sábado, 21 de setembro de 2013
LIÇÃO DIÁRIA: APRENDER - ENSINAR - APRENDER - ENSI...
MÃES NA PRÁTICA: LIÇÃO DIÁRIA: APRENDER - ENSINAR - APRENDER - ENSI...: Pois é... a gente aprende muito enquanto ensina. E ensina muito, enquanto aprende! A vida é movimento, rigidez é morte. É por e...
quinta-feira, 19 de setembro de 2013
TODA MUDANÇA É RADICAL (?)
Mudanças sempre são/foram/serão necessárias. Romper, seguir, mudar, transgredir = IR. O resto é ficar parado demais arrasta isso que vivemos: um mundo aparentemente sem boas expectativas.
Porém, eu sou adepta das mudanças pacíficas - não romanticamente falando, ignorando e/ou negando a realidade REAL... se é que me entende - ou seja, considerando um ideal maior, além do individual, mas sem ignorar o individual, sua importância e NECESSIDADES - diferente de desejos ilusórios e superficiais.
Se for preciso, mato e morro: mato os velhos paradigmas irrelevantes; consequentemente, morre a parte mais vazia de mim, assim, eu morro... ou melhor, assim, morre um euzinho, uma dimensão que cede espaço, se abre - ou transmuta, porque nada deixa de existir, já tendo sido... apenas se transforma - para um EU muito maior e melhor em cada caminho e cada pequeno aprendizado.
Na vida, MENOS SEMPRE É MAIS!
Menos avareza, menos arrogância, menos orgulho, menos vaidade, menos desejos ilusórios = mais abertura, mais compreensão, mais amor, mais próximo o caminho para a FELICIDADE e PLENITUDE! Isso está além do humano, do básico, do pouco que fazemos por nós. Isso é ALMA. É vida! É saber-se SER além do que se é - ou se faz ser.
Mudar sempre para melhor. Porque, mudar para pior é fazer o que já fazemos, arrastando a mesmice e querendo resultados novos; é refazer o que já foi feito e dizer que se faz algo novo e inovador... Mudar para melhor é VER e aceitar que fazemos muito pouco. Que ainda mantemos o mesmo padrão e repetimos os velhos - o que vem a dar no mesmo... - e giramos nesse ciclo vicioso.
As virtudes são livres e a liberdade tem limite em ações responsáveis, compreensivas e ponderadas pelo RESPEITO. Assim, mudando para esse melhor, até o limite liberta! O que fazemos: julgando, condenando, apontando... isso, que se chama de liberdade de expressão, nada mais é do que aprisionamento.
Nossos valores estão tão deturpados que chamamos de amor o egoismo e chamamos de egoismo o amor!
E vamos que vamos! Até chegar em algum lugar, para, de lá, traçar a rota para se "chegar lá" e continuar! Isso é sabedoria.
Assim, me pergunto: será que toda mudança é radical? Ou, será que é processual...?
Pat Lins - na rota da mudança GERAL.
terça-feira, 17 de setembro de 2013
TEMPO E ESPAÇO
Nosso maior problema não é a distância... e sim, o tempo que levamos para percorrer o caminho.
Quanto tempo levamos para "chegar lá"... Já contando com os obstáculos que colocamos no caminho e aumentam o tempo que parece aumentar a distância.
Com isso tudo, aí, sim, faz-se a demora.
Pat Lins.
quinta-feira, 12 de setembro de 2013
TEMPO BOM
Até pessoas boas apanham e sofrem.
A diferença é o foco de dar a volta por cima. Os bons, apenas pensam em se reerguer. Os não bons, pensam em se vingar e perdem o foco da vida. Se perdem no caminho por estarem aprisionados no tempo errado: passado.
Os bons, vivem o presente, criando, hoje, um futuro melhor.
Eu? Não sou nem boa, nem má. Humana, mesmo. Mas, depois de cada queda, o que eu quero? Me levantar e sem derrubar ninguém. Isso me coloca num bom caminho bom.
É isso...
Pat Lins.
terça-feira, 10 de setembro de 2013
MANIFESTAÇÕES - QUEM ESTÁ CERTO?
O que é certo ou errado, atualmente e sempre?
Na verdade, penso eu, que TUDO começou a desandar com a continuidade de padrões defasados e comprovadamente ineficazes.
Vou falar de Brasil: colonizado por Portugal - nada contra o país atual... me refiro ao fato do que ocorreu e do como ocorreu. Invadido, desrespeitado, destruído, denegrido, desmerecido. Para "civilizar" nossas Terras, olha que maneira bacana: mataram os índios, povo que morava aqui, com a cultura deles, com suas rotinas de vida... com suas Vidas! Tomaram posse de algo que não lhes pertencia. Voltando no tempo, isso era considerado NORMAL, afinal, invadir e dominar era demonstração de força, de PODER. Os índios eram tidos como animais selvagens e, por assim serem, deveriam ser mortos e destruídos... E os animais, estes também não merecem respeito?
Em seguida, para demonstrar ainda mais FORÇA e PODER, tipo superpoder, invadem e arrancam de suas terras os africanos. Ou seja, onde havia cultura rudimentar, vida tranquila, que não fosse a necessidade de se TER mais e mais e nunca estar satisfeito, contaminou terras limpas, puras, com ódio, ganância e outros sentimentos que são nossos guias/condutores. A ambição de se ter mais a qualquer custo, desde que não seja a vida de quem quer mais, está tudo certo. Na África, contaram com o apoio, após mostrar sua "supremacia" bélica a algumas tribos e imposto o medo, estas, acreditando serem inteligentes e, na verdade, foram cúmplices da própria estupidez, caçaram e destroçaram seus irmãos africanos e deram de bandeja aos invasores, em troca de posse da terra... Tiveram? Foram tão escravizados quanto os outros. Os povos arrematados - ou arrebatados - pela força brutal da estupidez humana dos humanos com valores desprezíveis, foram jogados aqui, em nossa terra, trazendo dor e sofrimento, angústia e desespero... Toda uma gama de densidade. Foram tratados como animais e sem alma. Como se não fossem gente. Foram trancados em condições de completa falta de acolhimento, conforto... dormiam em chãos de terra batido, com frio, fome e tudo mais de pior. Descanso era para os donos das fazendas, porque tinham muito trabalho em mandar e ordenar.
Para completar nossa composição: os portugueses, tidos como donos, que aqui viviam, eram outra espécie diferente... Eram contraventores que, sem opção, tinham que escolher entre ficarem presos no país de origem ou, ajudarem a povoar o Brasil - uma punição, um castigo, uma nova prisão. Ou seja, a corja que veio nos dar origem, em sua grande maioria, eram, nada mais e nada menos, do que prisioneiros... bandidos...
Entendida esta parte, encarados os fatos, olhemos o presente: poderia ser diferente?
O que é certo ou errado em terras brasileiras?
Manifestar era algo proibido, em nossa colonização. O manifestar era proibido em época de censura e ditadura. Manifestar era algo proibido, principalmente, pela enrolação com a gente, onde jurávamos de pés juntos, que éramos um povo livre. Livre de quê? Ou de quem? Sempre fomos um povo aprisionado. Prisão por limitação financeira, por roubos políticos, por impostos inesgotáveis, e sempre sem retorno. Somos prisioneiros como os africanos, onde não temos o direito de ir e vir, por conta de pistas e estradas inapropriadas - para não dizer, inexistente... esburacadas. Somos cobrados e obrigados a pagar, pagar e pagar, por receio de ir preso, como bandidos ou se tornar "devedor" e procurado por sonegação. E quem não presta contas e não utiliza a verba recolhida para fins públicos, para o "bem" de todos, para que se volte para nós o que nós investimos? Essas pessoas, os "políticos", são o quê, mesmo? Santos, anjos, seres iluminados que só aumentam e criam impostos para fazer o bem para os cidadãos ou pessoas sem caráter que criam e inventam e aumentam esses impostos para desviarem para os próprios bolsos em formas de contas bancárias.
Pois é, somos criações de uma cultura muito rica e enriquecedora. Somos um povo ou vítimas de uma má educação? Dizem que os filhos são reflexo dos pais... Será??????
E aí, de repente, vem a sensação de que somos tão livres que está na hora de acordar um gigante adormecido desde a colonização da nossa terrinha amada, nossa pátria amada da seleção brasileira de futebol. Pois é, dentre os gigantes adormecidos pelo tempo posto e pela acomodação natural das relações afetivas, o que estão acordando é um que não penas, mas grita e destrói... é o gigantes da estupidez dos colonizadores, que usavam desses mesmos artifícios para "dominar" e destruir, impondo de novo, a cultura dos gritos e brutalidade.
Por quê? Por que, meu Deus, ainda somos tão burros? Por que, depois de ver que falta de ordem não nos leva ao progresso, repetimos os mesmos padrões? Será que PENSAR é tão difícil, assim?
O gigante que acorda é o gigante que dominou e imperou o Brasil. O gigante que precisamos não é o do passado mal vivido, é o gigante do novo, para um futuro de verdade. Vivemos um loop com novas épocas velhas e ultrapassadas. Nada agregamos. Nada inovamos. Nada rompemos. O que queremos de fato?
Manifestar é levantar e dizer: "EU ESTOU ACORDADO E NÃO ACEITO ESSA CONDUTA!", sabendo-se o que não quer. Saber nossos direitos é fácil, mas sabemos e conhecemos nossos DEVERES? Sm, o querer mudar nos dá o poder de começar algo, construir algo novo e isso traz, como em tudo na vida, as consequências. O que queremos de verdade? Queremos mudar e progredir? Queremos nos manter no atraso, na repetição dos erros e nessa perpetuação de erros incalculáveis e, aparentemente, indestrutíveis?
Levanta Brasil, para onde? Levantar para destruir, para depredar... é piorar o que já é ruim! Se não temos transporte público eficiente, quebrando facilita a evolução?
É isso que queremos construir, então, não temos o verdadeiro desejo de construir... apenas repetir.
O que está errado nas manifestações? Ao meu ver, TUDO. Para o progresso é importante ordem, antes de tudo. Ou, continuaremos filhos da P... pátria amada Brasil da colonização.
Ser livre requer um tipo de postura que exige usar a inteligência. Exige refletir. Exige ponderar.
Bater e quebrar é destruir e atrasar.
E de atrasos, o Brasil deveria estar farto... mas, pelo visto, essa fartura deixa o povo com a barriga tão cheia que não dá para pensar. Manifestar é legal, é bacana, mas depredar, fechar estradas, comprometer a população é enfraquecer o movimento e dividir o próprio povo, dividir irmãos que poderíam estar lutando juntos, no mesmo propósito, com os mesmos OBJETIVOS.
Pois é, acorda Brasil! Levanta, Brasil! Quem é o Brasil? O que quer o Brasil? Quem somos nós? Quem é esse povo que tem tanta energia e tão pouca capacidade de canalizar essa força para algo produtivo, algo libertador, algo que nos leve a um patamar novo e que seja um novo como algo de bom.
Constrói, Brasil!
Pat Lins.
sexta-feira, 6 de setembro de 2013
TUDO CERTO!
Escutei uma frase que traduziu o que penso - e o que não me impede de, humanamente, penar no caminho de espera...:
TUDO SEMPRE DÁ CERTO, MAS ÀS VEZES, DÁ CERTO DE UMA MANEIRA DIFERENTE!
Pois é, então, TUDO CERTO!
Pat Lins.
quinta-feira, 5 de setembro de 2013
O PRINCÍPIO DA VOCAÇÃO DO MEU/NOSSO "EU"
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| Imagem: Internet - http://www.rosangelaterapeuta.com.br/tag/luz/ |
Gente, Pe Fabio de Melo é um fofo! Gosto muito de escutá-lo em entrevistas. Ele fala português e não latim. Ele é sereno e fala com inteligência; fala com clareza e não com arrogância. Ele assume que é humano: um homem que optou ser padre, sabendo as condições inerentes. Isso é consciência. Isso é entender que todo bônus tem ônus e que toda escolha acarreta numa consequência. Eu, minha opinião particular e com base nos conhecimentos obscuros da história, penso que o celibato na Igreja Católica poderia ser revisto. Por outro lado, compreendo que é a tradição da religião e, se alguém adentra, sabendo que é assim, sabe-se onde está entrando. Enfim... Acabei de assisti-lo no "Mais Você", com Ana Maria Braga, e me veio essa reflexão:
Penso que para se seguir qualquer rumo na vida, deve-se seguir o que está mais próximo da nossa vocação e nem todo mundo pensa assim... Desta maneira, a gente percebe quando a pessoa tem real sentido do dever de se seguir o caminho que escolhe e/ou adentra. O fanatismo só pega quem vai apenas no afã da emoção, no desejo/ilusão de que religião, excesso de trabalho, excesso de atividades para "ocupar" o tempo... vai resolver - ou afugentar - todos os problemas e imediatamente. É assim, não, gente. Se fosse assim, os padres, pastores, rabinos, mestres, gurus... os workaholics, etc não teriam problemas, nem dilemas, nem desavenças, nem nada de mal.
O problema, o desgaste, o cansaço, a raiva... tudo isso é humano. O que vai nos ajudar a lidar e transformar isso é o padrão de pensamento que temos e as ações conscientes que praticamos. E isso é de uma hora para outra? "Ah, pronto, mudei o padrão de pensamento!". De jeito algum, o Tempo é outro forte aliado ou vilão nesse trajeto, depende de como o conduzimos ou o deixamos nos conduzir. O tempo não está preso ao bem e ao mal, como nossa condição humana e dual. Ele, assim como O Criador, apenas É. Um verbo. Um constante Ser: É. É o tempo todo o É e pronto. Todo tempo É AGORA.
A gente adora complicar tudo e depois culpa Deus, o tempo, o espaço, a religião - principalmente, a religião do outro... - a vida... o outro. A gente só não entende uma coisa que, por mais óbvia que seja, não deixa de fazer parte de uma processo, que é o fato da vida ser causa e consequência. E, mesmo a gente fazendo o bem, isso não nos impede de fazer ou desejar o mal e, quando volta, a gente diz: "mas eu só faço coisas boas, porque isso?"... Bom, minha opinião sobre essa parte é meio complexa... depois me explico por aqui. A questão é que não atinamos para quem somos de verdade e, nos perdendo, dificilmente sentimos vontade de nos reencontrar. E isso nos afasta de nós mesmos e da nossa real vocação.
Para sabermos o por onde ir, precisamos saber quem somos e o que temos para fazer. Senão, por aí ficamos, vagando, passeando, fingindo viver e, em geral, importunando os outros na esperança de que o outro fique pior do que a gente. E nesse instinto competitivo de destruir o outro para me enaltecer, esquecemos o quanto todos estamos ligados e nivelados numa realidade: somos todos imperfeitos e com mmuuuiiiittttooo a aprender.
Quando entenderemos que perfeição, só no céu?
Pat Lins.
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