quarta-feira, 30 de março de 2011

ENTREVISTA SOBRE DPP

Se todos se unissem para quebrar o tabu e incentivar a disseminação da boa informação, muitas doenças podem diminuir a gravidade e iniciar o tratamento corretamente.

A DPP não deve ser temida, precisa ser cuidada.

Leia  INFONET SAÚDE - DPP UMA AVALANCHE DE SENTIMENTOS .

Obrigada, Kátia Susanna, pela preocupação em divulgar o assunto!

Pat Lins.

terça-feira, 29 de março de 2011

MENOS RESISTÊNCIA, MAIS FACILIDADE

Olha, cada dia que passa mais observo: quanto menos resisto, mais fácil fica alcançar e seguir o caminho e melhor fica meu caminhar!

Deus, obrigada! Escutar Tua voz é escutar o silêncio da angústia. Precisamos entender, de uma vez por todas, que existem coisas acima de nossa compreensão e, detalhe, o nosso ceticismo atrapalha muito. Para tudo o equilíbrio. Como saber se equilibrar? Se permitindo, se conhecendo, respirando, mergulhando e sendo feliz.

A cada dia eu desejo ser alguém melhor. E isso requer muito mais do que se pensa. Aliás, a gente quer pensar demais! E pensar em quê? Minha maior vontade é viver a prisão da liberdade de poder ser alguém diferente, sendo eu mesma, sendo melhor, por cuidar de cada empecilho, tabu, preconceito... RESPEITO. Respeitar a si, ao outro e aos mistérios da vida.

Não nascemos para viver pensando na morte, nascemos para viver, vivendo a cada dia, até o fim.

Pat Lins.

quinta-feira, 24 de março de 2011

ETERNA APRENDIZ

Tenho sede e fome de conhecimento. Todo tipo de conhecimento. Quanto mais eu conheço, menos ignoro e mais sei que ainda falta muito para aprender!

Pat Lins.

terça-feira, 22 de março de 2011

COMPLEXO DE MAGDA + COMPLEXO DE CHAVES

Seria tão mais fácil se as pessoas se auto-compreendecem. Muito melhor do que esperar que o outro a compreenda, compreenda e a pessoa continua, continua. E, haja paciência do outro e reclamação da pessoa, que "ninguém tem paciência comigo". Esse é o verdadeiro complexo de Chaves. Puxa vida! Vai encher o próprio saco, para não estourar o dos outros e ainda se sair como vítma. Detalhe, o complexo de Chaves + complexo de Magda (sim, aquela do "Sai de baixo") = ahhhhhhhh, desespero total para quem está ao redor. Depois, reclama: "ninguém tem paciência comigo", e, olha, essa pessoa nem escuta muito um "cala a boca, Magdaaaaaaaaa". Talvez, se escutasse mais, falasse menos.

Tô quase dando uma de Jajá - que jájá foi do Zorra Total - e gritando por aí: "tô doido! tô doido! tô doido!". Misericórdia, viu? Sangue de Cristo tem poder! Tá repreendido!

Enquanto ainda me sobra sanidade - kkkkkkkkkkkkkkkk, paro por aqui,

Pat Lins.

domingo, 20 de março de 2011

CORRIGINDO ERROS, NO TEMPO CERTO

Não sei se é possível corrigir erros do passado através de situações bem resolvidas do presente... Capaz de serem criados dois erros desnecessários.

Uma mãe não pode tentar consertar aquilo que supõe ser erro seu na educação do filho através do neto... Tem que consertar - se detectado o "erro" e onde "errou" diretamente com o filho. Isso é a minha opinião. Por conta disso, pode-se desencadear uma outra situação e criar um ambiente meio tenso, sem a menor necessidade.

Sejamos felizes, livres e vivamos em paz! Cada um precisa saber e viver aquilo que te faz feliz, desde que não envolva a vida de outro, ou, passe do espaço-limite. Em minha teoria, existem três espaços: o meu, o seu e a interseção. Neste, há um encontro entre mundos e, normalmente, como o encontro das placas tectônicas, alguns abalos são inevitavelmente gerados - bons ou ruins. Por isso, baseada nessa mesma teoria - escrevia muito sobre isso em posts mais antigos - estabeleci a distância saudável. Nada mais saudável do que manter distância para permitir que o tempo aja em favor da relação entre as pessoas. Existem coisas - sejam situações ou pessoas - que não têm consciência dos próprios atos e, essa distância protege uma possível indisposição. Não vou negar que é doloroso, porém, muito necessário. Dói menos lutar pelo meu espaço, do que permitir que seja invadido por manipuladores e controladores de plantão. Infelizmente, se a pessoa já está dolorida pelo que fez ou deixou de fazer, proliferando sua dor em forma de "preciso aproveitar essa nova oportunidade" machuca a outras pessoas. Faz um tempo que estou afastada dessa pessoa e, olha, está fazendo um bem para todos os lados. A paz se estabelece quando fazemos aquilo que gostamos. Eu penso que essa é a melhor maneira de corrigirmos os possíveis erros: acertando quando aceitamos nosso caminho e escutamos a voz dos  nossos corações.

Ufa! Só um desabafo constatação e agradecimento a Deus por essa oportunidade de ver e saber que a paz está naquilo que fazemos pela nossa felicidade, desde que não invada o espaço do outro, muito menos a interseção. Não devemos cobrar do outro que viva o nosso desejo, mas, que também nos permita viver nossa vida em nosso ritmo. De nada adianta pregar que respeita a maneira do outro agir se guardamos mágoa pelo fato do outro não fazer aquilo que "achamos" que ele deveria fazer, porque "de acordo com minha experiência, fazer assim ou assado é mais fácil". Muita gente vive da aparência de viver em busca da felicidade e isso custa caro: custa a própria felicidade e a felicidade e paz da vida do outro.

Sempre teremos a chance de corrigir nossos erros. Isso não quer dizer que o resultado seja como queremos. Envolve muito mais do que se pensa. Tudo nos deixa marcas. Mesmo que a dor passe, a marca fica. Isso não quer dizer, sequer, que sabemos como corrigir e se tem conserto. Mas, sei lá, se for um movimento sincero, o tempo favorece. Tempo não é algo que possamos segurar com nossas próprias mãos, temos que dar as mãos a ele e seguir, pela paz e em paz. Não é o tempo que precisa ser nosso aliado. Nós é que precisamos nos aliar ao tempo, isso sim.

Bom, paro por aqui.

Beijos,

Pat Lins.


sexta-feira, 18 de março de 2011

MINH´ALMA - SOU EU

Olho para minha sombra, nada me diz. Nada além do que já não soubesse. Me diz para me buscar, porque nela, não me vejo, apenas me perco. Perdida, ponho-me a minha procura. Olho no espelho e me vejo. Eu! Finalmente, me vejo: meus olhos, por onde vejo o concreto do mundo tangível, suas cores e paisagens... toco-o com meu olhar; meu nariz, através do qual sinto os cheiros: o cheiro da vida; o odor insípido da superficialidade; o cheiro envolvente da esperança. Vejo minha boca, abertura capaz de proferir o que penso e o que penso pensar. Vejo e não vejo, vendo além, além de onde se pode olhar, onde o olho não vê, só quem vê é o olhar. Vejo minha cabeça, cheia de cabelos a voar, soltos ao vento, livres e felizes; minha mente, que não vejo, mas, me guia e diz: "eu existo. Sou muito mais você do que você é capaz de imaginar". Minhas mãos, que tudo pode tocar, menos aquilo que vejo, só através do meu olhar. Me materializo diante de mim, sem poder  me tocar... Espelho me reflete mas não sou eu. Sendo e não sendo a alternar. A luz entra pela janela: sombra e luz, reflexos de mim. Eu, a me mirar. Onde estou? Ainda parada, sem me mexer e a me transformar. Continuo, deixo de ser, volto a ser, me volto e muda a luz, mudo eu, ainda sendo e não sendo. Eu a me alternar. Concluo: sou mais do que me vejo, do que me toco, do que me cheiro... Sou mais, um mais tão maior que sou incapaz de conceber e me certificar de quem sou eu extamente, porque sou infinito, como o ar; sou infinito como o tempo; sou uma poeira levada pelo vento, uma poeira cósmica com poder especial de ser única. Sou eu e sou muito mais: EU MESMA a me movimentar. Me encontro com minh´alma: SOU EU.

Pat Lins.

quarta-feira, 16 de março de 2011

TEMPO: QUEM NÃO TEM O QUE FAZER, PROCURA...E NUNCA ACHA.

Venho observando - e já fui objeto de minha observação, também - de que, quando nos enchemos de coisa para fazer, de algo estamos fugindo, ou nos escondendo. Quando estamos bem, conseguimos ver que há tempo para tudo e fazemos uma coisa de cada vez, de maneira harmônica, respeitando todos os tempos que precisamos ter tempo e são importante: tempo para descansar, tempo para elaborar, tempo para fazer nada, tempo para organizar, tempo para por em prática, tempo para ter tempo... Pessoas que não têm tempo para nada, aumentam o tempo para a solidão, mesmo em meio a multidão. Assumir multitarefas e ocupar cada espaço do seu dia como se precisasse ocupar full time com alguma coisa que demonstre responsabilidade é pura fuga de si, assim, não haverá tempo para se ver. 

Quem diz, todo dia, que não tem tempo nem para beber água, deveria se dar mais tempo de andar, ao menos, até o bebedouro mais próximo e procurar se hidratar, senão terá bastante tempo deitado numa cama de hospital, até o tempo do soro acabar... Quem não tem tempo nem para respirar, todos os dias, cuidado, um dia falta fôlego. A gente precisa aprender a ter tempo para tudo, inclusive, para nada. De nada adianta projetar um futuro pautado em negação ao hoje, isso é euforia disritmada. E, tempo sem tempo não é só falta de tempo, é falta de consciência de que nem tudo precisa ser feito para ontem e sim para cada tempo certo. 

Aos poucos e no tempo certo de cada um de nós, vamos aprendendo a respeitar e usar melhor o tempo ao nosso favor, porque é isso que ele quer, que o sigamos. Ele, o tempo, nos conduz e diz, a todo tempo que não adianta nada fugir, um dia, chega o tempo de prestar contas consigo e com o tempo. Aí, teremos que parar tudo e ver que tudo tem jeito e solução, no tempo certo e com a identificação do problema, não com a fuga dele.

Aos poucos e no tempo certo, VAMOS DEIXAR UM MUNDO MELHOR PARA OS NOSSOS FILHOS E FILHOS MELHORES NESTE MUNDO.

Tempo é só uma questão de tempo. E quem tem o comando para pará-lo ou adiantá-lo? Já  observou que quem tem a mairo parte do tempo "livre", nunca tem tempo para nada e quem tem a maior parte do tempo saudavelmente preenchido, sempre tem um tempinho para fazer mais alguma coisa? Vamos cair na real!

Beijos,

Pat Lins.


LinkWithin

Related Posts with Thumbnails