domingo, 31 de março de 2013

FELIZ PÁSCOA!!!!



E hoje? 

Que renasça em nós a lembrança de quem somos, lá no fundo, em nossa essência. 

Que renasça a força da esperança e, acima de tudo, a capacidade de perdoar, de nem julgar e muito menos condenar. 

Que façamos mais o que falamos; que pensemos mais no que fazemos. Que pensemos melhor. Que façamos o melhor! 

Que entendamos o que quer dizer o renascimento do Cristo: o amor, o perdão, a fé! A vida! A eternidade!

Nos concede, ó Deus, ó Cristo, ó Vida, o pão, o vinho e o caminho: o alimento à alma; o refrigério da alma; a vida eterna em paz: o paraíso!

FELIZ PÁSCOA! 

Pat Lins.

sábado, 30 de março de 2013

SER PARA SER




A gente fala e faz tanta besteira que, um dia, o retorno vem e a gente nem sabe de onde, nem se entende como merecedor... Deveríamos ser mais gratos e menos canguinha: se dá para fazer, faz; senão, se abre para. Feio é ter meios para fazer e se lamentar... desculpa todo mundo dá. Assumir-se, poucos fazem. Para aquilo que precisa de dinheiro, se der, deu, senão, não dá, não deu. Para aquilo que precisa de bom senso, aí... f**eu. É importante ter, para ter, mas o mais importante é SER, independente de qualquer outra condição. 

Pat Lins.



quinta-feira, 28 de março de 2013

FELIZ PÁSCOA!



Mais uma fase mundial para reflexão. Dizem que esses momentos são mais propícios para não só refletirmos, como para entendermos melhor essa reflexão. Tudo isso porque todo o mundo - até os que negam a existência do Cristo -, todas as religiões, todas as nações... todos estarão refletindo em algo bom. 

Então, que a mensagem da páscoa - a verdadeira, não a comercial dos ovos de páscoa com valor de ouro e que todo mundo fica doido para comprar, inclusive eu... - chegue até nossos corações e mentes. Que a lembrança de que não nascemos para sofrer e sim para merecer uma vida melhor a cada dia deixe de ser lembrança e passe a ser parte da nossa jornada nessa vida!

Desejo a todos que vejam o que houve na época da crucificação de Jesus e entendamos a mensagem de PERDÃO, COMPREENSÃO, HUMILDADE e AMOR! Foi para isso que o Cristo derramou seu sangue, para nos fazer entender que ninguém precisa sofrer se houver AMOR. Ele deu seu sangue por nós! Por que não entendemos isso e, mesmo depois de derramada cada gota, contiuamos sendo cruéis, distantes e "malvados", lavando as mãos para nós mesmos e para os nossos? Continuamos a desenvolver o orgulho e a vaidade e chamamos egoísmo, possessividade, ciúme... de amor! Ninguém entende o porquê de Jesus ter perdoado quem o traiu... mas, apenas Judas o traiu? Vale a pena a reflexão. O que fazemos, hoje, também não se caracteriza "traição" ao sangue derramado? Condenamos, julgamos em nome do bem - do bem próprio!

Que nesse período, não seja comer ou não carne mais importante do que refletir sobre a mensagem. Que não sejam os ovos de chocolate mais doces do que a vida. Comam e celebrem a fartura, mas, sejam gratos à natureza, porque nada que comemos surgiu do nada. Agradeçamos - quem assim o chama - a Deus, D´us, Jeová, Força Superior, Criador... duvido que Ele lá esteja preocupado com o nome que o chamamos. 

É época de renascimento, mais importante do que o da morte. A morte simbolizou a PASSAGEM - tradução ao pé da letra de PÁSCOA -  e início de uma nova fase. Que seja própera essa fase! Que seja abundante em alegrias e realizaões! A Páscoa é uma celebração muito antiga, de diversos povos, que comemorarm, sempre, alguma PASSAGEM - inclusive, como comemoração da libertação do povo de Israel da escravidão do Egito. A mensagem é sempre a mesma: PROSPERIDADE!

Desejo, de coração, que cada um plante e semeie o que há de melhor em si!

FELIZ PÁSCOA!

terça-feira, 26 de março de 2013

RESPEITAR: UM ATO DE VERDADE


Quantos de nós acha que sabe mais do outro do que ele próprio? 

Quantos de nós já "condenou" um amigo por ver nele um potencial que ele não usa e que, muitas vezes, desconhece? 

Quantos de nós já quis fazer algo de bom pelo outro, achando que era bom para o outro e, quando o outro deixa claro que não gostou do que fez, a gente acha que é ingratidão?

Quantos de nós consegue entender e respeitar de verdade que cada um é como é e que isso não é válido apenas dos outros para nós, que nós também causamos essa "raiva" nos outros, por invadirmos um espaço que não é nosso, mas nossa arrogância insiste em achar que somos capazes de fazer o outro se tornar quem realmente é, porque somos mais "conscientes"? 

A gente só precisa entender que cada um tem seu tempo, seu espaço e seu processo e que respeitar, só se for de verdade! Respeitar é deixar cada um ser quem é. Se lutamos pelo respeito ao outro, pela tolerância disso e daquilo, devemos, antes de tudo, respeitar o outro mais próximo, também e o aceitarmos como é ou mantermos a DS - distância saudável - em casos de incomodo profundo. A essa questão, incluo as loucuras reais e insalubres e atos insanos, ignorados - de verdade - por quem os pratica, por se tratarem de pessoas em desequilíbrio mental desconhecido e que, mesmo ignorando suas próprias loucuras, não deixam de cometer seu atos insanos... Assim, manter essa DS faz bem a todos, ainda que para eles nós estejamos nos afastando por sermos nós os loucos e difíceis... que seja.

Pois é, em geral, devemos entender que de boas intenções o inferno está cheio. De respeito ao outro genuinamente, o céu está vazio, vazio... 

Muitas vezes, fazer algo pelo outro não é o que o outro quer ou precisa. O outro é que tem que fazer sua parte em sua própria vida. Cabe a nós aceitar as pessoas como são e isso implica aceitar a condição da pessoa ser como é e se a gente aceita essa pessoa ou não em nossa vida, essa é a parte que todo mundo foge... 

Temos imensa dificuldade em fazermos escolhas. Por quê? Nos furtaram esse direito? Não. Simplesmente, não sabemos como usá-lo adequadamente, sem culpar alguém pelo nosso fracasso, quando é o caso, em vez de aprimorarmos a técnica e nos permitirmos consertar e alcançar o sucesso! Daí, não aceitamos as escolhas dos outros, porque nos sentimos no dever de escolhermos por ele, já que não escolho por mim, e sim um outro alguém...

Ainda temos uma longa estrada a trilhar em nós mesmos, até chegarmos em nós!

Pat Lins.


segunda-feira, 25 de março de 2013

PAZ ENTRE AS DIFERENÇAS


Respeitar o outro é isso: se colocar no lugar, a ponto de compreender como a pessoa pensa e entender que a pessoa é assim, eu sou assado e pronto, vamos manter a paz entre as diferenças e não a guerra das diferenças... e entender quer dizer que se for algo que me incomode e eu não der conta, diante de tanta demanda que tenho em mi vida, escolho se quero mais isso ou não e me afasto da zona de ataque. 

Se eu não quero guerra, a pessoa pode até me chamar do que for, fazer minha caveira, por eu estar distante, mas não vai me encontrar lá para acirrar os ataques. 

Ademais, entrementes e por aí a fora, sejamos mais leves e felizes, mesmo vivenciando momentos de perda e dor, segue-se em busca do referencial de algo maior. 

Uma pausa não é sinal de fraqueza... pit stop ajuda a reorganizar idéias e viver de maneira mais consciente as mudanças que se instalam em nossas vidas! Respeitar o próprio tempo de ser nos permite respeitar o tempo de cada um, nem que leve a vida inteira. 

Uma pausa pode nos fazer sentir o momento de fragilidade, enquanto recuperamos as forças vitais para seguir e dar continuidade à virada que pretende!

Paz não é fazer o que o outro quer e evitar conflitos... é fazer p que é preciso ser feito e permitir, através de uma explicação honesta e franca, que o outro entenda que não se está contra ele, mas vivendo a própria vida e que, bem provável, não seja compatível a convivência de ordem prática. DS*  na área!

* = Distância Saudável = manter distância de pessoas ou situações que não sabemos lidar e nos causa muito mal estar pela "invasividade", assim, o afastamento temporário se faz necessário e melhor do que viver em embates e combates. Não se trata de ignorar, largar de mão... nada disso, apenas dar um espaço e tempo para que cada um siga sua vida e recupere suas forças na paz!

Pat Lins - recuperando o fôlego e reunindo forças.

domingo, 24 de março de 2013

VIVER EM PAZ COM O QUE NOS UNE!



Onde está o sentimento do bem na intolerância?

Incompatível, ao meu ver, seguir os ensinamentos de Cristo, de Buda ou de quem cada um quiser seguir, pessoas que foram referência de atos de bondade e amor incondicional, e não admitir que o outro possa seguir a religião que lhe é afim.

Eu amo as pessoas que amo e cada uma é de um jeito, segue alguma crença que, nem sempre bate com o que acredito... e daí? Vivemos em paz com o que somos e com o que nos une, não com o que nos separa!

Pat Lins.


domingo, 17 de março de 2013

GANHANDO O MUNDO OU FUGINDO DELE?


Conheço muuuuiiiittttaaaa gente! Já falei que sou colecionadora de pessoas livres. Meu maior prazer é estar diante de pessoas e suas histórias de vida e de sonhos. Cada doido com sua mania e essa, revelo, é uma das minhas!

Pois, nesse ambiente vasto, conheço pessoas que moram fora da sua terra natal - seja de lá para cá, seja daqui para lá - e algumas dessas pessoas são pessoas cosmopolitas, mesmo. Elas se encontram com as raízes bem firmes e asas que as levam para todos os lados. Essas são livres, de alma livres. Não deixam de voltar às suas origens para reabastecerem-se com o amor de família e amigos originais e voltam, em seguida, ao mundo! São pessoas que sabem para onde devem e querem ir, o porquê e sabem que e se devem voltar e para onde e porquê. Assumem que sentem falta de estar, não a ponto de ter que ficar mas, apenas a ponto de serem quem são e quem foram.

Nesse mesmo ambiente, algumas pessoas me intrigam... sentem uma necessidade estranha de ir; sofrem calados na distância e sempre afirmam aos outros, como se quisessem se auto-convencer: "a gente tem que desapegar...". O desapego não é a desistência de estar junto, é ter o distanciamento interno, pacífico e saudável de não ir além e nem deixar que venham além, ou seja, nem invadem o espaço do outro, nem se deixa invadir. Para essas pessoas - um padrão estranho de pessoas distintas se abriu, hoje, do nada em minha mente - o mundo é o lugar de fuga! O mundo ou qualquer lugar longe de quem ou do quê não sabe conviver é o lugar. Não se encontram em lugar algum e não entendem que saudade é parte do processo de afastamento. 

Se esse afastamento se dá de maneira saudável e consciente, a pessoa é livre para ir e vir, porque sabe que tem seu lugar e sente prazer nele, também. Se é fuga, a pessoa teme a volta e só volta em caso de saudade e carência e, quando volta, sente logo vontade de partir... não sente prazer ou se encontra em sua origem. 

Ainda existem as pessoas que se apegam tanto ao lugar onde nasceu que, mesmo em situações necessárias, elas não vão, ficam. E, se for, sofre. 

Nem apego exagerado, nem distanciamento exacerbado! Consciência, isso sim! 

Aquilo que pode ser a liberdade é a consciência de se saber o que deve ser feito e fazer. Aquilo que aprisiona é aquilo que só quer ir para "sair daqui", onde longe, qualquer lugar é melhor!

Isso tudo é só uma coisa que venho observando ultimamente e me veio essa vontade de escrever... 

Pat Lins.

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