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domingo, 20 de janeiro de 2019

A Vida é um dia após o outro, todo dia!



Arcano XI: Força*

A Vida tem me ensinado muitas coisas, inclusive, como administrar bem meu orgulho para fazer o que preciso de maneira mais consciente e saudável - bem verdade que às vezes nem tão saudável assim, né...

Retomadas são importantes; recomeços, necessários; valorizar quem está ao nosso lado, botando pra cima, sem desmerecer ou desqualificar a turma do jogo oposto...

Ter que ser, ou me esforçar mmuuiitttooo, para ser compreensível, compassiva, algumas vezes, até contrariando minha natureza e ser passiva, para evitar um estrago maior - simmm, é importante ser estrategista e fria, e esse tem sido meu maior e melhor desafio.

Ao menos, tem dado certo, vou me organizando e priorizando o que deve ser prioridade. O dia a dia se incumbe de apresentar problema e revelar soluções, nem que seja um "fazer nada" e dar tempo ao Tempo.

Tenho aprendido a ser inteligente, com o cuidado de me manter focada em meus valores e isso é bom, prova que eu os tenho.

E sigo, lembrando a cada um, a cada "eu" além de mim, que vale a pena ser limpo. Nem todos vão te valorizar, mas, e daí, essas pessoas não são minhas referências, então, o problema delas está com elas.

A mim cabe me fortalecer em mim e aceitar que, tudo o que passamos, passa! Passei por muita coisa e, eu que me achava pronta, me vi ter que recomeçar de novo!

Sabe o que é o mais legal? Ssiimmm, eu topo recomeçar e tenho certeza que isso é importante para mim! E, sim, um passo de cada vez, um dia após o outro. Um orgulho ferido aqui, não vou matar ninguém, mas reúno forças para mudar o que me incomoda.

E, sim, consigo fazer e materializar essa mudança, de cabeça erguida, com marcas e cicatrizes que fazem de mim alguém melhor do que eu mesma.

Como já falei e repito: se cada um for o melhor de si, o Mundo todo melhora. Quer fazer desse mundo um lugar melhor? Seja, primeiro, esse melhor.

Paciência não é apenas uma virtude, é uma necessidade e prova prática de inteligência emocional. Como não a tenho, pratico o esforço...

#ficaadica

Pat Lins

*Palavras que definem a Força: coragem, domínio emocional, força visceral, superação, ímpeto, ação, domínio, segurança e realização.

No Tarot, a Força é representada por uma mulher que usa as mãos para abrir a boca de um leão. A ideia da força física está associada a carta quando olhamos para ela mas, na verdade a este Arcano expressa os aspectos de superação e da utilização outros tipos de potências, inclusive aquelas conectadas ao amor-próprio que supera o amor por outros.

Aparentemente, antes de abrir a boca do leão com as mãos, percebe-se que essa mulher está imobilizando e dominando o impulso do animal.

quarta-feira, 13 de março de 2013

TEMPO POSTO. TEMPO QUE SE ERGUE.


E eis que chega o dia do tempo se por. Um tempo que se deita e se vai. Outro tempo que começa e que vem.

E eis que encerra uma batalha. Eis que tantas outras continuam.

Eis que a dor do que se "perde" - ainda que nada estejamos a perder, porque em se tratando de vida e de pessoas, não temos posses, temos conquistas - está em seu momento e passa, e fica e vai e segue, porque as lembranças hão de oscilar. Só que surge um novo dia, uma nova rotina apenas a começar. Dois lados de um mesmo tempo.

E eis que mais uma filha do Pai encontra o seu descanso. E eis que os outros filhos que ficam seguem e têm que seguir. Não com peso ou amargura... isso estou tentando tirar de mim. Entender que só acontece o que tem que acontecer é encarar a realidade. 

Agora é o daqui para frente. Agora é o vamos seguir. Agora é tudo mais um pouquinho diferente, como sempre é quando esses tempos se encontram.

Agora é fortalecer, ainda mais, para dar força, para ser força. Com lágrimas em dias de faxina interna e lavagem de alma. Após os momentos de lavagem, abre-se o espaço para o brilho do sorriso. Aquilo que as lágrimas lavam abre espaço para as boas lembranças e, a cada novo dia, são elas que ficam; são elas que importam. 

Tia Nice, segue em paz! Família e amigos: sigamos em paz!

Aqui e agora é daqui para frente!

Pat Lins.


domingo, 16 de dezembro de 2012

O MEDO DO MEDO


O maior do medo do medo é deixar de existir. Se entendermos que nada temos a perder e enfrentarmos ele some! Aliás, pode até não sumir, mas, assumir que o temos e que, mesmo assim, não o queremos, também o afasta.

O maior medo do medo que temos é entendermos que, de fato, nada temos a temer...

Cada um tem o seu. É olhar e dar tchau! O medo fareja o medo a distância... 

O legal é que depois de enfrentarmos, ainda que ele esteja em nós, ele vai ficando pequenininho... até sumir, quando atingirmos o grau de maturidade e consciência de nós mesmos e do que precisamos cuidar em nós. 

Bom, eu penso que seja impossível conseguirmos identificar e superar TODOS os nossos medos, mas, um medo a menos é uma força a mais. Uma força a mais é um degrau acima! Cada degrau que subimos nos eleva a nós mesmos! Mais fortes, conseguimos ver melhor e viver melhor! Mais livres!

Pat Lins.

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

SOFRER OU (RE)VER - SE? EIS A QUESTÃO!


Sofrer é muito fácil! Por isso que todo mundo sofre! Melhor, por isso que todos nós sofremos!

Para escrever esse texto, comecei com a idéia de desabafar sobre as atitudes de duas pessoas que conheço e não mais convivo por opção, por DS - distância saudável - extremamente necessária. Depois, me veio um pensamento e sentimento diferente... de entender que, ainda que parta delas o ataque sem consciência das próprias afastadoras ações, o manter a DS não quer dizer "intuito de ofender". Lógico que elas sentem esse afastamento... eu, da minha parte, evito mesmo os encontros. Eu, da minha parte, reconheço minhas limitações e, assim, entendo que sou humanamente imperfeita, mas, convivo e mantenho um vínculo de amizades - inclusive com minha família - duradoras, honestas, abertas, francas e pautadas em realidade. Com histórico de desavenças, de brigas homéricas e tudo mais. Mas, existe uma coisa: honestidade de cada parte envolvida. O vínculo que nos une é mais forte do que as situações esporádicas e contextuais que acontecem. É importante ver que o outro está em seu limite também e respeitar o espaço dele. Foi o que aprendi com minha mãe e até hoje temos uma relação muito mais do que mãe e filha, temos uma relação de amigas íntimas. Isso não impede minha mãe de se chatear comigo, diante de algumas atitudes minhas e vice-versa. O que nos é impedido é romper o lacre - lacre é feio... o elo fica melhor... - que nos une por conta de algo pontual. Ou se conversa até o final ou se compreende antes e deixa passar. Deixa de existir mágoa, raiva ou algo similar? Não. O como lidar e o deixar passar, sem rancor e sem ressentimento é que conta.

Pois, continuando sobre minha idéia inicial, fica a questão: numa relação, ambos se magoam, porque são mundos e mentes distintas e interpretações diversas - ah, isso mata! Interpretar é emitir julgamento de valor... é altamente subjetivo... Não se interpreta o que o outro diz, se escuta e se sente, afinal, muitas vezes, pessoas não sabem o que e como dizer e acabam falando qualquer coisa e usando uma postura corporal, uma expressão facial... que diz o que quer dizer, como um olho arregalado. Isso me inquieta. Isso me intriga. Mas, não posso mudar o mundo dos outros. Não é meu papel. Muito menos o do meu filho que saiu de mim. Com relação a filho, a gente faz o que julga o melhor, sem deixar de ver que podemos estar errando. Eu mudo constantemente o jeito que lido com meu filho e nem eu, nem ele, somos perfeitos ou mudamos rapidamente. Isso é dinâmico demais para tentar explicar e requer tempo de maturação... é um complexo de coisas micro e macro ambientais que nos circundam, que nos compõem e etc. 

O que me deixa ainda mais inquieta é a falta de neutralidade e o estágio rápido que as loucuras insalubres - aquelas onde as pessoas atacam sem consciência dos atos, mas, também, não deixam de fazer... e não reconhecem as consequências do que fizeram porque nem fazem idéia do que fizeram e de que fizeram - fazem com que as mágoas aumentem e ceguem de vez algumas pessoas. Por mais que doa ter dois filhos, por exemplo, que não se dão bem, dói muito mais tomar partido de um e jogar no outro o peso. Assim: um dos filhos é extrema e comprovadamente - por todos aos ser redor e por histórico pessoal, profissional, familiar... - de difícil convivência: egoísta; invejoso; grosseiro e agressivo, diante de uma negativa às suas investidas e desejos não satisfeitos pelos outros; infantil; egocêntrico;... só aparece quando tem interesse em pedir algo; fora que é incapaz de agradecer ou sentir-se grato à vida por tudo que tem, teve ou recebeu... pelo contrário, reclama e se faz de vítima o tempo inteiro: estou sem dinheiro, estou sem trabalho... nem adianta sugerir bolsa família porque a pessoa em questão, pobre coitado, tem dois imóveis próprios e quitados, em locais de classe média alta, dois carros e um monte de reclamações pelo que não tem e não se esforça para conquistar... para piorar, ainda inferniza quem está em busca. O outro, trata-se de uma pessoa honesta; boa; imaturo, mas do bem; sempre esteve ao lado da mãe, do pai, da família... e do "irmão" problemático, apagando incêndio, sem nunca ser reconhecido por este... pelo contrário, o irmão problema só queria sugar. Parece novela, mas, não é. É vida real nua a crua. São duas pessoas de minha convivência - hoje, apenas um deles, porque o outro, como falei no início, tomei a decisão de manter a DS mesmo... - é preciso ter muita força, ter um preparo psicológico forte e bem desenvolvido para lidar com essa pessoa sem entrar no jogo frenético de loucura insalubre... essa pessoa conseguiu sugar as forças dos pais e, o que é pior, os pais ficam contra o "do bem". Compreendo que o problemático demanda mais atenção, mas, o que é feito para ajudá-lo? Deve doer para uma mãe não saber o que fazer, mas, sempre fazer a mesma coisa que é ceder aos caprichos e não dar um limite. Para quem está de fora, vê-se que é muito pior, porque alimenta essa loucura e permite que ela cresça e cada dia menos, menos gente aguenta essa pessoa.

Me incomoda a cobrança dessa pessoa e a posição de vítima que se coloca por essa distância estabelecida. Não entendo o motivo de querer tanto ao lado uma pessoa que ele só suga. É isso, perdeu a fonte de alimento. E se dói, como se o outro fosse cruel e insensível a ponto de abandonar. Me questiono: isso é normal? Como lidar com essa situação? Como seguir a própria vida com esse peso extra? Sim, porque todo mundo tem seus pesinhos para ir aprendendo a deixar e ir buscando a leveza à medida que consegue se libertar dos pesos... imagina com outro querendo jogar os pesos que lhe cabem nas costas alheia?!

Não sei e, mesmo que soubesse, não caberia a mim, dar algum conselho a essa mãe. A não ser: "sofrer ou (re)ver-se?". Veja como age? Veja como julga? Isso não é conselho, é levantar de questões para quebrar o que já fora criado pela dor. A cegueira a faz represar um sentimento de raiva pelo filho "do bem" - que ela mascarava e, hoje, sem forças e sem perceber que quem suga suas forças é o "filho com sérios problemas" ela descarrega em cima do outro filho, como se fosse mais fácil. O "filho do bem" acabou se afastando, naturalmente, da mãe e do irmão, por não saber como lidar com ambos e se ver constantemente atacado e sendo depositado nele o peso de que ele é quem tem que ter paciência. Ou seja: suporte as loucuras e as irresponsabilidades do seu irmão, senão a culpa é sua! Isso é justo? Se dói para essa mãe ver-se impotente diante do "filho problema", resolve ela criar essa imagem de monstro do filho que não é problema? Resolve ela ficar com essa raiva por ele ter se afastado dela? Em algum momento ela sentiu a dor do filho "do bem" e a sensação de ser rejeitado e usado que ele ele teve? O "filho do bem" também comete seus erros... nunca se abriu para a mãe. Ele desabafa comigo e eu, naturalmente, acabo tomando partido, até porque eu sei bem como age o irmão e já fui vítima de diversos "ataques" de suas sandices. Mas, para quê falar se dói? Magoa escutar a verdade. Dói menos tapar o sol com a peneira e jogar o peso e uma crescente raiva em quem não tem nada a ver, do que se voltar para ajudar o "filho problema". Essa é a minha maior inquietação: é possível ajudar essa pessoa recusando-se a ver quem essa pessoa é e descarregando no que não tem nada a ver e escolheu se afastar para não mais receber as rebordosas? É justo receber esse peso? Como fazer essa mãe ver suas ações, sem magoá-la? Afinal, ela também tem os seus limites... só não se permite reconhecê-los para se ajudar de verdade. E assim, a bola gira, o círculo se quebra, a reta se faz e cada um segue seus caminhos. Vida que segue. Vidas que seguem. E se cruzam. 

É muito mais fácil sofrer do que ver-se! É muito mais fácil cobrar do outro que, aparentemente, não tem problema, porque tem apoio de terapeuta, de esposa, de amigos novos... porque se trata de uma pessoa que planta coisas boas e colhe coisas boas, do que entender que o outro filho colhe o que plantou. Não falo com dureza, mas, é ver a consequência das ações dele... Este, briga com todo mundo, faz intriga, não assume o que fala e faz... inventa e joga o crédito nos outros - eu que diga... tanto que tirei meu time de campo e deixei ele mesmo se entregar... as máscaras caem até para quem não tem consciência de que as usa, mas usa. Esse é o grande problema de quem não "vê" o que faz: não deixa de fazer por não ver.

Me incomodou e muito ver essa mãe não estar à vontade com o filho mais velho - o que eu chamo de do bem. Não que o outro seja do mal, eu o chamo de "problemático", porque ele tem sérios problemas psicológicos, psíquicos e mentais, comportamentais, éticos, de caráter, de valores... de ações. Aos olhos dessa mãe, como ela já afirmou, espera que ele tenha paciência com o irmão. Certa vez ele explodiu - e, aí, nessa explosão após tanto ter sido pressionado, ela suspira um "viu como você faz?" - e disse: "pede para ele ter paciência comigo e com todo mundo, também!". Pronto, perdeu a razão... para ela, aquela explosão era tudo que queria: um momento de fúria para justificar sua raiva dele e ter pena, ainda mais pena, do outro. Isso me abala. Ver que as pessoas criam situações para justificar suas ilusões e fantasias e, pior, tanto fazem que, numa reação natural elas conseguem comprovar a própria fantasia, ainda que a realidade seja outra. A explosão dele foi injustificada? Ver-se sendo condenado por algo que não lhe compete é algo agradável? Nem todo mundo tem esse preparo e a força que me refiro é essa, a força do ego para entender que esses ataques não lhe dizem respeito e entender que nada mais é do que reflexo da dor do outro... entender isso é que requer essa força e essa inteligência emocional. Mas, convenhamos, nem todos nós temos. A diferença é que, ao se afastar, tem-se tempo para elaborar e seguir com as próprias escolhas e ele escolheu se afastar para ficar forte e não condenar essas pessoas que tanto o atacam gratuitamente. Isso é nobreza. Isso é bom caráter! Ele se trata com terapia, vida social, vida profissional... ou seja, ocupando seu tempo de maneira produtiva - ao contrário do outro que não faz nada da vida e ainda se queixa da falta de tempo... é aquela história, quem mais tem tempo livre é quem menos tem tempo útil... - e se ajuda como pessoa. Um dia, leve o tempo que levar, talvez, ele tenha essa força emocional para dar conta de conviver com o irmão, ou não... Infelizmente, só quem pode resolver nossos problemas somos nós mesmos. Por mais ajuda que recebamos, se não houver vontade de se ajudar, se não houver capacidade de se ver e se assumir, não tem santo que dê jeito, aí, só Jesus salva!

E fica o apelo para essa mãe: pode ser duro, mas, tente ver o lado do seu outro filho também, o mais velho, porque ele já precisou muito de você e não a teve como ele precisava. Ajudar ao outro é fazer pelo outro o que ele precisa, não o que ele queira ou você queira, esse é o ponto de divergência entre eles: a aparente capacidade de refletir da mãe é uma inflexibilidade que a manipulação sustenta, ou ele faz como ela quer ou, nada feito... mas, o que é preciso ser feito? É complicado? É! Muito! Complicar ainda mais, resolve, ajuda? Se não começar o ajuste, o afastamento será maior e cada dia maior. E condenar quem se afasta por escolher viver em paz, sem essa agonia desenfreada não merece a condenação que vem tendo. Infelizmente, reconhecer que o filho problema pede ajuda urgente e profissional não é motivo de mágoa, de lamentar... lamentável é não ver ação, não se fazer nada e esperar um milagre de portas fechadas. 

Por isso que eu sempre me pergunto, antes de estabelecer uma DS ou estabelecer um contato direto: "sofrer ou rever?". 

O ciúme entre irmãos é um perigo e se os pais não souberem conduzir de maneira equilibrada - até com ajuda profissional - isso aumenta na fase adulta e segue, se espalhando. O ser ciumento é possessivo, agoniado e medroso... vive em estado de tensão e vive implodindo e explodindo em quem estiver ao redor. Tem ciúme de todos e quer ser o centro das atenções de qualquer maneira. É pesado... mas, deixar correr solto e, volto a lembrar, cobrar de quem não deve, nada se resolve! 

Plantar coisa boas não impede de que ervas-daninhas invadam o campo... o plantar requer o cuidado na limpeza do solo, também, para cortar esses invasores - que têm a função de lembrar "cuida, zela o teu campo". Isso é "ariar" o tal karma, é recolocar-se no caminho rumo a essência, não criar um caminho paralelo que só te faz andar, andar, andar e se mexer. É preciso se mover no e para o caminho certo. Andar a ermo, para qualquer lugar é qualquer coisa, só para não ficar parado. 

Pat Lins.

quinta-feira, 26 de julho de 2012

MUDANÇA - PROVA DE ESFORÇO E DE ANDAR


Toda nossa mudança é uma prova de esforço gigantesca!

Muitas provas, para nos testar. Muito esforço, para nos mantermos e ultrapassarmos em seguida!

Um caminho. Vários caminhos até chegar. Caminhar, para poder chegar. Já viu alguém que corre chegar na hora certa e no devido lugar? Calma e paciência fazem parte dessa estrada. 

Como me disse uma grande amiga: "ATIVAMENTE CALMA E CALMAMENTE ATIVA".

Aqui e agora é sempre hora de começar, sem impulso... nada de agonia. Aqui, na mudança real, não cabe acelerar e procurar qualquer coisa para fazer e nunca parar... é preciso bastante tempo para se olhar, se ver, se enxergar. Depois, muito mais tempo para se aceitar. Logo em seguida - o que é tempos depois... - tempo de não se culpar. Tempo de seguir. Tempo de chorar. Tempo de seguir. Tempo de ir. Tempo de parar. Tempo de avaliar. Tempo de levantar. Tempo de solucionar. Tempo de ir, em vez de ficar. Tempo de ficar, para saber para onde ir. Tempo de andar. Sempre é tempo de andar! Pegou caminho errado? Está certo. Então, vamos mudar. Todo caminho novo é uma nova chance de acertar.

Tempo de ouvir e de falar. Tem tempo para tudo. Só não te tempo para acelerar e passar direto. Aí, perde-se tempo... tempo de errar. Melhor tempo para consertar. A pressa nunca foi pontual... por querer acelerar, fez deixar de encontrar... chegou a hora errada, no lugar errado, no passo errado!

Toda mudança requer muito esforço. Toda mudança requer atenção. Toda mudança requer muito de nós, porque só nos voltando a nós mesmos, poderemos andar na direção certa: rumo ao crescimento que nunca para de crescer. Desenvolver. É sempre preciso o tempo. É sempre preciso se olhar! Do mesmo jeito que é preciso navegar! Precisão é hora exata. Tempo certo de acontecer. Consequência de. É isso aí!

Vamos andando!

Pat Lins.

Todo cuidado é pouco para não cair no lugar errado, na hora errada... Pat Lins.

terça-feira, 15 de novembro de 2011

NÓS QUEREMOS SABER DEMAIS O QUE NÃO É DA NOSSA CONTA

As pessoas querem saber demais o que não é da conta delas. Se sentem na "obrigação" de pedir satisfação sobre a vida alheia, em vez de cuidar da própria.

Eu não entendo o que leva as pessoas a julgarem tanto por suas cabecinhas vazias, pessoas que se esforçam a crescer e que têm a honestidade de assumirem suas falhas e a vontade de corrigí-las. Entendem esse ato de redenção - que não é tão fácil e rápido, mas, parte de um processo de trabalho, esforço e ritmo - como fraqueza, sem ver que ali existe uma força emergente. Essas pessoas querem sair da lama, as que se acham fortes, por fingirem e empurrarem com a barriga são as fracas, porque não sabem usar a própria força para algo melhor e ainda gastam parte dessa força na língua e nos pensamentos pequenos, medíocres e vazios de pessoas sem rumo.

Eu, humildemente, faço minhas as palavras do Mário Quintana:

"Todos estes que aí estão
Atravancando o meu caminho,
Eles passarão.
Eu passarinho!"

É difícil, a batalha é árdua. Por vezes preciso recuar um, dois ou três passos, para voltar firme e andar muito mais a frente e subir, subir, subir. Esse é meu ideal. Não ficar mais alta do que ninguém, mas, subir os degraus da minha vida, rumo ao meu encontro comigo e com minha essência. Isso faz com que me chamem de "metida", "estranha" e etc, mas, paciência, aos poucos venho entendendo que as pessoas se magoam porque assim se fazem, em meu caminho não tenho a intenção de magoar ninguém, nem poder para isso, meu caminho é minha vida e não há como magoar alguém num caminho que não é dela... talvez, essa pessoa que esteja no caminho errado... deveria voltar para o seu próprio caminho, em vez de adentrar no caminho do outro.

Minha fraqueza é o que me fortalece. Ali, onda há falha em mim é que vou. Ali, está o próximo passo dessa minha jornada, em cada ferida curada e superada. Dor não é sinal de vitalidade, mas, de enfermidade. Se é para seguir, fazer-se forte cuidando de cada passo.

Pat Lins.


terça-feira, 15 de março de 2011

"EU SOU FORTE! NÃO TENHO TEMPO PARA FRESCURA..."

As pessoas acreditam e creditam força ao fato de que ser forte é suportar um momento de crise - seja dor, raiva, irritação... - sem demonstrar sentimentos/emoções como medo, dor, raiva, angústia...

É como se chorar fosse fraqueza; já franzir o cenho e "fechar a cara" seja demonstração de extrema força.

O que importa é resolver a situação. É saber lidar com aquela dificulade e superá-la tirando o aprendizado daquela lição. Ou seja, se você chora, mas, trabalha isso e não acumula a raiva, a dor... e resolve o que precisa ser resolvido, teve força e superou. Se chora e não resolve nada, acumula os sentimentos ruins, é uma pessoa que ainda tem muito o que aprender e não um fraco. A mesma coisa para quem coloca um paredão na face, como se isso fosse proteger da tal temida fraqueza, e não resolve a situação - me refiro a resolver como solucionar a situação dentro e fora, ajustando o que você sente, mesmo que não demosntre e a resolução da situação - não teve força para superar. Se opta por colocar a face de durão e resolve, é isso que importa. A maneira como cada um reage é individual. Não podemos estabelecer um padrão e, muito menos, permitir que algém tente estabelecer sua maneira de reagir, sua conduta... como algo a ser seguido e padronizado. Muita pretensão e sinal de que apesar de se achar o máximo, sabe que é o mínimo e tem medo de que todos saibam... Como se ser quems e é fosse da conta do outro.

Ficamos muito presos ao medo de ser julgado, porque julgamos e condenamos muito. Uma pessoa que viva em paz consigo e com o outro, artavés do respeito sincero, tem mais facilidade para lidar com as relações pessoais e sociais. E, normalmente, com uma expressão mais leve, suave e tranquila. O equilíbrio requer muito trabalho e como resultado, a paz interna impera e impera-se, também, a facilidade em resolver as adversidades. Não que estas venham mais brandas para essas pessoas, mas, pelo fato delas terem foco em uma questão: resolver da melhor maneira possível.

Tem gente que acha que ser forte é não ter frescura. Conheço muita gente "fresca" que é mais forte do que muita gente "forte", inabalável. Estas pessoas já são e estão abaladas. É engraçado como damos mais força a aparência do que a verdade real e factual. Essa verdade fantasiosa é pura imaginação. 

Só dói um pouco mudar; só que, quando a gente quer, descobre que não acaba nunca o processo, é pelo resto da vida. Muito melhor ter força para ser melhor do que fazer um esforço imenso para aparentar ser "forte", sendo uma pessoa sem tempo para nada, que vive com a "cara" fechada e se acha prático, justamente por viver "resolvendo" um monte de coisa e sem tempo para viver. 

Bom, cada um tem a capacidade de se avaliar. Depois, é só se abrir para se libertar de si mesmo. A força está no lugar mais simples e que, justamente por ser simples, a gente raramente acessa: no saber amar. Saber amar-se e amar ao outro.

Sejamos fortes para melhorar esse mundo!

Pat Lins.


segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

A FORÇA DE SE ASSUMIR PARA SI

Não há maior sinal de força do que assumir a fraqueza e as limitações. E não há nada mais fraco do que fingir ter uma força que não tem...
Daí, o melhor caminho é se cuidar e dar entrada no processo de crescimento, a partir do (auto -)conhecimento. E mergulhar em si, quer dizer ir fundo, mas, sair, senão, perde-se o fôlego e, com isso, perde-se o sentido da busca... Tudo com equilíbrio é sempre bom!

Pat Lins.

segunda-feira, 5 de julho de 2010

sábado, 3 de julho de 2010

A VIDA CONTINUA...

Vi essa mensagem lindíssima, no orkut de minha prima Leti - minha alma gêmea - e colquei aqui, porque diz muito do que minh´alma grita. Não sei de quem é... joguei no "pai dos burros" da web - Google - e só encontrava o texto, sem crédito... então, segue o que queria dizer, sem ter saído de minha "boca"/dedos/mente:


"Chorar não resolve..



falar pouco é uma virtude..


aprender a se colocar em primeiro lugar não é egoísmo


e o que não mata com certeza fortalece.


Às vezes mudar é preciso


e nem tudo vai ser como você quer..


a vida continua.


Pra qualquer escolha se segue alguma conseqüência


vontades efêmeras não valem à pena...


quem faz uma vez não faz duas necessariamente


mas quem faz dez, com certeza faz onze!!


Essa história de que é melhor acordar arrependido


do que dormir com vontade é mentira!


Perdoar é nobre, esquecer é quase impossível...quase.


Nem todo mundo é tão legal assim, e de perto ninguém é normal.


Quem te merece não te faz chorar..


quem gosta cuida..


o que está no passado tem motivos para não fazer parte do seu presente!!


Não é preciso perder para aprender a dar valor


e os amigos ainda se contam nos dedos.


Aos poucos você percebe o que vale a pena


o que se deve guardar pro resto da vida..


e o que nunca deveria ter entrado nela.


Não tem como esconder a verdade, nem tem como enterrar o passado.


O tempo, ah o tempo, esse sim sempre vai ser o melhor remédio,


mesmo quando seus resultados não são imediatos


ele é quem faz com que tudo se encaixe do jeito que deve ser".
                                                                       (desconhecido)

...e a vida continua...

Pat Lins.



quarta-feira, 6 de agosto de 2008

DPP E FÉ


Como já falei em posts anteriores, desenvolver a Fé me ajudou muito! Em meu caso, fé em Deus, e sua força através do bem e do amor!

As orações me ajudaram muito. Fora o trabalho de humildade.


Foi em meio a orações e renovando diariamente a fé, esperança e gratidão que vi o quanto faz bem ser grato, principalmente pelas coisas mais simples.

Esse exercício (que faço até hoje e daqui para frente) foi que me deu ainda mais forças.

A gente deposita muita expectativa no tratamento e isso gera uma cobrança e ansiedade muito grande. O que gera ainda mais ansiedade...

Durante o passar dos anos, a gente vai aprendendo a viver a vida de maneira cada vez mais desgastante. Em vez de buscar ser feliz, a gente busca ter recursos materiais para poder ser feliz. Não sou contra o dinheiro, mas, não podemos depositar o conceito de felicidade numa conta bancária. É aquela história: viver bem, com conforto, acesso a “boa” educação, saúde e alimentação, nos tempos de hoje, requer certa quantidade de recursos financeiros, e, claro, que com certa comodidade, a gente terá mais tempo para se buscar e conhecer e, lógico, ser sempre feliz.
Mas, como explicar quem é feliz com tão pouco, financeiramente falando e como tem gente com tanto patrimônio e não consegue ser feliz? A felicidade é uma fórmula? É mais feliz quem sabe ganhar dinheiro? As pessoas mais inteligentes são aquelas que enriquessem financeiramente? Qual o valor real da felicidade? Será que para ser feliz é necessário ser rico? Por que tem gente que vive na mais profunda miséria sócio-econômica e ainda consegue sorrir e ter esperança em algo bom? Por que quem tem quer ter mais?

Aí a gente descobre que não aprendeu a viver, com o passar dos anos, mas, desaprendeu... A gente desaprendeu o caminho para a felicidade. E esse caminho só tem sentido se guiado por um conjunto de mente, corpo e espírito. O que nos fortalece de verdade, é a verdade. Viver para morrer ou viver para viver?

Levantei alguns pontos, durante minhas crises:

Primeiro ponto: a fé! Por que temê-la? Por que colocá-la em segundo plano na vida, se ela deveria ser nosso Norte? Quanto mais a gente estuda, se gradua, pós-gradua, menos busca desenvolver e exercitar a fé. Isso não é uma regra, nem verdade universal. Tem quem exercite a fé e os estudos acadêmicos... Me refiro ao geral. Falar em Deus, amor, felicidade, alegria... torna-se piegas, e quase ninguém quer ser piegas assumido... então, a fé atrofia...

Segundo ponto: a gente aprende a viver na correria, que a vida passa e a gente nem se dá conta. Só quer ver quanto vai ficar de saldo na conta corrente, para ter aquele “alívio”... Lógico que tem quem se dê conta antes e lembra de ir vivendo em paralelo: curtindo os filhos; a família; uma tarde de domingo em casa; os amigos; bate-papo...

Terceiro ponto: lembrar de respirar! A afobação nos impede de ter tempo para respirar. O lema “time is Money” toma todo o tempo. Você já telefonou para alguém querido e ouviu um: “hoje não tive tempo nem para respirar...”? – eu já cansei de falar isso...
Quarto ponto: viramos escravos dos e-mails, Orkut e mensagens para o celular (não sou contra, tenho todos.Só precisamos saber dosar...)

É são vários pontos para analisarmos. Mas, parar para orar, para refletir, não deve ser uma obrigação diária, deve ser parte do dia-a-dia, como respirar, andar, falar... algo espontâneo e natural.


Engraçado, é que eu me achava diferente de todo mundo, porque tinha o hábito de orar, sem ter religião; acreditava em Deus, sem ir a igreja alguma... e vivia a correria do dia-a-dia, que “não me dava tempo nem para respirar”... Estudei, me graduei, pós-graduei...trabalhei, me encontrei! Mas, nada de estabilidade financeira, então, ainda precisava “ralar” muito. Ué, mas, não havia me encontrado??? A gente vive buscando se encontrar e vive se desencontrando.

Pois é, durante as crises, pude ponderar isso tudo. Parece que a vida puxou o freio de mão e disse: “hora de corrigir. Volta para o caminho certo, Pat.”

Todo mundo sabe que a maioria das pessoas só procura Deus e pede ajuda na hora do sufoco. Alcançamos a “graça”, agradecemos e voltamos para a pista para “correr sem respirar”.


Em meio a minha queda, decidi não pedir ajuda a Deus. Achava que “meu filme estava queimado” com Ele. A filha que todos queriam ter; a menina alegre e inteligente, tão estudada... achava que Deus não a ouviria. Sempre fiz parte do time do bem, mas, falava mal daquela pessoa que não soube combinar a bolsa com a roupa...

Minha avozinha orava por mim; muita gente orava por mim e vi que Deus escutava. Ainda, assim, reclamava: “meu Deus, eu sempre fui uma pessoa boa. Respeitava os mais velhos; ajudava alguém a atravessar a rua; tirava notas boas; respeitava meus pais; não roubava; não era vingativa; não era ambiciosa... toda criança gostava de mim, porque o Senhor deixou que eu caísse?” Que graça, Ele me deixou cair ou eu caí? Não sei o que desencadeou minha DPP, mas, há suspeita de uma série de fatores: herança genética (minha tia); morte de um ente muuuiiittoo querido (meu avô paterno); medo de meu filho ser roubado na maternidade (a porta estava quebrada, e eu ficava na porta); medo da responsabilidade e mudança no estilo de vida; desemprego; instabilidade financeira; maus tratos na maternidade... tanta coisa! Mas, tinha muita coisa boa: meu filho lindo e saudável; família unida de fato; marido presente e companheiro; alegria geral por eu ter tido filho; lar.

Comecei a querer ser ajudada. Em princípio, queria que alguém me carregasse, abrisse minha mente e trocasse o chip... depois, gerava o conflito do orgulho que dizia que eu não precisava pedir ajuda a ninguém, que deveria dar a volta por cima sozinha e me “orgulhar” por ter subido sozinha... Nem a terapia, nem os remédios (estes, é bom esclarecer, apenas controlavam as oscilações bruscas de humor. Eles não curavam. Amenizavam o nervoso descontrolado e as alterações de humor.) conseguiam me fazer ver o que faltava. Tinha “tudo” que precisava, mas, o buraco continuava.

Sentei na cama e orei. Sozinha. Um momento meu. Deixei o coração chorar; deixei minha mente implorar; queria, realmente, mudar. “Deus, oh, Pai, me ajuda a sair dessa. Não sei nem o que pedir; nem como pedir...mas, me dá uma luz; conduz minha vida; invade minha alma, minha mente e meu coração. Tô sem forças para orar. Ouve minha prece. Me ajuda a saber como Te pedir ajuda.” Deitei e dormi.

Era uma fase em que queria viver deitada, mas me cansava; levantava, me cansava... virava, me cansava... cheguei a dormir mais de 12h seguidas e ainda estava cansada... dormia mal, tinha pesadelos horríveis...enfim, não tinha qualidade no sono.

Todos os dias repetia: “Deus, hoje, renovo meus votos de fé, confiança, esperança e gratidão. Guia-me, ó Pai!”

Ele me ouvia e me acalentava. Mas, precisava descobrir como ouvir. Tinha que me desarmar.

Fui orando e melhorando. Acreditava em algo que estava além da compreensão, acima de tudo e de todos. Comecei a acreditar no que não via,mas, sentia em cada célula.

A oração me ajudou a perdoar (a mim e a quem eu culpasse); me ajudou a desenvolver a fé esquecida. Começava a me encontrar.

Diminuía a culpa, o fardo; aumentava a esperança. Me permitia viver a esperança. Não de maneira alienada: “ah, vou esperar que vem. Tô aqui sentada, viu, meu Deus?!”. Não, fiz minha parte. Me cuidava, me descobria, me conhecia, me amava. Me enchi de Luz, que trouxe bálsamo, paz e energia para continuar a caminhada.


Às vezes, ficamos surdos diante de Deus, porque queremos que Ele fal aquilo que queremos ouvir...

Eis um texto/esquema do site Outono´s (tem o link ali ao lado, nas MINHAS INDICAÇÕES SOBRE DPP E ASSUNTOS AFINS) que ma ajuda a ilustrar:


"A FÉ
Ela produz:
- A consciência de que existe uma inteligência Superior que a tudo comanda e que nos protege, atuando em qualquer circunstância imaginável e acima de nossa compreensão...


- A aceitação dinâmica da realidade.


- A esperança de um futuro melhor.


- A paciência, nos ensinando, a saber, esperar o desfecho dos fatos.


- A auto confiança.


- A motivação.


- O pensamento positivo.



A ORAÇÃO


- Ela é a geradora da energia que precisamos para manter acesa a chama da fé.


- Dá-nos a força interior para suportar as adversidades e seguir caminhando.


- Aguça nossa intuição, capacitando-nos à percepção das energias sutis do Universo.


- É o maná que vem do céu quando atravessamos o deserto da solidão, da angústia e do medo.




O PERDÃO


É o início da libertação.


O ato de perdoar está intimamente ligado à nossa liberdade.


Romper as amarras que nos detêm a fatos negativos e pessoas vinculadas a eles.


Livra-nos dos condicionamentos, de escrúpulos e sentimentos de culpa.


Dissipando o passado, começamos a viver o aqui e o agora. "









SACO VAZIO NÃO FICA EM PÉ! ENCHA-SE DE FÉ!!!


Patricia Lins

quarta-feira, 30 de julho de 2008

RECUPERAR A SERENIDADE





Uma grande briga interna que travava, era descobrir como recuperar a minha serenidade.

Estava fazendo o tratamento médico e o psicológico.

E o espiritual?

Via que sempre que orava e/ou conversava com Deus, algo de bom acendia em meu peito.

Coemcei a orar com gosto e prazer. Como estava tão voltada para superar, estava aberta e os meus ouvidos puderam captar a força da palavra divina. Sentia o vento como um carinho; um sonho bom como um sinal de melhora; a luz do sol como brilho de vida; a água da chuva como banho de força!

Li uma pequena prece, que me agradou muito. Singela e sincera:



"Concede-me, ó Deus,


a serenidade para aceitar as coisas


que não posso mudar;


a coragem para modificar


o que devo modificar;


e a sabedoria para saber a diferença".


(Dr.Reinhold Niebuhr - teólogo)


Patricia Lins

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