quinta-feira, 9 de maio de 2013

ME PERDOE, EU E VOCÊ!


Me perdoe, por ainda não saber dizer...

Me perdoe, por não saber o que dizer.

Me perdoe, por mim e por você.

Te perdoou, por saber que você é apenas, como eu, um ser.

Me perdoo, por, assim como você, apenas ser um ser.

Me perdoa, por não ser quem querias, apenas sou quem sou, não exatamente quem devo SER.

O perdão nos separa, mesmo que não precisemos viver no mesmo lugar, mas nossos corações se declaram, um amor que não dá para negar.

Me perdoe, pelo que pude fazer... era para me proteger: de ti, de mim, de nós, de vós, dele, dela, deles, delas...

Me perdoo pelos enganos e desenganos; pelo ser e pelo não ser.

Me perdoo por tudo e por todos que, hoje, não sabem o que fazer!

Me perdoe, pelas nossas lembranças, pelas nossas mazelas, pelas nossas fraquezas... pelas histórias e tranças que acabamos por fazer. 

Pela nossa pequenez diante do Universo Infinito, por isso, confesso:

- Me perdoe, por não saber falar, por não saber escutar, por não saber calar - inclusive a voz do pensamento perverso.

Me perdoe, porque os corações purificam o que a mente é incapaz de conceber!

Me perdoe! Sinto muito, eu amo você!

Pat Lins.

VI e VER


Coisa é quando a gente vê, aquilo que os olhos não vêem; quando a gente sente, aquilo que não está na gente; quando a gente sabe que sabe, mas não sabe o porquê. 

Coisa boa, realmente, é VI e VER!

Pat Lins.

terça-feira, 30 de abril de 2013

NOVO - DESCONHECIDO E IGNORADO


Muita coisa ainda não é estudada porque a ciência nem faz idéia da existência.

Até lá... tudo que é novo, das duas, uma: ou quem sabe da existência é doido, ou, vai agindo como ditam as normas antigas...

O novo sempre assusta, porque a gente tem mania de querer controlar tudo com base em alguma teoria sobre o que se sabe até antes de ontem. Se usássemos mais a compreensão e o acolhimento de nós para conosco, agiríamos assim para com o outro e com o novo.

É assim mesmo, depois dos empíricos errarem e conseguirem acertar um ponto - tentativa e erro, até acertar -, aí, sim, surgirão os cientistas para comprovarem cientificamente aquilo que já sabemos na prática e deixaremos de ser loucos para nos tornarmos precursores do cotidiano - os verdadeiros guerreiros do dia a dia e dessa nova geração!

Pat Lins.

segunda-feira, 29 de abril de 2013

BA x VI - eu vi...


E aí, amigos, irmãos?! BA ou VI?

Isso deveria ficar mais forte na cabeça, se questionar: é Bahia ou Vitória?

Fico vendo disputas ridículas e frases do tipo: "odeio o Bahia!" e "odeio o Vitória!". Gente, "amar" um time não quer dizer odiar o outro... apenas goste do seu e torça por ele. Que dificuldade das duas partes em entenderem uma coisa tão simples!

Mas, independente disso, sendo BA ou VI, o respeito ao patrimônio público - aquilo que é usado por todos e, por assim ser, pertence a TODOS - deve existir. É uma lástima ver um povo que se diz tão alegre, receptivo e festeiro não ter o menor espírito esportivo... quem é que não sabe que nos jogos, seja lá qual for, um ganha e outro perde - nem o empate conta, porque trata-se de uma disputa de pontos  e um, no final, terá que ter mais. E que os jogadores também erram e perdem gol. 

Pelo amor de Deus, vimos imagens grotescas e isso não era revolta ou alegria, era banalização, era uma cena de terror, feita por...? Terroristas! Jogar as caxirolas não foi uma reação inteligente, muito menos, estímulo. A revolta é legítima - ao menos para quem é torcedor fanático - mas os atos são brutais e selvagens, gente!

Isso é falta de educação. E de educação moral!

O torcer saudável, em ver seu time disputar um campeonato cede espaço para que o mal impere. Levar bombas caseiras, destruir arquibancadas, provocar brigas, entrar em brigas, bater, chutar, arremessar - seja lá o que for -, destruir... é isso que o futebol arte e o futebol show incitam? Não! Isso é atitude de marginais! De vândalos! De doentes morais!

Aproveitando o ensejo: tenho vergonha da falta de educação da maioria do povo baiano, não da Bahia! Sendo eu baiana, posso falar com precisão que, onde estiver, assumo minha origem! Mas, meu maior orgulho está em ser pela minha Bahia! Como? Não destruo, construo. Jogar lixo no chão, pode ou não pode? "Ah, mas não tem lixeira!". Não tem porque um cidadão destruidor depredou, destruiu, arrancou, quebrou! Então, pagamos nós, os justos, pelos "pecadores". Para mim, nada custa colocar uma garrafa de água na bolsa ou segurar na mão, até descartar de maneira adequada.

O BA VI já começou mostrando a capacidade e "boa" conduta desse povo! Tanto dos organizadores, quanto dos "torcedores". Gente, que vergonha!

A questão não é apenas intensificar a segurança, gente, é levar a educação e o bom senso onde for.

Independente do time, torcer e sofrer faz parte, mas destruir não!

Para quem curte futebol deveria ser festa e competição, apenas entre os jogadores, de maneira saudável.

Pat Lins.

sexta-feira, 26 de abril de 2013

"... SE EU TIVESSE MAIS ALMA PARA DAR, EU DARIA!"



Ás vezes, tudo que eu queria era saber... depois, saber o que fazer... Fazer. E ver feito. Só que, na maioria das vezes, esse querer envolve querer ver a mudança no outro, também. E não devo querer isso, mas quero! Muito mais quando se trata do próprio filho que não é como queremos, é como ele é!

Faço muito.  Me doou muito. Faço a minha parte. Faço o que consigo, o que dá... faço o que dá para fazer e mais um pouquinho.

Mas, nunca é o bastante! E qual o limite do bastante? E o que é o necessário? Somente questões...

"... se eu tivesse mais alma para dar, eu daria!"
(Djavan)

Pat Lins.



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