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segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

FELIZ NATAL!


Que a força e a energia do "novo", do nascimento, da união, da mudança, da transformação ilumine nossas mentes, corações e ações!

Que o Cristo - que permanece vivo em Seus ensinamentos deixados a nós, através do legado que foi/é a Sua Vida - toque no mais profundo e íntimo do nosso Ser, fazendo emergir a nossa consciência Crística de amor, paz, sabedoria, respeito, harmonia, saúde e prosperidade!

Que Deus envie anjos em nossos lares/corações/mentes para nos limpar, purificar. Que nos envolvam na Luz do Espírito Santo guiando, conduzindo, protegendo e expandindo nossa consciência, discernimento e nobres atitudes!

Desejo que os BONS e REAIS VALORES, aqueles que não têm preço e não se vendem ou parcelam, sejam nossa base REAL de VIDA.

Desejo que o BOM, mas o BELO  e o JUSTO sejam nossa maneira de ver e viver a Vida. Que esse seja o tripé que nos impulsiona, que nos eleve e que nos permita SER um Ser melhor.

Desejo um Feliz Natal! Que 2015 sejamos melhores, em prática, para que nossa realidade possa ser melhor!

Desejo AMOR!

Desejo uma CHUVA DE LUZES EM NOSSAS VIDAS!

Pat Lins

domingo, 3 de março de 2013

AVANÇO TECNOLÓGICO - CADA ÉPOCA COM A SUA (R)EVOLUÇÃO

Imagem: Adoção da tecnologia no ensino alcança resultados  cada vez melhores -  Informationweek

Assistindo ao Fantástico, deste domingo - 03 de março de 2013 - sobre: "Investir em tecnologia melhora o ensino?", me vi pensando: toda época tem seu avanço tecnológico, desde sempre! Foi na necessidade de se cobrir o corpo, para proteção contra o frio que a roupa foi inventada; seja na invenção da roda, para facilitar o levar algo... enfim, cada época, grupos de precursores - de uns tempos para cá, chamados pela ciência de "gênios" ou, em casos de máquinas e afins: protótipos - acaba nadando contra a correnteza da acomodação e vai além, vendo além do óbvio instalado pela rotina - nada contra a rotina, ela é tão importante quanto rompê-la diante da necessidade da evolução, sendo esta "evolução" mesmo ou não...

Pois é, hoje, usar ou não tecnologia na escola; substituir ou não provas e questionamentos que teorizam o óbvio e gravitam muito mais na limitação dos pensamentos do que na órbita do "vamos saber o que temos hoje e ir além" por jogos que estimulem o raciocínio... o que ensinar? O que é importante aprender? Houve época em que registrar, apenas oralmente e de geração para geração. Quantas culturas se perderam por não haver um registro? O medo, com a revolução da descoberta do papiro, de se perder o controle, o medo de perder o poder. Lógico que nem tudo é para todo mundo, que nem todos têm a capacidade de lidar com a responsabilidade de certos conhecimentos... mas, será que os que detêm esse conhecimento e alimentam esse sigilo também têm essa consciência da responsabilidade ou não passa do medo comprometedor do poder que detêm? 

Bom, vou me ater à matéria super bacana do Fantástico. E volto a lembrar: o que hoje é polêmica, amanhã será a realidade... já não em papiro, mas num ambiente virtual e quase infinito.

Cada época com a sua (r)evolução tecnológica. Um dia, quem sabe, superaremos essa limitação e até o físico transcenderá? Eu acredito que um dia, breve, nos comunicaremos por telepatia... Até lá, abaixo o orgulho, a vaidade, e outros sentimentozinhos impeditivos...

Façamos nosso melhor hoje! Aqui e agora tudo pode mudar! O amanhã é o hoje que inevitavelmente chega! Medo de quê? Vamos tentar o que é válido. Vai me dizer que toda linha de educação, quando fora criada, não teve lá suas especulações e negativismos como barreira? Vygotsky, Piaget e tantos outros, foram aceitos com facilidade? Até hoje ainda encontram resistência. E quem resiste está errado? Quem os segue, está certo? Vai saber! O importante é tentar. Há público para tudo. Para essa geração atual, de crianças que nascem intuitivamente tecnológicas, essa educação formal vai dar conta? Tudo é questionável. Tudo é questionamento. Tem como frear o avanço? Como resistir ao que não depende de atos individuais? E aí, é parar ou seguir? No mínimo experimentar.

E aí, investir em tecnologia melhora o ensino? Melhora o aprendizado? Isoladamente, eu penso que não, mas num contexto preparado, creio que sim. É identificar a necessidade do público alvo... qual a linguagem dessa turminha que está aí?

Ah, educação para mim vai além da escolar e acadêmica... 

Pat Lins.

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

EUREKA! x "OH DIA. OH CÉUS. OH VIDA. OH AZAR."

"Dancing Woman With Hat" - by imagerymajestic


Este post é continuação da saga cotidiana - não da minha EU Anita, mas, da minha EU todas EU´s juntas - do NEM TUDO É TÃO RUIM QUANTO PARECE. 

Eu era do tipo pseudo-otimista. Pensava que ser otimista era só fingir que estava tudo bem que ficava. Depois, diante dos rumos da vida, tive minhas lições e minhas provinhas de vários pesos e intensidades eu, em meu ritmo lento - natural... a cabeça faz um looping e leva um tempo para se enxergar entre o que era e o como está passando a ser, a cabeça gira, sacode e ficamos tontos - comecei a entender.

Hoje, em vez de ficar lamentando - isso não me impede de me chatear ou irritar... apenas acolho essas emoções baixas e deixo-as ir, cedendo espaço para a razão - "oh dia. Oh céus. Oh vida. Oh azar", em mim, um EUREKA começa a surgir. E admito: gosto muito mais! Eureka me dá gás para prosseguir e encontrar - apesar do termo se referir ao "encontrei" eu me vejo rumo ao encontro, em vias de chegar lá! Não deixa de ser um encontro, porque eu encontrei um novo caminho para o meu caminho... O difícil cede espaço para o desafio e desafio traz a possibilidade de se ultrapassar.

Pois é! Faz bem entender e ver que eu não preciso fazer tudo e que as coisas acontecem sem mim. Nossa, como esses acontecimentos têm me ajudado como pessoa! Olha, quando disserem que a palavra tem força e tome cuidado com o que pede porque vai receber, acredite. Pedi para crescer e encontrar o meu caminho; pedi entrar em contato com a minha essência; pedi e recebi em forma de: só na prática você pode saber se algo mudou mesmo. Tem essa ressalva: não é só pedir e receber, tem que se submeter, praticar, se avaliar e seguir. É como escola mesmo, mas uma escola maior, da Vida e do Tempo. 

Existem conversas que podem ser tensas e temos que ouvir coisas que um lado nosso recebe com dor e outro diz: "aleluia! Alguém rompeu a barreira e me enfrentou! Eu precisava escutar isso!". Interessante é que sempre vem de onde não imaginamos e na presença de quem não queremos... por isso que o outro lado se dói todo.. Mas, isso remete a humildade, além de ter que ouvir, não se incomodar com quem ouve e/ou sugere. Enfim, muito profundo e confuso... não dá para explicar muito bem. O fato é que está caindo mais uma ficha. Deve ser por isso que associam 2012 ao final do mundo... deve ser o final do mundo de ilusões, melindres, orgulhos, vaidades... essas baboseiras todas que nos compõem, também.

Me recordo que reclamava comigo por minha mãe tomar a frente e resolver tudo e, desde muito nova, eu tomava a frente das minhas atividades e fazia, com um senso de dever impressionante para minha idade e raramente pedia ajuda. O que era "bom" não era tão bom assim... não entendia que era "orgulho". O não saber pedir ajuda é orgulho puro. Enfrentava as "dificuldades" - que hoje aprendo a chamar de desafio - com tensão, raiva, angústia, agitação interna, abatimento, desagaste... até conseguir sozinha e me vangloriar disso. Nossa quando entrei no Jazz, aos 12 anos, e fui convidada pelo professor a entrar no grupo de apresentação dele - que já estava fechado há meses - por dançar bem, ter uma boa postura, uma presença marcante - como ele mesmo fez questão de me dizer e, hoje, alguma carência minha faz questão de ver escrito... - e pegava rápido as coreografias, esbarrei nesse  limite que não dependia de mim, onde precisava da autorização e liberação de minha mãe para estar nas apresentações, as quais NUNCA fui... minha mãe não me deixava, porque ela não poderia ir comigo e eu teria que ir nos ônibus... Na época, meu Deus, eu tinha uma raiva dela e dizia: "Você tem que entender que está na hora de cortar o cordão umbilical...". E hoje, eu tenho essa missão de romper com essa repetição que eu estou fazendo. Jurava de pé junto que dava "autonomia" a Pedro por deixá-lo tomar banho sozinho, vestir-se sozinho, escovar os dentes sozinho, arrumar suas bagunças sozinho... mas, era eu quem arrumava a mochila dele, era eu quem escolhia as roupas dele - até aí, tudo muito normal, eu sei -, era eu quem determinava o brinquedo que ele iria levar para rua, etc, etc, etc. e, na verdade, repito as mesmas dificuldades que julguei minha mãe e hoje, me proponho, depois de ter escutado da e na escola de Peu essa dica, a aceitar o desafio - e imagino que elas não tenham a menor noção da proporção que esse toque está tomando e revolucionando-me - a: entender minha mãe, daquela época; entender que era o que ela sabia fazer; entender que a gente reclama, quer contradizer e acaba repetindo - daí, cito mais uma vez Morgana Gazel: "fazer diferente exige mais que contradizer" - e, ir para as vias de fato: cortar esse cordão, sem estresse e sem ansiedade, com consciência.

Ver e poder confiar que marido pode resolver e conversar as coisas relacionadas a Peu e, mesmo que eu diga: "eu faria diferente", estou exercitando o "respeitar" e entender que nem tudo tem que ser como eu quero. Eu estou entendendo que não sou dona da verdade, de verdade! Isso é ótimo! Fora que libero um peso que insistia em carregar. Nossa, Deus deve ser muito poderoso para ser onipresente, onisciente, onipotente e deve ter um equilíbrio daqueles para nos deixar seguir com Tempo, seu enviado para ser nossa mestre com Vida e Natureza. Poxa, ser mãe é ser um ser humano brincando de Deus e, quando o bicho pega... adeus gente e fica o bicho cansado e em alerta, na defensiva. Isso custa muito caro! Bom para mim, bom para marido aprender a ser mais firme e mais capaz de acreditar nele, mesmo. Bom para filho que terá esse exemplo em casa. Tudo bom! Tudo good! Oh, God, que good!

Maaaasssss, me refiro a mim e ao que EU estou aprendendo. Deixo a ressalva de que acho que lá, ainda na escola dele, as partes envolvidas não estão tendo o mesmo desprendimento e discernimento - e, em alguns casos, boa vontade - nas ações... Não vou mais falar sobre isso hoje, foi apenas um ponto a não ser esquecido... Melhor, para ser lembrado e refletido.

Pois bem, estou bem em estar me tornando mais "EUREKA!". Só não vou sair correndo nua, pelas ruas, como Arquimedes - foi ele, não foi? Depois, pesquiso sobre isso que já me esqueci...

Oh dia, oh céus, oh vida... EUREKA! Oh dia bom para se viver! Oh céu para lembrar que o infinito existe! Oh vida para me lembrar que sempre é tempo de começar e começar e começar! Ah, e sem demagogia, viu? Sem essa de mascarar a realidade e fingindo que estou aprendendo sem dor, sem raivinha e sem impulsos negativos... existe esforço em lidar e liberar essa parte também. Nossa, como combato o pseudo-otimismo e a mania das pessoas acharem que para se superar algo só se pode vendo apenas o lado bom... eu penso que ver o lado ruim faz parte e nos leva ao lado bom quando escolhemos "tá, tô te vendo lado ruim, mas, quero sair dessa, resolver e superar, mesmo". Ver a realidade como é, para mim, é lidar com o real e transformar esse real em um real mais digno como a realidade de fato e acima de tudo é.

Sendo assim, EUREKA! E não é a Vida uma bela dança ao som da Natureza e com Tempo para cadenciar o ritmo?

Pat Lins - despertando outra demanda.

"Silhouette Of Girl Against Sunset" by Sujin Jetkasettakorn


segunda-feira, 5 de novembro de 2012

NEM TUDO É TÃO RUIM QUANTO PARECE


Pois é... estava eu preocupada com os rumos de uma certa reunião que participaria - já teve, inclusive - e, em vez de ficar sofrendo, como de costume do meu temperamentozinho ruim da "gota" e elucubrando - afinal de contas, eu também elucubro, tu elucubras, ele elucubra o problema é quando todos nós elucubramos, eles elucubram de nós... ops, faltou  vós: vós elucubrais, também! Todo mundo elucubra o tempo inteiro! Êta lelê! - fui conversar comigo e me questionar: "o que quero eu de fato?" - sem elucubrar, num esforço tremendo, mas, vale a pena se esforçar... é isso que nos ajuda a transformar algo ruim em bom; negativo em positivo; vazio em cheio de sentido... - enfim, - parece que este parágrafo quer elucubrar comigo... - entendi que NEM TUDO É TÃO RUIM QUANTO PARECE, ainda que seja uma situação delicada e, de fato, muito ruim.

Pois bem, a reunião foi exatamente como previ - vidente, eu? "Magina...", apenas era óbvio. Já conheço os perfis e, como bem conheço o meu, vi uma oportunidade de me empenhar mais em mim e manter o foco da questão, tentando não elucubrar muito... Pois, foi boa a reunião. Toda reunião bem preparada é boa, só que eu era uma incógnita, inclusive para mim... tanto poderia sucumbir a mim mesma, como manter o foco na questão e me lembrar: "liberta-se do orgulho ferido, do ego inflamado... isso nunca resolveu nada." e foi o que fiz. Ah, se manter focado não impede de dizer o que precisa ser dito e escutar o que preciso escutar. Essa troca muito me enriquece e eu AMO me permitir ouvir e refletir. Como achei super legal me conter e falar pouco, porém o necessário e essa foi a surpresa boa de minha parte e deles, foi ter tido a diretora e a professora nessa troca e isso enriqueceu muito a reunião! O que previ estava lá, também, bem previsíveis, como de costume... - deixa de maldade, Patricia Lins! Vou deixar. É que têm coisas que mexem em algumas emoções mais baixas e fazem isso comigo... Bom saber, para transformar.

Lógico que cada um defende seu lado, cada um expõe suas idéias... eu expus minha vontade de entender e tive a companhia da diretoria em esclarecer. Mulher retada de equilibrada e ponderada essa Tais Costa, viu? Jovem, competente, capaz e com uma clareza na oralidade proveniente do seu - elucubro eu - estado de espírito equilibrado. Deve ser reflexo da alma. Tem gente que tem esse perfil nato. Uma pessoa linda, mesmo. Infelizmente, ela é apenas uma... Mais dela faria um bem enorme a muitas pessoas. Eu viajo nessas coisas, assim... se você me perguntar: "você se clonaria?" eu responderia: "eu não! Deus me livre e livre a humanidade..." - brincadeira. Mas, fico vendo algumas pessoas por aí e penso: em meio a tantos incompetentes, tem um que compensa tudo. Mas, sem ela, muita coisa para... ou seja, carrega muita coisa nas costas - faz jus ao nome. Conheço outras pessoas assim, mas, essas, já têm um ambiente mais bem construído, ela pode não estar que tudo anda do mesmo jeito, por ter uma equipe parceira e mais "chegada" mesmo. Uma equipe com senso de dever e de que fazer mais é poder!

Pois bem, após a reunião, saí um pouco diferente de como entrei, por ter esclarecido meu lado e compreendido o lado deles - isso era importantíssimo para mim, afinal, não queria "barraco", nem apontar dedos... queria entender o que estava acontecendo. Não muda a realidade que passou, mas, muda daqui para frente. Isso é importante, né, resolver e continuar no aqui e agora. Recebi um toque legal, de coisas que nem fazia idéia de como aconteciam... Isso fico grata, pelo ponto a refletir e que me caiu como "nossa, finalmente, entendi como reverbera mal ser controladora e dominadora inconsciente". Hoje, de posse desse conhecimento - até porque eu já vinha observando essa minha característica e me cansando dela, também... não me agrada ser assim - tenho mais um norte a me guiar rumo a mim mesma. Escutar ser dito com tamanha classe e cuidado com cada palavra me ajudou a cair uma ficha que estava na fila de demandas do meu processo de (re)construção. Algumas coisas na reunião foram decepcionantes... frustrantes, na verdade, mas, para mim, nesse ponto, foi produtiva. Realmente, eu não tenho que abraçar o mundo e querer resolver tudo por todos. 

Nem perdi mais o meu tempo mental elucubrando sobre as outras presentes que eu tanto queria que se vissem e, assim como eu, se permitissem ir além para melhorar e levar essa melhora para o ambiente em questão - que é a escola do meu filho. Ah, tudo isso foi numa reunião escolar, que desabafei à véspera, no "MÃES NA PRÁTICA" - e favorecer o ser em questão que é meu filho amado, lindo e que dá uma trabalheira da gota! Ele nos leva a pensar: "o que fazer mais?" e haja firmeza! Muito se foi esclarecido e isso é que importa, quando se resolve - espero eu que tenha sido produtivo para elas como foi para mim... que, desta vez, seja colocado em prática, como não foi no primeiro semestre. Mas, está tudo bem, caminhando. Nem tudo é tão ruim quanto parece. Existe um trabalho bacana sendo feito, o desafio é VER onde está o entrave - ou, onde estão... ops! Lá vou eu elucubrando e, pior, tendenciando pelo caminho que essa elucubração me leva e que me parece ser algo bem provável... - e por que trava bem aí? Hein? Olha, pior do que esperar as respostas certas é não poder expor as perguntas certas do tipo: "seria hora de mexer no time de estrelas?". Uma equipe só dá certo com tudo às claras, sem máscaras. Não sei, tem algo ali que não está bem... Não sei. Não sei. Não sei... Eu suponho. Pronto, só isso: suponho. Mas, não vou dizer minha suposição, porque eu apenas suponho... 

Mas, no final das contas, NEM TUDO É TÃO RUIM QUANTO PARECE. Pedro está crescendo e minha avaliação é puramente na vida cotidiana... a vida escolar eu sou co-participativa e tenho que acatar mais - não dizendo "sim" para tudo, mas, usando o caminho de ouvir e ver para entender, recebendo explicações e sugestões que ponho em prática. Passou. Vamos para frente! Só a continuação é capaz de nos mostrar o amanhã e o depois. E só uma reavaliação em conjunto é capaz de somar, mesmo. Mas, EM CONJUNTO,  COM CLAREZA E TRANSPARÊNCIA.

Pois sim, no fim dessa canção, eu não pulo fora. caio para dentro. Faz parte de mim. Como faz parte de mim crescer e romper com certas barreirinhas e barreirões - internas ou externas - que são prejudiciais - a mim e ao outro. 

Discurso pronto, na ponta da língua e na hora da prática, língua não sai andando nem agindo... Agora, me parece que será diferente. A idéia era somar. Que some e multiplique e que venham os frutos positivos. Não quero ouvir só coisinhas boas e bonitinhas não, quero uma escuta e uma postura diferenciada, aberta e "prafrentex". Pois é para isso que me disponho. Ainda que tenha que domar uma parte da leoa dentro de mim que precisa ceder mais à coruja e a águia voadora pelo céu da liberdade! Libertemos-nos, então, de nós mesmos, para o nosso próprio bem e façamos do bem a nossa morada, porque aí é onde a paz habita e onde o divino se manifesta!

Uma semana ímpar para você! Uma semana de resoluções para nós! Obrigada a Tais por essa oportunidade e a Lene pelas dicas preciosas que acolhi com imenso carinho e parto para a reflexão. Ademais, só posso dizer que essa parte da equipe muito me agrada e por isso a reunião foi tão produtiva... Gostei! Todos nós temos defeitos e não me incomodo quando me alertam sobre alguns dos meus defeitos que podem ser transformados em algo bom, positivo e produtivo! Escola é lugar de sempre termos algo a aprender, né verdade?! Aprendi eu, também. Ensinei eu, também. Tudo é troca quando há terreno fértil para isso.

Tenho ou não motivos para ver o lado bom das coisas? Com essa abertura eu pude falar e ouvir. Isso é troca. Isso é estar preparado. O previsível se fez previsível no mesmo jeito silencioso e comedido de se manter. O não falar é terreno para elucubrações pejorativas e deturpadas... 

Pois bem, deixe-me ir! Feliz. Não com tudo, mas com o que já começou!

E LEMBREMOS-NOS:

NEM TUDO É TÃO RUIM QUANTO PARECE. Isso não impede o ruim de aparecer, estar, existir... Por isso que sempre me repito: negar a realidade de nada ajuda. Encarar e ponderar, sim, cria condições para melhorias. Estabelecer estratégias e critérios de melhoria, sim, são molas propulsoras - nossa, como usava isso em minhas dissertações - para a verdadeira transformação!

Vamos que vamos! Ainda vem muito mais (r)evolução! "Para o alto e avante!". "Para o infinito e além!".

Pat Lins - de controladora para delegadora: eu chego lá!


domingo, 21 de outubro de 2012

O MELHOR A ENSINAR É SEMPRE APRENDER



Tem gente que quer ensinar sobre flexibilidade e não sabe ser flexível. Tem gente que quer ensinar a equilibrar e mal sabe se amparar em si... 

Como ensinar a perdoar, se nem sabe compreender?

Ensinando aquilo que não se sabe, quem aprende, aprende tudo errado... 

O importante não é o ensinar, mas o aprender. Ninguém tem que ensinar nada a ninguém, muito menos verdades cartesianas, a não ser a importância do constante aprender e apreender.

Todo mundo, cada um, tem mais é que se voltar para o constante aprendizado. Mas, como aprender sem alguém para ensinar? Esse é o maior dilema que nos impusemos: nada parte de cada um, porque nos ensinaram que todos somos uma única massa. Muito trabalho para desconstruir tanto entrave. Não falo em bandalheira, falo em consciência do próprio dever, da busca do "Ser", através do que estamos aqui, imersos, o "não ser".

Se todo mundo aprende e apreende algo de bom, belo, justo, útil, construtivo e com base em compreensão ampliada, todo mundo tem algo de bom a ensinar. Não ao outro, mas si mesmo. E cada outro terá o que aprender com cada um. Todos aprenderemos juntos que só construindo o melhor de cada um, todos colhem uma boa evolução!

A vida é ambígua: aprender e ensinar... eu penso que deve ser para nos levar que o processo é dinâmico, não para.

Pat Lins.

sábado, 20 de outubro de 2012

QUERO VIVER A LOUCURA SAUDÁVEL DE MELHORAR A CADA DIA.



Às vezes eu tenho a sensação de que todo mundo resolveu surtar de maneira insalubre... 

Uma loucura saudável, faz até bem... mexe, inquieta, alavanca. 

Uma loucura insalubre limita, engessa, atrapalha e impede o progresso, o evoluir natural.

É isso: a loucura saudável é natural; vem da necessidade de transgredir, de sair da zona de conforto, da curva normótica do todo dia o mesmo dia e criar novos caminhos em rumo ao caminho de nossa alma. 

O problema é que o povo leva ao pé da letra e mantém a atitude tacanha de sempre, julgando, condenando e manipulando e querendo um mundo melhor...

Façamos um mundo melhor melhorando nosso mundo individual. Quando o individual se integra ao coletivo como algo natural, não há colisão. 

Plantemos algo de bom hoje. Reguemos esse algo de bom. Colhamos bons frutos que gerarão outras boas sementes. Assim, mudança será sinal de melhoria constante: sucesso!

Falta de amor - a si e ao outro - para mim é doença! E doença grave! 

QUERO VIVER A LOUCURA SAUDÁVEL DE MELHORAR A CADA DIA.

Pat Lins.

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

PESSOAIS PROFISSIONAIS

Foto:TUDO MUDOU

Eu não consigo entender porque é tão temido um ser humano nas organizações... 

De repente, todo mundo quer ser máquina. Esquecem-se que máquina não pensa, ela reage ao que lhe fora programado... 

Tenho uma imensa dificuldade de entender porquê o ser humano é tão temido. 

Qual a razão de evitar o equilíbrio emocional e racional?

Razão e emoção são parceiras que unidas são sucesso garantido!

Para ser uma pessoa realizada, trabalha-se feito um louco num emprego; acumula capital; depois, passa o resto do que sobra da vida - na contagem regressiva para "o" último dia, do último suspiro - repetindo aos outros: "aproveita que ainda é jovem e tem todo o tempo pela frente e vê se concilia vida profissional como parte da vida pessoal e não o contrário..."

É a velha história: 

"... Os homens perdem a saúde para juntar dinheiro, depois perdem o dinheiro para recuperar a saúde.
E por pensarem ansiosamente no futuro esquecem do presente de forma que acabam por não viver nem no presente nem no futuro. E vivem como se nunca fossem morrer... e morrem como se nunca tivessem vivido.
"    (Dalai Lama)
A realização pessoal deveria ser pautada no conjunto, não apenas na área profissinal. Eu penso que tudo seja uma questão de "sentido de vida". Qual o sentido da vida para você? Onde quer chegar? O quanto investe de você em você mesmo para chegar onde se quer? Onde quer chegar exige que se abra mão de seu tempo de vida? Deveríamos nos fazer mais esses questionamentos.

Eu, hein? Povo estranho esse que somos... Fingir ser para não ser, sabendo-se que se é...

Pat Lins.

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

SAI PRÁ LÁ, COISA RUIM!

Foto: Electric Conection - by Idea Go
Hoje, acordei com uma coisa forte na cabeça: "o problema é que a gente acha que energia negativa só vem dos outros..." e é mesmo!

Quantos de nós "se protege" do que vem de fora? Me peguei pedindo a Deus, várias vezes, que me protegesse de toda negatividade, só que, essa "negatividade", para mim, em meu pedido, não me incluía... me vinham algumas pessoas na cabeça e era pedindo proteção contra os ataques dessas pessoas que eu me referia. Daí, me encontrei com uma dessas pessoas e fui de peito aberto. Na iminência de encontrar, me vi travada, na defensiva, esperando um ataque. "Meu Deus!" Exclamei comigo, quando vi uma coisa que me soou inacreditável:Conversando com essa pessoa, vi que ela também acredita que as energias ruins vêm dos outros e não dela... Oxe! Pois é! Logo ela que é um poço de loucura - isso, infelizmente, não se trata de minha opinião -, de inveja, de cobiça, de arrogância... Ela, que todo mundo evita, que ninguém gosta muito e que tem dificuldade de relacionamento com todos ao seu redor, também é vítma. Pois é, todos nós agimos como ela, a diferença é que alguns enxergam e se esfoçam para sair, ela, se mantém firme no propósito de que o problema são as pessoas, pois, "ninguém sabe lidar com ela...". Que viagem, vi que eu sou refém mesmo é de mim. Ela é quem e como ela é. Posso e devo proteger-me dos seus "ataques", mas, não me colocando acima dela, apenas, fortalecendo a mim mesma, o que há de bom em mim e compreendendo que ela é como é e, nessa caso, a distância saudável é uma maneira de não gastar tanto minhas forças com isso. É bom entender que querer ser melhor não quer dizer que nos tornemos tão fortes de caráter, muito menos seres evoluídos de uma hora para outra, a ponto de termos uma força inesgotável. Ficar em contato com essas pessoas pode ser danoso. Eu penso que preciso fortalecer em mim aquilo que deixa que ela abale, afinal, ela é como ela é, se eu me abalo com algo, algo em mim está receptivo e provavelmente, emitindo. Não dá para gastar enrgia a toa se pondo na "linha de fogo" para se testar ou se provar. A prova vem quando nos auto-trabalharmos a ponto de nem, sequer, pensar que se trata de uma prova, apenas, uma circunstância da vida. No dia em que eu chegar a esse ponto, aquilo em mim que se incomoda com o que vem de fora, estará sarado. Nossas feridas doem em contato com o que "futuca". Se a gente não para e cuida, vai ser assim a vida toda: uma ferida eterna.

Hoje, com essa frase martelando em minha cabeça, essa pessoa me veio à mente e vi que somos muito mais parecidas do que eu gostaria de admitir. Entendi - antes eu compreendia -, hoje, que todos nós, de fato, temos os dois lados. A "negatividade" que devemos "combater" - ou transmutar, trabalhar, canalizar, inverter - é a que há em nós. Não adianta apenas fazer - cada um o seu - kit proteção, pedir a Deus, aos anjos, aos espíritos de Luz, a água com sal... seja lá a quem mais, sendo que em nós mesmos há sombras - também, não descarto que seja feito algo para reforçar, sabendo que a solução não é aquela, apenas, uma força extra. Isso é que quer dizer "a única maneira de vencer o mal é fazendo e vivendo o bem" o bem que há na gente. Ninguém sai por aí dizendo que vai "captar" ou "colher" o bem de fulano, beltrano ou cicrano... Dos outros, só recebemos o "mal", né isso? Somos tão presunçosos. Só podemos melhorar - ou piorar... - a nós mesmos. O que recebemos, o que emitimos é de nossa responsabilidade saber o que fazer.

Não deixo de reconhecer que quem está mais desequilibrado energeticamente - corpo (toda parte física), mente (emocional, psicológico, inteligência...), espírito (aquilo que somos além da carne e nos conecta com o divino e cada religião dá um nome) - nem percebe que acaba alimentando muito mais a sombra, negando-a ou, simplesmente, ignorando-a, acaba se tornando mais negativo do que positivo - falo de polaridades, para que fique claro, que existem em nós, como em tudo na natureza... alguém prestou atenção nas aulas de Física? Eu não lembro de muita coisa, não, mas a idéia geral ficou.

Assim como os átomos, células e o que mais há dentro e fora de nós, assim somos: energia, vida, combinações... complexos - não por ser difícil, mas, por ser uma gama de partes opostas se unindo, através de um equilíbrio, para montar, manter e ser um todo. 

Assim, quando nos pegarmos "batendo na madeira", ou nos sentindo desanimados, alegando "olho gordo", talvez até seja, mas a maneira de superar é procurando o responsável, para que ele tire - muitas vezes a pessoa negativa nem percebe que emite essas coisas... e, quando recebemos, é porque estamos positivos? Sempre haverá uma pequena brecha em nossa imprefeição humana - ou nos questionarmos: "o que em mim está tão frágil que está me permitindo ficar assim?" e continua: "como devo agir, o quê devo melhorar em mim?"? Não acredito que metade das pessoas que emitem toda negatividade faça consciente. Inveja, usura, cobiça... isso existe em muita gente e muita gente "do bem" - que, mesmo assim, também tem seu lado Darth Vader - é alvo fácil desses sugadores da felicidade alheia de plantão porque também tem algum, ainda que ínfimo, ponto de desequilíbrio. 

Infelizmente, nem todo mundo entende que ser feliz é um estado de espírito e disponível para quem quiser. Não precisa pegar senha e esperar horas, dias, meses ou eternidade numa fila de um órgão público para adiquirí-la... Basta perguntar-se o que deve ser feito para acessá-la. É muito mais uma questão de conexão consigo, de valores do que de pedido. Não vem de graça mas, também, não cobra para ser. Não é fácil, mas, dizem que é simples, basta entendermos que a vida não pede um carrão do ano para que estejamos plenos e vivos... a vida pede que vivamos. Não vou enveredar muito por aí, porque quando começo a me questionar, escrevo demais... afinal, a leitora número 1 desse espaço sou eu mesma.

Resumindo: a gente recebe aquilo que precisa para subsitência. Um dia, aprendemos que na verdade, recebemos o que plantamos. Só que, nesse dia, já é o dia da colheita e pode ser meio tarde para começar a plantar... Daí, aqui e agora eu começo, cada dia, fazer uma pequena coisa nova, nem que seja ficar parada e me deixar sentir o sol na pele, fortalecendo meus ossos... a gente nem se dá conta de que ele nos alimenta, ali, com vitamina D e só ele pode nos dar essa vitamina para os nossos ossinhos, que nos carregarão vida a dentro - ou vida a fora como muitos gostam de falar... inclusive eu...

Resumindo II: todos nós somos positivos e negativos, o que prevalece é questão de auto-conhecimento, de busca, de vontade ou de acomodação, medo, orgulho, presunção... Está tudo aqui, dentro de cada um. O equilíbrio é que deve imperar. Defesa, ataque... Podemos e devemos refazer nossos pensamentos, por aí começamos a nos mudar um pouco, até culminar na prática, no agir, no fazer o que pensamos e falamos. 

E como diz Pepeu Gomes: "Ser um homem feminino, não fere o meu lado masculino. Se Deus é menina e menino, sou Masculino e Feminino... Olhei tudo que aprendi e um belo dia eu vi...Que ser um homem feminino, não fere o meu lado masculino. Se Deus é menina e menino, sou Masculino e Feminino... Olhei tudo que aprendi e um belo dia eu vi. E vem de lá! O meu sentimento de ser. E vem de lá! O meu sentimento de ser Meu coração! Mensageiro vem me dizer! Meu coração! Mensageiro vem me dizer...Salve, salve a alegria, a pureza e a fantasia(... )Vou assim todo o tempo, vivendo e aprendendo (...)"

Salve, salve a alegria, a pureza e a fantasia!

E Lulu Santos manda seu recado, também: "Não existiria som, se não houvesse o silêncio. Não haveria luz, se não fosse a escuridão. A vida é mesmo assim, dia e noite, não e sim...". Iluminar o quê? Nossas sombras, nossa vida, EU.


Quando batermos na madeira, cuidado para não machucarmos nossa mão, pois, ao pedirmos para bloquear o ataque negativo - "sai prá lá, coisa ruim" - a parte que nos toca entra no jogo. Então, "sai prá lá coisa ruim que há em mim e fora de mim!" fica mais justo. 

Minhas orações agora incluem isso: "me protege do mal que há dentro e fora de mim!". Francamente, quanto tempo passamos culpando os outros... Difícil assumirmos a nossa responsabilidade por nós mesmos, viu?

Pat Lins.

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