sábado, 11 de agosto de 2012

CONSTRUÇÃO DE VÍNCULOS

"TODO VÍNCULO NATURAL É UM ELO VIVO E INFINITO!" Pat Lins
Muita gente, hoje em dia e desde que me entendo por gente, "força a barra" para estreitar os laços com alguém, como se isso fosse "construção de vínculo".

Para mim, a construção dos vínculos é algo natural e espontâneo, com base em afinidades naturais e espontâneas. Não vejo o menor sentido em se unir - ou, manter-se unido - a alguém com quem não temos a menor afinidade e vivemos em clima de tensão, "pisando em ovos" e etc. Não falo isso de uma maneira fria, mas, para mim, isso é uma questão de ser "óbvio". E não limito aqui a afinidades do tipo: "eu gosto de verde e ele(a) de azul... então, a gente não combina..." ou "eu gosto de verde e ele(a) também, então, combinamos em tudo!". Não se trata de gostos pontuais e circunstanciais. Todas as cores combinam, de alguma maneira. Unidas, formam um ambiente colorido e vivo. Só que têm cores que chocam com outras... Enfim, não é essa a questão, me refiro a afinidade num sentido mais amplo, onde envolva uma compreensão natural do outro, que gera uma boa base para paciência e tolerância, pois, por mais "afinidade - como gostos iguais" que se tenha com alguém, as diferenças existem - e muitas. A afinidade que me refiro é algo tipo um "elo natural". Aquele laço que você pode ficar sem ver a pessoa por bastante tempo, sente saudade, mas, não há cobrança, nem aquele tom: "Quando é que vamos nos ver? Faz tempo que não nos vemos, nem nos falamos...". Tem gente que não tenho esse vínculo construído, e que me fazem esse tipo de cobrança... Pessoas com quem não tenho afinidade alguma, apenas gosto um pouco e, de certa maneira, fazem parte do meu grupo social - ah, grupo social envolve ambientes sociais, que estão ligados a  família, amigos, escola, bairro, religião, trabalho... etc. Por mais que escolhamos viver e expandir horizontes, já fazemos parte desses grupos. - onde não temos esse elo de ligação forte - ao menos, eu não tenho - e, natural e espontaneamente, não há um motivo que nos conduza a um estreitamento de laços, por não haver laços... Nesse sentido, falo de construção de vínculos mais profundos, que unem almas. Isso não é deixar de gostar e/ou conviver eventualmente com essas pessoas, mas, um laço - vamos reforçar com "forte" - não existe.

Tenho muitas pessoas especiais na vida. Muitas com as quais tenho vínculos estreitos, profundos e fortíssimos, entretanto, temos dificuldade em nos encontrarmos, por uma simples questão: rotina. Mas, os vínculos não afrouxam com essa distância, eu tenho a sensação de que ficam ainda mais fortes. Um vínculo precisa de algum tipo de manutenção, o que requer esforço: não dá para nos vermos com frequência, mas, com frequência nos falamos, seja por telefone, e-mail ou sinal de fumaça. Ou, simplesmente, pela força do pensamento, pelo carinho sincero que emana do coração. CORAÇÃO - eis o a origem, o meio e o sentido de cada vínculo: empatias, simpatias, afinidades... Ele faz parte. É muito mais uma questão de sentir do que de criar. Um vínculo forçado não é um vínculo profundo é uma relação de convivência.

Os vínculos são respeitosos de natureza. Não sei explicar bem sobre isso... é algo do tipo sem explicação e que existe, mesmo que não saibamos como lidar. Um vínculo é sincero, é, como já falei, natural e espontâneo, apenas É. Não se força; não se cobra; não se inventa. Ou é ou não é.

Os vínculos, mesmo sendo, requerem manutenção. Não basta ter, tem que regar, porque eles podem se desfazer. Um carinho pode ficar, porque todo vínculo verdadeiro tem base em uma união de sentimento forte e nobre, assim, o sentimento fica, ainda que a relação seja abalada - somos humanos, não somos?! E nem sempre sabemos agir da melhor maneira e isso pode ser confundido com um abalo no vínculo... mas, não quer dizer que quebre. Um afastamento temporário pode se fazer necessário, dando-se um tempo para que as coisas sejam revistas e avaliadas, ponderadas, etc.

Um elo forte, ainda que abalado por diversas situações e/ou circunstâncias pontuais - vamos nos lembrar que as diferenças também são reais e o saber lidar com elas é que mantém esse vínculo mais firme ou mais frouxo, por isso que separo os sentimentos dos vínculos, nesses casos, porque o vínculo pode ser abalado por algo, mas, mesmo com algum tipo de sentimento de afastamento, o sentimento que une fica martelando e dizendo: "ainda gosto de fulano, só não quero mais o vínculo..." - pode enfraquecer. Só o bom senso e a nobreza e firmeza de caráter é que podem dar o "veredicto", que, em se tratando da dinâmica da vida, não necessariamente pode ser final, tudo é fluído, tudo é possível de se transformar e se manter...

Para uma melhor construção dos nossos vínculos, construamos vínculos mais fortes conosco mesmo. No dia em que entendermos que tudo parte do nosso mundo interior para o mundos dos mundos no exterior, aí sim, assumiremos as responsabilidades por nós mesmos e nossas ações e teremos mais capacidade de entrar no mundo da sabedoria - mundo esse que nos afastamos tanto... Muitos de nós confunde inteligência com acúmulo de informação ou com desenvolvimento de intelecto. A inteligência, para mim, é saber o que sabe e saber o fazer com o que sabe, na prática. E sabedoria é saber que nada precisa ser levado a ferro e fogo e que perdão não precisa existir se houver clareza e não houver julgamentos, condenações, orgulho, vaidade e melindres. Estes sim, são os algozes gerados por nós mesmos e que abalam qualquer tipo de vínculo, de união, de relação. De nada adianta reunir aquilo onde não há abertura das partes envolvidas. Quando razão e emoção se enfrentam, não há meio... há extremos opostos. Quando se tenta equilibrar razão e emoção, aí sim, há meio, há uma intersecção que una os opostos, há um ponto de encontro. É desse ponto que todos fugimos. Nesse ponto, muito de nós é necessário estar presente... e poucos de nós se permite ser quem se é e não teme o julgamento alheio.

Eu gosto de estar aberta e receptiva, mas, não confundam isso com permissividade... é necessário um elo natural e espontâneo. O que não vem com esses requisitos, apenas gravitam na mesma galáxia, mas, não faz parte do meu mundo de vínculos, faz parte do meu ambiente social e, assim, das minhas relações sociais.

Enfim, estreitemos mais os nossos vínculos com amor e sem medo de ser feliz! Desde que haja um movimento natural e espontâneo, sem "forçar a barra". Não adianta manipular encontros, assim, se não sabemos como manter os vínculos e manipulamos os encontros, alimentamos o distanciamento íntimo. Pode até se ver e estar junto com frequência, mas, sem o elo de ligação, apenas, estar, não É.

Pat Lins.

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

ANDAR COM FÉ, EU VOU! A FÉ, NÃO COSTUMA FALHAR!



PESSOAIS PROFISSIONAIS

Foto:TUDO MUDOU

Eu não consigo entender porque é tão temido um ser humano nas organizações... 

De repente, todo mundo quer ser máquina. Esquecem-se que máquina não pensa, ela reage ao que lhe fora programado... 

Tenho uma imensa dificuldade de entender porquê o ser humano é tão temido. 

Qual a razão de evitar o equilíbrio emocional e racional?

Razão e emoção são parceiras que unidas são sucesso garantido!

Para ser uma pessoa realizada, trabalha-se feito um louco num emprego; acumula capital; depois, passa o resto do que sobra da vida - na contagem regressiva para "o" último dia, do último suspiro - repetindo aos outros: "aproveita que ainda é jovem e tem todo o tempo pela frente e vê se concilia vida profissional como parte da vida pessoal e não o contrário..."

É a velha história: 

"... Os homens perdem a saúde para juntar dinheiro, depois perdem o dinheiro para recuperar a saúde.
E por pensarem ansiosamente no futuro esquecem do presente de forma que acabam por não viver nem no presente nem no futuro. E vivem como se nunca fossem morrer... e morrem como se nunca tivessem vivido.
"    (Dalai Lama)
A realização pessoal deveria ser pautada no conjunto, não apenas na área profissinal. Eu penso que tudo seja uma questão de "sentido de vida". Qual o sentido da vida para você? Onde quer chegar? O quanto investe de você em você mesmo para chegar onde se quer? Onde quer chegar exige que se abra mão de seu tempo de vida? Deveríamos nos fazer mais esses questionamentos.

Eu, hein? Povo estranho esse que somos... Fingir ser para não ser, sabendo-se que se é...

Pat Lins.

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

PACIÊNCIA - PARA SABER QUE TEMOS, PROVAS DE FOGO...


Bom, talvez isso me faça ver "algum" sentido em relação a certas pessoas em minha vida. Não são "inimigos", mas, pessoas pouco amigas. Na verdade, são pouco amigas de si. Em meu caso, no lugar de "inimgos" colocaria "loucos com poder de ação".

"Por um lado, ter um inimigo é muito ruim. Perturba nossa paz mental e destrói algumas de nossas coisas boas. Mas, se vemos de outro ângulo, somente um inimigo nos dá a oportunidade de exercer a paciência. Ninguém mais do que ele nos concede a oportunidade para a tolerância. Já que não conhecemos a maioria dos cinco bilhões de seres humanos nesta terra, a maioria das pessoas também não nos dá oportunidade de mostrar tolerância ou paciência. Somente essas pessoas que nós conhecemos e que nos criam problemas é que realmente nos dão uma boa chance de praticar a tolerância e a paciência."
                          Dalai Lama
 Difícil de aceitar... mas, deixa de fazer sentido?

Também não vou sair por aí me sentindo forte e testar minha paciência dessa maneira... Por favor, reflitamos e não levemos ao pé da letra... assim, corre-se o risco de dar murro em ponta de faca e não é essa a idéia...

Pat Lins.

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

AS VIDAS "CHEIAS DE CHARME"


Assistindo à novela das 19h - Cheias de Charme - a gente vê é coisa que acontece na vida real.

Olha Chayenne: famosa, conquistou seu espaço profissional e está destruindo tudo porque a pessoa é desequilibrada. O pior é que ela, em vez de enxergar que ela se detona, mantém o foco em destruir a carreira das "Empreguetes". Ela atrela seu fracasso ao sucesso do outro. Ou seja, nem vê que o fracasso é fruto do seu temperamento e da falta de respeito que dissemina pelos outros. Fazer o que quer é exercer o livre arbítrio, sim, mas termina onde começa o espaço do outro.

Sandro: todo folgado e interesseiro... sempre quer o caminho mais fácil e errado é quem não compactua com os erros dele. Só quer tirar vantagem. Sempre se dá mal e, como Chayenne, não reconhece que colhe o que planta, melhor, nem colhe porque nada planta.

Os Sarmento: família arrogante e com valores altamente superficiais. O dinheiro era o único elo de ligação e era o "amor" da família. Motivado pela ambição desmedida, o advogado passa a aplicar golpes, valendo-se da impunidade famosa do nosso país. Descobertas e comprovadas as fraudes, culpa o estagiário que o delatou, como sendo o "responsável" pela sua falência. Novamente, o fracasso como consequência do caminho errado...

O que mais achei legal é que tem muita gente de bom caráter. E, como diz a frase de Einstein "o mundo é um lugar perigoso de se viver, não por causa daqueles que fazem o mal, mas sim por causa daqueles que observam e deixam o mal acontecer.". Não basta ter bom caráter, não devemos deixar o erro permanecer. Assim, Penha alimentou o "erro" de Sandro, nunca o punia devidamente e sempre acabava passando a mão pela cabeça dele, por conta do sentimento nobre que nutre pelo cafajeste. Ela estava "errada"? Creio que não. Fazia o que o coração mandava. Até que um dia percebeu a diferença entre ser "boa" e ser feita de idiota. Cansada e encarando a realidade, tomou uma inciativa e uma postura firme. Mesmo com toda dor, ela entendeu que não dependia dela mudar o ex-marido. Dependia dela mudar a realidade dela. Situação delicada, por envolver uma criança. Mas, Penha é o exemplo de que ceder a chantagem emocional não resolve. Se nem pelo filho o pai foi capaz de mudar, ele precisava de uma atitude mais dura da vida para entender que tudo tem limite. É a questão de escolher o caminho da dor. Mais cedo ou mais tarde... aliás, na hora certa, todos nós devermos prestar contas sobre nossas ações e suas consequências. E Penha ainda encarna mais um fardo: a missão de nos fazer ver que quando deixamos a bola de neve aumentar, um dia ela derruba. e ela acaba vivendo um dilema que se arrasta há muitos anos e nunca fora resolvido. Bate com uma coisa que penso: aquilo que a gente não resolve, um dia, tem que ser resolvido. E esse conflito acaba abalando toda a sua vida profissional, de onde ela tem que tirar o sustento da família...

Rosário ensinou o quanto vale a pena colocar um sonho como meta. A fé. Entretanto, vislumbra-se com a fama e, mesmo ainda sendo uma pessoa bacana e de nom caráter, nunca entende o lado sentimental das amigas. Claro que compromisso deve ser respeitado e cumprido, mas, num ambiente de amigas, onde o sucesso é fruto do trabalho em equipe dessa amizade, ela demonstra o quanto o sonho é mais importante do que o equilíbrio. Não creio que ela esteja "errada" em querer usufruir do sucesso que alcançou, mas, sempre que tem um conflito, ela não tem se mostrado muito solidária. 

A novela gira em torno do levantar de um monte de questões que a gente não se dá conta no dia a dia e é abordado de uma maneira tão leve que nem nos damos conta do quanto essa simples novela nos faz tantos alertas importantes. Uma questão que engloba tudo é essa relação com o dinheiro, mesmo. Uns rebeldes que pensam que ter dinheiro é mercenarismos ou ser soldado do capitalismo... Outros, ambicionando tanto que não importa de onde venha, desde que chegue.

Seu Messias falou uma coisa bacana: "Não há nada errado em ter grana, se souber como usar...", durante uma conversa com Rodinei -que ao ver o chefe, uma pessoa boa e batalhadora, ter que cogitar fechar o negócio por já não ter mais pique e tocar o empreendimento e não tem dado conta das contas a pagar - ele fala: "Pela primeira vez na vida eu queria ter dinheiro. Muito dinheiro, para poder ajudar ao senhor...". 

A maneira como lidamos com nossas relações também são abordadas. Ligia, nunca falou sobre o pai para o filho, por medo... um medo de ser julgada... logo ela que é uma mulher segura e profissional e financeiramente independente - imagem que criamos de que não teria problemas... - também vive com seus conflitos. Por conta dessa omissão, alimentava a rebeldia do filho - que, de acordo com os nossos julgamentos, não teria porquê ter problemas, já que "tem tudo"... tudo exceto saber quem é o pai biológico... - que aprontava muito. Não penso que isso seja uma justificativa ou motivo legítimo para o menino agir como age... há uma dose de mau caratismo, aí, mas, há a possibilidade de regenerção. Como sempre agiu de um jeito torto, em vez de se abrir para a mãe, lá vai ele em busca do pai desconhecido sem avisar a ninguém. 

Outra que nos leva a refletir sobre relação, perdão e etc é Cida. O que a motivou? Nobreza de sentimento ou sentimento de vingança, como Nina perdida e destruída para destruir, na novela das 21horas - Avenida Brasil? Família, amigos, colegas, vizinhos... tudo isso faz parte do nosso dia a dia, sejamos sociáveis ou antissociais, somos seres sociais, também. Deveríamos fortalecer mais a base indivudal com bons valores para conseguirmos viver no social sem grandes abalos... Nossos pensamentos e atitudes devem ser mais bem conhecidas de nós mesmos.

O que nos leva a agir? O que nos motiva? O que nos alimenta? Vejo tanta polêmica sobre alimentação saudável que ninguém percebe que muita gente vive do mesmo jeito, ainda que mal alimentado, e não vejo ninguém se atentar para o alimento da mente. Como alimentamos nossos pensamentos? Do que adianta comer uma fruta e arrotar manipulação e falta de respeito? Cuida da "saúde" do próprio corpo e derrama tensão e desnidade nas pessoas ao redor... Aqui eu não vou aprofundar, para não perder o enfoque incial.

Bom, atualmente é a única novela que assisto. Nossa, os atores estão dando um show especial. Todos trabalham muito bem. A mensagem é muito bacana, apesar de bastante caricata. Creio que seja a maneira lúdica de nos tocar, sem ter que pesar. E é isso que precisamos começar a fazer em nossas vidas: mudar, sem ter que pesar. Somente o peso necessário que, em geral, é o peso da consequência de alguma ação. Fazer nosso caminho é o melhor caminho!

Fico por aqui, a refletir.

Pat Lins.

terça-feira, 7 de agosto de 2012

RAZÃO E EMOÇÃO NA DOSE CERTA


Gente, desenvolver apenas a razão é desequilíbrio, também. O excesso de razão gera frieza e indiferença e onde fica o sentido? O que se pretende alcançar?

É fácil se perder acreditando-se encontrar-se racionalmente. No excesso de razão não há paciência, nem tolerância - virtudes tão importantes para o estabelecimento do respeito -... há pressa e tempo cronológico correndo. Não há sonho, apenas meta. E qual o sentido dessa meta? Para quê realizar? Qual o sabor dessa conquista? A razão em excesso tira o gosto, o sabor, o tempero. Dá-se o tempo e técnica do cozimento da vida, mas, sem gosto. E o paladar? Tudo que existe em nós tem um bom motivo. A razão excessiva nos faz apenas ver com os olhos, e nada mais enxergar.

É fácil afundar-se no excesso de emoção. Mergulha-se tanto no impulso, no ímpeto, deixando-se guiar pelo instinto de sobrevivência que esquece-se de viver. Não há foco, nem meta, nem rumo a seguir. Não há onde chegar. Há ilusão e tempo fantasioso e irreal. Um mundo de sonhos. O sonho é melhor quando pode ser vivido! Um sonho real tem um sabor especial. Infelizmente, só com emoção não dá para realizar.

Assim, amizades terminam, relações são abaladas. As diferenças se tornam muros gigantescos. Eu também vivo esse dilema e construo muros e muros. As pontes requerm de nós esse equilíbrio. Não se iluda, numa hora se tem, na outra, cadê? Onde pisar? Como pisar? Não é só o caminho, é muito mais o caminhar! Precisamos urgentemente aprender a construir... Destruimos demais em nome de nós mesmos. PS - não falo para sermos permissivos, limite é importante. O "limite" é que é a questão.

Se cada um fizer a sua parte, todos estaremos melhorando esse caminhar.

A dose exata de razão e emoção, o equilibrar-se no desequilíbrio é o caminho, para mim. Isso, para mim, é viver intensamente, no equilíbrio do desequilíbrio nosso de cada dia.

Pat Lins.

domingo, 5 de agosto de 2012

QUEBRAR PARADIGMAS

Para quebrar paradigmas o movimento deve ser sincero. Se há a intenção de ofender ou "mostrar algo para alguém" não é quebrar paradigma, é orgulho ferido, é querer dar lição... 

Ainda que se esteja "certo", a melhor maneira de comprovar isso é sabendo-se e sendo-se íntegro e deixar o orgulho de lado. "Esfregar na cara" não ajuda no processo de mudança de ninguém, bem como impor uma maneira de pensar. Eu ainda estou em fase de aprendizado disso... Porque é difícil "se sentir caluniado" e não se defender, deixar que a verdade apareça. Mas, quando conseguimos lidar com essas emoções pequenas, podemos comprovar que é assim mesmo: "a verdade sempre aparece!". Basta querer enxergar e deixar que ela mesma faça as honras da casa.

Quebrar paradigmas é romper com esses padrões engessantes, de verdade, lidando com a vaidade, com o orgulho... É se olhar e se ver e não ficar repetindo frases de efeito ou bonitinhas. Só se é sendo, mesmo. Quando parece ser, nunca foi, nem será, muito menos é!

Quebrar paradigmas é se abrir, é se libertar, é crescer! É evoluir!!! É sair dessa região pequena que nos limita a quase nada. É se superar. É ser melhor do que se é. Sem competição. 

Pat Lins.

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