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sábado, 22 de setembro de 2012

MORGANA GAZEL E O PROCESSO DE HUMANIZAÇÃO - RELEMBRANDO QUE EXISTE UM SER HUMANO EM CADA UM DE NÓS


Arte: Miguel Martins de Menezes

Morgana Gazel é uma escritora de livros que falam sobre "humanização". Seus escritos - sejam romances, contos ou poesias - abordam essa temática de resgate do ser humano, através do respeito a si e ao outro. Suas mensagens são ricas, edificantes e positivas, com honestidade ímpar e peculiar - característica pessoal da autora - onde conseguimos nos ver como um todo. Seus personagens trazem diversas nuances e não apenas um lado bom e outro ruim. Eles são praticamente reais. Somos capazes de vê-los e sentí-los, porque eles, somos nós. Assim como nós temos nossas diversas características, assim eles o são. Para mim, esse é o principal diferencial em seus personagens, em sua escrita, bem como em suas abordagens ao tema "humanização".

Morgana Gazel é dessas pessoas reais que parecem ter saído de alguma novela. Sua história de vida nos remete a entender o que é superação sem sofrimento, apenas sabendo-se e acreditando ser capaz de fazer. Sua principal característica é: se é para ser feito, eu faço. Ela faz. Ela constrói. Ela planta, rega e colhe. Por isso belas lições de vida/amor, em forma de histórias criadas, trazem um toque sutil capaz de ajudar em nosso processo de transformação, evolução, crescimento pessoal. 

Arte: Miguel Martins de Menezes

Psicóloga renomada, Noemia Nocera, a pessoa por trás da Morgana Gazel, traz em si seus aprendizados da vida, desde sua saída de Alagados - bairro popular de Salvador - até sua "abertura" de caminho através dos 3 D´s: dedicação, determinação e disciplina - três de suas principais qualidades, dentre diversas outras. Química Industrial, Matemática - onde atuou como professora em escolas públicas de Salvador -, Analista de Sistemas, Psicóloga, Escritora e sempre: mulher, mãe, amiga, ser humano notável. Em suas histórias, a mensagem de que é possível nos melhorarmos, sim, têm esse fundo real, sustentado pela pessoa por trás da narradora Morgana Gazel e sua trajetória de vida, bem como um cunho psicológico, trazido por sua experiência profissional em psicologia clínica. A vejo muito mais como uma "educadora de vidas", onde nos mostra com seu próprio exemplo, sem peso, sem dramas, sem rodeios, sem carregar nas tintas, apenas de maneira como foi, como é e como ela trabalha para que seja. 

Ler Morgana Gazel, essa "educadora de vidas", é permitir-nos eduzir a luz que existe em cada um de nós com honestidade, bons valores e virtudes que descobrimos sermos capazes de reconhecer em nós à medida que nos deparamos com cada personagem seu, seus dilemas, reflexões e caminhos na vida. No momento em que vamos começar a julgar, não conseguimos... Me senti incapaz de ter raiva deles, mesmo vendo, de fora, e emitindo julgamento de valor, sobre suas escolhas "equivocadas". De fora, torna-se fácil julgar, condenar, estabelecer os caminhos que deveríam ter tomado. E de dentro? Em nossas vidas? 

Seu enredo é como um fio condutor que nos conduz palavra por palavra, como verdadeiras emoções vivas. E não as são? Há vida em cada linha que traça. Os escritos dessa autora são obras primas lapidadas pela sabedoria e experiência de quem sabe o que diz, assim como através do zelo em construir cada período, cada expressão de pensamento, com o uso dessas palavras. O ritmo cadenciado de seus textos nos levam àquele mundo de fantasia real e nem nos damos conta de ver o tempo cronológico passar. Cada passagem nos remete a sensação de saciedade. Começamos a leitura calmamente e vamos aumentando nosso ritmo, como é na vida. Vamos bebendo dessa fonte de conhecimento abundante em vida, em profissão, em si para consigo, em si para com os outros... 

Arte: Miguel Martins de Menezes

Sugiro a quem tem sede de aprender com prazer, através de boas leituras que nos conduzem a nós mesmos, ler os livros dessa notável escritora. Assim é Noemia, Morgana e os escritos que surgem de ambas: uma, a pessoa, com toda bagagem pessoal e profissional; a outra, a narradora, capaz de trazer da pessoa e transformar em histórias inventadas com cunho psicológico e real, romances tocantes de "despertadores de alma". Uma de suas mensagens que me tocou, após leitura do primeiro livro publicado "Enseada do Segredo":


"Fazer diferente exige mais que contradizer"



Morgana Gazel


Essa é Morgana Gazel.

Quem quiser conhecer um pouco mais dessa escritora e seus escritos:

Livro publicado pela Paco Editorial à venda, em TODO O BRASIL,pela Livraria Saraiva
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À venda, em SALVADOR, também, na
JHANA LIVRARIA
- Shopping Itaigara -
MORGANA GAZEL - BLOG
O "Aqui e Agora" é um espaço para reflexão. Morgana Gazel é uma dessas pessoas que planta boas sementes e ajuda a construir estradas a nós mesmos. 

Para quem tem essa vontade de se reaproximar de si, Morgana Gazel é mais uma dessas pessoas que colabora com o processo de humanização - como resgate do ser humano!

Pat Lins.

terça-feira, 17 de maio de 2011

CONSCIÊNCIA


QUANDO SE TEM CONSCIÊNCIA DO SEU PAPEL, NÃO PRECISA DE FISCALIZAÇÃO. 

CADA UM FAZ SUA PARTE, PORQUE SABE QUE TUDO ESTÁ INTERLIGADO E A AÇÃO DE UM INTERFERE NA VIDA DO OUTRO E A AÇÃO DO OUTRO, INTERFERE NA VIDA DE UM, DE OUTRO E DE MUITOS.

TUDO SERIA MAIS FÁCIL SE TODOS TIVÉSSEMOS CONSCIÊNCIA DE NOSSAS RESPONSABILIDADES E NOSSAS ATITUDES.

SABE O QUE FALTA AO SER HUMANO? 
CONSCIÊNCIA MORAL.
CONSCIÊNCIA DO QUE É CONSCIÊNCIA.
MAIS SABEDORIA.
MAIS RESPEITO - A SI E AO OUTRO.
CONSCIÊNCIA DO QUE VEM A SER, VERDADEIRAMENTE: ÉTICA.
HUMANISMO.

NO DIA EM QUE ESCUTARMOS A VOZ QUE CADA UM DE NÓS TEM, DAS VIRTUDES, AÍ SIM, NOS APROXIMAREMOS UM POUCO DO QUE ERA PARA SER UM SER HUMANO!

ATÉ LÁ, SOMOS APENAS ANIMAIS HUMANOS, COM RAZÃO EM POTENCIAL, MAS, EMOCIONALMENTE PATOLÓGICOS.

QUANDO UNIRMOS NOSSAS CONSCIÊNCIAS, AÍ SIM, ILUMINAREMOS A NÓS, AOS OUTROS E AO MUNDO!

Pat Lins.

terça-feira, 27 de julho de 2010

...EU DESEJO... HUMMM: UM MUNDO MELHOR PARA OS NOSSOS FILHOS E FILHOS MELHORES NESTE MUNDO!

Hoje é meu aniversário!!! E eu desejo um

MUNDO MELHOR PARA MIM, PARA VOCÊ, PARA OS NOSSOS FILHOS E FILHOS MELHORS NESTE MUNDÃO DE MEU DEUS!

Que o Pai do céu me conceda o desejo de renovação, pela paz, com paz e muita paz! Que Ele toque e transforme todo e cada coração humano, em humano!

Muito TUDO DE BOMMM e de MELHOR, para cada um de nós!!!

Beijos,

Pat Lins.

terça-feira, 20 de julho de 2010

VIDA QUE ALIMENTA A VIDA - DO QUE, DE FATO, NECESSITAMOS PARA VIVER?

Acabei me rendendo e quebrei uma "regra" recente minha: comecei a assistir uma série antes dela ter acabado... Explico: como sou ansiosa, e, depois de toda mudança em meu ritmo e estilo de vida, deixei de "seguir" séries. Sim, sagas, sequências, trilogias e afins. Sou ansiosa e perder o "fio da meada" é terrível, para mim. Então, adotei a postura de esperar passar o tempo, o modismo ceder lugar e poder adquirir a sequência completa. Foi assim com Harry Potter - livros - e estava sendo assim com Crepúsculo. Mas, cedi  e fui assistir ao primeiro filme... corri à locadora e peguei o segundo - New Moon/Lua Nova. E, agora, estou em cólicas para ver o final... Como meu aniversário está chegando, penso em me dar de presente os quatro livros e saciar meu desejo de devorar cada um, porque já soube que se trata de uma obra muito bem escrita.

Mas, o que me fez escrever este post foi que, por trás do romance, que é a trama central da história, o enredo aborda temas profundos e nós nem nos damos conta, o que é muito bom. Como me diz Morgana Gazel - uma pessoa incrível e escritora talentosíssima - leia "ENSEADA DO SEGREDO" e veja porquê me curvo diante de seu jeito e ritmo de escrita, além da história instigante e surpreendente -: "o bom é falar sem precisar dizer..." E isso se dá quando conseguimos passar a mensagem sem o apelo "moral" direto. Através de atitudes coerentes e mensagens subliminares honestas. Pois bem, voltando a Crepúsculo e Lua Nova, me peguei refletindo sobre uma metáfora, chamada VAMPIRO. O que é um vampiro? O que é a vida eterna? O que é vida? Comer para viver ou viver para comer?

Na fala de Bella Swan - personagem principal da saga de Stephenie Meyer - numa cena onde ela está entre a "vida e a morte/'vida eterna'", ela pensa: "morrer é fácil, difícil é viver..."  e me peguei refletindo sobre isso. O quanto tememos a morte. Provavelmente, pelo fato de ser "mais" fácil do que a vida. Como gostamos de coisas complexas, viver é o caminho - risos. Mas, em Lua Nova, Edward Cullen - o vampiro do "bem" - em meio ao estudo de "Romeu e Julieta", diz "invejar" os "humanos", porque "eles" podem escolher viver ou morrer. Para Edward a "imortalidade" - que não é imortalidade...um vampiro pode "morrer"... e, perceba, não é novidade desta derivação de vampiros, mas, de todos que "conhecemos": eles precisam de "sangue vivo" para "viver', senão... O que acontece se um vampiro não beber um sanguinho? Boa pergunta. Drácula!!!! Me responde aê! - é uma prisão. Fica claro, ali, que o romance é só uma fachada. Por trás, uma maneira de falar sem dizer que nós, temos escolhas, assim como os Cullens - vampiros que só se alimentam de sangue animal/não humano - demonstram na saga, a opção! E, mesmo resistindo ao impulso, ao optar por um estilo de vida, temos a opção d viver algo melhor. Não quer dizer que tenham deixado desejar, mas, ao admitirem e reconhecerem-se como "assassinos" para sobreviver, controlam seus ímpetos através de envolvimento/círculo social favorável - um ambiente onde todos se entreguem ao mesmo propósito com honestidade. Eles não deixam de sofrer e sentir, mas, aprendem a determinar prioridades. E, prioridade, para eles, é deixar a espécie humana viva. Enfim, essa é uma grande lição. Um diálogo entre Bella e Carlisle, ele, médico/vampiro, fazendo uma sutura na humana/viva/viva, ela pergunta como ele aguenta. Ele demonstra muita calma, mesmo estando em contato com sangue humano quentinho e escorrendo pelos braços dela. Responde algo tipo: "quando a gente se conhece bastante, não cede tão fácil aos impulsos..." Não me recordo com clareza, mas, ele queria dizer, trazendo para nossa realidade, que não precisa ser um monstro para sobreviver. Ele deixa claro, mesmo sem dizer, que a escolha dele é seu estilo de vida e, depois de certo tempo de discplina e dedicação, os ímpetos se tornam insignificantes. Já não se precisa controlar, se é. CONSCIÊNCIA. AUTO-CONHECIMENTO.

Dentro desse contexto, vem outro aspecto: "a gente atrai aquilo que tanto teme ou é mero acaso?". A protagonista, sempre tímida e introspectiva, não parecia ser do tipo de que se machuca à toa. Pois, bem, como nosso inconsciente trabalha em outro nível, mesmo ela não temendo Edward, nem sua condição, ela sabe que ele é um vampiro e que ela está em meio a vampiros, algo lá dentro faz com que ela se machuce com cortes algumas vezes, a colocando sempre em "perigo" e testando as forças dos pobres sugadores de sangue, com certa frequência. Então, fica a reflexão: será que a gente atrai? O medo é algo tão poderoso que, mesmo racionalmente, não o sentindo, ele emerge? Ou, será que estamos sendo "testados" constantemente?

O que leva uma garota, simples, introspectiva, triste, solitária, relação familiar conturbada... se interessar pelo perigo. O amor é perigoso? Será porque exige que sejamos mais próximos de nós mesmos e tememos tanto isso que fugimos do amor - mesmo, volta e meia nos colocando em situações que nos levam a vivê-lo? O que levou um "homem" de mais de 100 anos - Edward - a se apaixonar por uma adolescente simples, pacata, quieta, tímida... a ponto de repetir que a "vida" dele só tem sentido porque ela existe? Isso me leva a crer que o amor tem seus desígnios e nós pouco sabemos sobre ele... Mas, Edward explica algo: "Tudo na gente (vampiros) atrai vocês. Nossa aparência. Nosso jeito de falar. Nosso cheiro... Vocês dão muito valor a aparência..." No caso deles, representam o amor acima de qualquer diferença. Mas, eles são sedutores de natureza, porque a sedução atrai a presa. É assim que os predadores se alimentam: atraindo a presa através de algo que desperte desejo. Somos perigosos para nós mesmos, porque nos entregamos pela previsibilidade. Característica humana. É importante sabermos a diferença da realização de um desejo e do caminho para a destruição. Não podemos ser escravos dos desejos. Bom ter uma meta, uma necessidade que guie.

E como lidar com a vida eterna, sabendo que ela não é eterna nem para os vampiros?

Para mim, além dessas e outras lições profundas que o filme aborda - por isso me remeti ao "ENSEADA DO SEGREDO", de Morgana Gazel, já que se trata de um romance com cunho psicológico, aparentemente leve - porque a história e a escrita têm esse ritmo - à frente e, através de atitudes e nuances dos personagens, percebemos, sem perceber, que aquela história diz mais do que está dizendo... toca fundo, num lugar que, muitas vezes, nem nos damos conta... nas emoções. Isso, de maneira honesta, pode desencadear uma série de mudanças e reflexões em cada um de nós. - voltando para a primeira frase, deste parágrafo: a mais importante foi a reflexão sobre a vida que alimenta a vida. Onde, os animais "selvagens" e carnívoros - me perdoem se eu estiver errada  e alguém me corrija, por favor - precisam devorar a presa viva.

Os vampiros, todos, bebem o sangue "vivo". E é a morte de um ser "vivo", em vida, que alimenta e mantém a vida - ou, sobrevida - de outro ser. Algumas vezes, de maneira brutal - sem comentários -, outras, por questão de sobreviência. E, aí, o filme/livro, dá outra dica: a gente pode escolher. Matar um "semelhante" - os vampiros são humanos que foram "mortos" para "viver" a "imortalidade". - é o mesmo que se tornar um assassino e, os Cullens nos ensinam que, mesmo parecendo que nossa vida dependa daquilo para "viver" ou "sobreviver", há uma outra maneira de sairmos ganhando sem detruir a vida de outro humano - mas, precisam de sangue e os pobres animaizinhos fazem esse papel legitimado por nós, seres "racionais", que nos alimentamos da vida de outro ser vivo... Ou seja, não precisamos sugar as forças vitais do outro para termos a nossa!
Uma vez, uma pessoa me disse que a necessidade do ser humano se alimentar era algo primitivo. Hoje, compreendo. As dificuldades são tão grandes, que, para nos mantermos vivos, precisamos de alimento. Para o alimento, necessário - quase obrigatório - verba/capital/dinheiro, direta ou indiretamente... Você pode dizer: podemos plantar. Mas, e os impostos sobre o imóvel e etc? E, para sairmos dessa condição de alimento como fonte de sobrevivência, precisamos de culturas mais voltadas para a divisão justa e, assim, podemos avançar. Quanto mais fome e sede, mais olharemos água para saciar necesidade física, em vez de o tanto mais que ela proporciona. Dentro dessa região onde ainda não saimos, somos como os animais "irracionais", que não vêm além de matar ou morrer. Ou, matar para sobreviver. Isso é sobrevida. Viver é ter todas as necessidades saciadas: horários e alimentos para as refeições; água para beber e consumir, como regar, gerar energia, tomar banho... Se não avançarmos, nunca evoluiremos e não sairemos da região mais baixa do cerébro. E, de racionais, só temos a generalização do termo, porque estamos, em nossa maioria, mais para reativos predadores, do que para seres RACIONAIS e inteligentes. Para alcançarmos a região da fronte, em nosso valioso cerébro, é preciso caminhar e comer muito feijão com arroz, tendo a garantia deles, em vez de ter a preocupação de como ter o feijão com arroz e o resto vem depois.
Até a imortalidade precisa de algo vivo que a alimente... O que isso quer me dizer? Vou refletir mais... Devo estar "surtando"? Bom, enfim, para viver, precisamos de VIDA! Para nossa inteligência: ambiente favorável. Creio que, na verdade, não estamos preparados para a imortalidade. Nossa mente não consegue sequer, imaginar o que isso venha  ser...

E, para nós, desejo muita vida que alimenta a vida! Não é só de alimento para o corpo que vive o homem, precisamos alimentar tudo que nos envolva: corpo, mente e espírito! Isso faz diferença. Ordem, zelo e cuidado. Isso contribui para nosso crescimento como gente, pessoa... seres VIVOS! Vamos nos alimentar de mais humanismo, para nos aproximarmos, um pouco que seja, do que se conceitua como SER HUMANO. SER VIVO! E vamos, proteger aquilo que veio muito antes de nós e que é nossa maior fonte de vida: a NATUREZA.

SÓ A VIDA ALIMENTA A VIDA! SÓ DA VIDA, A VIDA PODE BROTAR!!!

VAMOS DEIXAR UM MUNDO MELHOR PARA OS NOSSOS FILHOS E FILHOS MELHORES NESTE MUNDO! - amém!

Beijos,

Pat Lins.


segunda-feira, 21 de junho de 2010

SOLUÇÃO DE PROBLEMAS


Se você tema solução para os problemas de todo mundo, comece resolvendo os seus.

Já percebeu que a maioria de nós, mal conseguimos dar conta da demanda de problemas de nossas vidas e, ainda, "perdemos" tempo "dando pitaco" na vida dos outros? Quantas vezes nos pegamos sugerindo "soluções" - na verdade, a gente mais gera polêmica e reforça o problema do que elucida - para os outros e nos descabelamos por não conseguir focar nos nossos? Pior, quantas vezes nem percebemos que temos um problema? Fora os que têm e deixam, alegando que "as coisas se resolvem" ou "tudo tem solução", nem que seja alguém resolver por você.

Por que a gente cria tantos problemas? Parece que isso nos alimenta. Parece que dá "status" estar cheio de problemas e estressado... Por que é tão complexo desejarmos, de fato, e nos empenharmos em SOLUÇÃO? Repetir o problema milhões de vezes não traz solução, só aumenta e vira uma bola de neve... sai debaixo!

O que é "normal", "certo", "errado", "culpado", "vítma", "algoz"...? Cada um de nós é tudo isso o tempo todo. Somos dualidades, contraditórios, inexatos... A ciência responde muito, mas, segue uma escala, um formato, um rigor... A abstração libera demais... O que vem a ser o meio termo, o ponto de equilíbrio, a serenidade? Quanto mais aceitarmos e assumirmos que não temos resposta para tudo, nem solução "certa" para todos os problemas, talvez, quem sabe, a gente se aproxime mais da gente mesmo e a humildade - a de verdade, não essa de fachada que a gente se acostumou a "conceituar" como humildade... - seja a solução para tudo. Sabe, tipo uma chave-mestra?! Pois é, quanto menos permitirmos que orgulho, estresse, vaidade, "desejos" - aquilo que a gente quer, porque quer, que aconteça/seja, forçando a barra, só para satisfazer um capricho... -, ambição, arrogância, cretinice, idiotisse, "cabeça-durisse" dominem nossas escolhas, mais propensos a solução acertada estaremos.
  
Muitas vezes, a gente é tão cruel, que permite que nossas mazelas e auto-desconhecimento beirem a inconveniência e a gente acaba, em vez de ajudar o outro, acabamos aumentando o problema e, muitas vezes, criando um que nem existia... Me recordo quando estava grávida e, durante a escovação dos meus "cabelitchos" - risos - o cabeleireiro - uma criatura de outro mundo, viu?! Uma figuraça! - me perguntou: "você só vai ter esse?" Eu respondi que até ali, sim... que já imaginava a dificuldade de dar uma boa estrutura material para um, imagine para dois - é importante definirmos nossos pensamentos... a gente tem mania de falar: "dar uma qualidade de vida boa para meu filho" sem saber o que isso quer dizer... - e ele me saiu com um conselho "brilhante" - risos: "ah, um filho só?!" Eu pensei que ele ia dar aquele conselho chavão que a maioria das pessoas a-do-ram dar - inclusive eu... risos - de que precisa de um irmão e etc, quando ele continuou - kkkkkk, eu não aguento sequer lembrar, porque foi cômico de tão inusitado e, creio eu, impensado - risos: "minha filha, e se seu filho morrer? Você só vai ter um. Com fulana (falou o nome de uma mulher e não me recordo...risos) foi assim, o filho dela morreu de uma hora para outra e ela ficou sem nenhum. Já não tinha idade para ter mais... taí..." Gente, isso é real? É! Nesse caso deu para dar risada. Mas, em muitos outros, o que seria cômico, pode ser trágico. A gente precisa se policiar na hora de "porpor" soluções e saber se estamos na linha limítrofe entre um bom conselho, uma idéia pensada e refletida considerando a realidade da pessoa e uma catástrofe.

Fora as "soluções" que não passam de crítica dos "cheios de razão": "ah, você deveria ter feito..."; "eu mesma(o)... humpf! Comigo eu queria ver se seria assim..."; "você é muito besta... deveria ter..."; entre outros tantos clichês que amamos propagar. E piora quando a gente sabe que a pessoa vive o contrário do que propõe... na verdade, fica patético. Quantas vezes somos OS patéticos, sem saber e nos achamos os "bam-bam-bans"?! Olha, quantas vezes a gente arrota saber de tudo, dar solução para tudo, critica a tudo e a todos... e tudo que falamos volta contra cada palavra dita?! Outro exemplo bem prático é quando nos deparamos com uma criança - até adulto, mesmo - doente... "baixa" o médico experiente na gente e todos os aparelhos de raio X, ressonância... estão em nossos olhos, em nosso tato, já reparou? Ou, pajé, curandeiro... Sempre sabemos de um caso - falo isso me incluindo em cada situação... eu também hajo assim... - de alguém que passou por algo parecido e "curou" tomando... Receitamos remédios, chás, misturas... Um creme para hemorróida cura até queda de cabelo... Fora que se você vai - ou leva - a determinado médico/especialista, você sempre leva no lugar errado, porque a pessoa conhece um que é muito melhor, que é mais capacitado... A gente já gosta de se sentir o máximo, já percebeu?! Amamos menosprezar o outro. Tripudiar em cima da dor alheia... Depois, nos achamos "superiores" ou perfeitos e que terapia é só para dondoca ou doente mental, afinal, "não temos problemas"...

Por que agimos como "sabe tudo" o tempo todo? Acho que nossa carência em ter resposta e solução para tudo é tão grande, que nos acomodamos a água até os tornozelos, em vez de mergulharmos fundo... é menos perigoso. Por que somos tão radicais para resolver um problema imediato, propondo soluções que não passamo de um problema maior? Por que é tão difícil sermos solidários, em vez de cheios de razão? Por que, para dar um conselho, nos colocamos como "mestres" e não como parceiros, amigos...? O fato de alguém próximo nos pedir um conselho, uma opinião - e vice-versa - não nos dá o direito de exercermos a crueldade intrínseca de "se achar o rei da cocada preta". É apenas o fato de, às vezes, a pessoa - ou a gente - se perder em meio ao turbilhão de tanta coisa para resolver, que precisa dividir com alguém... alguém como ele(a) que também é limitado, tem seus problemas... mas, que, como cada cabeça é um mundo e cada um de nós tem sua história, seu caminho e, consequentemente, experiência em alguma coisa - nem que seja "coçar o saco" - quem sabe, consegue ajudar a pensar. Por que é tão dicíli a gente seguir essa linha de raciocínio?


A verdadeira solução de probemas é aquela que não causa dor - dor mesmo... aquela que poderia ser evitada e não foi... entretanto, existem algumas dores que são consequência de ingerência da própria vida e nossas escolhas e romper com suas sequelas para curar vai, inevitavelmente, causar dor... mas, a dor para curar uma ferida JÁ  aberta... Não adianta forçar uma solução que não é viável... não é solução, é vácuo! Afinal, não existe um único caminho certo... E NINGUÉM é detentor DA verdade ÚNICA e UNIVERSAL! Portanto, saiba que VOCÊ É HUMANO! Ah, outra coisa interessante: ARMENGUE NÃO É SOLUÇÃO.

COMPREENSÃO, RESPEITO, SOLIDARIEDADE, HUMILDADE, CORAÇÃO ABERTO... isso sim é caminho para a solução ou para ajudarmos a alguém na busca por uma. O que para a gente parece tão óbvio, tão simples - "Isso lá é problema? Problema tenho eu..." -, exagero - que seja - ... pode ser um grande entrave para alguém ou, para aquela pessoa. Ninguém tem a obrigação de escutar os problemas dos outros - principalmente, se está tão atolado com os próprios - e, nessas horas, dizer "não" é dizer "sim" - "sim" para o bom senso e para a sinceridade onde: "Olha, eu não estou a melhor das pessoas para te ajudar..." e, a pessoa, também, não tem o direito de ficar aborrecido (a). Às vezes é assim mesmo, a gente se nega a "abrir o jogo" e acaba criando uma situação naufrágio duplo... Nosso problemas não podem, nem devem, ser maiores do que o RESPEITO a si e ao outro. A verdade não é para magoar, nem para diminuir ninguém, é para explicar que nós, também, somos humanos e temos nossos limites. Isso eu digo por experiência. Daí, preciso voltar à época das crises da DPP, onde algumas pessoas queriam ser "solidárias", sem estar, propriamente ditas, "solidárias", por conta de seus próprios cansaços e problemas, mas, o medo de parecer "não ser solidária (o)" - até acredito que com sincera vontade de ajudar - acaba atrapalhando. Por isso que a frase/lema "MUITO AJUDA QUEM NÃO ATRAPALHA" deveria ser um grito de guerra a todo instante, antes de nos lançarmos ao papel de bravo guerreiro... Dar apoio não tem nada a ver com coragem para guerra... só se for em meio a uma... Dar apoio é estar, no mínimo, com o emocional em ordem ou consciente da desordem... Nunca seremos 100% equilibrados emocionalmente... quem alegar que é já demonstra desequilíbrio: cegueira. Mas, quando estamos com o emocional claramente abalado, cansados com seja lá o que for..., significa que não estamos preparados para apoiar e sim, precisando de apoio e se fazer valer da honestidade é capaz de evitar o afundamento coletivo. Mas, sim, durante as crises, algumas pessoas se "achavam" capazes de me ajudar, mesmo diante de meu argumento que não dava certo e estava me machucando mais... Por que temos essa necessidade de "não darmos o braço a torcer" e admitirmos, para nós mesmos, que é verdade, nem sempre podemos ser o ombro amigo, porque, também estamos passando por uma fase difícil e precisamos de um... Não, não é comparando "meu problema é maior e pior do que o seu", trata-se, apenas, de assumir que TAMBÉM tem problemas e que eles explodiram e não estamos sabendo como lidar... Para isso, precisamos ser justos e honestos conosco, antes de tudo. Ignorar ou não admitir que é como é ou está como está além de não ajudar, atrapalha... Não é fácil lidarmos conosco, imagina com o outro? Mas, dar um abraço amigo, mesmo que não possa fazer mais do que isso, já é de grande apoio e de uma força magnífica. A gente só pode se doar até onde e como pode. Ninguém, nem nós mesmos, podemos exigir de nós mesmo ou do outro, mais do que pode ser dado. Nenhum de nós está na cabeça do outro para saber o grau de seu sofrimento. Isso é individual. Para mim pode se tatar de uma bobagem o seu problema, porque já passei por coisas piores... mas, essas coisas piores podem ser bobagem para você. Não existe só um lado. Nem só o meu. Nem só o seu.



Não podemos negar que JUNTOS, PODEMOS MAIS! Mas, JUNTOS = entregues e guiados pela abertura, pelo senso de companheirismo, pela verdade que elucida e explica, pela sinceridade - a de fato, oposta ao sincericídio -, pela honestidade nas ações e pensamentos, pela compreensão, pela solidariedade, pelo RESPEITO e pelo AMOR - não, não apenas o amor romântico, o amor como sentimento pleno e que justifica a essência da bondade e seus bons frutos. Um apoiando o outro, igual a dois bêbados que vi há alguns anos - apoiados, ombro a ombro, um mais bêbado que o outro, mas, se escoravam neles mesmo e ali, se equilibravam no diálogo repetitivo de: "Eu te levo para casa" e o outro "não, eu que te levo"... e, lá eles iam, pela rua, dobraram a esquina, abraçados, amigos, SOLIDÁRIOS e, mesmo dentro da falta de "lucidez" e total embriaguez, UNIDOS e SINCEROS, entregues ao objetivo de chegarem em casa - risos. Foi uma cena "podre", mas, de uma lição incrível! Eles não caíram, porque se amparavam e se equilibravam em seus desequilíbrios...

Se a gente aprender a se conhecer mais, mais aceitamos e aprendemos o que quer dizer: "ama ao próximo como a ti mesmo" e, com certeza, muitos problemas encontrarão a solução certa! Falta muito da gente em nós mesmos, já percebeu?!

E, assim, quem sabe, a gente se entregue ao propósito de DEIXAR UM MUNDO MELHOR PARA OS NOSSOS FILHOS E FILHOS MELHORES NESTE MUNDO!!!

Pat Lins.



domingo, 13 de junho de 2010

RAIVA E FORTES EMOÇÕES!!!

Para variar, em nossos padrões de educação hipócrita - e vai saber quando e porquê isso começou... - a gente é "ensinado" a "não sentir" raiva, porque é feio e as pessoas podem não gostar, fora que podem "achar" que você é louco e/ou uma pessoa má...

Sinceramente, não sei o porquê de tanto medo em assumirmos nossas emoções mais básicas - ainda que as fortes e desagradáveis, se elas existem mesmo?! Falar que não sente já sentindo é que é loucura.

Raiva é algo que explode, nos pega no susto, diante de um estímulo que toca naquilo que nos incomoda... talvez nunca saibamos o motivo que leva a despertar, mas, dá para gerenciar isso. Raiva é algo que quando você vê, ela já está. Só deixar passar, aí está nosso esforço saudável. Deixar ela ir. Negá-la só a alimenta e a mantém dentro de nós, nos corroendo: primeiro por nem sempre podermos extravasá-la, pelo medo, por tabu... por limitação e a "engolimos"; segundo, porque, se a gente não a deixa ir, ela vai se alimentando da gente.

Não me refiro a agressividade, exaltação, exagero... e sim ao simples fato de negarmos a raiva e sua explosão, bem como outras fortes emoções. Não levanto a bandeira para a arrogância, a falta de educação, estupidez... apenas me refiro a raiva, por exemplo, se alguém pisa em seu calo. Pois é, vai negar que o susto, a dor inesperada... vai despertar uma raiva? Mas, passados esses segundos iniciais de quem foi "pego de surpresa" - uma surpresa bem desagradável, mas, acidental - deixa ir e recobra o bom senso, a vida segue.

A gente precisa conhecer um pouco mais sobre nós mesmos e nos aceitarmos como somos - sem nos acomodarmos a essa verdade, do tipo: "eu sou assim mesmo. Pau que nasce torto, morre torto"... Isso é desculpa esfarrapada, até porque nós não somos "pau". Dói "pra cacete", viu?! Mas, é muito melhor se livrar desse peso e dor eternizada das permissividades destrutivas, como se negar, do que não ter a oportunidade de ser algo melhor. A grande questão é respeitar. Respeitar a si, ao outro, a todos e a cada um. Pedir desculpa. Não se aproveitar de querer mudar para descarregar nos outros, enquanto não se "ajeita internamente". Compreender que nem todo mundo pensa como eu, como você... cada um tem seu tempo, seu ritmo, sua história, suas referênciasm, suas verdades, seus desejos, seus anseios... cada um tem seu próprio mundo e coexistir é o mesmo que administrar as diferenças; equilibrar; é respeitar! É olhar daqui para frente e seguir. Fui uma pessoa estúpida até ontem, hoje, estou disposto a ser mais compreensivo, mais cauteloso com as palavras e expressões, sincero e honesto - completamente diferente de invasivo, inconveniente... Isso, também não quer dizer que vamos mudar como um estalar de dedos, nem que não vamos continuar errando e/ou cometendo outros erros. Somos eternos aprendizes. O diferencial é a disposição que temos para continuar o "aqui e agora" como lema e propósito de mudança.

Cada um de nós precisa aprender a lidar consigo, antes de tudo. Precisamos aprender a lidar com nossas emoções, não estrangulá-las dentro de nós, nem perpetuá-las em forma de agressividade alheia, machucando o outro com o "dom" da estupidez e arrogância. Ninguém pode se valer de ter uma vida mais sofisticada para pisar no outro e muito menos se achar melhor por conta de sua condição financeira. O respeito é condição primordial para a boa convivência em qualquer instância.

Sentir e viver a raiva é sentir e viver uma emoção ruim, mas, que faz parte da gente e não há uma controle rigoroso, ela existe em cada um de nós. Saber como lidar com ela é que faz a diferença positiva ou negativa. Tolerância, paciência, compreensão, respeito, são virtudes que estão dentro de cada um de nós, expostas de maneira variável - cada um tem seu grau - porém, todos temos o verdadeiro potencial de permití-las emergir. Engraçado, a gente aprende a fingir e/ou omitir a raiva por uma necessidade de "aceitação" de fachada; alegamos que as virtudes podem ser expostas e na verdade, na prática, colocamos toda raiva para fora, canalizada em diversos disfarces diários e dizemos estar exercendo as boas virtudes da paciência, cautela, calma e afins. Urge ou não, a necessidade de se fazer conhecer o que é cada emoção que EXISTE, quer a gente queira ou não, dentro de cada um? Precisamos ou não aprender mais sobre nós? É gritante ou não a necessidade de nos enxergarmos como HUMANOS, pessoas, gente, com um potencial infinito para o bem?!

A gente precisa aprender a ser gente. Eu estou cansada desse mundo de fingimento e aceitação às máscaras, às fachadas, ao superficial! Para mim, chega. Isso não é apelo para grosseiria. Isso é um apelo ao bom senso - o de verdade -, ao equilíbrio, à busca, à entrega e à disposição de querer ser e fazer mais por si e por esse mundão de meu Deus. Isso é querer dizer que sim, nós PODEMOS DEIXAR UM MUNDO MELHOR PARA OS NOSSOS FILHOS E FILHOS MELHORES NESTE MUNDO - incluindo, cada um de nós, afinal, a melhor educação é a real, aquela que passa pela referência da coerência entre atitude, pensamentos e palavras!

Mania de temer o que é inevitável e que existe dentro da gente. Mania de temermos a nós mesmos. Mania de querer ser o que não é para agradar e gerar uma sequência de infelicidade em nossas ações. Mania de não perecebermos que mesmo negando, continuamos agindo e fazendo, justamente, aquilo que negamos, como se apenas falando que não é, a situação por si só se transformasse. Ingenuidade ou idiotisse? Essa é uma grande dúvida que carrego: sou ingênua ou idiota, por também agir assim?

Tudo é um processo. Mas, o esforço diário e o fato de estarmos dispostos, hoje, a fazer diferente e mudar é que conta. Cada dia de vitória - principalmente, as pequenas. Essas são poderosas. Incrivelmente, poderosas. - é uma soma positiva em nosso grau de mudança. É um ponto de fortalecimento para mudarmos o mundo. E, se no final o que vale é a soma de tudo, cada pontinho se transformará numa plenitude. A salvação de nossa espécie é descobrir o poder da união. Nossas imperfeições existem, mas, cada movimento de melhorar, somado a outro movimento - o meu, somado ao seu, somado ao dela, somado ao dele... - alcança a perfeição da busca e do processo de transformação para o bem.

Não precisamos negar nossa essência, precisamos conviver com ela e dela tirar o melhor que há em nós, sem fingir que não existem sombras - o "mal" - dentro e fora de cada um e de todos nós! Precisamos falar mais abertamente sobre as coisas boas, incluindo assuntos pesados, na intenção de transformar, porque isso é bom: transformar o "mal". Só tendo consciência, conhecendo, é que podemos mudar. Só se transforma o que se sabe, o que se vê, o que incomoda.

Vamos aprender a tirar mais proveito de nós mesmos!

Pat Lins.

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