terça-feira, 25 de novembro de 2014

GRITO DE LIBERDADE!


E haja fôlego! É preciso respirar mmuuiitttooo para não surtar nesse mundo louco!

Pat Lins.

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

A PERFEIÇÃO NA IMPERFEIÇÃO E A IMPERFEIÇÃO NA PERFEIÇÃO


Eu não faço joguinhos, nem racionalizo em demasia. Eu simplesmente vivo e me sei ser não consciente da perfeição que sou.

Todos somos perfeitos, já que somos a imagem e semelhança do Criador.

Todos somos imperfeitos diante do espelho.

Todos temos dificuldade em sair de algumas zonas de conforto. Eu que não me culpo mais por isso. Melhor ser assumida do que viver propagando a hipocrisia de que saí, ainda estando.

Feliz quem sai. Feliz quem sabe o porquê não sai. Feliz quem fica porque quer. Infeliz quem alega sair e não vê que nem se moveu. A ignorância com arrogância ilusória é muito pior. O saber- se, assumir- se, conhecer-se, para mim, é muito melhor do que iludir- se na crença que avançou, sem sequer ter de esforçado... E, sequer ter se movimentado.

Parado ou andando na ilusão não é real e concreto.

Sair é sair. Ficar é ficar. Estar é estar. E, em tudo: SER É SER, onde quer que esteja, para onde quer que vá.

Seja! Como sempre digo: ninguém precisa fazer nada para agradar ao outro. Temos que ser quem somos! Na paz. No amor. Sem jogos e sem cobranças. Isso é carência. Sacie- se consigo. Ame-SE. Ame a si. Assim, naturalmente amarás o outro. - isso não quer dizer se submeter ao outro... amar não é isso, nem aquilo. O amor é livre e libertador.

Também não precisamos querer que o outro seja aquilo que nos agrada... Se não dá para aceitar, melhor sair do que arrastar sofrimento. Nada é fácil. Sabe Deus porque, mas se é assim...fazer o que? Viver.

O resto é tudo ilusão! Até minha DS - distância saudável - é ilusão. Nada mais do que uma necessidade da minha carência de auto preservação. Nem por isso me culpo por usá-la. Eu me assumo em eterno desenvolvimento. Sem ansiedade de aparentar ser o que ainda não acessei em mim, mas que SOU.

O bom é viver e aprender. O bom é estar aqui e agora e saber que erro, sim. Que acerto, sim. Que continuo, sim. Que paro, sim. Que volto, sim. Que renovo, inovo, copio ou mantenho, sim.

É isso. Só que não... É aquilo, também.

Pat Lins

O SABER ATÉ DO NÃO SABER

Questão não é parar ou seguir.

É saber porque parou ou seguiu.

E se não sabe, vai ou fica assim mesmo, só que sabendo que tá indo ou ficando sem saber. Já é um saber, né não?

Tudo é consciência da ação. Nem que seja saber que não sabe, mas segue.

Pat Lins

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

SER-SE



Descobri que a gente não tem que fazer nada para agradar o outro. A gente só precisa SER. Sendo, naturalmente já está feito! 

Pat Lins.

SER GRATO OU NÃO SER, EIS "UMA" QUESTÃO...

Imagem: Google 
Às vezes, alguém faz ou nos dá algo para nos agradar - ou, nós somos esse alguém que faz algo para agradar outro alguém... - e não nos agrada. Não porque não sabemos receber, mas porque o que a pessoa fez, simplesmente, não era o que precisávamos. 

Eu agradeço, de coração, quando isso acontece, mas se trata de uma saia justa, né? 

Assim, em conversa com um amigo que estava num dilema sobre: como não ser ingrato, nem ser obrigado a usar algo que não gosto?

Começamos a observar nossas atitudes. Eu, por exemplo, quando vou dar algo a alguém, procuro saber do que a pessoa precisa - não gosto de dar ou fazer algo apenas para cumprir tabela... - ou do que ela gosta. Com cuidado. Por exemplo, desde que engordei muito, passei a ter dificuldade em encontrar roupa no estilo que gosto, assim, fui meio que "obrigada" a usar muita estampa e, acredite quem quiser, eu não sou fã de roupa estampada... Gosto de roupas neutras e básicas - tanto tons escuros, quanto claros, desde que lisos ou com pouca estampa -, com acessórios que valorizem. Até curto uma estampa, mas quando tem um fundo neutro maior... Não sou contra estampas, só não gosto muito. Entretanto, uso muita estampa e, assim, muitas vezes dizem ou compram e me dizem: "achei a sua cara!". Fico feliz pelo cuidado da pessoa em perceber o que uso, mas, não é bem o meu estilo de verdade. Eu uso, numa boa, porque não sou inflexível por conta de uma estampa... Não me custa usar, quando recebo, mas se eu não me sentir confortável, não uso, também, não deixo de ser grata.

Não tem problema algum em dar ou receber o que não gosta, o que não precisava... A questão é não ser cobrado a usar ou fazer algo, nem cobrar que usem ou façam algo que... é isso.

Fico impressionada com nossa capacidade de aprisionar a quem damos ou para quem fazemos algo. Sério! A gente compromete o outro por conta das nossas carências... e, através de melindre, nos doemos e chamamos o outro - ou somos chamados - de ingrato... essa é uma questão muito bacana para refletirmos: onde está a ingratidão? Em quem dá ou faz ou em quem recebe? 

Percebemos que se tratava de algo aparentemente simples, mas é muito complexo compreender isso e esgotar o assunto. Decidimos, eu e meu amigo, registrar aqui e, após leitura, retomar o papo. O que percebemos, de cara, foi o APEGO, expecativa ou a necessidade de agradar para ser aceito... Tem muito mais por aí...

Aqui eu doou um pouco de mim, dos meus pensamentos, do meu cotidiano, das minhas crenças, dos meus valores. Muita gente recebe e curte; muita gente não gosta; muita gente nem abre, nem lê... eu penso que eu dou perguntas para quem precisar delas, assim como eu, só isso. Não posso cobrar que todos gostem. Assim, entendo que dar e receber não é corrente, nem cadeado. Não tenho que prender ninguém, nem me sentir presa. 

Um pouco de perfume sempre fica nas mãos de quem oferece flores.
                                                                                                     Provérbio Chinês


Assim, fica a questão:

SER GRATO OU NÃO SER, EIS UMA QUESTÃO?

O que é, de fato, gratidão? O que é doação? O que é presentear? O que é se doar? O que é dar sem esperar receber, nem que seja receber a gratidão como escravidão?

E, por fim: somos responsáveis pela reação do outro?

Pat Lins.

domingo, 16 de novembro de 2014

QUEM SOU EU - por Pat Lins


É isso: eu sou muito mais que você pensa e muito, muito menos do que você imagina! Eu sou, simples e naturalmente, REAL!

Pat Lins.

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