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sexta-feira, 26 de abril de 2013

"... SE EU TIVESSE MAIS ALMA PARA DAR, EU DARIA!"



Ás vezes, tudo que eu queria era saber... depois, saber o que fazer... Fazer. E ver feito. Só que, na maioria das vezes, esse querer envolve querer ver a mudança no outro, também. E não devo querer isso, mas quero! Muito mais quando se trata do próprio filho que não é como queremos, é como ele é!

Faço muito.  Me doou muito. Faço a minha parte. Faço o que consigo, o que dá... faço o que dá para fazer e mais um pouquinho.

Mas, nunca é o bastante! E qual o limite do bastante? E o que é o necessário? Somente questões...

"... se eu tivesse mais alma para dar, eu daria!"
(Djavan)

Pat Lins.



domingo, 3 de março de 2013

AVANÇO TECNOLÓGICO - CADA ÉPOCA COM A SUA (R)EVOLUÇÃO

Imagem: Adoção da tecnologia no ensino alcança resultados  cada vez melhores -  Informationweek

Assistindo ao Fantástico, deste domingo - 03 de março de 2013 - sobre: "Investir em tecnologia melhora o ensino?", me vi pensando: toda época tem seu avanço tecnológico, desde sempre! Foi na necessidade de se cobrir o corpo, para proteção contra o frio que a roupa foi inventada; seja na invenção da roda, para facilitar o levar algo... enfim, cada época, grupos de precursores - de uns tempos para cá, chamados pela ciência de "gênios" ou, em casos de máquinas e afins: protótipos - acaba nadando contra a correnteza da acomodação e vai além, vendo além do óbvio instalado pela rotina - nada contra a rotina, ela é tão importante quanto rompê-la diante da necessidade da evolução, sendo esta "evolução" mesmo ou não...

Pois é, hoje, usar ou não tecnologia na escola; substituir ou não provas e questionamentos que teorizam o óbvio e gravitam muito mais na limitação dos pensamentos do que na órbita do "vamos saber o que temos hoje e ir além" por jogos que estimulem o raciocínio... o que ensinar? O que é importante aprender? Houve época em que registrar, apenas oralmente e de geração para geração. Quantas culturas se perderam por não haver um registro? O medo, com a revolução da descoberta do papiro, de se perder o controle, o medo de perder o poder. Lógico que nem tudo é para todo mundo, que nem todos têm a capacidade de lidar com a responsabilidade de certos conhecimentos... mas, será que os que detêm esse conhecimento e alimentam esse sigilo também têm essa consciência da responsabilidade ou não passa do medo comprometedor do poder que detêm? 

Bom, vou me ater à matéria super bacana do Fantástico. E volto a lembrar: o que hoje é polêmica, amanhã será a realidade... já não em papiro, mas num ambiente virtual e quase infinito.

Cada época com a sua (r)evolução tecnológica. Um dia, quem sabe, superaremos essa limitação e até o físico transcenderá? Eu acredito que um dia, breve, nos comunicaremos por telepatia... Até lá, abaixo o orgulho, a vaidade, e outros sentimentozinhos impeditivos...

Façamos nosso melhor hoje! Aqui e agora tudo pode mudar! O amanhã é o hoje que inevitavelmente chega! Medo de quê? Vamos tentar o que é válido. Vai me dizer que toda linha de educação, quando fora criada, não teve lá suas especulações e negativismos como barreira? Vygotsky, Piaget e tantos outros, foram aceitos com facilidade? Até hoje ainda encontram resistência. E quem resiste está errado? Quem os segue, está certo? Vai saber! O importante é tentar. Há público para tudo. Para essa geração atual, de crianças que nascem intuitivamente tecnológicas, essa educação formal vai dar conta? Tudo é questionável. Tudo é questionamento. Tem como frear o avanço? Como resistir ao que não depende de atos individuais? E aí, é parar ou seguir? No mínimo experimentar.

E aí, investir em tecnologia melhora o ensino? Melhora o aprendizado? Isoladamente, eu penso que não, mas num contexto preparado, creio que sim. É identificar a necessidade do público alvo... qual a linguagem dessa turminha que está aí?

Ah, educação para mim vai além da escolar e acadêmica... 

Pat Lins.

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

"EDUCAR É, ANTES DE TUDO, CONSCIENTIZAR" - Por Morgana Gazel



Isto significa que conscientizar se insere em todo o processo educativo. Vejamos. Proponho que educar é envidar ações que levem o educando a tomar conhecimento e fazer uso das condutas necessárias a seu desenvolvimento físico; a reconhecer seus padrões construtivos e destrutivos e a lidar com eles de modo adequado; a distinguir seu papel nas relações interpessoais; a se tornar ciente de seus direitos e deveres no âmbito social; a perceber que o aprendizado intelectual é um instrumento imprescindível à aquisição da liberdade de pensar e da capacidade de fazer escolhas adequadas; por último, a se dedicar a este aprendizado.
Esta concepção de educar é apenas um detalhamento baseado numa definição do Aurélio, que diz: Educação é o processo de desenvolvimento da capacidade física, intelectual e moral da criança e do ser humano em geral, visando à sua melhor integração individual e social.
Se atentarmos cuidadosamente no que proponho como objetivos das ações educativas, veremos que a família tem um papel preponderante na consecução deles. Somente os dois últimos exigem a participação da escola, embora ela deva contribuir para que os demais sejam igualmente alcançados.
Ora, os pais, em sua maioria, não têm condições de cumprir todos os requisitos referentes a seu papel de educadores, pois não foram suficientemente educados. Se o filho bate em outra criança, eles se mostram compreensivos, caso contrário ficam furiosos. À noite, horário em que geralmente os membros da família têm oportunidade de interagir, uns se ocupam assistindo à TV, outros no computador. E assim segue a vida.
Se a criança chega à escola com pouca ou nenhuma educação doméstica, terá grande dificuldade de se adaptar ao novo ambiente, principalmente porque grande parte dos professores não está preparada para lidar com aluno difícil. É bom lembrar que os docentes podem também ter tido uma família incapaz de exercer satisfatoriamente o dever de educar. A coisa toda se complica ainda mais, quando um deles toma uma medida, às vezes correta, com a finalidade de corrigir uma conduta deseducada, e os pais do aluno em questão revoltam-se e o agridem. O prejuízo do professor será apenas o mal-estar, o do aluno será provavelmente jamais se tornar um verdadeiro cidadão.
Os efeitos das falhas no processo educativo alastram-se em toda a sociedade, vai até nossos governantes; muitos deles certamente vieram de lares e escolas que falharam neste aspecto. Como consequência, chafurdam no exercício da não cidadania e, portanto, não têm nenhum interesse em mudar tal situação.
Que fazer então diante desta realidade? Você deve estar perguntando-se, caso tenha tido a sorte de ser educado adequadamente. Difícil responder. Mas tenho sido assaltada por um sonho louco, no qual todos os verdadeiros cidadãos contribuem de alguma forma para educar pelo menos uma pessoa fora de sua família. No futuro deste sonho, nossos bisnetos são os pais, e o mundo é um lugar bem melhor de se viver.


NOTA: Artigo publicado no jornal A Tarde. Salvador – Quinta-feira, 19/7/2012. Imobiliário, página 6.


terça-feira, 7 de junho de 2011

COISAS COMPLICADAS EXISTEM, MAS, EXISTEM AS SOLUÇÕES TAMBÉM

É muito fácil a gente só enxergar o lado complicado das dificuldades... e, como fazer para querer sair e encarar que há solução, ainda que penosa, cansativa, desgastante e difícil?

Ano passado, eu quase me separei do meu marido. Depois de um conselho neutro de uma amiga, repensei e considerei: "evite tomar decisões em meio a uma crise..." E isso me fez repensar: qual a verdadeira razão do desejo de separar? Será que o caminho mais fácil é o ideal? O problema seria resolvido com o divórcio? Ainda existem situações pendentes e que preciam ser resolvidas? Enfim, precisei entender que quando surge um problema a gente precisa resolver e entender que toda ação tem uma reação que não atinge apenas ao autor, mas, a todos ao redor. Isso não quer dizer que não me separei por conta do meu filho... Mas, por conta de ter um filho e do problema ser a relação do pai e da mãe dessa criança - eu e meu marido - e essa relação desgastada como estava estar atingindo e interferindo no comportamento desse filho e na vida dele, sim, isso precisa ser visto e considerado. Não, meu casamento não é perfeito, mas, precisei ser adulta e, mais ainda, aberta - não dar ouvidos a todo e qualquer comentário oco - para compreender que se há uma situação complicada, vamos resolvê-la. Primeiro: só posso mudar a mim; segundo: eu não sou a dona da verdade, mas, sou a dona da verdade de minha vida; terceiro: faz parte do mundo adulto maduro resolver as situações, não fingir que elas não existem e dar um basta, como se não acarreta-se em consequências e/ou criações de novos problemas. Enfim, decidi manter a relação com algumas condições: cada um fazer sua parte no processo de crescimento pessoal. Já não dava mais para mim educar um filho e um marido... Se educar uma criança já é difícil  e engloba uma série de fatores a serem administrados de acordo com a idade, imagine educar um adultocriança que paga as contas da casa? Uma vida é complexa por si só, imagine três vidas em esferas e patamares diferentes coabitando o mesmo ambiente e coexistindo, por ser uma família?

Pois é, procurar a solução requer querer de verdade, ter vontade de resolver, não de fingir que revolveu, para dar satisfação aos outros. Isso não quer dizer que seja fácil e rápido de resolver. O cotidiano segue e suas exigências continuam. Existe uma caminhada e não se para para pedir tempo ao tempo, é preciso aceitar que existe o tempo certo de cada coisa, além do tempo corrente. Há que se ter vontade de superar a mente dos desejos... ou, há de se superar a mente dos desejos para se ter vontade? - risos. Preciso me manter firme no propósito de descoberta e observação, para, com o passar do tempo corrente e caminhando com o tempo de solução, saber o que fazer - se não já estiver feito.

Precisamos ter cuidado e responsabilidade com nossas ações, proque, quando se tem um filho, observemos se o que fazemos não reverbera nele e, mesmo que ele tenha sua própria personalidade, ele é um ser social e o meio interfere na maneira como ele pode reagir e agir... Como criança não tem domínio da própria consciência - inclusive, muitos de nós, adultos, também não - ele não saberá como canalizar isso. Assim, muita ramificações decorrem daí e o comportamento dessa criança fica comprometido.

Enfim, está mais do que na hora de entendermos que somos quem somos, mais fruto do meio e mais consequência da educação e exemplo dos nossos pais. Hora de assumirmos a responsabilidade por cada ação nossa. Só assim, a base de muita honestidade consigo e empenho diário se consegue chegar perto do próximo degrau.

Pat Lins.

quinta-feira, 10 de março de 2011

FILME DE MINHA VIDA - APENAS ALGUMAS CENAS: DESABAFO! AFO! (COM ECOOOO)

Pois é, a saga do filme continua, mas, melhorou.  (OPS! NO EPISÓDIO ANTERIOR REFLETIA SOBRE A INFLUENCIA DE UM FILME SOBRE MEU FILHO. VIDE http://maesnapratica.blogspot.com/2011/03/filmes-influenciam-mas-nao-sao.html) A estratégia da negociação foi surpreendente: ele não só concordou, como entendeu e, o melhor: aceitou. Melhor que isso, só dois disso! E, sendo assim, ele voltou a pedir os filmes que antes gostava tanto, como "A Era do Gelo", "Toy Story 1, 2 e 3", "Shrek", 'Lucas, um invasor no formigueiro" e etc - se eu for listar a dvdoteca dele, não termino hoje. 

Com relação ao comportamento, normalizou. Ou seja, diminuiu o excesso do que já é excessivo. Graças a Deus, porque eu já estava esgotada e, confesso, sabe Deus de onde tirei forças, porque, minha gente, careca era só o começo dos meus problemas. 

Visitando, como de costume, os blogs amigos - tenho uma lista aqui ao lado - li um texto emocionante da Sueli, - BLOG DO DESABAFO DE MÃE - e me vi ali. Só quem tem um filho de personalidade forte e dono de si pode imaginar o que passo. Por mais que eu escute e saiba que ele não é um menino ruim, afinal, não é malvado, "só" agitado, isso não diminui em nada meu desgaste. Todo dia eu vivo tensa e pressionada. Estou sempre alerta e tenho que ser flexível e legal; e ainda rigorosa e firme; carinhosa e amorosa; mãelimite no limite. Só por um tempo, queria refresco - risos. Sabe o que é pior - ou melhor ? Eu não resisto aquele safadinho lindo. Ele é elétrico, me mata de cansaço, mas, se não fossem as críticas que dou ouvido e reverberam em minha mente, talvez, quem sabe, eu me cansasse menos. Também, quem manda ser humana e dar ouvidos ao que não deveria ser escutado, já que se sabe que quem fala apenas extravasa sua própria dor, infelicidade, fraqueza e pequenez através da tentativa de diminuir o outro para se sentir maior?! E isso me incomoda muito: mania de me ocupar com a língua dos outros. Acho que sou assim por conta de minha mama querida. Ela é do tipo de pessoa que prefere se machucar a ter que dizer a verdade a alguém. Eu vivo uma contradição: quero falar - e, quando não dá para segurar, eu falo - e me sinto péssima por magoar alguém, ainda que esse alguém tenha me magoado. Aquela história da pessoa sacana que sacaneia, provoca e ainda sai como vítma, porque soube fazer seu lobby. Meu lobby é queimado, porque eu explodo mais do que me contenho e quem provoca fala baixo, com voz mansa e incubado. Odeio falsidade. Pois sim, o que isso tem a ver com Peu? Essas pessoas e lidar com isso me desgasta tanto, nesse embate que minha resistência diminui. E eu? Preciso estar sempre em alta, para conseguir lidar com Peuzinho. 

É muito cansativo ter um filho ultra elétrico, que parece saber o que quer e só descansa quando consegue - leve o tempo que levar, ele consegue alguém que ceda... principalmente quando não está em minha frente - e tentar lidar com algo que já é desgastante por si só e ainda ter que lidar com gente desocupada e sem "setocômetro". Gente que, se estivesse em meu lugar, o que faria? Sim, porque essas pessoas são cheias de dicas, receitas, fórmulas de sucesso, "jeito", "ciência", técnica - diga-se de passagem, teoria da técnica -, de experiência - nos casos que me refiro, malsucedidas experiências, mas, como os filhos cresceram e não matam, nem roubam, acham que fizeram um bom trabalho... ainda que sejam pessoas problemáticas e difíceis, imaturas, infantis, egoístas... isso me incomoda mesmo e de verdade. Cuidar de Peu não é facil, mas, se ele é assim, eu tenho que encarar os fatos e lidar com isso. Quando consigo manter uma distância saudável - como me refiro a me afastar daquilo que me compadece, para o meu próprio bem e que não é tão bem visto pelos outros, mas, paciência para eles - eu mantenho minha taxa de resistência equilibrada e minha rotina cansativa é puxada, mas, "vivível" - risos. Infelizmente, algumas vezes essa distância saudável é quebrada e levo dias para me recuperar, até estabilizar. Bom é que cada vez que faço o esforço, assim que passa a fase crítica do estresse instalado, me sinto infinitamente melhor e mais forte e, detalhe, mais convicta de que estou certa em manter minha distancinha, viu? Sorte a minha que ainda posso e consigo fazer isso com, pelo menos, 90% dessas pessoas inconvenientes, mas, que fazem parte do ciclo social e familiar. 

Essa questão do filme, mesmo, nem todo mundo acredita e acha que é proque ele é assim mesmo. Será? Não sei, acho que sou observadora demais, minha veia crítica e exploradora da alma humana me faz ser assim, de natureza. Isso faz com que eu me abra para as possibilidades, em vez de fechá-las e visualizar tudo de um panorama mais holístico - não como as pessoas dizem que fazem, sem fazer... eu sinto a dor de quem se esforça para colocar em prática o movimento de mudança, de observação, de planejamento e de desenvolvimento de estratégias e ações. Sou, praticamente, um plano de marketing - risos. Ou, uma monografia - risos. Nem por isso, obtenho sempre êxito... O empirismo me guia e entre tentativas e erros, vou chegando lá. Como sempre me falo: quem vai saber o que é certo ou errado no que tange a educação de um filho? O que deu certo para A - quando deu certo mesmo, ou seja, a criança cresceu e se tornou um adulto equilibrado, sensato, sereno... o que não quer dizer que seja apenas mérito dos pais, mas, do ambiente, da característica pessoal, do empenho individual, das oportunidades bem aproveitadas... Complexos é o que somos - não quer dizer que vá dar certo para B, C... Z. Cada um é um. Tem uma pessoa que vive pregando essa premissa e, na hora do "vamo ver" é a primeira a já estar comparando e, cá entre nós, sem critério algum... Comparar é necessário, para que tenhamos parâmetro, mas, o que é - ou quem é - o parâmetro para comparação, mesmo? Só Jesus, mesmo. Ou Gandhy, Madre Tereza... Pessoas que abriram mão de si, por já serem tão evoluídos que não tinham mais o que crescer, apenas orientar e facilitar crescimentos.

Ai, quero vomitar minha irritação, para que essas reverberações me deixem em paz. Eu já vivo uma vida desgastante - não, eu graças a Deus não passo fome, nem sede... mas, a educação de Peu requer um ritmo em mim que não é o meu e exige um estado mental sempre alerta que, de vez em quando, pede descanso e não encontra. Tudo seria menos pesado se as pessoas se tocassem e, se querem ajudar, ajudem. Porque, muito ajuda quem não atrapalha, já dizia minha avó. Ajudar colocando mais pedra para a pessoa carregar a sadismo, né ajuda não, viu?

Meu filho é agitado, sim, mas a "culpa" não é minha. Ele é como é. Não é por falta de diálogo, nem de limite - ou tentativa de dar alguns. A educação de Peu é a longo prazo. Já percebi isso. Essa natureza geniosa dele insiste e testa meus limites, mas, eu quase sempre estou lá, segura e firme. Caio, por diversos motivos, porque, apesar de ser mãe - e todo mundo exige perfeição  sem o ser - eu sou gente e vivo outras coisas além da maternidade. Caio, por diversos fatores pessoais e íntimos. Caio como qualquer pessoa. Mas, o que mais me derruba, com relação a lidar com Peu são essas intromissões descabidas, desorientadas e sem sentido, que invadem como uma chuva ácida - não comparao com acidentes naturais, porque acidentes naturais são reações da natureza gritando socorro. A mãe natureza pede socorro para que nós, filhos, vivamos melhor e nós, filhos, somos extremamente desobedientes e impetuosos, como Peu é comigo... - e terminam por alterarem o rumo de meus afazeres, do meu ritmo... Tanta cobrança. Todo mundo devia fazer terapia. Tantas ações infantis, de adultos que não se desenvolveram e cresceram em idade, mas, não em identificar sua identidade... Tanta gente que briga por tão pouco. Tanta gente que se diminui em vez de crescer. Tanta gente que cria situações sem necessidades. Tanto malentendidos, por falta de uma coisa simples, chamada "comunicação" - falar, ouvir e entender. As pessoas têm má vontade em compreender. Em aceitar. Em respeitar. 

Difícil! Mas, vou indo, porque, como disse a própria Sueli, mãe nunca desiste. E, acabo sendo mãe de mim, porque não desisto de mim, nunca! Nem quando penso que assim o fiz.

Vou terminar aqui, senão, uma coisa puxa a outra e este post era só para dizer que educar um filho é zelar por tudo que o envolve, sabendo que não temos controle total do que eles captam, mas, temos co controle total de fazê-los entender que por mais legal que uma mãe seja, ela precisa ser respeitada e reconhecida como tal. Só para dizer que eu luto todos os dias para que meu filho cresça um homem virtuoso, de bem, mesmo que hoje ele brade com os limites, que teste os meus limites, amanhã, seja ele o que for, eu fiz o que pude, com a melhor intenção. Só para dizer a mim mesma que eu preciso recarregar e triplicar minhas forças. Só para me dizer que educar um filho é identificar os sinais - quando problemas - e se abrir para as soluções, porque não existe um única solução, mas, sim, uma que dê jeito.

Depois, talvez, volte a extravasar de novo. Afinal, na prática, somos isso: gente querendo ser melhor, mesmo sem se dar conta e sem se dar conta dos caminhos que seguimos para tal. E, no filme de nossas vidas, tudo deve ser dirigido por nós mesmos e com ajuda, sim, porque ninguém vive sozinho, mas, ajuda é uma coisa, manipulação, controle e intromissão é outra...

Saudações maternais,

Pat Lins - uma mãe na prática diária de se construir e desconstruir; num desabafo de mãe e que só coisa de mãe pode entender. E, fica a pargunta: "what mommy´s need?" Afinal, somos mãe e  muito mais, não é não?! E sempre em mãetamorfose. E haja inventando com a mamãe para alegrar a filharada. Principalmente os kids indoors da vida moderna, de crianças que não dormem e vivem acesas, como se não tivessem tempo a perder. Que um dia vão virar adolescentes - e, alguns saíram dessa fase... Afinal, todas vivemos um sonho de ser mãe e, no final, toda mãe é igual! A cada mãe, mãeblogeira, bipolar ou não, aqui, meus parabéns! Fui tecendo o fio de ariadne para agradecer com este último parágrafo, a maioria dos blogs que sigo, por conta desse meu pequeno, nessa pequenópolis - crianças a solta na soteróplois. Para quem não entendeu, vide a lista de blogs que sigo no MÃES NA PRÁTICA, porque este blog é para mães de ninas e ninos do meu coração. Minha homenagem a cada blog que me ajuda nesse processo de maternidadeconsciente.


quinta-feira, 28 de outubro de 2010

BIOTECNOLOGIA - A JORNADA DA SUSTENTABILIDADE: "CIBERATIVISMO PARA LEIGOS"

O texto abaixo foi escrito por mim, para o blog  JORNADA DA SUSTENTABILIDADE.

E, coloco aqui também, como mais uma maneira de alimentarmos o movimento

VAMOS DEIXAR UM MUNDO MELHOR PARA OS NOSSOS FILHOS E FILHOS MELHORES NESTE MUNDO.

Agora, eis o texto:

CIBERATIVISMO PARA LEIGOS

Quantos de nós já se perguntou o que fazer para deixar “um mundo melhor para os nossos filhos e filhos melhores neste mundo”? E, quantos de nós levou isso para a prática?

Foi pensando nesse aspecto que “caí na real”: como ajudar nosso planeta através do mundo virtual? Apenas com palavras e clamando a comunidade “cibernética” de que a natureza é vasta, mas, limitada? Não e sim... Podemos mudar, aos poucos, através de uma abertura de consciência. Podemos ajudar através da World Wide Web (WWW) com ações que farão diferença no universo real: CIBERATIVISMO.

Existem vários grupos e movimentos que nos ajudam, divulgando informações do quê e como é possível reverter, ou, ao menos, frear, a destruição do nosso planeta, e, um deles, se dá através da BIOTECNOLOGIA, onde é possível lembrar que o avanço tecnológico precisa funcionar a favor da humanidade e não contra, como vem acontecendo e a gente, assistindo sentados em nossas cadeiras. Como estamos na “Era da Informação”, está mais do que na hora de clicarmos nesse ponto e nos inteiramos do que podemos fazer, até para aqueles que não querem sair da cadeira... Qualquer um de nós pode fazer algo, afinal, se inteirar e navegar em busca de informações no dá um conhecimento e, todo conhecimento aplicado é igual a uma prática saudável, concorda?!

O CIBERATIVISMO

Agora, chegou o momento das definições: O QUE VEM A SER CIBERATIVISMO?

Consultando o Google, coloquei lá: CIBERATIVISMO e eis que a Wikipedia responde, de maneira bastante didática e direta, para leigos, como nós, que queremos fazer algo:

“Ciberativismo é uma forma de ativismo realizado através de meios eletrônicos, como a informática e a internet. Na visão dos que o praticam, o ciberativismo é uma alternativa aos meios de comunicação de massa tradicionais, permitindo-lhes "driblar" o monopólio da opinião publica por estes meios, ter mais liberdade e causar mais impacto, ou é apenas uma forma de expressar suas opiniões.” (http://pt.wikipedia.org/wiki/Ciberativismo)
E dando continuidade a minha jornada, fui em busca de mais e mais informações sobre esse movimento prático, eficiente e funcional, e, através dos meus alunos, conheci, não só o movimento ciberativista do GreenPeace, como assuntos correlatos, como o Black pixel – “o projeto baseia-se num programa que pode ser capturado através da Internet e instala um quadrado preto na tela. É possível desligá-lo a qualquer hora. Mas enquanto está funcionando, o quadrado reduz o consumo de energia e as emissões de CO2. O desafio é chegar a 1 milhão de Black Pixels instalados, que equivaleriam à uma economia de 57 mil watts/ hora ou a manter apagadas 1.425 lâmpadas de 40W por uma hora. Uma usina à carvão, para produzir a mesma quantidade de energia, emitiria 70 kg de CO2.”, afirma a matéria no site do GreenPeace, sobre o “Black Pixel contra o aquecimento global”

Mergulhei fundo e, vi que existe muita gente engajada na causa. Pois é, professor também aprende com aluno, afinal, conhecimento é um mundo sem fronteiras e a sua utilização na vida prática é a melhor lição que podemos tirar. E foi quando vi a chamada “Prosteste nas 'ruas' da internet”, que soube como poderia começar ajudando com ações que, em princípio, parecem simples, mas, que têm uma força impressionante, se colaborarmos.


O QUÊ UM CIBERTAVISTA PODE FAZER? 


O próprio site do Greenpeace dá a dica:

- assinar as petições on-line;

- encaminhar os e-mails do Greenpeace a seus amigos;

- seguir o Greenpeace nas redes sociais;

- publicar notícias/vídeos/petições em blogs, sites e redes sociais;

- comentar nossas notícias;

- iniciar debates e fóruns sobre as campanhas do Greenpeace, incentivando a troca de conhecimento;


Pois bem, leigos amigos, agora, podemos nos tornar experts em como ajudar nosso planeta e levar adiante esse movimento CIBERATIVISTA, afinal de contas, o mundo virtual já faz parte da nossa realidade, tornando-se um universo cada vez mais vasto e repleto de possibilidades.

Abaixo, alguns links com textos e matérias relacionadas ao assunto, só passar o mouse, clicar, ler, divulgar e praticar:




Colaborar com a sustentabilidade não é uma questão para especialistas, é uma atitude individual, somada no coletivo em prol da sobrevivência de todos e cada um de nós e, nesse aspecto, no que tange e se refere à propagação da vida sustentável, cada um de nós, sim, é um especialista nato! Agora a pergunta inicial deste post já tem resposta: atitude.

Saudações ciberativistas,

Pat Lins

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

ENSINAR, SÓ SABE, AQUELE QUE CONSEGUE APRENDER!

Hoje, homenageio aquela categoria profissional que precede qualquer outra e está em todas as áreas: O PROFESSOR!

Sim, fui conquistada! Ser professora tem sido uma experiência muito gratificante, pela primeira vez, para mim. Nas experiências anteriores não foi lá, o que se pode dizer, legal... Mas, agora, meus alunos - apesar de toda resistência à disciplina - têm me ensinado que não há como agradar a todos e que aluno é igual sempre - kkkkkkkkkkkkk.

Pois é, Pat Lins não apenas está professora, agora, eu sou. Já me sinto "pró". Cada dia aprendo um pouquinho mais do que já sei e o que não sabia que não sabia. Ensinando a gente tem a oportunidade de aprender mais e mais.

Dedico este post aos meus alunos queridos, cuja troca em sala de aula tem sido enriquecedora. Conhecimento é conhecimento e estar aberto para recebê-lo é sempre bom!

Comecei a aprender que para ensinar é preciso aprender mais a cada dia, quando nasci mãe. Não há lição mais forte e verdadeira do que entender que educar é um ato além dos moldes formais e acadêmicos, está em perceber que cada um fora da gente é tão um quanto a gente e isso nos direciona a saber como lidar e facilitar o aprendizado - mas, para isso, precisei aprender e aprendo a cada dia.

Ser professor, para muitos, é uma maneira de descontar no aluno o que recebeu dos seus professores... Ou, uma maneira de exercer o "poder"... Ou, amam tanto o ato de troca que mediar conhecimento, através de uma aula acadêmica, é um caminho. Ou apenas têm talento nato, vocação. Cada um tem seu jeito, seu estilo, sua metodologia, seus critérios, suas razões, suas paixões, seus caminhos, seus encontros - ou desencontros. Mas, de todos, o melhor é aquele que não se permite engessar e "parar" de aprender. Todo professor já foi aluno e todo professor sempre será aluno em algum âmbito da vida.

Para exercermos qualquer profissão, alguém com conhecimento necessário nos passou a orientação. Um médico, para exercer seu trabalho, precisou dedicar muito do seu tempo aos estudos teóricos e práticos, norteados por alguém com bagagem e experiência, além de conhecimento agregado e atualizações constantes, que, outro professor se dedicou a pesquisar e inovar, para que possam continuar aprendendo. Todo avanço tecnológico se propaga através de alguém com conhecimento para passar. Tudo que está ao nosso redor, foi embasado pelo ensinamento que algum professor, em algum lugar, ensinou a alguém que transformou algo e isso tudo vai passando e ganhando novas proporções e a vida gira e se transforma.

Um professor pode ser um mediador, quando compreende que todo aluno é um ser humano com potencial inteligente e gama de informações que precisam ser ordenadas, com o passar do tempo. Pode ser um catalisador quando se entrega a essa capacidade de fazer emergir aquilo que está escondido dentro da gente. É um inovador, quando traz aquela informação que desconhecíamos e, através dele, nos preenche, nos explica, nos transforma.

Um professor é um ser capaz de não permitir que o mundo pare, porque ele sempre estará no processo de estudar e transmitir tudo em todo lugar, sobre todo e qualquer assunto, para quem está disoposto a perceber que ele, também, já foi aluno; para quem está disposto a receber informações; para quem está disposto a aprender.

PARABÉNS A CADA PROFESSOR!

E, um bom professor ajuda no movimento

VAMOS DEIXAR UM MUNDO MELHOR PARA OS NOSSOS FILHOS E FILHOS MELHORES NESTE MUNDO.

Cada um de nós é professor de sua própria história, dentro da geografia da vida, pelas leis físicas da constante mudança biológica ou não... mas, que, em se tratando de vida, bios é se manter vivo; pelas ebulições químicas que catalisam nosso crescimento pessoal e pela matemática de que é dando que se recebe, sempre mais. Porque, na linguagem do dia-a-dia, a gramática de que a palavra tem força, nos faz querer mudar nossa força-pensamento, para que possamos ser mais felizes, numa conclusão de que tudo está sempre no começo de um novo verbo, que é sempre o mesmo: SER. Sejamos, pois, o melhor a cada dia! Ensinar e aprender é um eterna via de mão dupla! Um professor planta e rega a semente do amanhã, hoje.

15 de outubro - DIA DO PROFESSOR.

Felicitações aos colegas, aos alunos, aos que se entregam ao aprendizado em forma de ensinamento prático,

Pat Lins.

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