtual e digital. 

Me preocupo com a imagem que no deparamos diariamente... a real, mesmo que a neguemos. Me preocupo com o tratamento que receberemos. Estão agindo tal qual a etiqueta manda: receba bem as visitas. Sabe, quando tiramos o aparelho de porcelana do armário e fazemos aquele jantar especial, com talheres especiais? - em meu caso, já uso no dia a dia... aprendi a celebrar a cada dia e com as pessoas que amo no presente, porque nós somos especiais, em qualquer dia. Pois é... aparência não celebra a vida! Aparência celebra uma superficialidade fingida por interesses escusos...

Isso é que me preocupa... quem cuidará de nós? O apartheid se fará aqui, conosco. A segregação vai ser nítida: todo brasileiro é suspeito e perigoso.

Ninguém se iluda... os países de primeiro mundo já enviaram gente para observar o Brasil nos últimos anos. Ou todo mundo acha que eles são estrategicamente limitados como nós, que deixamos tudo para resolver na hora - e isso não é uma questão de otimismo, de deixar as coisas acontecerem... somos relapsos, sim, e não sabemos nos programar. Com certeza, sabem que terão que trazer suas próprias forças armadas, para reforçar a nossa que ganha pouco e que é subvalorizada... portanto, descredibilizada. Isso é o que temo, e não é angústia ou sofrimento por antecipação, é sofrimento consciente de quem vive o dia a dia vendo e sabendo que não é ilusão: é real. Uma realidade preocupante desde já e que uma bela maquiagem não mudará a verdade. Esse é o meu temor: temo por nós no hoje. E quando esse hoje for em junho de 2014, não haverá tempo de fazer mais nada. Desde que o Brasil foi "sorteado", quanto tempo houve para se fazer algo real? Mudar de verdade o Brasil e, consequentemente, ter base para sediar um evento desse porte? Nós seremos apresentados ao mundo em fragmentos e recortes mínimos, apenas a Copa aparecerá. Alguém viu algo de ruim na África? Pessoas com fome, miséria ou algo assim durante a copa lá? E isso fez com que o estado de miséria deixasse de existir? Foi um pause, dando play logo após o encerramento lindo, com shows belíssimos para quem é de fora?

É esse tipo de controle remoto que temo... uma realidade surgirá em meio à nossa realidade e a gente nem vai saber em qual das suas está a realidade real... essa confusão vai nos deixar tontos e ainda mais vulneráveis para o que virá em seguida.

Alerta, meu povo! As eleições etão chegando... Onde está a ordem, para se existir o tal progresso?

Brasil, mostra a tua cara! Mas a cara de ordem e progresso, não a dos black blocs, por favor! Ah, esqueci: como vamos mostrar a nossa cara se nem sabemos quem somos nós? QUEM SOU EU?

Pat Lins.

domingo, 17 de março de 2013

GANHANDO O MUNDO OU FUGINDO DELE?


Conheço muuuuiiiittttaaaa gente! Já falei que sou colecionadora de pessoas livres. Meu maior prazer é estar diante de pessoas e suas histórias de vida e de sonhos. Cada doido com sua mania e essa, revelo, é uma das minhas!

Pois, nesse ambiente vasto, conheço pessoas que moram fora da sua terra natal - seja de lá para cá, seja daqui para lá - e algumas dessas pessoas são pessoas cosmopolitas, mesmo. Elas se encontram com as raízes bem firmes e asas que as levam para todos os lados. Essas são livres, de alma livres. Não deixam de voltar às suas origens para reabastecerem-se com o amor de família e amigos originais e voltam, em seguida, ao mundo! São pessoas que sabem para onde devem e querem ir, o porquê e sabem que e se devem voltar e para onde e porquê. Assumem que sentem falta de estar, não a ponto de ter que ficar mas, apenas a ponto de serem quem são e quem foram.

Nesse mesmo ambiente, algumas pessoas me intrigam... sentem uma necessidade estranha de ir; sofrem calados na distância e sempre afirmam aos outros, como se quisessem se auto-convencer: "a gente tem que desapegar...". O desapego não é a desistência de estar junto, é ter o distanciamento interno, pacífico e saudável de não ir além e nem deixar que venham além, ou seja, nem invadem o espaço do outro, nem se deixa invadir. Para essas pessoas - um padrão estranho de pessoas distintas se abriu, hoje, do nada em minha mente - o mundo é o lugar de fuga! O mundo ou qualquer lugar longe de quem ou do quê não sabe conviver é o lugar. Não se encontram em lugar algum e não entendem que saudade é parte do processo de afastamento. 

Se esse afastamento se dá de maneira saudável e consciente, a pessoa é livre para ir e vir, porque sabe que tem seu lugar e sente prazer nele, também. Se é fuga, a pessoa teme a volta e só volta em caso de saudade e carência e, quando volta, sente logo vontade de partir... não sente prazer ou se encontra em sua origem. 

Ainda existem as pessoas que se apegam tanto ao lugar onde nasceu que, mesmo em situações necessárias, elas não vão, ficam. E, se for, sofre. 

Nem apego exagerado, nem distanciamento exacerbado! Consciência, isso sim! 

Aquilo que pode ser a liberdade é a consciência de se saber o que deve ser feito e fazer. Aquilo que aprisiona é aquilo que só quer ir para "sair daqui", onde longe, qualquer lugar é melhor!

Isso tudo é só uma coisa que venho observando ultimamente e me veio essa vontade de escrever... 

Pat Lins.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

AMOR = PAZ


O mundo precisa de AMOR, para encontrar a PAZ! 

Pat Lins.

Vamos plantar e regar essa semente!

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