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quinta-feira, 25 de dezembro de 2014

PEDIDOS DE NATAL


O que pedi a Papai Noel? Nada. Liberei ele.

O que pedi a Papai do Céu? Tudo! Agradeci por tudo - principalmente por cada aprendizado...incluindo os mais árduos, agradeci por todos e cada um.

Parabenizei Jesus, pelos 2014 anos. Fiz um pedido especial - e que Ele levasse ao Pai: muito AMOR em todos e cada corações.

Pedi perdão. Perdão porque julgo e muito. Perdão para os que me julgam. Perdão porque julgamos.

Pedi à Mãe que me dê serenidade. Me capacite a dar muito amor. Porque se aprendi algo nessa vida, é que o amor é tão pleno, tão magnífico, que não quer nada em troca, apenas ESPAÇO em nossas vidas.

Pedi ao Pai por minha família, amigos, conhecidos, colegas, novos amigos... Por todos e cada um que cruzei e cruzou meu caminho.

Pedi que a cruz não seja o símbolo mais marcante, e sim o deserto, a estrela, a manjedoura e a FAMÍLIA - que incluem os animais e os amigo, além do sangue e do espírito.

Pedi alívio para nossas almas. Que elas possam se revelar em Luz. À luz do Espírito Santo.

Nossa! Quanta coisa eu pedi. E agradeço por receber!

Jesus é Luz. E a luz é real. Se não vê, olhe direito, lá ela está, sempre.

Muita luz em nossos caminhos.

FELIZ NATAL! Que nasça em nós o Amor que Cristo representou e representa.

Pat Lins.

quinta-feira, 9 de maio de 2013

ME PERDOE, EU E VOCÊ!


Me perdoe, por ainda não saber dizer...

Me perdoe, por não saber o que dizer.

Me perdoe, por mim e por você.

Te perdoou, por saber que você é apenas, como eu, um ser.

Me perdoo, por, assim como você, apenas ser um ser.

Me perdoa, por não ser quem querias, apenas sou quem sou, não exatamente quem devo SER.

O perdão nos separa, mesmo que não precisemos viver no mesmo lugar, mas nossos corações se declaram, um amor que não dá para negar.

Me perdoe, pelo que pude fazer... era para me proteger: de ti, de mim, de nós, de vós, dele, dela, deles, delas...

Me perdoo pelos enganos e desenganos; pelo ser e pelo não ser.

Me perdoo por tudo e por todos que, hoje, não sabem o que fazer!

Me perdoe, pelas nossas lembranças, pelas nossas mazelas, pelas nossas fraquezas... pelas histórias e tranças que acabamos por fazer. 

Pela nossa pequenez diante do Universo Infinito, por isso, confesso:

- Me perdoe, por não saber falar, por não saber escutar, por não saber calar - inclusive a voz do pensamento perverso.

Me perdoe, porque os corações purificam o que a mente é incapaz de conceber!

Me perdoe! Sinto muito, eu amo você!

Pat Lins.

VI e VER


Coisa é quando a gente vê, aquilo que os olhos não vêem; quando a gente sente, aquilo que não está na gente; quando a gente sabe que sabe, mas não sabe o porquê. 

Coisa boa, realmente, é VI e VER!

Pat Lins.

domingo, 31 de março de 2013

FELIZ PÁSCOA!!!!



E hoje? 

Que renasça em nós a lembrança de quem somos, lá no fundo, em nossa essência. 

Que renasça a força da esperança e, acima de tudo, a capacidade de perdoar, de nem julgar e muito menos condenar. 

Que façamos mais o que falamos; que pensemos mais no que fazemos. Que pensemos melhor. Que façamos o melhor! 

Que entendamos o que quer dizer o renascimento do Cristo: o amor, o perdão, a fé! A vida! A eternidade!

Nos concede, ó Deus, ó Cristo, ó Vida, o pão, o vinho e o caminho: o alimento à alma; o refrigério da alma; a vida eterna em paz: o paraíso!

FELIZ PÁSCOA! 

Pat Lins.

sábado, 23 de abril de 2011

CRISTO PERDOOU JUDAS... POR QUE NÓS, NÃO?

Fonte: Pelas rodagens da vida
Todo ano, no sábado de Aleluia, me questiono a mesma coisa: "se Crito perdoou Judas, por que nós não?", o que temos nós de melhor do que o Cristo? ...

Ora, vejamos, o que fizemos nós de melhor? Então, não fomos nós, humanos como Judas, que também viramos as costas para o Salvador e cuspimos, gritamos e o condenamos a caminho da crucificação?

O que fizemos, desde então, com a lição que o Nazareno nos deixou, sobre nobreza dos sentimentos? 

Muito fácil tocarmos fogo no Judas e acreditarmos que merecemos o céu... Só nós mesmos! Pobres humanos hipócritas, medíocres e pequenos. Cristo é muito mais. Nos quis dizer e disse muito mais, mas, só pegamos o que queremos e ainda criamos um fuga de nossos atos assim: queimando Judas e vendo o que ele deixou para quem... Judas morreu e deixou a lição de que somos iguais ou piores de que ele. Quem é capaz de perdoar, assim como o fez o Cristo? Isso Ele nos ensinou: PERDOAR. Isso, nunca seguimos. Disso, o contrário fazemos e fazemos cheios de razão e graça... Engraçado, né, ser patético e acreditar que estamos fazendo algo grandioso!

Grande tradição: malhar o Judas... Não me recordo de ver, em nenhuma passagem, que o Cristo nos ensinou isso. Sei não, fazemos e criamos coisas e achamos que estamos seguindo o caminho certo. Será que estamos querendo ser mais do que O Mestre?

Quando faremos o que é certo, mesmo? Onde está o sentimento cristão, no ato de julgar o outro?

CRISTO PERDOOU, A GENTE NÃO. PORQUE A GENTE NÃO ASSUME O QUANTO A GENTE ERRA E PREFERE QUEIMAR O JUDAS... QUE REPRESENTA A NÓS MESMOS... O QUE FIZEMOS NÓS PARA SALVAR JESUS? O QUE FAZEMOS, HOJE, PARA HONRAR SUA MORTE? ELE NÃO PODE TER DADO SUA VIDA EM VÃO... FAÇAMOS POR MERECER, NOS ELEVANDO DE VERDADE! FAZENDO O BEM!!!

Meu Pai, a gente ainda precisa entender muita coisa que está "na cara", mas, amamos nos sentir superiores em nossa infame inferioridade. Queremos ensinar e tradicionalizamos o que nem existe... aliás, passou a existir porque algum ser humano criou essa babaquice e cultuamos a isso: a banalização. É época de se falar em perdão, não em condenação. 

GENTE, A GENTE CONDENA QUEM JÁ FOI PERDOADO... Tem sentido? Que fique claro, Jesus NUNCA nos ensinou o que fazemos HOJE!!! Fazemos porque queremos e insistimos em perpetuar a mediocridade.

Pensemos e ajamos mais e melhor!

Pat Lins.

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

DPP E FÉ


Como já falei em posts anteriores, desenvolver a Fé me ajudou muito! Em meu caso, fé em Deus, e sua força através do bem e do amor!

As orações me ajudaram muito. Fora o trabalho de humildade.


Foi em meio a orações e renovando diariamente a fé, esperança e gratidão que vi o quanto faz bem ser grato, principalmente pelas coisas mais simples.

Esse exercício (que faço até hoje e daqui para frente) foi que me deu ainda mais forças.

A gente deposita muita expectativa no tratamento e isso gera uma cobrança e ansiedade muito grande. O que gera ainda mais ansiedade...

Durante o passar dos anos, a gente vai aprendendo a viver a vida de maneira cada vez mais desgastante. Em vez de buscar ser feliz, a gente busca ter recursos materiais para poder ser feliz. Não sou contra o dinheiro, mas, não podemos depositar o conceito de felicidade numa conta bancária. É aquela história: viver bem, com conforto, acesso a “boa” educação, saúde e alimentação, nos tempos de hoje, requer certa quantidade de recursos financeiros, e, claro, que com certa comodidade, a gente terá mais tempo para se buscar e conhecer e, lógico, ser sempre feliz.
Mas, como explicar quem é feliz com tão pouco, financeiramente falando e como tem gente com tanto patrimônio e não consegue ser feliz? A felicidade é uma fórmula? É mais feliz quem sabe ganhar dinheiro? As pessoas mais inteligentes são aquelas que enriquessem financeiramente? Qual o valor real da felicidade? Será que para ser feliz é necessário ser rico? Por que tem gente que vive na mais profunda miséria sócio-econômica e ainda consegue sorrir e ter esperança em algo bom? Por que quem tem quer ter mais?

Aí a gente descobre que não aprendeu a viver, com o passar dos anos, mas, desaprendeu... A gente desaprendeu o caminho para a felicidade. E esse caminho só tem sentido se guiado por um conjunto de mente, corpo e espírito. O que nos fortalece de verdade, é a verdade. Viver para morrer ou viver para viver?

Levantei alguns pontos, durante minhas crises:

Primeiro ponto: a fé! Por que temê-la? Por que colocá-la em segundo plano na vida, se ela deveria ser nosso Norte? Quanto mais a gente estuda, se gradua, pós-gradua, menos busca desenvolver e exercitar a fé. Isso não é uma regra, nem verdade universal. Tem quem exercite a fé e os estudos acadêmicos... Me refiro ao geral. Falar em Deus, amor, felicidade, alegria... torna-se piegas, e quase ninguém quer ser piegas assumido... então, a fé atrofia...

Segundo ponto: a gente aprende a viver na correria, que a vida passa e a gente nem se dá conta. Só quer ver quanto vai ficar de saldo na conta corrente, para ter aquele “alívio”... Lógico que tem quem se dê conta antes e lembra de ir vivendo em paralelo: curtindo os filhos; a família; uma tarde de domingo em casa; os amigos; bate-papo...

Terceiro ponto: lembrar de respirar! A afobação nos impede de ter tempo para respirar. O lema “time is Money” toma todo o tempo. Você já telefonou para alguém querido e ouviu um: “hoje não tive tempo nem para respirar...”? – eu já cansei de falar isso...
Quarto ponto: viramos escravos dos e-mails, Orkut e mensagens para o celular (não sou contra, tenho todos.Só precisamos saber dosar...)

É são vários pontos para analisarmos. Mas, parar para orar, para refletir, não deve ser uma obrigação diária, deve ser parte do dia-a-dia, como respirar, andar, falar... algo espontâneo e natural.


Engraçado, é que eu me achava diferente de todo mundo, porque tinha o hábito de orar, sem ter religião; acreditava em Deus, sem ir a igreja alguma... e vivia a correria do dia-a-dia, que “não me dava tempo nem para respirar”... Estudei, me graduei, pós-graduei...trabalhei, me encontrei! Mas, nada de estabilidade financeira, então, ainda precisava “ralar” muito. Ué, mas, não havia me encontrado??? A gente vive buscando se encontrar e vive se desencontrando.

Pois é, durante as crises, pude ponderar isso tudo. Parece que a vida puxou o freio de mão e disse: “hora de corrigir. Volta para o caminho certo, Pat.”

Todo mundo sabe que a maioria das pessoas só procura Deus e pede ajuda na hora do sufoco. Alcançamos a “graça”, agradecemos e voltamos para a pista para “correr sem respirar”.


Em meio a minha queda, decidi não pedir ajuda a Deus. Achava que “meu filme estava queimado” com Ele. A filha que todos queriam ter; a menina alegre e inteligente, tão estudada... achava que Deus não a ouviria. Sempre fiz parte do time do bem, mas, falava mal daquela pessoa que não soube combinar a bolsa com a roupa...

Minha avozinha orava por mim; muita gente orava por mim e vi que Deus escutava. Ainda, assim, reclamava: “meu Deus, eu sempre fui uma pessoa boa. Respeitava os mais velhos; ajudava alguém a atravessar a rua; tirava notas boas; respeitava meus pais; não roubava; não era vingativa; não era ambiciosa... toda criança gostava de mim, porque o Senhor deixou que eu caísse?” Que graça, Ele me deixou cair ou eu caí? Não sei o que desencadeou minha DPP, mas, há suspeita de uma série de fatores: herança genética (minha tia); morte de um ente muuuiiittoo querido (meu avô paterno); medo de meu filho ser roubado na maternidade (a porta estava quebrada, e eu ficava na porta); medo da responsabilidade e mudança no estilo de vida; desemprego; instabilidade financeira; maus tratos na maternidade... tanta coisa! Mas, tinha muita coisa boa: meu filho lindo e saudável; família unida de fato; marido presente e companheiro; alegria geral por eu ter tido filho; lar.

Comecei a querer ser ajudada. Em princípio, queria que alguém me carregasse, abrisse minha mente e trocasse o chip... depois, gerava o conflito do orgulho que dizia que eu não precisava pedir ajuda a ninguém, que deveria dar a volta por cima sozinha e me “orgulhar” por ter subido sozinha... Nem a terapia, nem os remédios (estes, é bom esclarecer, apenas controlavam as oscilações bruscas de humor. Eles não curavam. Amenizavam o nervoso descontrolado e as alterações de humor.) conseguiam me fazer ver o que faltava. Tinha “tudo” que precisava, mas, o buraco continuava.

Sentei na cama e orei. Sozinha. Um momento meu. Deixei o coração chorar; deixei minha mente implorar; queria, realmente, mudar. “Deus, oh, Pai, me ajuda a sair dessa. Não sei nem o que pedir; nem como pedir...mas, me dá uma luz; conduz minha vida; invade minha alma, minha mente e meu coração. Tô sem forças para orar. Ouve minha prece. Me ajuda a saber como Te pedir ajuda.” Deitei e dormi.

Era uma fase em que queria viver deitada, mas me cansava; levantava, me cansava... virava, me cansava... cheguei a dormir mais de 12h seguidas e ainda estava cansada... dormia mal, tinha pesadelos horríveis...enfim, não tinha qualidade no sono.

Todos os dias repetia: “Deus, hoje, renovo meus votos de fé, confiança, esperança e gratidão. Guia-me, ó Pai!”

Ele me ouvia e me acalentava. Mas, precisava descobrir como ouvir. Tinha que me desarmar.

Fui orando e melhorando. Acreditava em algo que estava além da compreensão, acima de tudo e de todos. Comecei a acreditar no que não via,mas, sentia em cada célula.

A oração me ajudou a perdoar (a mim e a quem eu culpasse); me ajudou a desenvolver a fé esquecida. Começava a me encontrar.

Diminuía a culpa, o fardo; aumentava a esperança. Me permitia viver a esperança. Não de maneira alienada: “ah, vou esperar que vem. Tô aqui sentada, viu, meu Deus?!”. Não, fiz minha parte. Me cuidava, me descobria, me conhecia, me amava. Me enchi de Luz, que trouxe bálsamo, paz e energia para continuar a caminhada.


Às vezes, ficamos surdos diante de Deus, porque queremos que Ele fal aquilo que queremos ouvir...

Eis um texto/esquema do site Outono´s (tem o link ali ao lado, nas MINHAS INDICAÇÕES SOBRE DPP E ASSUNTOS AFINS) que ma ajuda a ilustrar:


"A FÉ
Ela produz:
- A consciência de que existe uma inteligência Superior que a tudo comanda e que nos protege, atuando em qualquer circunstância imaginável e acima de nossa compreensão...


- A aceitação dinâmica da realidade.


- A esperança de um futuro melhor.


- A paciência, nos ensinando, a saber, esperar o desfecho dos fatos.


- A auto confiança.


- A motivação.


- O pensamento positivo.



A ORAÇÃO


- Ela é a geradora da energia que precisamos para manter acesa a chama da fé.


- Dá-nos a força interior para suportar as adversidades e seguir caminhando.


- Aguça nossa intuição, capacitando-nos à percepção das energias sutis do Universo.


- É o maná que vem do céu quando atravessamos o deserto da solidão, da angústia e do medo.




O PERDÃO


É o início da libertação.


O ato de perdoar está intimamente ligado à nossa liberdade.


Romper as amarras que nos detêm a fatos negativos e pessoas vinculadas a eles.


Livra-nos dos condicionamentos, de escrúpulos e sentimentos de culpa.


Dissipando o passado, começamos a viver o aqui e o agora. "









SACO VAZIO NÃO FICA EM PÉ! ENCHA-SE DE FÉ!!!


Patricia Lins

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