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quarta-feira, 1 de abril de 2015

ENTRE DOIS MUNDOS

Imagem: Google Imagens - http://projetoaguaic.blogspot.com.br/2011/10/agua-um-bem-precioso.html


ENTRE DOIS MUNDOS

Entre dois mundo mais de duas realidades paralelas.

Entre dois mundos, dois, dois, dois, dois...

Entre dois mundos existe tanto antes e depois.

Entre dois mundos a vida intercala, por vezes revelando a sua face... em outras, revelando as interfaces.

Entre dois mundos, tudo e nada se revelam, sem pressa para o caminho mostrar.

Entre dois mundos, os símbolos se revelam... para apenas na hora certa, a folha cair e Deus explicar, sem palavras, com a comunicação do entendimento do que É e sempre será!

Entre dois mundos a verdade está. Mas, apenas em um ela pode imperar: realidade.

Que realidade é essa, se entre os dois mundos, dentre os dois mundo e dentro dos dois e de cada um dos mundos, a realidade há?!

Tudo é, pois pode ter sido, já ter ido... foi, talvez não mais será. Que seja! Que seja o que é para estar na realidade desses mundos a verdade deve estar!

Tudo se une no Todo e todos somos um perante Um único criador!

Cada parte é uma parte de um todo e de uma eternidade.

Tudo Sou. Nada Sou.

Brilhante, errante, passante, caminhante... buscadora do eterno amor: EU SOU!

Pat Lins​

domingo, 8 de março de 2015

SONHO PARA SER SONHADO OU SONHO PARA SER VIVIDO?

Imagem: BBC

Há limite para um sonho? Um sonho, apenas um sonho, pode definir o sentido da vida? 

Diana Nyad falou uma coisa, no documentário no canal "Off", na segunda vez que tentou e não conseguiu, devido a ataque de águas-vivas, algo que me chamou atenção, mais ou menos assim: "Posso não chegar lá, mas hoje, eu ainda acho que posso. Um dia, se eu não conseguir, ao menos, espero ter maturidade para me conformar com o ter tentado. Mas, eu sei que posso conseguir e eu quero tentar mais uma vez, de novo!". 

Ela se preparou 33 anos para atravessar de Cuba à Flórida. Com 61 anos - e uma vida de vitórias na natação - ela tenta por dois anos e 4 tentativas, até conseguir completar 166 km dentro d´água, enfrentando água com tubarões e águas-vivas, entre outros obstáculos, como tempestades e etc. 

Aí, associo a mensagem do espetáculo "Vovó Lulu", onde a idade é apenas a idade. Enquanto HÁ vida, enquanto HÁ sonhos, HÁ o presente! Vou me dedicar a sonhar com essa determinação e torná-la realidade. Um sonho forte, que vem do coração, precisa ser realizado. Caminhar, sempre. Viver em busca ou buscar viver? 

Associo à minha amiga Noemia, Morgana Gazel​, que viveu a vida, passeou pela vida, fez tudo o que se espera de uma mulher e sempre se abriu para mudar o caminho e seguir uma nova rota, até descobrir, sentindo na alma, seu maior sonho, sua meta de vida: o poder de transformação pela literatura - escrever histórias fictícias de dramas reais para tocar inumeros corações e mentes, quem sabe,despertando alguns leitores/pessoas, como eu, a se sentir a fundo, a ponto de desejar acessar minha vontade, de saber qual aquele talento que veio em mim e que pode fazer algo de bom para mim e para o outro?

Percebi que ninguém realiza sozinho. E quem segue, sonha seguir o sonho do outro? ... Tantas perguntas. 

Penso que quando começa a fazer sentido, o esforço é válido. O que vai ser ou dar certo, ou errado, precisa ser constantemente ressignificado. O que é obsessão? O que é loucura? O que é sonho para ser sonhado e sonho para ser vivenciado? 

O que é tentar? O que é desistir? O que é desistir para preservar a possibilidade de viver outros sonhos? O que é seguir apenas um sonho e desistir de outros? Quando um sonho é uma meta? Quando um sonho é apenas um sonho... tipo uma fuga e uma vida inteira dedica-se a realizar esse sonho, em vez de viver? E, ainda assim, há erro? Há acerto?

Por isso que me pergunto, sempre: existe certo e errado? Existe uma fórmula, um caminho? O que é que existe? 

Diante de algumas pessoas, me sinto muito pequena... mas, me sinto capaz de crescer. Crescer é seguro! Aprendi a sempre questionar. 

É mais importante tentar? Chegar? Aceitar os limites? Superá-los? Arriscar a vida por um sonho? Viver a vida sonhando? Dedicar a vida ao sonho? Sonhar uma vida?

É chegar? É tentar? É conseguir? É conseguir tentar? É conseguir chegar? É chegar até onde dá? Até onde dá? Quem pode determinar? Qual o sabor da vitória? Vale a pena dedicar a vida a um sonho para ocupar um vazio? Ou o vazio é não ter sonho para seguir? 

Minha mente explode de sonhos e perguntas.

Transformar erros em experiências e confirmações do que fazer ou não fazer...

Sonhar e viver são opostos? 

Enquanto ainda existem perguntas, as respostas tendem a chegar!

Pat Lins - sonhando... hora de acordar.

terça-feira, 3 de março de 2015

PARA SABER O QUE PRECISO, SABER O QUE PRECISO SABER

Imagem: Google Imagens

Hoje, só preciso saber a pergunta.

A resposta adequada só se revela de acordo com a pergunta.

Pergunto: QUAL É A PERGUNTA?

Pat Lins

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

TUDO QUE SEI, NEM SEI SE SEI...


Tudo que sei, sei lá... É que tá tudo aí ou por chegar.

A busca é ir e, ao mesmo tempo, esperar. 

É isso... Eu acho. Sei lá. Só sei que sei assim.

Pat Lins.

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

O SABER ATÉ DO NÃO SABER

Questão não é parar ou seguir.

É saber porque parou ou seguiu.

E se não sabe, vai ou fica assim mesmo, só que sabendo que tá indo ou ficando sem saber. Já é um saber, né não?

Tudo é consciência da ação. Nem que seja saber que não sabe, mas segue.

Pat Lins

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

domingo, 9 de março de 2014

TUDO O QUE SEI É QUE MUITO SEI E MUITO AINDA TENHO PARA SABER E MUITO PARA NÃO SABER


Saber muito, muitas vezes, nos limita... Paralisa mais do que liberta! Praticamente um efeito rebote.

 O saber positivo ele liberta; é leve. O saber arrogante, negativo, esse sim, fecha. De tanto saber, em teoria, esquece-se de considerar que, na prática, nem tudo é como se espera. 

As coisas são como são. A questão é: alguém assume ou sente-se responsável por algo ou alguém, por conta de tanto "saber"? 

Pois é... O conhecimento nos traz a responsabilidade da ação. Essa desconsideração alimenta e mantém esse caos da aparência que vivemos, onde todos parecem saber muito, quando, em verdade, apenas sabem muito do que já se sabe até aqui ou ali. O saber espontâneo e verdadeiro instiga a busca e ao movimento constante.

Por isso tanta arrogância disfarçada de sabedoria: ninguém concebe, aceita, considera que existe o "mais" e o "além". A arrogância nada mais é do que uma grande mestre de ilusões.

O lado bom? Eu sei! Eu sei! Eu sei! Todo mundo pode saber que sabe!

Eu nunca me satisfaço com o que sei, nem fico angustiada com o que ainda não sei e, talvez, nunca saiba. 

A gente precisa aprender e saber que se João sabe calcular a distância do buraco negro mais próximo, Joana pode saber passar ferro divinamente bem numa roupa. E eu posso nem saber o que João sabe, nem o que Joana sabe mas saber o que sei e aprender mais um pouquinho daquilo que me demanda saber. O que é preciso, aprendo. Porém, nem tudo é crença paralisante... muitas vezes, não está em nosso bando de afinidades por competência... Eu não sei montar um avião, nem programar um sistema... e isso não me faz acomodada a uma zona de conforto... Faz? Melhor: em meu rol de atividades - por prazer ou talento - isso não me faz diferença. Para quem gosta, aí, sim, fará!

TUDO O QUE SEI É QUE MUITO SEI E MUITO AINDA TENHO PARA SABER E MUITO PARA NÃO SABER!

Temos a capacidade de saber mais? Lógico! Diante de uma necessidade aquilo que está adormecido desperta? Sim! Podemos desperta antes da necessidade? Sim! Tudo é possível. O mais importante é "como" faço isso acontecer.

Zona de conforto não é algo tão ruim. Já afirmei isso outras vezes... afinal, sempre estaremos alocados em uma, e nem sabemos... Em alguns casos, a zona de conforto é acreditar que deve instigar os outros, quando a única função era seguir seu próprio caminho... Daí, acaba atrapalhando... Algumas pessoas precisam permanecer onde estão. Só quem pode tirá-las de lá? Elas mesmas! Por isso que, hoje, aprendo a compreender mais. Ainda julgando muito, mas, em meio ao julgamento, refaço meu pensamento. Isso é responsabilidade com o saber. Ademais ou é manipulação ou ignorância de si.

O viver mais e mais leve não coloca ninguém acima de ninguém. O "eu sei que você é capaz!", tanto pode motivar. quanto desmotivar! A cautela do saber nos diz: respeite o tempo e o espaço do outro.

É difícil... Um desafio e tanto. Mas, é isso: um dia você cobra. No outro, você diz: "para que cobrei? É o tempo dele(a)...". Um dia, você já terá feito o que deve e a pessoa terá que ver o que ela mesma deveria ter feito... E ou fará ou permanecerá. É problema da pessoa, não meu. Isso não é frieza, nem indiferença: é respeito ao tempo e espaço do outro. Em meu caso, reconheço as minhas limitações e mantenho minhas DS - distância saudável. Isso não me impede de, futuramente, aprender e saber que hoje, posso agir diferente. Em MEU TEMPO E ESPAÇO!

O saber calar vale OURO! O saber ouvir é DIAMANTE. O saber ajudar é o maior tesouro da Vida, porque ouve, troca, respeita e nada cobra, espera ou julga!

Eu sei que posso criar um mundo melhor: em mim!

Pat Lins.


segunda-feira, 13 de maio de 2013

SIGA O MUNDO QUE EU QUERO VIVER!


AMAR É SABER ESPERAR PARA AGIR. É OBSERVAR E ENTENDER QUE NÃO TEREMOS RESPOSTA IMEDIATA PARA TUDO... MUITO MENOS TUDO AO MESMO TEMPO. 

LIDAR COM A DOR NÃO REQUER CULPA, REQUER CUIDADO, ZELO, CARINHO, ACOLHIMENTO E AÇÃO.

TER FÉ E ESPERANÇA NÃO É ESTAGNAR E "PARA TUDO!". É MAIS DO TIPO "PARE O MUNDO, QUE EU QUERO DESCER..." (Raul Seixas).

MAS, SIGO FELIZ! A VIDA SEGUE E AINDA HÁ TEMPO DE IRMOS AJUSTANDO, COM VERDADE. 

ENTÃO, SIGA O MUNDO, QUE EU QUERO SEGUIR E ME REFAZER!

SIGA O MUNDO QUE EU QUERO VIVER!

Pat Lins.




sexta-feira, 26 de abril de 2013

"... SE EU TIVESSE MAIS ALMA PARA DAR, EU DARIA!"



Ás vezes, tudo que eu queria era saber... depois, saber o que fazer... Fazer. E ver feito. Só que, na maioria das vezes, esse querer envolve querer ver a mudança no outro, também. E não devo querer isso, mas quero! Muito mais quando se trata do próprio filho que não é como queremos, é como ele é!

Faço muito.  Me doou muito. Faço a minha parte. Faço o que consigo, o que dá... faço o que dá para fazer e mais um pouquinho.

Mas, nunca é o bastante! E qual o limite do bastante? E o que é o necessário? Somente questões...

"... se eu tivesse mais alma para dar, eu daria!"
(Djavan)

Pat Lins.



quarta-feira, 6 de março de 2013

IGNORÂNCIA É NÃO SABER QUE SEMPRE SE TEM ALGO A APRENDER!



Edna Simões, você me inspirou com um pensamento que estava doido para sair, mas estava sem forma. 


"Dá instrução ao sábio, e ele se fará mais sábio; ensina o justo e ele aumentará em doutrina." 
Provérbios 9:9

E, adorei o desdobramento, que recebi via facebook:

"Corrija um sábio e ele se fará mais sábio. Corrija um tolo e fará um inimigo!".
Anônimo

Pois é, aquilo que mais ignoramos é que nos faz mais arrogantes. E essa arrogância é o que mais nos afasta do simples, do verdadeiro e da essência divina que há em cada um de nós!

Sempre temos algo novo - e velho, também - a aprender, porque quem pensa que sabe tudo, começa errando por aí...

E finalizo com o alerta humilde de quem soube sua verdadeira missão e a cumpriu com louvor, Sócrates:


"CONHEÇO APENAS A MINHA IGNORÂNCIA."


"SÓ SEI É QUE NADA SEI".

E eu, só sei que tenho muito a aprender e isso só me enriquece - sem enriquecer meu bolso...

Pat Lins - refletindo.

terça-feira, 28 de agosto de 2012

IGNORAR


O não saber, para mim, é normal. Ninguém nasce sabendo de tudo, tão pouco, creio que nasçamos vazios. 

O que eu penso não ser normal é o não procurar saber e o fazer sem saber, alegando seguir algo que nem sabe se é...

Ir em busca requer que reconheçamos antes de tudo. Se não houver um algo identificado, não há um algo  a ser conhecido, muito menos, reconhecido.

Para se saber basta ir à fonte certa. Só para ter um exemplo do que é cuidado com o "onde" se buscar a informação, uma pessoa conversava comigo e me disse que uma cliente havia comprado um carro pela própria empresa e havia comprado com desconto. Ele manifestou interesse em fazer a mesma coisa com o dele. Perguntei: "você foi procurar saber como é o procedimento?" e ele me disse: "Sim, fui. Mas, me disseram que não existe isso não...". Como eu não me contento com informações pela metade, continuei: "E onde foi que você pegou essa informação? Em qual concessionária? Talvez outra trabalhe dessa forma. Sua cliente afirmou ter efetuado uma compra dessa maneira. Pergunte onde ela comprou...". Ele me diz: "Ah, eu não fui em concessionária nenhuma, não. Eu perguntei à gerente do banco onde sou correntista e ela me disse que não sabia de nada disso...". E assim agimos muitas vezes: perguntamos as perguntas certas nos lugares/fontes erradas e afirmamos estarmos de posse da informação precisa e, muitas vezes, deixamos de ter e /ou fazer o que era realmente preciso. E o que seria, morre num presente sem nem ter havido... passa a ser passado, morto, sem nunca ter existido.

Se querermos saber de algo, precisamos buscar informação, investigar. Nem sempre teremos acesso a todos os tipos de informação... até hoje, me bato para entender as respostas da Vida... Mas, em casos concretos, só ignoramos aquilo que não vamos em busca de saber. E saber no lugar certo. Não adianta perguntar a um açougueiro que remédio tomar para dor de cabeça...

Ah, não saio por aí querendo saber de tudo, para ignorar menos. À medida que minhas dúvidas surgem, investigo, observo, reflito... O grande problema está na falta de humildade e na ignorância da própria dúvida. Tem gente que sabe que não sabe e diz saber, por não ter tido dúvida... as más interpretações são um outro obstáculo. A clareza é clara, não há dúvida. Se há uma pontinha mínima de não entendimento, melhor lançar e esclarecer. Dúvida não é motivo de vergonha. O fingir não ter e se acomodar a ela é que deveria ser.

Não há uma resposta "certa" para tudo, mas, há alguma que se aproxima mais e funcione de maneira mais flúida. Consultar uma bússola não te põe no Norte, mas, mostra onde ele está.. ainda assim, existem dois: magnético e geográfico - para quem não se lembrar das aulas de geografia, http://mundoestranho.abril.com.br/materia/qual-e-a-diferenca-entre-os-polos-magneticos-e-geograficos-da-terra. Referência do que se quer saber é tão importante quanto o que se quer saber. Fica mais próximo... Mesmo assim, não há precisão - até nossas referências para referências são limitadas. Tão importante quanto tudo isso é começarmos a querbarmos certos paradigmas engessantes, certos estigmas paralisantes.

"Navegar é preciso, viver não é preciso."
EU NÃO SEI, MAS POSSO PROCURAR SABER!

Pat Lins.

terça-feira, 17 de julho de 2012

ACHISMO


O maior problema do "achismo" é que todo mundo que "acha" nada consegue encontrar...

Pat Lins.

quinta-feira, 24 de março de 2011

ETERNA APRENDIZ

Tenho sede e fome de conhecimento. Todo tipo de conhecimento. Quanto mais eu conheço, menos ignoro e mais sei que ainda falta muito para aprender!

Pat Lins.

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