quarta-feira, 7 de novembro de 2018

A fruta só dá no Tempo certo!

A fruta só dá no Tempo certo! 
Imagem: Google


...e isso não é só um dito popular, isso é Natureza falando: todo despertar de consciência só vem na Hora certa. Ninguém tem como saber mais do que você quando o estalo acontece.


Muitos ficarão ansiosos ao seu redor, por estarem vendo em você um potencial a ser desenvolvido, mas, só tu saberás o momento certo. Paciência e Respeito são virtudes a serem trabalhadas e paciência com quem insiste em tentar te acelerar.


Não corra! Não ande! Não pare! Não siga! Não volte! Não faça nada que não esteja pronto para fazer, senão, vai se tornar mais um tolo cobrador que não entende e não respeita a hora certa das coisas. E sim, existe essa hora, não existe atraso... se fosse assim, o mundo já teria acabado, porque tá todo mundo errado o tempo todo.


Às vezes, muitos receberão mensagens e decodificarão como bem quiserem, mas confie naquela Voz que te guia desde sempre, e nas vozes que te dizem: "espere a hora certa, porque ela vem até você e nesse momento você terá uma coisa: certeza, condição e capacidade!". É nisso que creio e aprendi, em minha curta caminhada, que não adianta tentar apressar as coisas: ninguém tá atrasado. É o tempo das Verdades e, agora, sim, cada um saberá o seu Tempo com mais rapidez, não por pressa, mas por sincronicidade. Os afoitos tendem a surtar e se sentem cobrados. Os que sabem aguardar, até os que ignoram, se sentem mais preparados, porque tiveram tempo de vivenciar e saborear cada situação que viveu.


Um grande amigo de 88 anos me disse que ele atribue a esse momento o nome de "Estalo de Vieira". É certo, você sabe a hora, porque ela vem naturalmente e sem dúvida! Se ainda está na aceleração ou na letargia, aquiete-se, ainda não é o seu tempo.


O "estalo do Padre Vieira”, é uma expressão muito antiga, que reza a lenda, enredado em dificuldades para aprender as lições do seminário, O Pe Vieira teria invocado auxílio divino e, numa fração de segundo, sua cabeça teria se aberto num clarão. É o equivalente à expressão contemporânea “cair a ficha”.


Fé! Confiança! Esperança! Gratidão! 


Aguarde, do jeito que você conseguir, mas respeite o seu tempo e o tempo do outro. Cada um ao seu tempo.

Saudações, amigos, amigas, amig@s, amigxs - pessoas,

Pat Lins.

#patlins

segunda-feira, 3 de setembro de 2018

Com Amor, assumo minha responsabilidade sobre mim e digo "não" ou "sim"

Imagem: https://bit.ly/2oBTylI 



Com Amor no coração, é possível dar limites, quando a gente reconhece os nossos. E, aí, estou eu a pensar quando me lembro de um vídeo que meu amigo irmão Marcos F. Auerbach me enviou (ao final da postagem) e finalmente fui ver... e né que ela "fala comigo"?

"...porque a gente tem que perceber os nossos limites e dar limites aos outros..." Monja Coen

Eu creio e concebo em mim minha vida, diversas "formas" de amar ou viver o que chamamos de amor, dentro da condição humana que, crenças ou não crenças, estamos/somos humanos. Pelo amor romanceado, é tudo um conto de fadas onde a gente é ensinado a viver de maneira dura e opressiva para, no final e somente no final, poder ser feliz com o beijo do amor verdadeiro... bommm, tenho que reconhecer que é um tipo de crença (não comungo com ela, mas, emissão de julgamento de valor à parte, é uma crença). Raramente nos ensinam que é Amor quando a gente sabe dizer "sim" para nossas falhas, debilidades, fragilidades, carências e reconhece essas faces como nossas: nos assumimos responsáveis por quem e como somos no todo. Raramente exercitamos o "não" como algo saudável e positivo... nos fora ensinado, dentro de uma formatação de amor, que era egoísmo dizer "não".

Hoje, somos capazes de exercitar um amor mais amplo, né, capaz de nos reconhecer sombra e luz - para quem não gosta dessa alegoria, serve yin yang; sol e lua; noite e dia; positivo e negativo... dualidade é a que mais gosto, enfim... voltemos, nós - e, com isso, reconhecer no outro essa mesma condição de polaridade.

Com Amor, somos capazes de compreender que o outro é tão falho quanto nós, não nas mesmas falhas ou forças, mas, todos temos algo de "bom" e "ruim" para oferecer, porque somos assim. Lidar com meu "eu trevoso" não é tão fofo como lidar com meu "eu lírico, poético, suave, sorridente", mas é necessário que eu reconheça que sou, até mesmo para dominar-me na arte de Ser Eu, oxente, já pensou, eu sempre repetir: "eu nasci assim, me deixe ser um poço de estupidez que é meu jeito.". Não é isso... é saber que sou, que, em geral não tenho controle, imagina domínio, mas que estou disposta a... me saber "Pat sombria" e "Pat legal" (quem sou a maior parte do tempo uuuiiii, sou uma fofa). Quando percebo a sombra crescendo, evito algumas coisas: situações de conflito, atritos, lugares com tumulto, gente que não sei lidar - e isso não é falta de amor, é dando o "sim" para "eu me conheço" e dando o "não" para o "agora é o momento da ursa entrar na gruta até a lua passar ou TPM ir embora".

Eu evoco uma DS - Distância Saudável, há tempos, desde que me reconheci e me assumi humana, pequena e falha e isso tem me feito muito bem - bem como aos outros... pense!? Pois é, isso é Amor a mim mesma, como sou, me acolhendo e me respeitando. Saber que o outro tem sua maneira de se expressar e que é diferente da minha, sou capaz de evocar com muita tranquilidade - nem sempre com doçura ou proximidade - a compreensão. Quando entendo que reconheço que a sombra do outro é dele e eu não sei lidar com isso, reconheço natural e automaticamente em mim que as minhas debilidades também estão afloradas e nesse momento, melhor estabelecer a bendita DS...

Bom, adorei ver o vídeo abaixo, porque eu sou daquelas que não come buchada, nem rabada, nem joelho de porco, mas, sou daquelas que vai até onde for preciso com quem tá comendo e pego um arroz, uma farofa... o acompanhamento, mas, se é "pra tá junto, tamo, mas não preciso comer tudo o que você come, nem você ser como eu".

Sejamos, pois e então, responsáveis com Amorosidade e isso não quer dizer falar coisinhas bonitinhas e fofinhas, nem disparar uma bomba nuclear... existe um caminho do meio que é fantástico e ajuda muito nesses extremos.

Saudações terrenas, terráqueos irmãos,

Pat Lins



quinta-feira, 12 de julho de 2018

Apita o árbitro: fim de jogo!


Foto: https://goo.gl/mu2t6N 
A Tudo peço perdão e dou graças! Mas, nem em tudo acho graça... A Tudo perdoo, mas nem tudo esqueço e um dia me canso e quando canso, saio de cena, o espetáculo acaba, as cortinas se fecham. Desmonto cenário, reviro tudo, reorganizo meu armário com o que vai caber, daquilo que escolho levar.

Muita coisa guardo em gavetas, outras nos maleiros da vida - ainda não é tempo de descartar. Outras tantas jogo fora, não no lixo, porque lembranças de qualquer momento, devem ir para outro lugar, o tempo da página virada. Sabe aquele instante onde o árbitro apita o "fim de jogo", após tantos períodos de prorrogação? Eis que isso me representa.

Do mesmo jeito que quero ser compreendida, compreendo, mas... um dia, só compreender, compreender, compreender, perde o sentido e compreendo que o tempo é o tempo e o tempo de cada um segue, cada qual em seu ritmo, e, não sem dor, cada um segue seu caminho. Isso envolve TUDO em minha vida, com e sem drama e com ou sem vitimismo...

E assim, o filtro da seleção natural se faz. As confirmações se errei ou acertei vem com o tempo e com o mesmo tempo vem o que for ajustes, reajuste, só não quero mais em minha vida determinados desajustes. Enfim... me liberto e liberto.

"Digo que perdoo, ofereço cafezinho, lembro dos bons momentos, digo que os ruins ficaram no passado, que já não lembro de nada, pessoas maduras sabem que toda mágoa é peso morto: FAZ DE CONTA QUE EU NÃO SOFRO." (Martha Medeiros)

Pat Lins - perdoando, se perdoando, compreendendo e fechando ciclo - seletiva, selecionando, andando.

quarta-feira, 11 de julho de 2018

Depende de quê?

Todos os caminhos levam a algum lugar.
Imagem: https://goo.gl/cnrw7c 

O que saber? Para que saber? Como saber? Onde saber? Quem vai me dizer? Por quê? Por que preciso aprender? Por que alguém precisa me ensinar? ... Infinito ao meu redor... Depende.

Quando eu me fecho numa parte como única, só e somente só essa parte assume o Todo e A Verdade, passo a desconsiderar as demais possibilidades e isso freia o caminho de construção do conhecimento.

Nem tudo está escrito, nem tudo o que está escrito é a única fonte geradora de conhecimento - que é um processo de construção. Não dá para escrever uma tese, afinal não é esse meu objetivo, apenas um lembrete: nossa condição é dual e, por mais que alguém, alguma linha, tente explicar os mecanismos, o como, precisar o porquê dos acontecimentos em minha vida, em meu externo, no País, no Planeta, ainda não foi possível.

Não existem palavras suficientes para descrever certas situações. As palavras são apenas um código, como já foram/são as figuras rupestres, os sinais de fumaça, os ideagramas, os números... Nós sempre estaremos em busca de uma maneira mais eficaz de comunicação.

Ainda não existe uma efetiva - estou aqui me baseando nas palavras com conceitos preestabelecidos nos dicionários, a fim de "facilitar" essa fluidez na troca de informações. Ou seja, "tudo" se baseia em troca.

Eu acredito que essas trocas são saudáveis quando estou disposta a esgotar  o assunto - não no sentido pleno do que a palavra esgotar define, mas no senrido amplo, espectral, da importância do estar disponível para ver, ouvir ou, simplesmente, acessar novas informações ou apenas outra informação.

Sempre existe algo novo a aprender, ainda que discorde do que for exposto, porém, me ensina a considerar, aceitar e compreender que existem muitos "pensares", muitos "acessares" às fontes de conhecimento direcionadas de acordo com o tempo, tipo de linguagem, os fatores do ambiente sócio--político-jurídico-cultural... de quem vai receber. Fluxo de informação: identificar público alvo, ferramentas, meios, estilo de linguagem... O que pretendo passar? Para quem? Por quanto tempo? Quando? Onde? Por quê?

Ainda assim, "tudo", aos meus olhos, depende: de quem vai receber, como vai receber, quando vai receber e o que vai receber... O porquê, como expus no início... ainda não é preciso, muito menos garantir que o receptor vai receber o que trago, como falo e o que realmente quero passar.

Dizem que navegar é preciso e, nesta fala, por si só, já podemos ter, ao menos e ao mesmo tempo, duas formas de entendimento - precisão, exatidão nas fontes guias da navegação e/ou necessidade de se permitir "navegar" por locais diversos, aprendendo a lidar com o impreciso desconhecido, ou, o tal "novo".

Pat Lins - apenas expondo um pouco do que penso. Se fizer sentido, fique, caso não faça, filtre. Entretanto, considere: é uma maneira de alguém (eu) pensar e não estagno nesse pensamento... A Vida pode me "provar" que o novo sempre vem e eu, cá estou, como Elsa de Frozen.

sexta-feira, 15 de junho de 2018

De quem é a responsabilidade de salvar o mundo?

Imagem: Google - Mundo em forma de coração.


Estava ouvindo duas senhoras conversando, muito alegres, sobre um evento que houve e uma não foi, porque achou que quinta era hoje... Riam, faziam piadas... Aparentavam ter uns 75, só que super em cima. Daí, não acompanhei todo o papo, uma falou:

- ... é porque em nossa época a gente tinha família. Hoje, ninguém quer mais família... 

E ficou aquilo no ar.

Poxa, me questionei: se a salvação do mundo eram os modelos de família que existiam, por que sempre houve guerra e desejo de ir além de formatações e imposições onde as mulheres ERAM OBRIGADAS a entender que aquilo era o CERTO, a submissão, pior, a subserviência? 

Eu entendo família como núcleo de AMOR. Não por ter nascido... Isso é destino, sei lá, não é escolha, mas é o que é.

NUNCA, em tempo algum, houve modelo de família ideal. Se todos bem observássemos, o modelo "ideal" é o divino e ele não é humano, nem enquadrado numa crença religiosa.

O modelo de família que precisa existir para salvar o mundo é aquele onde existe respeito, amor e solidariedade, sem o desejo ambicioso do poder, do manipular, do criar um formato obrigatório e do que determina o que cada tem que ser para se reconhecer como membro daquele grupo. A identidade deve ser pelo afeto que por si só já traz respeito.

Então, zamores, o problema do mundo vai muito além de endeusar um formato ultrapassado, ditatorial, maquineista, machista e manipulador... A salvação do mundo virá no dia em que a gente sublimar esse desejo vil e cruel, insano, de se colocar como umbigo do mundo e querer, querer, querer como uma criança birrenta e mimada que acha que tudo é dela, pelo simples fato de querer. A gente precisa saber sentir. Precisa saber sentir a necessidade do outro... Precisa saber interagir, identificar as condições internas e externas a partir do ponto onde estou, ao mesmo tempo de quem sou. 

O mundo estará salvo no dia em que o ser humano mudar... E não e o saudosismo de um formato imposto como ideal, que já era falido.

Salva o mundo quem souber ser, em si, um mundo melhor do que quem é.

Pat Lins - só pensando...

quinta-feira, 24 de maio de 2018

Tempo e Consciência: a Experiência do Ser pelo Sentir!

Imagem: Brad Harrison - https://www.freeimages.com

A experiência cronológica, em decorrência do tempo vivido em anos, em nada supera ou substitui a Verdadeira Experiência da Vida: adaptabilidade pelo entendimento (Consciência), o poder de ver, enxergando beleza em tudo (Visão da Alma), a capacidade de sentir (Identificação dos Sinais) e seguir o fluxo (Entrega - Respeito ao Tempo) e a determinação para fazer acontecer diariamente essa magia com muito Amor (Ser Integrado).

Pat Lins

terça-feira, 1 de maio de 2018

Amor e Caminho

Imagem: Google - pesquisa: amor e caminho

Quando eu falo de Amor, falo de preservação; de entendimento até daquilo que não faz sentido, mas entende-se que é o que é e "o que devo fazer para transformar?"; de tristeza e alegria, de ver a realidade como é, sentir a dor e ainda assim querer seguir - não com um sorriso forçado, como se alegria fosse só risada, mas com a compreensão de que é o que é e não quero ficar aqui; que parar faz parte, mas ficar parado, não.

O caminhar cansa, consequência natural de quem se movimenta, portanto, pausas são necessárias para recuperar as forças, avaliar a trajetória e vislumbrar por onde seguir, ou simplesmente sentir o que viveu até aqui. Sucesso não é onde está ou quer chegar, sucesso é a Consciência, o Ser, mais do que estar.

Quando falo de Amor, considero a complexidade que é a dualidade a qual somos ou estamos submetidos.

Quando falo de Amor, eu falo de sentir. Falo de caminho, caminhada e caminhar. Falo de ser. Falo de me entregar. Falo do sabor, do saber. Falo, principalmente, do seguir, independente de conseguir. O Poder do Amor é Sabedoria.

Para amar, só amando. Não adianta, por mais que eu tente, só sei ser, não explicar...

Pat Lins

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