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domingo, 28 de setembro de 2014

DISTÂNCIA SAUDÁVEL, SAUDÁVEL!

Imagem: Google Imagens

Como a gente sabe que mudou? Quando diante das mesmas situações, começamos a agir diferente. 

Feliz ou infelizmente, a DS - distância saudável - é o ou um melhor caminho para diversas relações - e, infelizmente, requer, dentro dessa escolha, abrir mão de estar ao lado de tantas outras pessoas especiais, por conta das pessoas "chave de problema". Sem raiva, sem peso... apenas por consciência e compreensão, sem querer mudar ou outro e dar lição, apesar de um pouquinho de desconforto e chateação.

Nem sempre o diálogo funciona, porque nem todo mundo sabe ouvir... Como dica da arte de se comunicar: entender que o receptor tem limitações no entendimento e que não depende do  quanto você/emissor se esforce para adequar a linguagem, já é uma comunicação estabelecida... você sabe que a pessoa não entende por questões que estão além do simples... requer acompanhamentos profissionais; mudanças comportamentais; definição de bons valores e etc... como isso requer tempo e esforço do outro, deixo o outro em seu tempo, respeito e compreendo...  DS - distância saudável. 

Sei lá, vejo que algumas pessoas  são muito pequenas e insistem em assim ser. Insistem em contaminar o ambiente com atitudes pequenas e sem virtudes e bons valores como base. Muitas dessas pessoas tiram proveito da compreensão alheia. Sempre questiono isso: se eu compreendo agora e daqui a pouco a pessoa faz de novo, a mesma coisa, compreendo de novo e a pessoa faz de novo a mesma coisa e percebo que criou-se um círculo vicioso de "ela faz e eu compreendo e ela não evolui, continua fazendo, e eu estou vendo e sabendo"... estabeleço a DS como medida, no mínimo respeitosa e paliativa. 

O que eu entendo é que compreender não é "submeter-se a algo e lá como vítima ficar". Viver compreendendo não quer dizer viver debaixo dos pés de alguém... É ver e saber que a pessoa é como é, nada a atinge ou nada faz com que pare e, assim, estabelecer um perímetro de segurança, mesmo que goste da pessoa. Muita gente não tem consciência da própria ação, também, não deixam de agir do mesmo jeito, num padrão, numa repetição frenética. Isso tudo aliado à má índole da pessoa... bom manter uma distância saudável. Será saudável para todos, menos para a pessoa que vai deixar de vampirizar e se alimentar de mim. Mas, eu não sou tábua de salvação de ninguém, sou apenas uma pessoa com as limitações próprias e recursos não renováveis de paciência ilimitada...

Por isso, estabeleço minha DS para o bem de todos e felicidade geral da nação e digo ao povo: "me pico!". Caio fora, por simples instinto de sobrevivência e pura intuição de que é melhor para mim.

Pensemos mais em nós como vampiros e como alimento de vampiro... em cada fase, reflitamos sobre
como, o que e porquê vivemos essa situação. Como a resposta demanda tempo... manter DS, sejamos nós vampiro ou vampirizado.

Compreendo que todo nós merecemos ser felizes e, para os chantagistas emocionais, sempre haverá um masoquista para se realizar ante sua presença. 

Que nossas DS´s sejam cada vez mais saudáveis, pois será por compreensão, não por reação e aflição.

Boa sorte a todos e cada um de nós,

Pat Lins.

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

APRENDIZADO NO ONTEM: PRATICAR NO AGORA


Aquilo que ignorávamos ontem e acessamos o conhecimento hoje, só pode ser praticado no agora.
Pat Lins

Ninguém deve se envergonhar do que fez, falou ou agiu, ontem. Devemos sim, estar abertos para rever, inclusive, nossas piores palavras proferidas, vivendo o aqui e agora com amor.

Ao desabafar com um amigo/a, temos a sensação que assinamos um contrato e contraímos uma "dívida": "Se eu falei isso, agora, tenho que cumprir... Não dá mais para voltar atrás. E eu me arrependi. Deveria ter ficado calado/a.".

Tudo "blábláblá". Um amigo não é um juíz ou carcereiro das nossas ações. Muitos amigo desabafam comigo e, depois, fazem algo que continuavam fazendo. Concluo: "é a vida dele/a!". Não temos que interferir na vida de ninguém, apenas por termos o título honorário de "Sir" amigo, né verdade? Nossa interferência é de apoio, confiança e solidariedade. Se há uma AMIZADE deve haver confiança. E, se há confiança, há liberdade, compaixão e não há necessidade de esclarecimentos, porque, sem julgamentos, não temos do que pedir perdão, entende?

Muitas vezes, no afã da raiva - natural, diante do cenário "pura pressão" que vivemos - explodimos e falamos horrores. Falamos tudo o que nos incomoda. Colocamos para fora o bolo entalado na garganta e, se ele não desce, precisa sair. Um amigo, nessas horas, é um santo remédio, para que não seja necessário falar com as paredes. Nesses momentos, estamos acessando nossos monstrinhos residuais daquilo que vamos acumulando sem perceber - até mesmo quando acreditamos colocar tudo para fora com elaboração do pensamento, muitas vezes, mantemos tanto no âmbito racional, que não há o processo de transformação e, creiamos, transformação é emoção acolhida e bem alocada! - e, de repente, de tão cheio o receptáculo "EU", nada mais entra e é preciso fazer uma verdadeira faxina mental; LIMPEZA mesmo! Jogar todo o lixo para fora. Esvaziar o container. Zerar. Sempre há resíduos, até mesmo, após uma bela e gigantesca explosão. Resíduos podem ser internos e externos... Ambos pesam. Ambos devem ser cuidados. Nada é insignificante.

Por isso que sou uma amiga e tenho grande e importantes amigos! Porque, em meio a tudo, julgamos nada!

Os que nos julgam e nos cobram com: "lembra que você disse que ia fazer isso? Cadê?" ou "Considere que sua vida está assim porque você quer! Para sair, você vai ter que fazer isso, isso, isso e isso. Escute o que te digo! Depois, não venha chorar em meu ombro, porque minha parte eu já fiz: estou te dando a solução!", esses são pessoas altamente carentes de si e que acabam cobrando do outro o que não consegue cuidar em si. Também, não devem ser julgados e condenados à forca. Tudo tem seu tempo. Um breve DS - distância saudável - é boa para todo mundo e não significa descaso ou falta de afeto, é apenas o que é: um momento de pausa no tempo e espaço. Afinal, se precisamos nos recuperar "em" e "de" nós mesmos, por mais que gritemos, coloquemos para fora em forma de palavras, gemidos e grunhidos, ainda é dentro, no interior, no centro do meu ser que o cuidado precisa chegar. É lá que está a ferida aberta... É lá que a cura deve se fazer. E, quando fora de nós, sabemos e temos a certeza de que não somos julgados e sim, COMPREENDIDOS, reunimos força externa para uma bela mudança interna. Depois, ninguém vai dizer: "quem te viu e quem te vê, naninha!", porque o que é natural - como toda mudança - deve ser natural. Ficar preso ao que foi vivenciado no passado, lá, naquele tempo que já foi, é apego e não roda... se não roda, não gira e nada anda.

É de extrema importância que saibamos respeitar a nós mesmos, as nossas limitações, para entender que um amigo também tem as dele. Se eu estou uma bomba relógio em contagem regressiva, bem próximo do zero, como vou acolher um amigo na mesma condição? Ao ser sincero, tanto meu contador, quanto o dele/a pode diminuir e o impacto da explosão ser menor. Cada vez que nos (re)conhecemos, algo de bom acontece; milagres acontecem! Por isso, a gente nem pode ser cobrado, nem cobrar do outro o que ele não pode nos dar. E isso, insisto, não é falta de amor, afeto ou consideração! É HONESTIDADE. E a verdadeira amizade suporta Verdade, porque não é melindrosa. A carência é nossa...

Um amigo vai estar ao seu lado - e aí, falo como insisto em deixar claro, dos dois lados: sendo amiga e tendo amigos - segurando a sua mão, te apoiando, do lado onde você precisa! Um amigo vai seguir e crescer junto, porque vai entender que todos crescem quando se amparam, sem julgamento ou prisões em expectativas. Depois da explosão, há a necessidade da reclusão. É o período de restabelecimento. E, se aquele que te apoiou sabe que DS é saudável apenas sem arrogância, medo ou receio, vai entender naturalmente que isso se chama RESPEITO à fase. E não vai se afastar, apenas, deixar claro que está ali, só que sem fazer barulho ou invadir. É o "não estar só" que devemos lembrar quando somos e temos amigos!

Sou muito grata e agradecida, mesmo, pelos amigos que tenho! Me sinto honrada - sem o peso pejorativo que agregaram à palavra "honra" que vem com pacote vaidade e melindre - em ser amiga de tanta gente e ter Amigos que me amparam e acolhem, num processo mútuo e natural.

Desejo, do meu coração, numa energia de vontade, que um amigo de verdade surja em sua vida! Porque um amigo é um tesouro mais do que precioso. 

Pat Lins.


segunda-feira, 7 de abril de 2014

ESCOLHENDO O PRÓPRIO CAMINHO



O maior problema é quando a gente faz a nossa parte, tudo como "deve" ser feito. Quando o outro não faz a parte dele, todo nosso trabalho, esforço e empenho morrem no vácuo da inércia...

Ainda assim, o fator escolha pode solucionar: o aqui e agora. Se a chuva é o destino, meu caminho é a escolha que tenho a fazer.

Compreender a limitação do outro é, antes de tudo, reconhecer a nossa. Assim, em respeito a ambos, escolhamos seguir nosso caminho. E isso não deve ser encarado como simples desistência, mas como escolha de caminho.

Tá tudo certo. Vamos vivendo e escolhendo. Escolha requer consciência!

Culpa, remorso, arrependimento... nada disso cabe! Cabe apenas, entender e aceitar. Se bem não está fazendo, e não depende de mim... depende de mim escolher. Isso, também é DS - distância saudável, saudável.

A vida não é um cabo de guerra, a fim de disputar para ver quem ganha... apenas para ver quem consegue manter o equilibrio daquela ação, para ninguém cair no chão. Sem cooperação, todo mundo cai! E acredite: ninguém vive sozinho...

Pat Lins

domingo, 16 de fevereiro de 2014

DEIXANDO O PASSADO NO PASSADO, E EVITAR O REPETIR TODO DIA...


É muito bonito a gente dizer: "tem que deixar o passado no passado!". E é importantíssimo fazer isso, desde que de maneira saudável e na prática!

Deixar o passado no passado é curar as feridas. É se esforçar, todo dia, para entender que o hoje não precisa dessa repetição.

É entender que o que foi feito, foi feito. Fingir que não foi nunca é deixar o passado no passado, é disfarçá-lo no presente.

O ENTENDIMENTO requer CONSCIÊNCIA e esta requer ruptura com padrão de pensamento pesado e restritivo.

Uma das coisas do entendimento é o fator "escolha". E escolher requer CONSCIÊNCIA... Ou seja, precisamos "estar na" e "ser a" ação. É fazer o novo. É fazer diferente. Continuar fazendo igual é se manter na repetição do passado, no presente, todo dia!

Algumas vezes, nesse processo de escolhas, no que diz respeito às nossas relações, deixar o passado no passado exige entender e aceitar as pessoas como são e entender que o que fizeram - quando o outro faz algo... acontece de nós sermos o outro, também e de nós termos feito algo... mas, isso esbarra num complexo entendimento de cada um assumir suas ações - já foi feito e pronto, está lá atrás. No dia a dia é que podemos mudar e agir de maneira melhor e saudável. Porém, se a outra pessoa não adentra ao processo de mudança e libertação do tempo que se foi, é importante que eu deixe para trás e bem resolvido esse passado, mas não posso continuar a conviver com esse "outro", já que continua a agir e fazer as mesmas coisas, do mesmo jeito. Se escolho um ambiente saudável, preciso eu fazer meu ambiente saudável. 

Existem situações que para deixar o passado no passado, é preciso que as duas partes o façam. Por isso que uso minha DS - distância saudável, porque eu posso e devo me esforçar e sim, é um esforço, um exercício... somos muito ego e vaidade, ainda, e podemos pensar que deixamos o passado lá atrás e disfarçamos nos afastando e fingindo que ele não existe, apenas por não tocar nele. Isso nem é deixar o passado no passado, nem o afastamento sem consciência é DS... Não houve CONSCIÊNCIA, apenas fuga.

Mas, em casos de optarmos pela DS, é, inclusive, pela dificuldade de ter que estar sempre se desgastando e usando energia diária para tentar fazer com que a outra parte entenda. Se há disposição da outra parte, vale a pena lutar junto, porque há VONTADE de mudar. Se não há, se existe a cegueira das próprias ações, eu penso que seja melhor, a depender da rotina pessoal, fazer reservas de força e energia para o dia a dia e manter uma bela distância saudável para todas as partes. Já vivemos sob tanta pressão... que precisamos limpar o ambiente e deixá-lo arejado, para podermos respirar.

É preciso deixar o que se foi; olhar o que foi feito e como foi feito; ponderar se poderia ter sido feito diferente e se abrir: "eu posso fazer diferente! Eu posso fazer um diferente MELHOR! Eu posso ser melhor! Eu quero ser melhor!". E, simplesmente, calar a voz da perseguição que fica latejando e repetindo pensamentos repetitivos e restritivos, cerceando a liberdade!

Para me libertar, liberto-me! 

Para sarar, só cuidando da ferida aberta. Ninguém cura a ferida machucando todo dia, cura?

Pat Lins

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

SABER LIDAR - LIBERTE-SE DE MIM!



Fico intrigada com uma coisa: a gente só vê o nosso lado, como sempre falo e esquece que a gente é "o outro" para outro "eu" próximo.

Assim, pensei:

Se a gente levanta a bandeira para ter o espaço respeitado e o direito de se afastar de quem a gente não tem afinidade e/ou não sabe como lidar com a pessoa, o outro também pode se afastar da gente, com a mesma justificativa em si. Ou seja, todos têm o direito de ter ao seu redor quem some com o seu crescimento. E isso não nos torna vilões, apenas pessoas e pessoas são diferentes, pensam diferentes, agem de maneira diferente e sentem de maneiras diferentes.

O se afastar, em si, não quer dizer: "você é mau". Apenas: "não sei lidar com você." e pronto. Mas, precisamos aceitar, também, quando nós somos o outro para alguém...

Todo mundo tem o seu tempo, espaço e ritmo. Alegar que "Ah, mas eu tenho mais consciência" já denota que não tem tanta assim... o aceitar não julga, apenas aceita - o aceitar vem no respeito e no entendimento.

Bom, se dói ou faz sofrer, aí, é com a gente, quando a gente é o ser a ser afastado e com o outro, quando o outro é o ser a ser afastado.

Ninguém se iluda... enquanto não soubermos lidar conosco, o outro sempre será o alvo mais fácil! Sempre estamos apontando para alguém e sempre estamos sendo apontados. Tudo depende da referência... sou legal para uns, e uma chata para outros. A DS é isso, também... eu vivo dizendo para os que não sabem lidar comigo: "Nem eu sei direito... liberte-se de mim! Siga seu caminho na paz!". O que não vale é viver de embate. É isso que faz da vida um combate. É isso que pesa: o não se aceitar.

Né simples?!

Pat Lins.

sábado, 15 de setembro de 2012

ESTAMOS PREPARADOS PARA A VERDADE?


Eu, finalmente, aprendi que "verdade" não precisa ser dita. No dia em que estivermos prontos, ela mesma se manifesta.

Se eu digo o que vejo da verdade para alguém, é minha maneira de ver aquela verdade. Julgamento de valor. A "verdade verdadeira" não tem intenção de magoar, ofender, humilhar, diminuir... ninguém. Ela enaltece e nos diz onde estamos errando e o que devemos fazer para consertar.

Aprendi que não cabe a mim dizer nada a ninguém. Aceitar como as pessoas são inclui, ao meu ver, o direito de manter a DS - distância saudável - de quem não sei como lidar com essas diferenças. Isso evita brigas, discussões e climas de tensão. Não é desgostar da pessoa, é entender e aceitar que relação interpessoal é uma arte, mesmo. Só há beleza para quem sabe lidar. Não vejo motivo para dor e sofrimento, isso, para mim é prático. Tem gente que não consegue conviver comigo e mantém DS e acho ótimo! Admiro muito a honestidade. Para mim, onde está a verdade está uma ponta de abertura para sentimentos maiores no momento adequado. Se eu reconheço em mim a limitação de não saber agir e/ou lidar com determinados comportamentos - independente se estou certa ou não - assumir que é melhor estabelecer a DS é uma demonstração de respeito e afeto. Se insistir em manter esse contato, tudo isso pode ruir. 

Isso, hoje em dia, está tomando cada vez mais parte de mim. Esse papo de "transmitir" a verdade não é responsabilidade minha. Entre amigos mais íntimos trocamos nossas impressões sem melindres, nem amarguras ou mágoas. Isso porque nossa relação tem esse grau de maturidade. E é não é atitude da boca para fora. É uma característica comum entre alguns amigos mais próximos e íntimos. Não se trata de "o que eu acho", mas, "o que eu vejo é assim". E vamos trocando. Essas "verdades" não me doem. Nem neles. O choque é choque. O lidar com a questão no levantar de questões é que impera.

Se em uma amizade não houver espaço para as verdades, essa amizade ainda não está madura. É de suma importância que saibamos em que grau está nossa amizade e os nossos amigos. Amigos de verdade não precisam ofender, mas, em alguns momentos, umas coisinhas ou outras saem do controle, afinal, somos humanos e disparamos uma opinião - muitas vezes pedida - e a outra parte se machuca. Entre nós, nessa hora, esclarecemos, porque só uma comunicação clara não é capaz de magoar. Onda há clareza não há motivos de desculpas, ninguém culpa ninguém. Se houve mágoa, ambas as partes não estabeleceram a comunicação efetiva. Se não houve espaço para cada um se auto-avaliar, ponderar e "perdoar", não havia processo de maturação na relação e caiu verde, ainda. 

Precisamos ter cautela, não medo ou algo similar, para sabermos a hora de ouvir e de falar. 

Amigos são eternos se houver esse compromisso e envolvimento das partes. Senão, ainda não é Amizade de Verdade!

Resumindo: só uma amizade de verdade suporta verdades e é capaz de por si só ver a Verdade. E cada parte deve estar aberto a desenvolver o seu próprio papel de auto-crítica, auto-conhecimento. Há de se ter boa vontade consigo, antes de tudo. Melindre é atitude de quem não se valoriza... nem ao outro.

Sejamos mais amigos de nós mesmos para sabermos lidar com os nossos amigos.

PS - se colocar no lugar do outro não é simplesmente imaginar como eu (re)agiria diante de determinada situação, e sim, entender como aquela pessoa reage. É ver como a pessoa é e se colocar no papel dessa pessoa como ela demonstra ser. É se colocar no lugar do outro, no lugar do outro, entendendo que o outro é outro e não eu.

Isso eu estou aprendendo e apreendendo. Nem todo mundo entende e sabe se colocar em meu lugar... e aí?  Mais um motivo para eu me colocar no lugar do outro e, se eu não souber lidar com essas diferenças, estabeleço eu a minha DS. O Tempo é quem determina a Hora da Verdade aparecer e transformas a Vida de cada um de nós. Naturalmente! O meu tempo curto de impulso não ajuda em nada... portanto, minha verdade vai poluída com as emoções que confundem o que quero dizer. É bom refletirmos um pouco sobre como cobramos tanto uma franqueza dos nossos amigos e o quanto estamos preparados para essas verdades. Não sabemos lidar com a verdade na ponta do nariz, imagina quando vem pela ponta do nariz do outro? E se o nariz for empinado, a arrogância fala primeiro e compromete o caminho da troca de opiniões. Fiquemos atentos!

O amor está tão pouco desenvolvido em nós... foquemos mais nele e deixemos o que tiver de chegar, que chegue e se estabeleça!

Pat Lins.

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