Mostrando postagens com marcador ensinar. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador ensinar. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 13 de julho de 2015

A CORTINA DO POUCOS SABERES E MUITOS DIZERES

Imagem: http://naftalina.newsevoce.com.br/2015/04/os-misterios-do-universo-materia-escura/ 

Desde que nascemos, somos ensinados a aprender. Aprender o que? Espero conseguir explicar o que me ocorreu. Ao menos, uma parte, creio conseguir... Pois, aprendi que não podemos falar sobre tudo, até porque, tudo é algo muito maior do que supomos... é uma simbologia de infinitude dentro da nossa finitude. Entende?! Pois é... 

Nos ensinaram o que aprenderam, como aprenderam, e o que aprenderam do que lhes fora ensinado, como lhes fora ensinado e com uma pitada de "era assim que eu queria, pois é assim, que quero... e vou passar para você, te passando a responsabilidade de ser o que não fui, sem ser você mesmo, pois isso assusta aos demais e eu também não sustentaria te ensinar a ser você, porque eu, também, não sei ser eu... então, seja um quase eu, do que quase fui, através de um outro quase eu que me ensinou a quase ser quem deveria, mas me tornei quem sou... não Sendo quem Eu Sou.". Sempre - leia-se esse sempre como 100% do tempo que identificamos como o tempo até aqui e agora... facilitou?! Espero que sim!

Pois, nesse sempre - que já entendemos o que representa, por tanto, estabelecemos um símbolo de entendimento nosso, aqui, no Aqui e Agora - já existia alguém passando os símbolos para os "novatos" - me pergunto: quem ensina, deixa de ser "novato", na vida? Hummm... Vamos lá. - do que aprenderam, através dos que os ensinara - não vou repetir essa roda - que, dentro daquele núcleo, era assim que todos devem se portar e COMportar, para que ninguém pense nada errado de você - leia-se que o medo real, imagino eu... minha opinião, seria: "para ninguém pensar errado de mim" ou "para que saibam que fiz o certo, te passando o certo e fazendo você dar continuidade a ESSE certo, que é o que aprendi, dos que me ensinaram e que continua, então, está certo!". 

Portanto, já nascemos com um símbolo estampado - ou que nos estampam - de que "TUDO É PROIBIDO!", e "tudo é permitido, desde que esse tudo seja o tudo que nos ensinaram, daqueles que foram ensinados, por outros que foram ensinados... Nossa! Quantos "ensinadores" e quantos "ensinados". Estes, por sua vez - que são todos, inclusive os que ensinaram... - anseiam por se tornarem "ensinadores", para sair debaixo dos que ensinam... Oh, liberdade de ser quem não se é... fingindo-se ser um ser que não é, mas poderia ser. Isso que é futuro do pretérito, viu?! Por falar nisso, nos ensinam tantos códigos, símbolos... mas ninguém pratica corretamente. Se fosse fácil aprender e ensinar a aprender, ao menos, falaríamos corretamente dentro dos símbolos verbais que nos ensinam aqui... Mas, pouco entendemos, porque pouco desenvolvemos além do que nos ensinam e falamos, escrevemos, pensamos, agimos... TUDO errando, sem querer aprender, porque não identificamos como problema o problema da burrice que nos assola e envolve. Assim, aprendemos o gerúndio, para viver indo, indo, indo, porém, vindo, nada! - escutei isso há uns anos, num espetáculo teatral, chamado "A Bofetada" e nunca esqueci - e aprendemos o futuro do pretérito, sem saber bem o que ele quer dizer. Quando falei, certa vez, a um aluno: "futuro do pretérito é aquele tempo que seria, mas não foi, antes de ser" - Não. Não sou professora de português... Mas, de Comunicação e comunicação é interação entre o dentro de mim ao externo, para que entre no outro e ele externalize o que lhe passa por dentro ao externo e eu possa compreender... Por aí. - Pois, voltando ao aluno: ele me diz: "era só isso, pró?! Nunca me ensinaram tão simples assim!" e eu, simplesmente emite meu modo de pensar: "simples assim!". Pois, voltemos mais, voltemos ao tempo que seríamos, mas não somos, porque deixamos de ser antes de ser...

Retomando os símbolos, tenho que encurtar. Resumindo: todo símbolo só faz sentido se houver uma correlação a algo compreendível. Se eu te ensino que A é a, a letra que conhecemos como primeira do alfabeto, vogal ou artigo... é porque nos ensinaram o som, a imagem e nos ensinaram onde e como deve ser utilizada. Correto? Pois é... só é possível DECODIFICAR - e a ideia é essa, precisamos estar como decodificadores - trazer esse símbolo para o entendimento, ou aprendizagem, se ele fizer algum SENTIDO dentro de nós - lugar onde o "ensinador", aquele que parece nos ensinar com dor... creio que dor pelo que sabe que deixou de ser e se enfraqueceu diante do tempo, e esqueceu, por não aceitar ou lembrar... do Tempo, que é do eterno... PS - adoro reticências... nos deixam subentendido, tipo um símbolo, um código de que não se encerra aqui... 

Pois sim, para aprofundar sobre o entendimento de símbolos, signos, significados e significantes, Saussure - um link bem didático que achei, porém, bem básico, também: http://www.infoescola.com/portugues/linguistica/ . Ou pesquise sobre linguística, semiologia, semiótica. Vamos adiante, pois, aqui, chego no cerne deste post - aliás, todo o post é um cerne dele mesmo...

Minha maneira de compreender - sim, pois mesmo pensando assim, a e em mim não faz sentido... - as brigas religiosas:

As religiões brigam porque querem mostrar que a sua decodificação - e criação de novos símbolos... - dos símbolos naturais é mais próxima da realidade do TODO que os outros. Lembra do "tudo" que combinamos lá em cima? Vale aqui, também... Só que, cada um de nós é capaz de compreender um pouco desse TODO UNIVERSAL, um ínfimo pouco. No máximo, compreendemos essa parte do TODO, dentro do todo que nos ensinam e nos fechamos como 100% do tempo e espaço que nos condicionamos e nos condicionam estar - não viver!

Imagem: http://www.psicologiamsn.com/2014/03/o-conceito-religiao-pensamento-de-carl-gustav-jung.html  
A questão das discórdias religiosas, ao meu ver, está no ego inflado daqueles que captam, percebem, são mais sensíveis, se conectam, vibram... numa capacidade de consciência e entendimento de algo além do "aqui e agora". A esse "algo", chamamos de sobrenatural, em geral. E, em geral, esse sobrenatural tem um Criador, ao qual denominamos Deus, como um título, um símbolo de que nesse "algo além do aqui e agora" existe um "algo eterno", que já existia antes d´eu existir, antes dos meus pais existirem, antes dos meus avós... antes do antes que conhecemos antes de nascermos.

Pois é, as brigas, as religiões que se desmembram - nada aqui é crítica pejorativa... apenas constatações do meu EU diante do cenário que estou vivendo e convivendo - as religiões que surgem... Bem fez Jesus, que NUNCA teve religião. Ele, Ele mesmo aceitou-se como templo vivo. E a gente NUNCA entendeu os símbolos de libertação pela clareza das Suas ações, onde não havia mistério algum. Tudo era. Ele era, fazia e falava. Nós, povo burro, ouvimos, através dos ensinadores - sim, aqueles mesmo, que ensinam com dor, com a dor de viver com medo de ser feliz, de SER LIVRE - que foram ensinados por outro ensinador como ele - é! Somos todos iguais em nossa burrice! Aprendemos e ensinamos: burrice! - que Jesus pregava isso e aquilo. Porém, muito porém, não aprendemos a REAL e VERDADEIRA LIÇÃO do VERDADEIRO MESTRE - ao menos, foi o símbolo que nos passaram sobre aquele tempo... - Onde Ele não era um ensinador. Ele é um mestre. Todo mestre reconhece a maestria em seus seguidores. Pois, cada um de nós, É também, parte do TODO DIVINO.

Vivemos por trás de uma cortina - que já endureceu e se transformou em outra matéria forte, dura e densa, tipo um concreto que não suporta viver a realidade concreta... E, dentro dessa muralha firmada, vive-se na dureza, na sordidez, numa falsa moral e na falta de bons valores. Vivemos numa dimensão criada e induzida. Vivemos de ilusão e falsidade. E a isso, chamamos "verdade!". 

Dentro dessa "verdade" criada e estabelecida como código da nossa realidade, alegamos saber de tudo, pois, lembra do tudo? Pois é... Tudo o que sabemos até aqui compõe o nosso todo. Todinho, tadinho de nós! E quantos dizem saber mais do que nós? E quantos de nós dizemos saber mais do que os que vêm depois de nós? Tudo - o 100% do tudo que vivemos até aqui e agora - faz parte de crenças e valores que compõem nosso âmbito social; são características da nossa cultura social, ou seja, dos hábitos que representam um povo, um grupo. Um! Não O TODO. Apenas o todo do um que fazemos parte até aqui e agora.

EXISTEM DIVERSAS MANEIRAS PARA DESPONTARMOS A CONSCIÊNCIA E ALCANÇARMOS O CONHECIMENTO! 

Somos tão experientes! 

Pergunto: experiente em quê?

Pergunto: QUEM EU SOU?

Percebe? É por isso que as brigas se instalam, que a discórdia se prolifera: ninguém quer ter o trabalho, o esforço de ir além do aqui e agora. Medo! O medo nos torna mais agressivos. Então, vamos criar um clima de tensão. Povo tenso não pensa. Não pensar... é um perigo! Pior, pensar que pensa... E quando pega fogo? Explode toda a estupidez que o saber que nada saber nos fora ensinado. Saber que nada sabemos é a maior sabedoria! TUDO podemos aprender, porque TUDO podemos ser, porque do TODO viemos, do TODO somos, o TODO compomos!

Vou parar por aqui. Não falei tudo... Mas, esse pouco, é apenas um pouco do pouco que compreendo, como compreendo. Só mesmo para fazer um alerta: SEJAMOS!

Simples assim: EU SOU!

Pat Lins.

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

A SABEDORIA É HUMILDE, NÃO POBRE!


Pois é... para quem acha que tudo está escrito na ciência, ainda temos muitas páginas em branco a escrever...

Saber muito é uma coisa, sabedoria... é outra!

Pat Lins.

sábado, 21 de setembro de 2013

COBRADORES E COBRADOS


Temos tanto, mas tanto a prender vida a fora e vida a dentro, que nos angustiamos por nada, pela crença ilusória de que seremos mestres de nós mesmos em 1 segundo.

Aprendemos algo hoje, pronto, estamos prontos e preparados para o que der e vier, porque já somos experientes e calejados...

Eu penso assim: na vida, a gente faz nossas escolhas e isso quer dizer assumir que vai abrir mão de algo/alguém. Esse algo ou alguém, pode se sentir, até, desamparado, abandonado... a depender de como fazemos, de como conduzimos e do quanto ele está preparado para encarar e aceitar suas próprias escolhas, bem como ter maturidade e força - ainda que sinta a dor - para respeitar as escolhas do outro.

Ou seja, em vez de nos sentirmos cobrados e cobradores - devemos olhar e nos olhar em várias direções, porque sou EU para mim, mas sou OUTRO para outro EU, além de mim e por aí segue para todos e cada um de nós - devemos nos ver e ver o outro com olhos mais compreensivos. O que não impede de humanamente passarmos pelas fases de questionar, de culpar... ainda estamos aprendendo a engatinhar nesse processo de libertação pelo amor, minha gente, até hoje, só aprendemos e reproduzimos o padrão de aprisionamento... A diferença é libertar-se e libertar. Sentiu, sinta. Deixa a dor passar.

Já me coloquei - e ainda em coloco - muto como "vítima". Depois que coloquei minha DS - distância saudável - na prática diária, fazendo escolhas e escalonando o quem/o quê dou conta e o que não dou, apelo ao respeito a mim, ao meu limite e isso me faz me afastar, temporariamente, do que não creio ser prioridade para o meu momento. Na prática é bem mais simples, quando a gente entende que a ideia não é magoar, ferir ou se afastar do outro, muito menos, fugir do problema... é encarar e assumir-se tão humano que, naquele momento, não dou conta e é melhor não estar do que alimentar uma bomba. O que não me permito e não admito, é ter que me submeter a determinadas presenças apenas para compor cena. Eu vivo, não enceno. E isso, em mim, quer dizer que compreendo as características do outro e, se não combina com a minha, se não vibramos na mesma frequência, para que ficar batendo de frente? Isso, para mim é compreender: ver, entender e aceitar, sem brigas. Essa praticidade soa como frieza, e a diferença é que, ao me permitir isso, o efeito denso das presenças opostas - afinal, se essas pessoas nos incomodam, provavelmente, nós também as incomodamos... não existe um "foi ele(a) quem começou", é recíproco: indo e vindo - eu saio do raio de ação nefasto criado pelo mal estar de ambos e isso me permite diluir a emoção no início e não a corrosão posterior.

A DS - distância saudável - que falo há alguns anos e criei para minha vida, não é fuga no sentido amplo, é fuga no sentido momentâneo de reconhecimento dos próprio momento e das próprias limitações nesse momento. É saber identificar o limite da sua bateria para não gastar energia em algo destrutivo para si e para o outro.

No dia a dia, é simples. Porém, no início, foi doloroso: o medo, a culpa... É o tipo de coisa que não se senta e conversa: "olha, estou estabelecendo uma DS com você, por nós...". É o tipo de escolhas através da consciência: não é o momento. Nem todo mundo está predisposto em se ajudar a esse extremo... creio que nem eu esteja 100%. 

É a vida. A gente vai vivendo. Vai criando mal estar ali e acolá. Vai lidando com mal estar criado pelo outro ali e acolá... e por aí vai. Todos somos EU, no individual, no subjetivo... mas, todos somos OUTRO, para os outros que não somos EU´s em nós, mas os EU´s de cada outro ser individual e subjetivo. Isso é social: vários EU´s pensando e agindo por aí e por aqui!

Com isso, a gente constrói um novo mundo: o EU que há em mim e, consequentemente, mais tolerante, compreensivo e paciente, melhoramos, aos pouquinhos, o NÓS que o nosso EU consegue dar conta...

Simples: 

VAMOS DEIXAR UM MUNDO MELHOR PARA OS NOSSOS FILHOS E FILHOS MELHORES NESTE MUNDO, a começar por cada um de nós, de cada EU disposto a mudar e se melhorar, AQUI E AGORA, a todo instante, sem parar! Sem parar de aprender e sem parar de ensinar.

Pat Lins - pensando, agindo, refletindo... aprendendo... ensinando... indo!

domingo, 21 de outubro de 2012

O MELHOR A ENSINAR É SEMPRE APRENDER



Tem gente que quer ensinar sobre flexibilidade e não sabe ser flexível. Tem gente que quer ensinar a equilibrar e mal sabe se amparar em si... 

Como ensinar a perdoar, se nem sabe compreender?

Ensinando aquilo que não se sabe, quem aprende, aprende tudo errado... 

O importante não é o ensinar, mas o aprender. Ninguém tem que ensinar nada a ninguém, muito menos verdades cartesianas, a não ser a importância do constante aprender e apreender.

Todo mundo, cada um, tem mais é que se voltar para o constante aprendizado. Mas, como aprender sem alguém para ensinar? Esse é o maior dilema que nos impusemos: nada parte de cada um, porque nos ensinaram que todos somos uma única massa. Muito trabalho para desconstruir tanto entrave. Não falo em bandalheira, falo em consciência do próprio dever, da busca do "Ser", através do que estamos aqui, imersos, o "não ser".

Se todo mundo aprende e apreende algo de bom, belo, justo, útil, construtivo e com base em compreensão ampliada, todo mundo tem algo de bom a ensinar. Não ao outro, mas si mesmo. E cada outro terá o que aprender com cada um. Todos aprenderemos juntos que só construindo o melhor de cada um, todos colhem uma boa evolução!

A vida é ambígua: aprender e ensinar... eu penso que deve ser para nos levar que o processo é dinâmico, não para.

Pat Lins.

terça-feira, 11 de outubro de 2011

AOS ALUNOS COM CARINHO - a marcha dos estudantes

Quando criança, eu sonhava ser professora. Fui crescendo e vi que professor não ficava rico - kkkkkkkk - e fui fazer propaganda. Não me realizei. Não me via publicitária... Não por falta de jeito, porque isso até tenho, mas, por falta de estômago, mesmo... "Deixa assim ficar subentendido..."

Criei um bloqueio tão grande que não queria entrar em sala de aula. Comecei dando aula em faculdade no interior do Estado. Não foi uma experiência muito rica, do ponto de vista imediato, mas, me foi enriquecedor, do ponto de vista das oportunidades. Ali, tive a oportunidade de ver que nem tudo são flores... Nem para simples professores. Rimou - risos.

Sempre gostei de lidar com jovens. Foi quando me surgiu a oportunidade de lecionar para um público juvenil, na faixa dos 20 anos. Idade dos sonhos e vontade de realizá-los. Idade em que estamos com todo fôlego para abrir as portas que esse sistemas cruel nos fecha toda hora.

Com essa galera eu aprendo muito, ao mesmo tempo que ensino. Isso eu aprendi quando meu filho nasceu: a gente ensina e aprende o tempo inteiro. 

Ontem, fiquei muito feliz e emocionada com o carinho deles. Muito fofos. Imprimiram e leram um post aqui do blog, e foi lindo me ouvir pela boca deles. Fui tocada por um texto/pensamento meu, através de outra pessoa. Muito bacana.

Daí, quando eles estavam indo embora, me veio uma lembrança do documentário que passo para eles "A marcha dos pinguins" - recomendo a qualquer um, de qualquer idade... tem nas locadoras - onde um pinguinzinho "fala" dos lados deles: "...o preto são barrigas vazias, indo em busca de alimento. Branco, é o lado das barrigas cheias, voltando para nos alimentar. E nós, os pequeninos, somos cinza de todos os lados, porque estamos sempre com fome". Pois, ao vê-los de costas, vi o oposto dos pinguins: indo, vão com cabeças cheias, alimentados de, vamos dizer, conhecimento; vindo, vêm cheio, também, de dúvidas, questionamentos, vontade de aprender. E, em todos os lados, fome de aprendizado e de iniciarem suas marchas rumo à vida adulta. Mergulhando no mar do mercado de trabalho e creditando nos curso uma oportunidade de expandirem seu leque de conhecimento.

Me vi ali, viajando. Eles iam em grupos, como um corpo. Não me pareciam formar uma massa homogênea, apesar da farda. Me pareciam seres humanos ainda com essas características. Me preocupei: até quando? Até quando conseguirão manter essa chama acesa? Torci - e muito - para que seja para a vida inteira. Que os jovens de hoje tragam um novo gás. Quebrem esse paradigma que impera aí de estresse e falta de tempo. Precisam de tempo para mudar o tempo. Precisam de boas oprtunidades, para melhorarem ass próprias oportunidades. Precisam de esperança, conhecimento e uma chama acesa para lembrarem que antes de profissionais de qualquer área, são pessoas. Que a integridade e a moral devem preceder e ser parte de cada ação, de cada escolha de cada opção que façam.

Boa marcha, meus queridos, hoje e sempre! Porque vocês estão me ensinando muito a marchar nesse resgate de um sonho de infância que era ser "Pró".

Pat Lins - ou, como eles me chamam com carinho: Pró.


sexta-feira, 15 de outubro de 2010

ENSINAR, SÓ SABE, AQUELE QUE CONSEGUE APRENDER!

Hoje, homenageio aquela categoria profissional que precede qualquer outra e está em todas as áreas: O PROFESSOR!

Sim, fui conquistada! Ser professora tem sido uma experiência muito gratificante, pela primeira vez, para mim. Nas experiências anteriores não foi lá, o que se pode dizer, legal... Mas, agora, meus alunos - apesar de toda resistência à disciplina - têm me ensinado que não há como agradar a todos e que aluno é igual sempre - kkkkkkkkkkkkk.

Pois é, Pat Lins não apenas está professora, agora, eu sou. Já me sinto "pró". Cada dia aprendo um pouquinho mais do que já sei e o que não sabia que não sabia. Ensinando a gente tem a oportunidade de aprender mais e mais.

Dedico este post aos meus alunos queridos, cuja troca em sala de aula tem sido enriquecedora. Conhecimento é conhecimento e estar aberto para recebê-lo é sempre bom!

Comecei a aprender que para ensinar é preciso aprender mais a cada dia, quando nasci mãe. Não há lição mais forte e verdadeira do que entender que educar é um ato além dos moldes formais e acadêmicos, está em perceber que cada um fora da gente é tão um quanto a gente e isso nos direciona a saber como lidar e facilitar o aprendizado - mas, para isso, precisei aprender e aprendo a cada dia.

Ser professor, para muitos, é uma maneira de descontar no aluno o que recebeu dos seus professores... Ou, uma maneira de exercer o "poder"... Ou, amam tanto o ato de troca que mediar conhecimento, através de uma aula acadêmica, é um caminho. Ou apenas têm talento nato, vocação. Cada um tem seu jeito, seu estilo, sua metodologia, seus critérios, suas razões, suas paixões, seus caminhos, seus encontros - ou desencontros. Mas, de todos, o melhor é aquele que não se permite engessar e "parar" de aprender. Todo professor já foi aluno e todo professor sempre será aluno em algum âmbito da vida.

Para exercermos qualquer profissão, alguém com conhecimento necessário nos passou a orientação. Um médico, para exercer seu trabalho, precisou dedicar muito do seu tempo aos estudos teóricos e práticos, norteados por alguém com bagagem e experiência, além de conhecimento agregado e atualizações constantes, que, outro professor se dedicou a pesquisar e inovar, para que possam continuar aprendendo. Todo avanço tecnológico se propaga através de alguém com conhecimento para passar. Tudo que está ao nosso redor, foi embasado pelo ensinamento que algum professor, em algum lugar, ensinou a alguém que transformou algo e isso tudo vai passando e ganhando novas proporções e a vida gira e se transforma.

Um professor pode ser um mediador, quando compreende que todo aluno é um ser humano com potencial inteligente e gama de informações que precisam ser ordenadas, com o passar do tempo. Pode ser um catalisador quando se entrega a essa capacidade de fazer emergir aquilo que está escondido dentro da gente. É um inovador, quando traz aquela informação que desconhecíamos e, através dele, nos preenche, nos explica, nos transforma.

Um professor é um ser capaz de não permitir que o mundo pare, porque ele sempre estará no processo de estudar e transmitir tudo em todo lugar, sobre todo e qualquer assunto, para quem está disoposto a perceber que ele, também, já foi aluno; para quem está disposto a receber informações; para quem está disposto a aprender.

PARABÉNS A CADA PROFESSOR!

E, um bom professor ajuda no movimento

VAMOS DEIXAR UM MUNDO MELHOR PARA OS NOSSOS FILHOS E FILHOS MELHORES NESTE MUNDO.

Cada um de nós é professor de sua própria história, dentro da geografia da vida, pelas leis físicas da constante mudança biológica ou não... mas, que, em se tratando de vida, bios é se manter vivo; pelas ebulições químicas que catalisam nosso crescimento pessoal e pela matemática de que é dando que se recebe, sempre mais. Porque, na linguagem do dia-a-dia, a gramática de que a palavra tem força, nos faz querer mudar nossa força-pensamento, para que possamos ser mais felizes, numa conclusão de que tudo está sempre no começo de um novo verbo, que é sempre o mesmo: SER. Sejamos, pois, o melhor a cada dia! Ensinar e aprender é um eterna via de mão dupla! Um professor planta e rega a semente do amanhã, hoje.

15 de outubro - DIA DO PROFESSOR.

Felicitações aos colegas, aos alunos, aos que se entregam ao aprendizado em forma de ensinamento prático,

Pat Lins.

LinkWithin

Related Posts with Thumbnails