terça-feira, 24 de agosto de 2010

OPERAÇÃO "BARRACAS DE PRAIA" - SURTO, CRUELDADE, TIRO NO PÉ OU...?

Em pleno século XXI; com o "aumento" (paulatino e, ainda, insuficiente) da consciência eleitoral; estratégias de marketing para estabelecer a imagem "perfeita", entre outros aspectos, ainda me surpreendo com certas atitudes e incoerências políticas.

A derrubada das 352 barracas de praia, da orla de TODA  a cidade do Salvador, para mim, é um objeto de estudo. O objeto, na verdade, são as respostas para a perguntas: "o que levou, em meio a tanta coisa urgente e prioritária, o nosso digníssimo prefeito a tomar essa atitude?"; "o que está por trás dessa operação?". Surto, crueldade,"tiro no pé" ou...? Tem algo estranho no ar. Como diz meu "amigo" Fred - Scooby Doo - "temos um mistério nas mãos..." ou parafraseando meu "amigo" Shaekspeare: "tem algo de podre no 'reino' de Salvador..."

Ao menos esse político pode ser chamado de "honesto"... afinal, ele fez o que queria, sem se preocupar com a imagem vinculada a um fato como esse, numa demonstração de completo descontrole... Uma coisa é certa, se o povo - nós, né?! - tiver memória: NUNCA mais ele elege, nem será reeleito!

Uma barbaridade!

Onde está a democracia e o diálogo, que é a base para soluções de problemas do referido regime?

Por que medidas de melhorias em vez de destruição, não foram o foco?

Ah, sim, QUAL ERA O FOCO, MESMO?

Caos! Desordem! Ingerência! Desorganização!!!

Quem saiu ganhando? E quem perdeu, como poderia ter perdido menos?

Talvez, nunca tenhamos respostas para essas e outras tantas perguntas, referentes a esse caso. Mas, uma coisa é certa: eles contam com um trunfo - NÓS VAMOS ESQUECER. É, nós. Todos e cada um de nós, vamos retomar nossas vidas e, passados os primeiros instantes - a "novidade" - tudo cai na rotina e ver nossa orla "lisa" vai fazer parte da paisagem e pronto - bem provável que até passemos a gostar mais, enquanto os ambulantes não se instalarem... Nem a sujeira deixadas pelos banhistas domine... Nós tembém precisamos exercer um simples papel: consciência de nossa parte. É um processo natural. A gente esquece, porque, logo, logo, ninguém fala mais no assunto; a imprensa precisa de outras novidades para elevar a audiência e nossa mente guiada pela massificação de informação acompanha e segue, no mesmo ritmo. A gente só não esquece o passado imediato da vida da gente, quando alguém nos faz algo de "mau"... né, verdade?! A gente só não esquece de se meter na vida dos outros, por bobagem. Assuntos sérios e de ordem coletiva cansam... Ficar atendo à ordem dos acontecimentos, para quê?

Fazer um movimento saudável, bem articulado e baseado em fundamentos democráticos é só para os loucos e utópicos... E vamos nessa marcha solitária, em meio ao coletivo gigante de marchadores solitários/egóicos. Vários "uns" andando em benefício próprio apenas e alegando culpa a "sociedade", para fugir da própria responsabilidade. Finalmente, mais uma vez eu pergunto: "quem é essa única pessoa, individual, chamada SOCIEDADE?" O que sei dessa criatura é que somos todos nós. Ela é o que todos nós juntos somos. E, pergunto: "O QUE QUEREMOS SER? SABEMOS COMO SOMOS - INDIVIDUAL E SOCIALMENTE...? AFINAL, SOMOS UM E MUITOS? QUANTO ESTAMOS DIPOSTOS A CRESCER DE VERDADE? ESTAMOS DISPOSTOS? EM QUANTO TEMPO QUEREMOS MUDAR? É POSSÍVEL PLANEJARMOS UMA MUDANÇA SOCIAL? O QUANTO PODEMOS MUDAR/CRESCER/MELHORAR ENQUANTO INDIVÍDUO E LEVAR ESSE MOVIMENTO DE TRANSFORMAÇÃO POSITIVA PARA O COLETIVO, COMO: EU FAÇO A MINHA PARTE, E INCLUO O BEM COLETIVO?

Muitas perguntas. Ui! Doeu! Dói a cabeça na hora de refletir sobre questões de base; questões profundas. A maioria de nós só quer gritar e gerar polêmica. Mas, tomar iniciativa não é sair por aí gritando e falando asneiras. É ORGANIZAÇÃO. É objetivo. É conhecimento. É saber o que quer e propor como se pode alcançar. Gerar polêmica é fácil, quero ver propor soluções. PLANEJAMENTO! Nos falta a prática e a teoria de um bom PLANEJAMENTO!

Mas, de volta ao "surto" programado do Prefeito de Salvador e de toda equipe envolvida - exceto a "peãozada", tá?! Esses, coitados, ficam com a cara exposta, mas, são a parte final... coisa são os que "pensam", "elaboram" e autorizam um desfecho sem propósito - nesse projeto "brilhantemente destrutivo". Sim, havia uma liminar a ser cumprida. Sim, os barraqueiros "sabiam" que isso iria acontecer, né verdade?! E, sim, o que há de bom nessa "informação" prévia? Falta justificativa. Faltam motivos reais. Falta clareza. Se a questão era uniformizar a orla, PROJETO. Se a questão era "respeitar" o espaço público e, muitas dessas barracas estavam indo além, CONVERSA, FISCALIZAÇÃO, PUNIÇÃO. Se a questão era dar espaço ao banhista, ORGANIZAÇÃO. Existem  maneiras mais eficientes e eficazes de se resolver um pepino: PLANEJAMENTO! Ah, um bom planejamento... Talvez haja um muito bem elaborado por trás dessa aparente loucura...

Só quero é ver... agora, o que está por vir. Isso é que dá medo... Essas coisas assim não vêm do acaso e para nada... Têm alguma finalidade específica... Aquilo que não é dito assusta mais do que o que é falado... Hoje em dia, uma atitude aparentemente desvairada tem algo de muito mais vantajoso para alguém - ou "alguéns"...

Analisando a estratégia de marketing: INEXISTENTE - para a questão da imagem positiva e democrática da prefeitura, porque, para o que está por trás, pode ser muito eficiente e muito bem arquitetada. Analisando o papel social, da mesma instituição: o que será feito com essas pessoas que dependiam daquele trabalho para "sobreviver"?

Não estou dizendo que concordo ou discordo; gosto(ava) ou desgosto(ava) das barracas na orla. Muitas, realmente, invadiam e nos tiravam a liberdade de apenas ir a praia, sem a obrigação de consumir nas barracas e sem espaço para circular. Mas, medidas de organização e fiscalização seriam mais eficientes e socialmente mais bem adequadas. E a "farofada", para quem curte e/ou só tinha esse recurso de diversão, lazer e alimento, nunca deixou de existir. A principal ocupação da prefeitura deveria ser equilibrar e dar oportunidade para todos. SE, e no caso de SE, fosse essa a questão: dar oportunidade e vez a qualquer pessoa.

Espero que não venha algo de muito podre por aí... Como construções de mega edifícios... Esses sim, serão difíceis de chegar um trator para derrubar. Nesses, o "lobo mau" vai soprar por várias gerações ou encarnações - fica a critério de cada crença estipluar a questão temporal - e os pés de prédio não vão cair como casinhas - ops! barracas - de palha e/ou madeira.

Essa é a nossa cidade, cantada como "minha cidade é linda demais... minha cidade é linda de ver..." Pena que nunca encontramos um governante que a valorize e respeite, bem como a seus habitantes e visitantes. Para tudo, moderação. Não a falsa moderação política do marketing de guerra, das aparências, superficialidades e interesses escusos. Mas, a moderação da democracia, onde há ou deve haver espaço para TODOS, com ordem, para o progresso.

Não sei com o quê estou mais indignada... Se com o "quê" foi feito; com o "como" foi feito; ou, com o "quê" está por trás de tudo que foi feito... "que meda..." Imagino, que muita gente apóie e acredite ter sido uma atitude enérgica do prefeito... mas, tem algo em mim que diz: essa é uma pequena parte, que, somada com a parte da indiferença, ainda é menor do que a parte das vítmas, de quem era usuário e ferquentador do sistema das barracas.

Agora, aguardar cenas dos próximos capítulos. Porque para mim e para quem não foi vítma, só fica o choque do que foi visto... mas, para quem foi vítma direta... peço a Deus que lhes dê o conforto, porque só apelando aos céus... afinal, na Terra, a gente se assombra com tanta "novidade".

Ah, um pedido: sr prefeito, que seja feito algo pela cidade mais significativo, viu?! Sim, significativo, no sentido de ser positivo e construtivo... Ah, não é alegando que teve aumento de emprego, com a criação de milhares de postos de telemarketing, não... Criação de medidas para geração de renda com empregos, não subempregos que apenas somam números e percentuais positivos para exposição e manipulação de informações. E, gente, vamos acordar e nos tornarmos mais sérios. Vamos tomar consciência do nosso papel. Sociedade é isso: todos os lados envolvidos!

Cada um fazendo algo de bom, viu?! Nada de se abater pelas teneborisdades, por aí. Isso é reflexo do que a gente deixa de fazer e tem dedo nosso, também. Afinal, nós votamos nele...

Se cada um de nós começar a fazer algo de bom, isso repercurte, também. Existe coisa boa, lembremos-nos disso! Um exemplo pequeno é começar a cuidar do lixo que sai de nossas casas; é evitar jogar lixo nas ruas; não ser conivente com as corrupções... muita coisa pequena pode começar a ser feita por cada um de nós no dia-a-dia, capaz de começar um novo caminho. Ou, estamos nos eximindo das responsabilidades de "sociedade"?

VAMOS DEIXAR UM MUNDO MELHOR PARA OS NOSSOS FILHOS E FILHOS MELHORES NESTE MUNDO, começando agora e a cada instante!!!!

Beijos,

Pat Lins.

domingo, 22 de agosto de 2010

TUDO É UMA QUESTÃO DE TEMPO E ORGANIZAÇÃO

Bom, é isso aí... até aceitar que a vida é feita de dualidades, ainda carregrei um pouco na dor, mas, depois passa...

Agora é estabelecer prioridades e estratégias/soluções para alguns pequenos desajustes e organização para colocar em prática com eficiência, para, enfim, alcançar a eficácia e encerrar o problema.

Mais uma etapa de conturbação séria, porém, resolvível. A diferença é essa: hoje, conheço um pouco mais meus limites e escolho o "quê" e "como" fazer. Pronto, definidas as prioridades, só cumprir cronograma - risos. Adia alguns planos; limita outros; dá um stop em algumas coisas... e, assim, vou me organizando. Legal é ser feliz e lutar pela felicidade, mesmo quando parece que estão querendo roubá-la de você... é só impressão. Ninguém pode roubar nossa felicidade. Algumas pessoas e/ou situações, podem atrapalhar, dificultar, adiar, conturbar... mas, roubar, nunca. Felicidade é algo que não se rouba, porque ela é para ser partilhada. A gente é que se furta a oportunidade de ser feliz, pior ainda quando tudo parece estar em ruínas. Ah, mais, um obstáculo; mais desafios, que acreditava estar acima das minhas forças... e eu na luta. A vida toda é assim: a gente vive trabalhando nossas fragilidades. Transformada em força, cuida de outra e segue.

Tô subindo, no meu ritmo e dentro do que eu acredito ser minhas possibilidades. Só a gente pode fazer pela gente, mesmo recebendo ajuda e apoio. O resultado positivo depende de cada um.

Obrigada a quem sempre está ao meu lado - do jeito que consegue estar. Vamos todos pensar e cultivar coisas boas. Sei lá, já tem muito sensacionalismo e propagação do que é desastre. A realidade é dura, mas, piorar é aind pior, né não?! - kkkkk, redundância linda!

Pois bem, vamos todos enveredar no movimento de

DEIXAR UM MUNDO MELHOR PARA OS NOSSOS FILHOS E FILHOS MELHORES NESTE MUNDO, a partir de cada um de nós!

Beijos,

Pat Lins.

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

SIMPLES, MAS, NÃO É TÃO FÁCIL...

Tem coisas que a gente sabe como resolver e que é uma questão "simples, assim"... Só que, para ser simples assim, não é tão fácil, assim.

Se desapegar do complexo é muito mais complexo do que se pensa. Aceitar a simplicidade da solução requer muita auto-confiança. E, auto-confiança é segurança de que se sabe quem é e o que quer, mesmo sendo diferente do que o corpo invisível, intangível e incalculável, chamado de "sociedade" - minimaximizado nos grupos sociais em que estamos inseridos - espere que você seja. Fazer o que se gosta e ser quem é provém de uma habilidade leve e sutil do desapego, de equilíbrio e serenidade - não, muita gente diz que é, mas, não é simples assim... Nesta caso, é mais fácil acreditar que se é, do que encarar a simples realidade de que ainda falta muito...

Eu, por exemplo, tenho caído na real de que o esforço para não julgar, nem criticar o outro é muito mais difícil do que supunha. Quando vejo, já estou julgando e isso é falta de respeito às diferenças. Se eu acredito que as pessoas são como são e que eu não posso mudá-las, como me pego questionando suas atitudes e repleta de "soluções" para a vida alheia, precisando a minha de soluções? Quantos de nós age assim? Recentemente, convresando com um grande amigo-irmão, pude ver que todos nós somos assim e cada um tem uma explicação bem debaixo do nariz e nem se dá conta. No caso dele, ele criticava severamente um amigo em comum e afirmava: "Eu já cansei! Dou oportunidade para ele e ele nunca leva adiante. Tá pensando que é brincadeira. Acha que não vai crescer..." (não posso entrrar em muitos detalhes, mas, como foi essa frase que me deu o start, já está bom...). Foi quando me toquei de algumas coisas e fiquei pensativa. Ele, creio que percebeu meu "devaneio" - foi tão forte que eu saí de órbita temporariamente e os pensamentos me dominaram - risos - e me disse: "Hoje eu tô falando os podres de todo mundo, né?!..." - falou caindo em si, porque o legal dele é isso, ele não tem melindres - agora, depois de ter se trabalhado muito. Eu meio lá, meio cá - kkkkkkkk - não enveredei, nem revelei o teor e a gama dos pensamentos que pululavam em meu território fértil: minha mente e, apenas, perguntei: "'Fulano' deve ter algum distúrbio, não tem não?" - perguntei a considerar, não a ironizar. E ele me respondeu: "Tem, déficit de atenção. Se isso for justificativa eu vou atribuir o que aos meus problemas...? Uma pessoa tão inteligente, escreve divinamente bem... de repente, a cabeça fica lá, cheia de coisa ao mesmo tempo e ele trava. Eu digo logo: comigo não, organize aí seus pensamentos..." Pois, foi quando me segurei para não criticá-lo pela cegueira e severidade desmedida e dei exemplos de como uma criança com essas caracterícas age e cresce assim, que se trata de um distúrbio patológico, não emocional. Um desequilíbrio emocional já é um transtorno, quem dirá algo que nacse com você... E o respeito ao outro? Para "defender" um, teria que julgar o outro. E foi o que acabei fazendo, ao tomar partido. Vi que meu amigo ainda é extremamente carente. Porém, de um novo ângulo que nem ele se deu conta: ele precisa fazer pelos outros, para se sentir completo. Ou seja, tenta tapar os buracos do outro e não vê que o seu se alarga, através da impaciência e da falta de compreensão. Quando a gente não compreende o outro lado, sinal de que tem algo em desequilíbrio na gente. A gente julga o tempo inteiro.

Tudo ao seu tempo. Tudo é possível.
Um exemplo legal é ajudar um amigo a arrumar emprego. Passei muito tempo desempregada e, hoje, voltei a trabalhar. Esse amigo me arrumou. Eu não gosto de dar aula, não sou professora e não acho fácil ser. O fato d´eu ser comunicativa não me torna professora. É uma questão de gosto e de falta de didática. Definitivamente, não tenho. Mas, aceitei o desafio e estou encarando. Conheço a disciplina muito bem e os alunos merecem meu melhor. Aceitei o desafio por motivos pessoais. Interpretei, nessa mesma conversa citada acima, que ele estava "me impondo", como se fosse "mais uma chance" que ele me dava... Ao dizer que "eu procuro dar oportunidade às pessoas, se não quiser, eu não posso fazer nada. Não tenho paciência para essas coisas. Sou muito prático." . Hoje, ele aprendeu, no ritmo dele e no caminho dele, ser assim e despertou um pouco mais de segurança. Mas, pessoas "práticas" demais, perdem um pouco do senso prático do real e é um cuidado que precisamos ter - "precisamos" = todos nós. Senão, vamos de um pólo a outro e vivemos a praticidade "ideal", que emerge dos nossos próprios conteúdos. Tornamos-nos egóicos. E isso é um sinal de que algo está em desordem, aí. Toda essa avaliação me veio prontinha, no start, por conta da sequência de suas falas. A aceleração, a angústia, a falta de paciência... tudo isso remete a descontrole - não que ele seja descontrolado, pelo contrário, mas descontrole emocional, natural, de quem perde naturalmente a paciência após esforço e entrega. Por isso que dei esse exemplo, para que saibamos o que é ser, de fato, auto-confiante, sensato e sereno e que, mesmo assim, ainda caimos em algumas derrapadas. A gente precisa perceber que se auto-intitular "seguro", não quer dizer que seja, como, também, não quer dizer que não seja... Mas, ao se auto-observar e se auto-analisar, enxergar e se "cuidar", pode-se chegar lá. Ajudar ao outro requer muito mais verdade e honestidade do que se pensa. Estender a mão é um ato solidário e solidariedade é uma virtude riquíssima. Não cabe nela o exibicionionismo, muito menos a característica de se "achar" humilde, sem, de fato ser. Se sentir o "capaz" de resolver o problema alheio, em vez de descobrir um oportunidade e socializar, é muito perigoso. É como pisar fundo no acelerador e não perceber o velocímetro subindo, se extasiando com a adrenalina em alta, que, por sua vez, é ilusionista. É dar cobrando... esperando que a reação seja a que a gente espera que o outro tenha. Observação: como aproveitei de um exemplo para desenrolar meus pensamentos, pode parecer que tudo está relacionado com meu amigo, mas, não é... apenas onde o cito. Fora isso, o resto é desenrolar de meus questionamentos. Penso ser importante essa ressalva, porque, na escrita, assim como na fala, acabamos suprimirndo algumas informações, esquecendo de estabelecer espaço e sinal de "começa aqui" ou "termina aqui" e tudo parece uma coisa só, né verdade?!

A gente se auto-transformar e se permitir ser O melhor que HÁ dentro de cada um é mais do que achar que é... É SER. E, como volto e meia falo, só se é sendo!

Como sempre me falo e escrevo aqui, mesmo assim, ainda preciso internalizar, as coisas simples, são as mais difíceis de serem feitas, por isso são simples assim. Porque se fosse difícil, a gente viveria na desculpa de que "não conseguiu", "não fez"... porque era difícil. Penso que foi a partir daí que nos condicionamos a valorizar o complexo, porque passa por um outro caminho e o simples fica lá, para ser "ridicularizado". Quem por ali envereda é taxado de inúmeras coisas... Mesmo de fora desse caminho que, hoje, quero entrar, vejo que quem está lá dentro, não é atingido por quem está de fora, porque no caminho da simplicidade, não há espaço para sofrimento, angústia, agonia, julgamento, condenação, orgulho, vaidade e essa linhagem aí. Nesse caminho, só há espaço para ser feliz em plenitude, através do respeito, compreensão, humildade e amor!


É, amigos, a vida É SIMPLES, MAS, NÃO É TÃO FÁCIL ASSIM... tido é uma questão de equilíbrio, ou, pelo menos, busca.

Se a gente se entregar e se esforçar, sim, podemos nos tornar pessoas melhores e alimentar o movimento de

DEIXAR UM MUNDO MELHOR PARA OS NOSSOS FILHOS E FILHOS MELHORES NESTE MUNDO,  a começar por cada um de nós!!!

Mas, é isso mesmo, a gente está aqui para aprender a cada dia; para expandir; para andar para frente - mesmo quando nos permitimos ficar parados... um dia, a necessidade de andar grita e a gente corre, para, com tempo, começar a caminhar. Tudo ao seu tempo, ao seu ritmo. De acordo com sua vontade, sua história... A gente sempre vai ter uma opinião perfeita para o outro. Um dia, saimos dessa posição e começamos a nos ver, em primiro plano. Aqui no blog, mesmo, tanta gente me dá sugestões o tempo todo. E é ótimo, desde que entendam que escrevo para mim e partilho com quem quiser ler... Se concordar, achar interessante, me utilizo da sugestão. De qualquer maneira, fico grata, pelas demonstrações de interesse, mas, não tenho como fazer o que cada um quer... Já recebi sugestões contraditórias... e aí, como fazer para agradar a todos? A gente precisa ser menos crítico e exigente. Para tudo, moderação. Levar tudo a ferro e fogo, como falam, é exagero. Ah, ser menos exigente não quer dizer ser passivo, viu?! Equilíbrio e exigência comedida.

Beijos,

Pat Lins.

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

DE REPENTE, ONTEM CHEGOU E VIROU: ONTEM

Pois é, coisas boas acontecem o tempo todo, mesmo quando vêm juntinhas com intempéries. Paciência... se é assim, que seja, até que deixe de ser.

De repente, o ontem virou ontem e o passado, assumiu seu lugar.

Daqui para frente, o presente é que conta. Tempo é tempo. Devagar e sempre. Um passo de cada vez. Pequenas vitórias têm o sabor certo de superação.

Senhor, pode abrir os caminhos! Obrigada!

Hora de despertar!!!

Pat Lins.

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

DIA 17 DE AGOSTO - VOCÊ TAMBÉM VAI FICAR POR DENTRO...



Para você que gosta de seguir e criar tendências; descobrir lugares legais; ficar por dentro de dicas de filmes, livros, arte e cultura em geral, você também precisa fazer seu "outting" para ficar "in"!!!

Fique por dentro, porque, a partir de 17 de agosto, você vai conhecer o OUTTING CULTURAL e ficar por dentro de tudo... que seja interessante!

AGUARDEEEE!!! E DIVULGUE!

Pat Lins.

domingo, 8 de agosto de 2010

HOMENAGEM AO DIA DOS PAIS: "A GRAVIDEZ DOS HOMENS - fisiologia de um sentimento"

Li o texto abaixo na revista 29 horas, de abril/maio 2010, onde o título e a foto me aguçaram a curiosidade. Tamanho foi meu deleite, que o escolhi como mensagem para o DIA DOS PAIS e aqui está. Apesar de ter sido em homenagem às mães, a beleza das palavras e a mensagem cabem perfeitamente aos pais. Espero que toque e emocione, assim como a mim, cada pai, mãe e afins desse universo tão vasto, complexo, lindo e enriquecedor que é trazer um filho ao mundo. Boa leitura e FELIZ DIA DOS PAIS, papais e/ou futuros papais!

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A GRAVIDEZ DOS HOMENS
FISIOLOGIA DE UM SENTIMENTO

"Eu sempre gostei de mulher. Mas um dia descobri que eu não sabia o que era isso: mulher. Nem isso: gostar.
 
Aconteceu quando eu fiquei grávido. Engravidei, óbvio, de uma menina.

Imagino que não deva ser surpresa para você: homens também engravidam. A gravidez masculina não só existe, como é necessária. Mulheres nascem mães, homens viram pais. Sem a gravidez eles são apenas dispersores de sementinhas.
 
Como não poderia dexiar de ser, a gravidez masculina tem muitas e importantes diferenças da feminina.

Para começar, a gravidez do homen é com a criança ao ar livre. Começa no exato momentos em que a criança nasce: ao sair da mãe, ela começa a entrar no pai. E a crescer dentro dele, dia-a-dia.

Nos primeiros meses, o homem perde a noção de tempo, deixa de ter a idade que tem e passa a ter a idade de quando ela, a criança, tiver 18, por exemplo.

O tempo é o tempo dela. A casa, sua casa, também deixa de ser sua. É como se ganhasse uma placa na porta - 'sob nova direção'.

Naturalmente essas mudanças espaciais e temporais provocam algumas vertigens, leves enjoos, sintomas típicos do início da gravidez. E desesjos estranhos, mas esses os homens sempre têm, grávidos ou não.

Então um dia a criança descobre que o pai existe. E sorri (quem diria, a mulher mais linda do mundo é banguela!). Nessa fase você começa a engordar, inflar é melhor. Mais tarde ela diz 'papa'...Você liga para a sua sogra (para sua sogra!):ela falou papai... Na verdade era 'papa', 'papinha', 'comida', mas você só saberá disso anos mais tarde.

Tarde demais.
 
Quando ela começa a andar, você cai de quatro, relinchando, e ela aprende a montar - dois dentes rindo. E é só você se distrair que sua bolsa (e normalmente o bolso também) estoura: ela descobre a vida, o mundo, as viagens. É hora do parto. Mas essa já é outra história.(...)"
(TOLEDO, Luiz (29 de abril - 29 de maio de 2010) . A gradidez dos homens - fisiologia de um sentimento. 29 horas, p. 34)
 
Saudações maternais, para TODOS OS PAPAIS,

Pat Lins.

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

ESCOLHAS

Não tem coisa pior do que TER que escolher... Em compensação, não tem coisa melhor, do que PODER escolher!

Pat Lins.

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