Mostrando postagens com marcador realidade. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador realidade. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

Pão e circo - sem pão e sem circo

Crédito: Henning Dalhoff / SPL

Não precisa ser muito inteligente, nem entender de muita coisa para perceber que os políticos - de TODOS os partidos - estão dando em nossa cara, né?! Basta olhar e ver, coisa que até cego enxerga, porque fede tanto que o órgão que mais sente é nosso bolso, além da nossa mente que fica perdida e confusa.

Pane na mente - fico abismada com as brigas em família, entre amigos... defendendo político A, político B... defendendo partido tal e tal. E eles, lá, fazendo o carnaval, sim a deturpação do carnaval como alegria de fachada, com verdadeira "folia" apenas para alguns, seletos.

E fico observando: antes os argumentos para indiciar grupos que interessavam, tudo valia. Hoje, que a gente quer acreditar nessa Lavagem, vem uma micareta daquelas beeemmm pesadas, que a gente tem medo de ir, mas já tá no meio. Agora, cadê o fôlego? Ai, ai. Piada de mau gosto. Eu não tenho provas, mas tenho pela convicção de que as cartas estão rolando e vão parar essa zorra. Jogam a culpa em uma legenda e as outras saem como puras e ilibadas... Oi?

Assim sendo, declaro, mais uma vez, como já avisei antes aqui, diante de percepções do óbvio, por ser uma pessoa neutra, sem esse fanatismo e miopia política como muitos se deixam levar e envolver, revelando uma pobreza de caráter e personalidade, brigando "publicamente" em redes sociais por politicagem, abrindo mão de amigos reais para defender essa falta de respeito ao povo, sem se lembrar que também é povo, tenha afinidade com o partido que tiver, pois bem, digo e repito: continuem a nadar, igual a Dolly de "Procurando Nemo", porque ela sofre de uma amnésia constante... então, observem o jogo. Propaganda é um perigo, uma arma, marketing político é expert em manipular mentes, inclusive e principalmente, as "mais" inteligentes, sim, sim... essa arrogância toda, essa agressividade toda torna refém aquele que pensa estar sendo "inteligente, entendido e politizado". Vão às ruas defender partido tal e partido tal, mas não vejo ninguém se unir para derrubar isso que tá aí e que envolve TODOS os partidos em prol do partido do povo brasileiro, que existe independente das legendas partidárias. Somos um povo que carrega uma herança maldita, uma carga desgraçada por conta de todos os erros e destruições sobre as quais nascemos. E, hoje, uma mega operação promete lavar tudo a jato e parece mais com aqueles lava a jato que deixam nosso carro com areia no porta malas, não limpam os tapetes, nem o que está debaixo deles.
 
Com fome e sem graça - Pois bem: lava a jato bom é aquele que faz o serviço completo, lava tudo, rápido e no grau, pae. Isso que tá aí vem se mostrando mais uma brincadeira de mau gosto que nos deixa aflitos por vermos que eles estão ali só para brincarem de democracia, dando apenas pão e circo ao povo e "nois"? Rindo de se acabar. Quando tem o pão e o circo, beleza, ao menos, estamos "passando bem" e quando nos tiram o pão, porque tá caro e não dá para comprar e o circo, porque a lona rasgou e estamos todos expostos? Com fome e sem graça.
 
Para piorar, vem a proposta de reforma previdenciária... desde que me entendo por gente, a previdência social é a mamadeira farta e grossinha para muita gente graúda hoje, aí. Quem já entrou numa agência da Previdência Social ou no INSS, como muitos ainda chamam, podem ver que só tem pobre mendigando para receber o que juntou anos para ter "sossego", implorando para ter direito ao que tem direito adquirido - ironia danada - e ainda sendo chamado de preguiçoso, porque o país não anda porque o povo só quer deitar na rede e dormir. Esse discurso de intimidação para provocar o pobre orgulhoso e ele trabalhar excessivamente e provar que não é preguiçoso, deixando o chefe mais rico a cada dia é coisa de doido. Só uma pessoa muito idiota para cair e propagar isso. Mas, ainda existe quem queira tirar proveito e grite: "vocês são preguiçosos. Quem quer ganhar dinheiro tem que..." eu completo: tem que fazer um otário acordar cedo, pegar ônibus cheio, ser pisoteado o dia todo, oprimido para não ter tempo de pensar, intimidado com a ameaça de perder o salário final do mês, pois não é o único e tem uma fila de desempregado lá fora..., sair mais tarde, porque comprometimento é tudo. Chega em casa um caco, sem lazer, sem gás, no "bagaço" para dormir, sem descansar e acordar cedo para viver tudo de novo. É isso. É esse ciclo inteligente que os grande ganham e ainda são ingratos. Vamos que vamos, porque é isso mesmo que vai para fila do SUS quando adoece e para a fila do INSS para ter uma sobrevida na velhice que se aproxime de uma realização de sonho de ficar em casa, em seu cantinho, com seu salário mínimo ao final do mês... pois, até isso querem tirar. Então, isso nos lembra o que? Escravidão. Pau no lombo, minha gente, como fizeram com índios e negros em 1500. Olha, quando a operação faxinaço acontecer, aí sim, a lava a jato vai ser fichinha. Aliás, ficha limpa é mais do que não ter ficha corrida, é ser digno do voto popular e honrar o compromisso de fazer algo para o bem maior - referindo-se ao bem maior enquanto todo um povo, tá, não uma conta bancária bem maior. O rombo na previdência sempre foi algo que era citado timidamente nos telejornais... desde sempre. Já vi médico tendo que botar gente para voltar ao mercado de trabalho sem ter a menor condição. Importante que morra, porque é um a menos para usufruir do dinheiro "deles". Esse bando de miserável que assume o poder se apropria do benefício do povo e quer mais que quanto menos gente, melhor.

Pois é. E ainda ficam aí, amigos, familiares, brigando pelo que foi "noticiado" no telejornal como verdade. Quer ver a verdade? Venha para a vida real. Saia da frente da TV. Ande por aqueles lugares que você não vai porque tem gente suja, pobre e faminta, com os "dente" tudo "pôdi", barriga de verme, joelho grande e perna seca. E, minha gente, isso não é por conta de apenas um maldito partido. Isso é por conta de TODOS os malditos partidos, desse bando de politiqueiro que temos e que vivem de uma aparência bem montada, trabalhados na voz que fala "bunito" o que se quer ouvir, na roupa que a gente quer ver, com o cabelo beeemmm arrumadinho, tudo engomado, te engomando.

Tenho medo e estou desesperançosa. O Brasil caiu, ninguém sabe, ninguém viu, porque é barril. Onde estão seus amores e amados, pátria amada? O gigante que se ergue é o monstro da roubalheira. O gigante adormecido tá deitado depressivo, porque tudo perdeu o sentido, está faminto, sem pão e sem circo. Sem alegria, sem motivo para levantar. Nesse desânimo, o gigante vai hibernar por muito tempo. Não há como lutar com pés e mãos atados. Fim da cultura, do lazer, do entretenimento, da saúde, da vontade de se fazer acontecer, porque parece que é impossível uma solução. Só a fé nos diz: mantenha a chama da esperança acesa, porque ela é a última que morre. A minha esperança está padecendo... com fome de arte, com sede de investimento em cultura, com falta de saúde e condições para ela, sem segurança, porque os bandidos hoje são as estrelas do crime que "compensam" - e não me refiro ao MC Beijinho, esse, graça a Deus, teve uma "chance" através da "arte", questionável ou não, mas, vamos crer que ele vai poder ser alguém melhor - me refiro aos grandes bandidos dos colarinhos alvíssimos. Eu quero ser feliz agora! E quero que a Justiça seja feita a jato, como prometido, mas com efetividade, lavando e limpando tudo! Até aqueles cantinhos citados e que ninguém quer tocar, porque vai mostrar que muita sujeira vem dele...

Pat Lins - consternada e desabafando para esvaziar.

segunda-feira, 13 de julho de 2015

A CORTINA DO POUCOS SABERES E MUITOS DIZERES

Imagem: http://naftalina.newsevoce.com.br/2015/04/os-misterios-do-universo-materia-escura/ 

Desde que nascemos, somos ensinados a aprender. Aprender o que? Espero conseguir explicar o que me ocorreu. Ao menos, uma parte, creio conseguir... Pois, aprendi que não podemos falar sobre tudo, até porque, tudo é algo muito maior do que supomos... é uma simbologia de infinitude dentro da nossa finitude. Entende?! Pois é... 

Nos ensinaram o que aprenderam, como aprenderam, e o que aprenderam do que lhes fora ensinado, como lhes fora ensinado e com uma pitada de "era assim que eu queria, pois é assim, que quero... e vou passar para você, te passando a responsabilidade de ser o que não fui, sem ser você mesmo, pois isso assusta aos demais e eu também não sustentaria te ensinar a ser você, porque eu, também, não sei ser eu... então, seja um quase eu, do que quase fui, através de um outro quase eu que me ensinou a quase ser quem deveria, mas me tornei quem sou... não Sendo quem Eu Sou.". Sempre - leia-se esse sempre como 100% do tempo que identificamos como o tempo até aqui e agora... facilitou?! Espero que sim!

Pois, nesse sempre - que já entendemos o que representa, por tanto, estabelecemos um símbolo de entendimento nosso, aqui, no Aqui e Agora - já existia alguém passando os símbolos para os "novatos" - me pergunto: quem ensina, deixa de ser "novato", na vida? Hummm... Vamos lá. - do que aprenderam, através dos que os ensinara - não vou repetir essa roda - que, dentro daquele núcleo, era assim que todos devem se portar e COMportar, para que ninguém pense nada errado de você - leia-se que o medo real, imagino eu... minha opinião, seria: "para ninguém pensar errado de mim" ou "para que saibam que fiz o certo, te passando o certo e fazendo você dar continuidade a ESSE certo, que é o que aprendi, dos que me ensinaram e que continua, então, está certo!". 

Portanto, já nascemos com um símbolo estampado - ou que nos estampam - de que "TUDO É PROIBIDO!", e "tudo é permitido, desde que esse tudo seja o tudo que nos ensinaram, daqueles que foram ensinados, por outros que foram ensinados... Nossa! Quantos "ensinadores" e quantos "ensinados". Estes, por sua vez - que são todos, inclusive os que ensinaram... - anseiam por se tornarem "ensinadores", para sair debaixo dos que ensinam... Oh, liberdade de ser quem não se é... fingindo-se ser um ser que não é, mas poderia ser. Isso que é futuro do pretérito, viu?! Por falar nisso, nos ensinam tantos códigos, símbolos... mas ninguém pratica corretamente. Se fosse fácil aprender e ensinar a aprender, ao menos, falaríamos corretamente dentro dos símbolos verbais que nos ensinam aqui... Mas, pouco entendemos, porque pouco desenvolvemos além do que nos ensinam e falamos, escrevemos, pensamos, agimos... TUDO errando, sem querer aprender, porque não identificamos como problema o problema da burrice que nos assola e envolve. Assim, aprendemos o gerúndio, para viver indo, indo, indo, porém, vindo, nada! - escutei isso há uns anos, num espetáculo teatral, chamado "A Bofetada" e nunca esqueci - e aprendemos o futuro do pretérito, sem saber bem o que ele quer dizer. Quando falei, certa vez, a um aluno: "futuro do pretérito é aquele tempo que seria, mas não foi, antes de ser" - Não. Não sou professora de português... Mas, de Comunicação e comunicação é interação entre o dentro de mim ao externo, para que entre no outro e ele externalize o que lhe passa por dentro ao externo e eu possa compreender... Por aí. - Pois, voltando ao aluno: ele me diz: "era só isso, pró?! Nunca me ensinaram tão simples assim!" e eu, simplesmente emite meu modo de pensar: "simples assim!". Pois, voltemos mais, voltemos ao tempo que seríamos, mas não somos, porque deixamos de ser antes de ser...

Retomando os símbolos, tenho que encurtar. Resumindo: todo símbolo só faz sentido se houver uma correlação a algo compreendível. Se eu te ensino que A é a, a letra que conhecemos como primeira do alfabeto, vogal ou artigo... é porque nos ensinaram o som, a imagem e nos ensinaram onde e como deve ser utilizada. Correto? Pois é... só é possível DECODIFICAR - e a ideia é essa, precisamos estar como decodificadores - trazer esse símbolo para o entendimento, ou aprendizagem, se ele fizer algum SENTIDO dentro de nós - lugar onde o "ensinador", aquele que parece nos ensinar com dor... creio que dor pelo que sabe que deixou de ser e se enfraqueceu diante do tempo, e esqueceu, por não aceitar ou lembrar... do Tempo, que é do eterno... PS - adoro reticências... nos deixam subentendido, tipo um símbolo, um código de que não se encerra aqui... 

Pois sim, para aprofundar sobre o entendimento de símbolos, signos, significados e significantes, Saussure - um link bem didático que achei, porém, bem básico, também: http://www.infoescola.com/portugues/linguistica/ . Ou pesquise sobre linguística, semiologia, semiótica. Vamos adiante, pois, aqui, chego no cerne deste post - aliás, todo o post é um cerne dele mesmo...

Minha maneira de compreender - sim, pois mesmo pensando assim, a e em mim não faz sentido... - as brigas religiosas:

As religiões brigam porque querem mostrar que a sua decodificação - e criação de novos símbolos... - dos símbolos naturais é mais próxima da realidade do TODO que os outros. Lembra do "tudo" que combinamos lá em cima? Vale aqui, também... Só que, cada um de nós é capaz de compreender um pouco desse TODO UNIVERSAL, um ínfimo pouco. No máximo, compreendemos essa parte do TODO, dentro do todo que nos ensinam e nos fechamos como 100% do tempo e espaço que nos condicionamos e nos condicionam estar - não viver!

Imagem: http://www.psicologiamsn.com/2014/03/o-conceito-religiao-pensamento-de-carl-gustav-jung.html  
A questão das discórdias religiosas, ao meu ver, está no ego inflado daqueles que captam, percebem, são mais sensíveis, se conectam, vibram... numa capacidade de consciência e entendimento de algo além do "aqui e agora". A esse "algo", chamamos de sobrenatural, em geral. E, em geral, esse sobrenatural tem um Criador, ao qual denominamos Deus, como um título, um símbolo de que nesse "algo além do aqui e agora" existe um "algo eterno", que já existia antes d´eu existir, antes dos meus pais existirem, antes dos meus avós... antes do antes que conhecemos antes de nascermos.

Pois é, as brigas, as religiões que se desmembram - nada aqui é crítica pejorativa... apenas constatações do meu EU diante do cenário que estou vivendo e convivendo - as religiões que surgem... Bem fez Jesus, que NUNCA teve religião. Ele, Ele mesmo aceitou-se como templo vivo. E a gente NUNCA entendeu os símbolos de libertação pela clareza das Suas ações, onde não havia mistério algum. Tudo era. Ele era, fazia e falava. Nós, povo burro, ouvimos, através dos ensinadores - sim, aqueles mesmo, que ensinam com dor, com a dor de viver com medo de ser feliz, de SER LIVRE - que foram ensinados por outro ensinador como ele - é! Somos todos iguais em nossa burrice! Aprendemos e ensinamos: burrice! - que Jesus pregava isso e aquilo. Porém, muito porém, não aprendemos a REAL e VERDADEIRA LIÇÃO do VERDADEIRO MESTRE - ao menos, foi o símbolo que nos passaram sobre aquele tempo... - Onde Ele não era um ensinador. Ele é um mestre. Todo mestre reconhece a maestria em seus seguidores. Pois, cada um de nós, É também, parte do TODO DIVINO.

Vivemos por trás de uma cortina - que já endureceu e se transformou em outra matéria forte, dura e densa, tipo um concreto que não suporta viver a realidade concreta... E, dentro dessa muralha firmada, vive-se na dureza, na sordidez, numa falsa moral e na falta de bons valores. Vivemos numa dimensão criada e induzida. Vivemos de ilusão e falsidade. E a isso, chamamos "verdade!". 

Dentro dessa "verdade" criada e estabelecida como código da nossa realidade, alegamos saber de tudo, pois, lembra do tudo? Pois é... Tudo o que sabemos até aqui compõe o nosso todo. Todinho, tadinho de nós! E quantos dizem saber mais do que nós? E quantos de nós dizemos saber mais do que os que vêm depois de nós? Tudo - o 100% do tudo que vivemos até aqui e agora - faz parte de crenças e valores que compõem nosso âmbito social; são características da nossa cultura social, ou seja, dos hábitos que representam um povo, um grupo. Um! Não O TODO. Apenas o todo do um que fazemos parte até aqui e agora.

EXISTEM DIVERSAS MANEIRAS PARA DESPONTARMOS A CONSCIÊNCIA E ALCANÇARMOS O CONHECIMENTO! 

Somos tão experientes! 

Pergunto: experiente em quê?

Pergunto: QUEM EU SOU?

Percebe? É por isso que as brigas se instalam, que a discórdia se prolifera: ninguém quer ter o trabalho, o esforço de ir além do aqui e agora. Medo! O medo nos torna mais agressivos. Então, vamos criar um clima de tensão. Povo tenso não pensa. Não pensar... é um perigo! Pior, pensar que pensa... E quando pega fogo? Explode toda a estupidez que o saber que nada saber nos fora ensinado. Saber que nada sabemos é a maior sabedoria! TUDO podemos aprender, porque TUDO podemos ser, porque do TODO viemos, do TODO somos, o TODO compomos!

Vou parar por aqui. Não falei tudo... Mas, esse pouco, é apenas um pouco do pouco que compreendo, como compreendo. Só mesmo para fazer um alerta: SEJAMOS!

Simples assim: EU SOU!

Pat Lins.

sábado, 13 de junho de 2015

O COMEÇO DO COMEÇO

Imagem: Google Imagens
Acho interessante um monte de coisa... Mas, ultimamente,  tenho observado que o grau elevado de estresse tem levado um número maior de pessoas a buscarem a espiritualidade  - em diversas religiões,  tá?  Vamos quebrar o tabu com as palavras e como as recebemos,  pode ser?  Só um convite a "menos estresse,  mais consciência e boa vontade". Por um lado, coisa boa ver que estamos percebendo que só isso aqui, essa realidade tida como lógica  - e ilógica... - ou cientificamente comprovada,  não é suficiente.

Abrindo parêntese: entendo que foi uma questão histórica de mudança. Vivemos ciclos e ciclos. Foi o iluminismo,  depois o positivismo... E por aí vai. Cada demanda por mudança, uma luta... Entretanto, um radicalismo e um exagero. É ou não é? Faz parte da dualidade que nos submetemos,  de uma necessidade de ter que ter forças para romper com algo já "arquetipizado"... De abrir frente para o novo. Enfim.

Pois, essa busca tem um outro lado... Um apego a soluções mágicas. Isso me ocupa os pensamentos. Em vez de buscar a "luz" , vejo muita gente ficando cego, por querer olhar direto para o sol, assim que sai da caverna... Lembram da "caverna" de Platão?  Pois é... Temos muitas demandas até conseguirmos alcançar a tal iluminação divina. Mesmo assim, ainda somos centelhas Dele, O Pai; O Criador; Deus. Só que nos sujamos com tanto preconceito e idiotices  - perdoem-me,  mas não achei adjetivo que melhor descrevesse o que e o como penso...

Criamos, cada um de nós,  um campo de destruição,  dor e discórdia. Somos assim... Depois, nos decepcionamos com "Deus" , pois Ele não vai entrar em nossos joguinhos egocêntricos e alienados,  fanatizados pela insanidade de agir, fazer e pensar do mesmo jeito e exigir mudança... Fazer igual e esperar algo novo... Repetir, criar padrão e esperar,  esperar e esperar novidade...

Sendo assim, me pergunto:  buscamos o que?  O que queremos encontrar? O que é fé? O que é crença? O que é ideia fixa? O que é mania de perseguição?  O que queremos,  mesmo?  Quem sou eu?

Pois é... A luz acende,  mas as sombras se revelam. Quem cuida de iluminar as próprias sombras,  se só está vendo a sombra do outro?

Tudo começa com a pergunta certa. E : big bang! Fiat lux!

Mas tudo que começa é um começo. Começar,  iniciar. Todo começo tem um começo. Todo novo precisa começar. Tudo faz parte de um todo, de um processo de construção:  uma parte de cada vez. Evoluindo, ainda que não pareça, pois assim como a terra já se reconstruiu algumas vezes, o que está fora e obstruindo a evolução,  simplesmente,  como num passe de mágica, é destruído. Ou por uma explosão ou por um dilúvio ou por algo que venha dizimando tudo. Será que já não estamos nesse processo? Hum... Será?

Só para eu refletir,  mesmo. Espero que ninguém tente acompanhar esse pensamento.

Pat Lins


quarta-feira, 1 de abril de 2015

ENTRE DOIS MUNDOS

Imagem: Google Imagens - http://projetoaguaic.blogspot.com.br/2011/10/agua-um-bem-precioso.html


ENTRE DOIS MUNDOS

Entre dois mundo mais de duas realidades paralelas.

Entre dois mundos, dois, dois, dois, dois...

Entre dois mundos existe tanto antes e depois.

Entre dois mundos a vida intercala, por vezes revelando a sua face... em outras, revelando as interfaces.

Entre dois mundos, tudo e nada se revelam, sem pressa para o caminho mostrar.

Entre dois mundos, os símbolos se revelam... para apenas na hora certa, a folha cair e Deus explicar, sem palavras, com a comunicação do entendimento do que É e sempre será!

Entre dois mundos a verdade está. Mas, apenas em um ela pode imperar: realidade.

Que realidade é essa, se entre os dois mundos, dentre os dois mundo e dentro dos dois e de cada um dos mundos, a realidade há?!

Tudo é, pois pode ter sido, já ter ido... foi, talvez não mais será. Que seja! Que seja o que é para estar na realidade desses mundos a verdade deve estar!

Tudo se une no Todo e todos somos um perante Um único criador!

Cada parte é uma parte de um todo e de uma eternidade.

Tudo Sou. Nada Sou.

Brilhante, errante, passante, caminhante... buscadora do eterno amor: EU SOU!

Pat Lins​

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

PERSONAGENS DA VIDA REAL



Quando a gente cria um personagem, pode ser tudo, menos realmente real!

Em algum momento a máscara cai e somos obrigados a revelar quem somos.

Sejamos nós mesmos. Sejamos a nossa essência: EU!

Pat Lins.

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

BRASIL, QUAL É A SUA CARA? QUEM SOU EU?



Já começaram... as campanhas, lógico, já começam a mostrar o que não existe, criar um clima "copa feliz! Brasil, país do futebol recebendo o mundo do futebol do mundo!". Praticamente, um país de primeiro mundo. Até eu já estou me vendo saindo nas ruas com tranquilidade, num país paraíso, com ruas asfaltadas e com asfalto de qualidade sempre, segura, sem medo de ser feliz, afinal, estou no Brasil - país sede da Copa do Mundo de 2014! Isso é inteligência pura! Não sei porque só usam para criar ilusão... essas inteligências seriam fortes aliadas se fossem sábias. Oh, que pena!

Essa Copa aqui no Brasil vai nos fazer colocar em prática a máxima deste blog: viver o aqui e agora. No caso específico do grande evento, é mais como disse Vinícius: "... que seja infinito enquanto dure...". 

Do mesmo jeito que a Coca Cola trabalha as mensagem de relacionar a bebida com um estado de felicidade... ou seja, ela faz a diferença e a gente acredita nisso. "Abra a felicidade!". Somos felizes por bebermos Coca Cola, uau! Nossa, quão profundo somos. Me emociona... 

Pois é... as coisas começam aos poucos e vão entrando em nossa mente que a gente nem sente. Sem violência. Sem brutalidade. Se é possível fazer isso, a gente pode fazer o contrário, começar a desconstruir. E dizer: tá, já que a copa vem, tudo bem. Mas, eu não estou satisfeita com os gastos desnecessários e tudo mais. Ou: tenho consciência de que isso tudo não é real, bem que poderia ser, mas é não. 

E fica uma reflexão: o Brasil "nasceu" de maneira desestruturada, praticamente, vítima de um estupro. Mataram os índios que aqui viviam e tomaram o lugar a força - pouca força, diga-se de passagem, porque os índios "selvagens" não representavam a violência como nos fazem achar... eles não são os bandidos - e passaram a mensagem de que "civilizaram" esse país selvagem, para o qual Deus nunca olharia, porque não eram catequizados pela igreja Católica de Portugal. Só não entendo como Deus é brasileiro... O brasil cresceu de qualquer jeito, tal qual menino de rua, sem educação, saúde, ambiente saudável e estruturado e etc. Mas, hoje, é o Brasil e não temos como mudar o passado, nem como foi feito. Como diz Elisa Lucinda: "Não dá para mudar o começo, mas pode dar para mudar o final", ou o atual, né?! 

E o que é o Brasil, hoje? Com uma Copa que nos fora empurrada goela abaixo, que nos fará curtir o presente, assim que ela se fizer presente, e gritaremos juntos o nosso patriotismo forte e racional através do futebol. Acho massa torcer pelo time. É muito saudável praticar e incentivar o esporte. O que abro aqui é o questionar do que está além e se fará presente já, já...: nós não temos estrutura alguma para sediar um evento desse porte. Nem me refiro ao que vai acontecer com os estádios elefantes brancos no período pós Copa. Me refiro ao todo: saúde, segurança, profissionalismo, etc e a nossa integridade. 

Não me preocupo com a imagem que será vendida lá fora... essa é inventada - e já foi discutida há muito tempo, para se elaborar um belo e eficiente plano de ação estratégico e tático - e manipulada com belas propagandas onde pessoas de todas as cores, classes - que, nas campanhas nem se faz necessários o plural, é apenas uma classe: a da felicidade e união, sem discriminação... coisa mais linda de se ver - e credos estão lindas e sorridentes, juntas, parecendo que o racismo não existe aqui, num país tão tropical e negro, além da África; a pobreza é só uma coisa falada, mas não se sabe o que é por conta do apoio solidário de diversas empresas que aparecem "ajudando" e criando alternativas para "mudar essa pequena realidade", nos fazem acreditar que o que vemos nas ruas, diariamente, isso, sim, é ilusão. A vida é ilusão, gente! O que vemos não é real. O real é aquilo que assistimos produzidos em estúdios - uma pequena parte - e em computadores de alta performance que criam uma realidade virtual tão fantástica que dá vontade de viver aquilo, de viver lá! Me lembrei do "Show de Truman", o filme e nem sei porquê... Ah, se cada designer conseguisse criar um mundo real tal qual o virtual e digital. 

Me preocupo com a imagem que no deparamos diariamente... a real, mesmo que a neguemos. Me preocupo com o tratamento que receberemos. Estão agindo tal qual a etiqueta manda: receba bem as visitas. Sabe, quando tiramos o aparelho de porcelana do armário e fazemos aquele jantar especial, com talheres especiais? - em meu caso, já uso no dia a dia... aprendi a celebrar a cada dia e com as pessoas que amo no presente, porque nós somos especiais, em qualquer dia. Pois é... aparência não celebra a vida! Aparência celebra uma superficialidade fingida por interesses escusos...

Isso é que me preocupa... quem cuidará de nós? O apartheid se fará aqui, conosco. A segregação vai ser nítida: todo brasileiro é suspeito e perigoso.

Ninguém se iluda... os países de primeiro mundo já enviaram gente para observar o Brasil nos últimos anos. Ou todo mundo acha que eles são estrategicamente limitados como nós, que deixamos tudo para resolver na hora - e isso não é uma questão de otimismo, de deixar as coisas acontecerem... somos relapsos, sim, e não sabemos nos programar. Com certeza, sabem que terão que trazer suas próprias forças armadas, para reforçar a nossa que ganha pouco e que é subvalorizada... portanto, descredibilizada. Isso é o que temo, e não é angústia ou sofrimento por antecipação, é sofrimento consciente de quem vive o dia a dia vendo e sabendo que não é ilusão: é real. Uma realidade preocupante desde já e que uma bela maquiagem não mudará a verdade. Esse é o meu temor: temo por nós no hoje. E quando esse hoje for em junho de 2014, não haverá tempo de fazer mais nada. Desde que o Brasil foi "sorteado", quanto tempo houve para se fazer algo real? Mudar de verdade o Brasil e, consequentemente, ter base para sediar um evento desse porte? Nós seremos apresentados ao mundo em fragmentos e recortes mínimos, apenas a Copa aparecerá. Alguém viu algo de ruim na África? Pessoas com fome, miséria ou algo assim durante a copa lá? E isso fez com que o estado de miséria deixasse de existir? Foi um pause, dando play logo após o encerramento lindo, com shows belíssimos para quem é de fora?

É esse tipo de controle remoto que temo... uma realidade surgirá em meio à nossa realidade e a gente nem vai saber em qual das suas está a realidade real... essa confusão vai nos deixar tontos e ainda mais vulneráveis para o que virá em seguida.

Alerta, meu povo! As eleições etão chegando... Onde está a ordem, para se existir o tal progresso?

Brasil, mostra a tua cara! Mas a cara de ordem e progresso, não a dos black blocs, por favor! Ah, esqueci: como vamos mostrar a nossa cara se nem sabemos quem somos nós? QUEM SOU EU?

Pat Lins.

sábado, 16 de março de 2013

TEMPO DO AQUI E AGORA: AGORA É O QUE É


Mais um desabrochar,
ainda que com a dor como mestre... ela nem é tão ruim quanto parece,
apenas necessária pela nossa condição humana e
limitada de ver e entender e aceitar e continuar e deixar passar...
de encarar o que é!

Pat Lins.

Juntando nossas partes, montamos um todo de pequenas partes fragilizadas. Um apoiando o outro e estabelecendo um equilíbrio improvisado, até a dor do desmame ir, pois ainda está em seu tempo de ser. 

Em paralelo, ela - essa dor - vai-se indo e a dor que fica - pelo irreversível - é chamada pela razão do fato e do lógico para ocupar um lugar próprio, que caminha junto, calada e compreensiva e dá-se, aos poucos, lugar para o aqui e agora, para o novo tempo que se instala, que se ergue, que É!

E assim caminhamos. Ainda não encaramos porque a rotina ainda não fora retomada. Todos precisavam de um refresco... todos vivenciamos e a acompanhamos a saga de dor de minha tia... todos nós sofremos com ela. O alívio dela foi nosso alívio em não vê-la ter que passar por aquilo. Uma morte, um descanso para sofrimentos que poderia ter se arrastado por anos e anos... mas Deus teve compaixão e não permitiu que essa filha passasse por isso. Triste doença - câncer - que aplaca não apenas o doente, mas todos no perímetro ao redor. O conforto de saber que ela não está presa a uma cama, vegetando nos foi dado. Isso nos fez entender o quão importante é a medicina e seus avanços, mas o quão acima disso estão os desígnios de um destino que não nos cabe conhecer previamente. Coisas da vida e da vida-morte-vida que eu prefiro acreditar e que, apesar de questionar muito, começo a aceitar o que em mim já pedia para ser aceito, sem tanto lutar.

Hoje, tive o primeiro sonho com ela, e estávamos todos querendo comprar um celular para o filho dela. Ela estava entre nós e não estava... O telefone deveria ser um desejo meu de estabelecer contato... Talvez desnecessário... Só peço a Deus que esteja em paz e tenha sido bem recebida pelos Seus anjos!

A família e os amigos ainda sentem/sentimos o baque, a ruptura rápida, prevista - sem hora marcada, mas sabia-se que era a evolução de uma doença sem cura e destrutiva - do que vimos com os nossos olhos, ali, lado a lado e como é dualisticamente dolorido e reconfortante ver o deixar de ser. Ali, diante de nós, nos despediamos e sentiamos que chegava o momento... e quando chegou, não estávamos nem um tiquinho preparados, mesmo sabendo... onde prova que por mais racional que sejamos, somos muito mais emocionais e o equilíbrio desses pólos é que nos permite encontrar forças sem negar a dor, sendo fortes mesmo fragilizados.

Como será segunda? Quem sabe é Deus! Uma partida no meio da semana, um enterro na quinta... uma sexta de descanso, um sábado de primeiro momento sem ela... e amanhã, e a segunda, quando teremos que retomar a rotina? E o filho dela - meu primo - quando dormir e acordar em casa sem ela... e minha tia caçula, que vivia com ela, que era a irmã, amiga, parceira, companheira de todas as horas? Juntamos nossos caquinhos e nos erguemos num novo EU de cada um, e num novo NÓS como família, para dar conta de tudo que ainda está por vir... Meu primo é especial, vai precisar de tratamento... Deus nos dê a capacidade de dar conta daquilo que só uma mãe consegue fazer, que é fazer tudo por ele - com erros e acertos como qualquer mãe que se preze... 

Deus, te pedimos que amenizasse o sofrimento dela, que não a arrastasse naquele quadro... - não tem prisão pior para um inocente do que ficar preso em um corpo morto e vivo, agonizando e sofrendo por  dias, semanas, meses, anos e anos... - e o Senhor nos escutou, a olhou e a levou. Agora, Pai, pedimos que nos capacite a dar continuidade ao nosso caminho. Que nosso presente seja de força, sem as boas lembranças de um passado que se impõe e segue o seu fluxo de ser e existir e que em mais um contato com dor extrema, consigamos superar o desafio de julgar, de culpar, de encontrar onde foi a falha para aceitar o que aconteceu. Que consigamos romper com emoções densas e estabeleçamos, a cada dia mais, um contato com o que há de melhor em cada um de nós para escutarmos melhor o que tens a nos dizer com Sua infinita sabedoria, através daquela Natureza criada para nos prover e nos ensinar... nos alimentar, inclusive de entendimento pela aceitação do que é e pronto!

Obrigada a todos que seguem este blog, que, nos últimos meses ficou um pouco triste, mas com reflexões que nos deixam mais próximos do que vem a ser felicidade, que é ir se desapegando de pesos que não devemos carregar e arrastar vida a fora e vida a dentro, que é o sofrimento. Que aprendamos a deixar passar com consciência e entendimento de que a dor fica, para sempre, amenizada porque será através de boas lembranças boas!

Luto no luto para lutar pela continuidade sem luto, lutando diariamente contra o breu de mim mesma, humana que sou!

Pat Lins - mesmo aqui e agora de dor e luto, aqui e agora plantando e construindo felicidade, através do amor que liberta e refrigera a alma! A gente tem mania de pensar que perdeu algo que ainda nem achou... A gente não perde quando se ganha, a gente só precisa entender que ganhou a alegria de ver um sofrimento acabar para uma pessoa que amamos... um dia isso estará mais firme em nós - e um dia eu internalizo, isso, também...



terça-feira, 4 de setembro de 2012

DECEPÇÕES



O problema das grandes decepções que temos, na vida, são o simples fato de que são coisas tão pequenas diante da grandeza do infinito que, quando a gente deixa "ficha cair" e entende isso - lá dentro de nós, como o sangue que corre nas veias - a gente vê que tudo não passou de um golpe de estado do estado desequilibrado do orgulho, da vaidade e do melindre.

Todo mundo tem algo de bom a nos mostrar... pena que alguns não conseguem mostrar isso nem a si. Mesmo assim, são capazes de mexer tanto com essas nossas emoções baixas que a gente até entende: todo mundo tem algo de bom, nem que seja o lado ruim da pessoa nos fazendo ver o nosso lado ruim, também!

Decepção é apenas isso: a gente ver que a pessoa não é o que a gente "achou" que ela fosse. Agora, quem mandou  a gente "achar", nada? Agora, temos que devolver. Devolva para o mundo de ilusão a verdade e diga: essa é a pessoa. Se tiver forças em si para lidar com essa diferença, lide. Senão, caia fora e mantenha um DS - distância saudável - até se trabalhar o suficiente e ser capaz de entender que nós também somos as decepções de outros que também nos idealizam e se desapontam quando se deparam com a realidade.

Vamos fazer uma campanha em prol da "auto franqueza". Reconhecendo na gente primeiro, que somos falhos e passíveis de erros "sem querer". Dói quando o erro é consciente e intencional. No geral, erramos por pura imaturidade humana. Ninguém se iluda e se "ache" muito maduro, perfeito e superior... tem sempre algo em nós que requer muito de nossa atenção para transformação verdadeira... se a gente não enxerga, um dia teremos que devolver ao mundo da fantasia a imagem do real e, aos poucos, o mundo da fantasia vai sendo apenas um espaço livre para idéias, criatividade e fantasia, com consciência da existência dos dois mundos: o da fantasia e o real. 

Para evitar as decepções? Simples: quebrarmos os paradigmas dia a dia. Questionar as emoções desencadeadas. Olha, isso não quer dizer que sejamos obrigados a conviver com todo tipo de gente para se testar ou resignar... Para mim o processo é outro. A gente vai se abrindo e se construindo a cada vez que conseguimos quebrar um pensamento engessante. Não é de vez. Não é para ontem. Até para essa quebra, antes de tudo, entender que será um esforço constante. Paciência será desenvolvida. Compreensão assume o comando. Vida, Tempo e Natureza vêm para guiar. Fazendo tudo certinho, ainda assim, sempre teremos algo novo para errar, imagina nunca tentar? Ninguém alimente a ambição audaciosas e presunçosa de se "achar" capaz de se tornar um ser elevado em três dias. O trabalho quando começa, não termina e sempre vem algo maior e maior. Assumir a responsabilidade pela vida é se abrir e se tornar cada dia menos denso para, um dia, alcançar ser um ser mais leve. E sem essa de ser chato e viver dando sermão em nome da "verdade deve ser dita". Verdade não ofende. O que ofende é a conotação que damos ao que dizemos, ou seja, "o que queremos dizer?". E se a pessoa não sabe receber a gente ainda se ofende: "eu só falei para ela ver as próprias falhas...". Todo mundo vai se doer. Nem todo mundo está aberto para refletir após uma observação "verdadeira". Fora que, para mim, estou entendendo que a verdade nem precisa ser dita, porque ela, por si só, revelar-se-á. Tá na cara de todo mundo. Olha que eu só aprendi isso há mais ou menos um mês, quando disse um monte de "verdades bem intencionadas" a uma pessoa e ela me disse: "têm coisas que você me disse que não saem mais... magoou fundo". Vou me chatear com ela? Eu caí em mim ali. Me toquei de que fui leviana, ainda que falando a verdade. Quer outro exemplo? Estou gorda. É fato. Eu conheço umas pessoas que se limitam a ver apenas a fachada dos outros. Toda vez que me encontram, me falam: "Nossa, como você está gorda! Tem que fazer uma dieta". No início eu ficava P da vida. Um dia, me questionei: "é mentira?". Não. É verdade. Me questionei mais: "o que elas têm com isso?". É mentira? Não. É verdade. Daí, me questionei mais: "Então é assim...? Certas verdades são tão óbvias que, mesmo estando na cara - ou no corpo - a gente se esquiva e finge não ver. Como a gente não se aceita, a gente rejeita o que vem de fora com agressividade... Mas, se eu estou gorda, e não faço nada para emagrecer, então, preciso me aceitar e me enxergar assim, sem demérito. Depois, assumindo, aí sim, terei algo a mudar...". É verdade, ou não é? Não me dói mais escutar a mesma coisa da mesma pessoa. De quebra, entendi que para essa pessoa, mais importante que "ser" é "parecer ser". Iria me voltar e dizer para ela: "É, ao menos não sou superficial..."? Que mal há nisso? Ela é assim. Aos poucos, no cotidiano, vou aprendendo. Nessas simples e corriqueiras ações etá muito dos nossos pensamentos mais profundos - ou rasos. É daí que vem o desenrolar. Eu não me decepcionei com a pessoa, nem comigo. Vi nós duas, ali e tive opção de escolher o que pensar e como agir. Como EU não estou bem resolvida com meu excesso de peso - mesmo sabendo que tenho uma saúde de menina: pressão baixa, glicemia, triglicérides, colestrol... tudo OK, a gordura é apenas uma questão estética, mesmo - eu vou me "doer". Então, se mesmo eu, do jeito que me questiono e sei que é bobagem minha, mesmo assim, sinto - e continuo a me questionar como resolver essa questão - por que eu vou "achar" que os outros devem "re"agir bem à exposição da verdade? 


Cada um cria a sua maneira de ver a verdade, mesmo ela sendo uma, mas, trata-se de como lidar com a realidade, muito mais do que ver a verdade. A realidade de cada um, sim, envolve um conjunto de outras tantas coisas que pode misturar fantasia e real, sem deixar de ser realidade. Isso varia de ângulo para ângulo, penso eu. Mesmo assim, a verdadeira realidade sempre estará ali, no lugar dela. Um dia a gente vê e se espanta: "você está aí?" e ela vai responder com serenidade - porque a verdade é clara, serena... é como é, portanto, não há mais nada além de ser o que é e pronto -: "Sempre estive, meu bem! Que bom que me viu!". Isso que é paciência. Esperar a vida inteira para ser vista, sem pressionar, ofender, gritar, brigar, se magoar ou se decepcionar. A verdade não decepciona porque ela não se impõe, ela É. 

Sejamos VERDADEIROS. Isso só é possível quando começamos a sermos verdadeiros conosco. Não tem como ser diferente. Quando não nos escondemos mais de nós. Nem que seja admitindo: "não tenho forças para me ver, agora!". Nada de sincericídio. Isso não ajuda, não une, não estimula, não é verdade. 

PS - agora, se eu pergunto a um amigo a opinião dele, eu escuto a opinião dele - o que chamamos de "verdade subjetiva"... - não uma verdade universal. E a opinião de um amigo trás um pouco da sua própria relação com a vida, com o outro e com seus pensamentos. Revela um pouco do mundo desse amigo, ou seja, envolve a emissão de um "juízo de valor" e isso é muito mais do que pessoal, é pessoalíssimo. Passa por lugares, pensamentos e sentimentos que só aquela pessoa sabe e/ou nem sabe...-. Uma opinião deve ser considerada como algo a refletir, porque, apesar de sair de outro mundo e do ângulo que esse mundo vê o seu, o "como" a gente se mostra chega no lugar com determinada informação. Quem emite essa informação somos nós. Agora, claro, não descarto a hipótese de que há pessoas que criam muito e em demasia e se perdem nesse mundo de ilusão, fantasia e solidão - não estou falando de quem se encontra vivendo só, mas,d e solidão por ser o único naquele mundo próprio e pessoal e não concatenar mais com a realidade externa, do real - e, diante de uma realidade comum, ou social, emite juízos alienados e sem sentido... Bom, o que quero me dizer é que "tudo pode ser refletido" e isso evita uma decepção. 

A decepção é uma emissão de juízo de valor... É muito mais subjetiva do que real!

Pat Lins.

sábado, 28 de julho de 2012

CARÊNCIAS DANOSAS


A maioria de - para não afirmar categoricamente que TODOS - nós tem algum tipo de carência. Alguns de nós consegue identificar e administrar... outros, nunca sequer se deram conta e, possivelmente nunca se darão... outros sabem, preferem esquivar... outros, fingem tratar e fingem que sabem lidar... enfim, ser carente é algo natural e inerente ao ser humano. Temos carências a serem supridas, temos sempre algo em nós a trabalhar, a melhorar, a desvendar.

Para mim, o grande problema não está na carência em si, mas, nos danos que a falta de consciência do carente pode causar. As necessidades de auto afirmação parecem pragas. A pessoa não se contenta em querer "mudar" a sua realidade - que, para mim, se ela quer se auto afirmar é porque ainda não se encontrou ou está num caminho que não deveria estar e está perdida... - e necessita que os outros também mudem na mesma direção. Vou dar um exemplo bem chulo: conheço uma pessoa que tem prisão de ventre. Ela quer que todo mundo tenha... Assim, ela chega e diz "você tem que comer ameixa, porque solta mesmo..." ou "descobri que se eu não comer mamão todo dia, minhas fezes saem duras e ressecadas... quando como, saem macias, macias...". Veja, que papo... E isso ocorre em qualquer lugar. Eu não me incomodo em falar "merda", "cocô", e etc. Mas, eu sei que tem gente que se remexe todo só em escutar essas palavras como se não as fizesse... Mas, enfim, em respeito aos outros, devemos saber onde e quando podemos abordar esse assunto. A não ser que parta de uma pessoa carente e que queira te convencer a ter prisão de ventre, também. Essa pessoa falará em qualquer lugar. O mais interessante é que o papo não começa com: "você tem prisão de ventre?", pelo menos, para justificar as receitas. Não adianta dizer: "Ah, tá! Mas, eu não tenho prisão de ventre, não...". A pessoa passa por cima e continua: "Mas, olhe, coma...". Como tenho me esforçado para desenvolver a bendita e dificílima paciência e uma boa base para ela é a compreensão, compreendi que a pessoa precisa se aceitar. Entretanto, para isso, eu não preciso ter prisão de ventre... concorda? Assim, a deixo falar e vou me esquivando. Não adianta falar que eu não sofro do mesmo mal, ela quer receitar para si e me usa - bem como a outras vítimas - para ver se entra na própria cabecinha.

Compreender não quer dizer se submeter. São coisas distintas. Com respeito a pessoa que é mais velha do que eu, estabeleço minha DS - distância saudável. E não me criem uma imagem de boazinha, não... isso é um esforço enorme, que faço. O oposto da prisão de ventre - a diarréia, mesmo - me vem em forma de pensamentos para serem colocados para fora e ver se a pessoa se toca. Uma vez, dei vazão a abri o verbo... Adiantou? Nada... Ela ainda achou que eu estava saber lidar com a minha prisão de ventre e não estava admitindo... Ou seja, entender que a DS se faz necessária é porque bater de frente - ou de lado, ou de fundo... - não surte efeito. Tem gente que a mente é mais fechada do que fechado hermeticamente. Não entra nada. Infelizmente, só é fechado de fora para dentro, porque de dentro para fora jorra...

Isso me fez ver - não a prisão de ventre, mas, a pessoa e outras pessoas - que existem carências altamente danosas. Esses seres dotados dessa enfermidade de carência que depende de infernizar a vida do outro para se sentir alimentado - vulgo "vampiro", manipulador... dissimulado... - podem nos causar grandes danos. Tipo "água mole em pedra dura...". Por isso que caio fora. A DS - Distância Saudável - salva as duas partes, porque se essa pessoa ficar batendo numa represa, nossa, vai morrer afogada.

Como minha carência de entender as coisas não é saciada, afinal, essas pessoas carentes danosas em específico, nada dão de informação coerente - elas, sinceramente, não fazem muito sentido... - e, assim, impossível entender o que as norteia, porque nem Norte elas têm... vivem reagindo e por instinto, como animais selvagens. Mas, elas não também não me compreendem, o que me tranquiliza: estamos quites!

Como eu não sei o remédio para esse tipo de carência altamente perigosa - e, pior, a medida que o tempo passa, a doença mais se instala e mais crônica e aguda e profunda e pior, muito pior, fica... a loucura se estabelece e, aí, minha flor, sai debaixo, porque só vem bomba... e merda... - eu estabeleço uma distância saudável para ambas as partes. O detalhe é a gente saber se a gente faz parte das vítimas ou dos causadores... É! Isso é sério: o diagnóstico. Para lidar de uma maneira menos tensa para mim, durante os encontros inevitáveis - sim, eles acontecem - eu desenvolvi duas técnicas, que são determinadas pelo meu estado de espírito e minhas carências, no momento, que são a TÉCNICA DO FICAR CALADA E NADA SEI, NADA FALO, NADA ESCUTO (quem dera minha audição me obedecesse... minha carência de tentar entender me força a escutar tudinho...) e emitir apenas pareceres do tipo "não tem idéia formada sobre o assunto... talvez seja..." ou, simplesmente, uso a TÉCNICA DO ESPELHO  e repito o que fazem: "você já viu que..." e enfio informações até cansarem - o que é rápido... essas pessoas não gostam de escutar, aliás, nem sabem; não desenvolveram essa competência, não - ou, nasceram sem, o que é minha forte suspeita e me ajuda a ter um mínimo de compaixão. Quando ajo como agem, meu Deus, caem fora de mim. Mas, para isso eu tenho que estar iluminada e com muito bom humor, para não ser irônica. Sinceramente, essa não é minha intenção. Nesse aspecto eu assumo meu lado boazinha. Sim, ele existe em mim, também. 

Enfim, hoje eu tive mais uma prova de que essas pessoas são cegas, surda... só não são mudas... E têm a pior das cegueiras que é a de NÃO QUERER se ver.

Esse é o preço que pagamos e fazemos os outros pagarem, quando não nos conhecemos. Nós perdemos a noção do limite de acesso e saímos invadindo os espaços alheios... Ou, tentamos invadir insistentemente esses espaços, principalmente, quando há resistência. Parece que melhora o sabor...

Vamos nos fazer melhores de verdade. Não é só falar bonitinho que faz e acontece, que frequenta isso, pratica aquilo... tem que ser, mesmo. Só se é sendo, não tem jeito. Por mais que doa, vamos usar o "remove-dor" - como no livro "O Colecionador de Segredos" - e permitir que suas pequenas doses nos fortaleçam. O "remove-dor" remove nossos medos e nossas preocupações e nos permite beber boas doses de VIDA. Os carentes danosos esquecem de viver de verdade e vivem de fantasia... Vivem no mundo da própria fantasia e têm imensa dificuldade de aceitar a realidade, por isso não ouvem nem a própria voz. Eu penso que se se escutassem, no mínimo, se questionariam...


Olha, gente, a gente tem jeito, sim. Vamos nos permitir! Para encontrar a harmonia, cada um de nós precisa se harmonizar consigo e com o que há de melhor em si.

Pat Lins.

quinta-feira, 15 de março de 2012

SONHO REAL


Às vezes, é preciso viver muito a realidade que se apresenta para ter condições de viver um grande sonho!

Na hora certa, escolher como viver essa realidade é que levará a concretização desse sonho como um projeto de vida real!

É preciso estar com os olhos bem abertos, despidos de tabus, preconceitos, e, muito importante: do medo. Será preciso deixar de fantasiar e fazer o caminho além do arco-íris...

Sabe o "vivendo e aprendendo"? É isso!



Pat Lins.

quarta-feira, 15 de junho de 2011

SONHO, REALIDADE e CAMINHOS NA VIDA

Foto: Blog Palavra Abera

A distância entre o SONHO e a REALIDADE REAL é ACREDITAR e AGIR.

Pode parecer fácil... e pode ser, mesmo. A única maneira de diminuir essa distância e alcançar a ação é COMEÇAR.

Tanto ainda para começar! Acreditar mais e agir mais! Tudo só começa do começo, mesmo que já tenhamos avançado em anos de vida, mas, cada começo é sempre começo e, enquanto há vida, há um caminho a ser seguido.

Não se trata de romantismo, é crença pessoal: "chegar lá" requer muito mais fé do que se pensa, porque, nem sempre precisamos chegar aonde queremos ir... 

Muitas vezes exigimos do tempo que cure nossas frustrações... Por que não diminuimos as expectativas? 

Engraçado e que nos referimos ao próximo passo e, muitas vezes, nem demos o primeiro... ainda juramos de pé junto que já trilhamos uma longa jornada. Dá pena é saber que todos nós somos assim. Pior são os que se deixam levar e juram de pés juntos que não têm mais tempo a perder. Impressionante como o "valor" capitalista é imperante. Todos os nossos passos são para conseguir uma colocação melhor no mercado de trabalho e "ganhar" mais. Sei lá, tenho visto que escutar a voz do coração é que nos leva a todo tipo de realização, inclusive a financeira. Sabendo para onde ir o caminho é próspero. 

Como querer subir cada degrau da vida se nem nos damos o trabalho de saber qual escada é a nossa? Vamos no embalo da onda, do que dá dinheiro... E quem há de nos condenar por sermos tão humanos e agimos assim porque assim vemos. Um dia, somente no dia em que sentirmos o coração bater diferente e decidirmos deixá-lo falar - não apenas imaginar que ele esteja falando - conseguiremos escutar a voz da alma e saber para onde ir, qual escada subir. Nesse dia começaremos do começo e daí em diante o tempo será nosso aliado, porque assim seremos dele.

Como chegar ao topo da vida e termos consciência de tal feito se nem sabemos que rumo tomar? Ontem, uma amiga/irmã me disse: "... estou falando de mim: não tenho mais tempo para essa visão romântica da vida, sacou? Tenho que mudar de área, para algo que goste e que vá me dar dinheiro... Não é para você, não, falo de mim..." Disse que entendia e que era algo para ser pensado.

Pois, pensei e saiu esse post. Muitas vezes não percebemos que está tudo em nossas mãos. Não precisamos nos arrepender por ter tentado e não ter dado certo - já sei, você vai dizer: "eu não estou arrependida, mas, sem tempo para perder..." risos - nem pensar: "deveria ter feito Direito há tempos atrás, bestei"... Para mim, fazer direito, seja Direito, Medicina... Museologia, Geografia... é fazer o que sente que está na hora. Esse é O momento. Esse é o começo do novo caminho que, pode ser ou não, O caminho. Esse é o momento onde a distância entre dois pontos diminui. 


Ser grato a Deus inclui reconhecer que se é a hora, que seja e amém. Qualquer um de nós está passível de se tornar vítma de si, das expectativas e do desejo de ter estabilidade financeira como solução dos problemas - em meu caso, resolveria muitos problemas de ordem financeira - mas, que fique clara a diferença entre pagar contas e ser feliz. Eu senti, pela voz e pelo desejo de não querer perder tempo como alguém que está começando a beirar o medo. Alguém pressionada pela mente dos desejos humanos - não me refiro a "certo" ou "errado", mas, a esquecer que, começar é um caminho. Acreditar e ir. Isso não é romantismo. O tempo não passa rápido, a gente que vive perdido e demora para se aliar a ele. Eu não falo isso porque seja mais fácil para mim... Cada vez que percebo uma cosia e acredito estar consciente e que "aprendi", vem uma lição para me testar e para que eu apreenda! Ainda assim, nem me torno romântica - no sentido de sonhadora... me vejo e me reconheço mais como idealista, sendo que, neste caso, o próximo passo é o passo bem dado da ação... um idealista se permite sonhar um sonho como meta a ser alcançada, por isso que falta a ação, senão, vira sonhador, romântico... -, nem me torno frustrada... Tudo na vida precisa ser dosado. Cumprir os papéis de casar, ter filhos e etc faz parte do que nos propormos de verdade a fazer e fazemos. Talvez seja algo para pensarmos: 

1 - O QUE ME PROPONHO A FAZER - independente de se escutei ou não a voz do coração, ainda - EU FAÇO? 

2 - O QUE ME PROPUS E FIZ, ERA PARA SER FEITO? 

3 - DE QUALQUER MANEIRA, HOJE QUERO FAZER ALGO DIFERENTE, NOVO, QUERO SEGUIR MINHA VONTADE, NÃO MEU DESEJO; QUERO SEGUIR MINHA VERDADEIRA VOCAÇÃO, POR ONDE COMEÇAR? A resposta é óbvia: PELO COMEÇO! Se eu não começar pelo começo, se eu não agir, quem fará por mim?

Eu ainda tenho muitos sonhos, muitos ideais, muitas metas... Vou seguindo uma de cada vez, passe o tempo, que eu quero seguir e que eu vá da melhor maneira. Já fiz muitas coisas: algumas deram certo, outras erradas... O que sei foi do que fiz e não do que deixei de fazer, esse caiu no futuro do pretérito.

Bom, enfim, cada um com sua linha de pensamento e postura de vida. A minha é assim: vou indo, um passo de cada vez. Acabei de descer mais uma escada. Agora, estou olhando para outras duas, para ver qual é a minha... É procurando que se acha, leve o tempo que levar. Como eu não tenho o mapa, entrego e me entrego a busca constante. Ah, e não quero dizer que: "melhor errar do que dizer que não tentei..." Existem coisas que estão na cara e erramos por teimosia... O aprendizado que isso traz é o arrependimento, na certa. Mesmo assim, ainda é tempo de resolver e começar de novo. Somos aprendizes da e na vida! Essa arte de viver! Que só se aprende vivendo!


Que cada um de nós componha sua história e que enxerguemos o dom de ser capaz e de ser feliz! - ops! Plágio, plágio, plágio! 

De qualquer maneira, a vida ensina, né Djvan, "que não se aprende a viver, senão vivendo entre o NÃO e o SIM". Então, "deixe-me ir preciso andar. Vou por aí a procurar rir para não chorar... Eu quero nascer, quero é viver", né, Marisa (Monte) - Composição de Candeia. É isso dá música:  A MÚSICA DA VIDA e cada um de nós tem a sua! 

E é por isso que me digo sempre: A DISTÂNCIA ENTRE O SONHO E A REALIDADE, E ENCONTRAR O CAMINHO CERTO DA VIDA É ESCUTAR - o coração - ACREDITAR - na voz da alma - E AGIR - a prática de seguir o que se houve do coração, que é dito pela alma. E só quem acredita ouve, mas, só quem ouve pode acreditar que é possível começar! Eu "vou indo, caminhando sem saber onde chegar..." (Herivelto Martins), mas, focada para chegar em um lugar, que apesar de não saber onde está, sei que está aqui: O MEU CAMINHO, A MINHA VERDADEIRA VOCAÇÃO.

PS - verdadeira vocação pode parecer redundância - e é, afinal, vocação é a nossa verdade -, porém, necessária, para ressaltar o que muitos de nós esquece.

Boa caminhada!

Só assim podemos DEIXAR UM MUNDO MELHOR PARA OS NOSSOS FILHOS E FILHOS MELHORES NESTE MUNDO, começando da base!

De volta ao começo!!! Onde tudo passa a fazer sentido. Onde o nada desaparece! Temos inúmeros caminhos na vida e várias maneira de caminhar, mas, um dia, encontramos, enfim, O ÚNICO caminho! A verdade! A vida!

Pat Lins.

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

SENDO AQUILO QUE TANTO CRITICAMOS...


Precisamos tomar cuidado para não nos tornarmos aquilo que tanto criticamos...

Melhor, mesmo, é cuidar mais de si e deixar de julgar o outro. Aceitar o outro é muito mais do que apenas respeitar, é saber que o outro é assim e que eu não sou melhor - nem pior - que ninguém e que a mim, só cabe mudar A MIM MESMO!

Aceitar a si é encarar a realidade e saber que com esforço ela pode ser refeita, mudada, melhorada: eu posso melhorar e mudar de verdade, se assim eu quiser e se de fato me propuser. Questão de compromisso com a honestidade e com a auto-honestidade. A distorção da realidade é fruto de nossa mente, de nossa imaginação e muito bem alimentada pelo preconceito, pela mania de se achar melhor do que o outro, por acharmos que estamos acima do bem e do mal... enfim, por fugirmos da realidade!

Cada um de nós pode fazer parte do movimento VAMOS DEIXAR UM MUNDO MELHOR PARA OS NOSSOS FILHOS E FILHOS MELHORES NESTE MUNDO!

Pat Lins.

LinkWithin

Related Posts with Thumbnails