quinta-feira, 19 de março de 2020
Em tempos de Sua Majestade, o Corona Vírus...
Não sei onde vamos parar, nem no que tudo isso vai dar... Só sei que muitas máscaras caem diariamente, só não se vê quem não se quer... os medos saltam e quem não sabe o que quer dizer "respeite o tempo de cada coisa", vai provar a falta de Inteligência Emocional e autocontrole. É hora de observarmos nossa capacidade de autoconsciência... É hora. É chegado o tempo de fazer algo mais profundo, para o seu bem e o bem de todo mundo.
Pena que isso não sensibiliza esse tal de todo mundo... ou não se sentem responsáveis, por conta de uma realidade de miséria diária, para além do momento atual, marginalizados pelo nosso sistema que os torna "invisíveis" durante todos os dias, de todos os anos e, portanto, falar: "se cuida, porque são todos por um, agora e cada um é responsável por si e pelo outro" não vai dizer nada, porque ninguém nunca foi por eles... Autorreferência da própria condição de selva, bem do tipo: "sobrevivo a cada dia". E aí?! Como dizer e convencer essa galera, sem julgá-los, por não se solidarizarem aos que nunca lhes foram solidários? Concordo com essas atitudes? Não. Apenas entendo que palavras não vão sensibilizar, por um motivo bem óbvio: eles já vivem o vírus da morte como ameaça, diariamente. Não é falta de empatia, é reflexo da condição real que têm.
Por outro lado, os que considero mais perigosos são aqueles, cujas condições sociais e financeiras são "bem boas" e privilegiadas, e esses, têm associadas características e problemas de distúrbios comportamentais, com atitudes egoístas, egocêntricas, narcisistas, controladores compulsivos, incapazes de entender o que quer dizer: "tudo isso envolve muito mais do que o seu umbigo, envolve um efeito cascata onde, mesmo ninguém segurando a mão de ninguém, estamos todos no mesmo barco, sem ter por onde navegar, porque todos os lugares, de todo o Planeta, estão comprometidos". Esses dizem:"a gente supera, é tipo uma gripe, o que não posso é surtar, por conta disso." (a meu ver, já são surtados).
Se, por um lado a insensibilidade pode piorar o caos, no quesito contensão da doença, por outro, os delírios levam a uma alienação voraz,o que também prejudica. Existem aqueles que acham que tudo é uma brincadeira... Mentes imaturas, infantis... E os ignorantes, que, por terem intelecto limitado, tornam-se rudes inveterados e acham que nada pega neles... que tudo isso é frescura.
Como falar, de uma maneira geral: não precisa de pânico, precisamos de ações coordenadas? Precisamos manter a mente calma, porém ativa ou ativamente calma. É encarar que dá medo, pois não sabemos o que é esse vírus. Mas, sabemos que na China, já está sob controle... Na Itália, ainda em crise, porque demorou-se a acreditar no poder devastador do invisível. Se é preciso tocar para ver, toquem nos próprios olhos e vejam que estão cremando os corpos na Europa, para tentar conter a proliferação...
Então, dando significância (bem na pegada da semiologia, para quem quiser aprender sobre signo, significado e significância) ao que importa, pergunto: o que realmente importa?
1 - reconhecer que estamos vivendo algo novo, inusitado, inesperado e nunca imaginado, pela simplicidade do vírus se espalhar, tão discreto e letal;
2 - não entrar em pânico é muito diferente de negligenciar;
3 - é preciso controlar a proliferação, sim, com medidas simples e possíveis: evitar sair nas ruas, evitar aglomeração, lavar as mãos com água e sabão (higienização básica...), tossir ou espirrar no próprio braço como contensão;
4 - importa fortalecer seu sistema imunológico, para que o corpo esteja protegido e pronto para uma reação positiva, só que, isso não imuniza os idosos;
5 - todos somos transmissores em potencial. Não apresentar sintomas apenas diz que você tá bem... Mesmo bem, pode estar transmitindo (lembre: você é um transmissor em potencial...);
6 - importa saber que não tocar não precisa te tornar uma pessoa fria e insensível...;
7 - isolamento social não é igual a se tomar antissocial... Veja bem, só não pode tocar fisicamente, o respeito, a solidariedade, a gentileza independem da matéria densa e palpável das mãos e braços, são atitudes;
8 - tudo vai passar, até lá, faça a sua parte, ao menos, por alguém que seja importante para você... (Ah, não tem essa pessoa? Seja você essa pessoa!);
9 - quando tudo passar, veja o quanto de você foi possível melhorar;
10 - não tem a décima coisa importante, são inúmeras... Seja sempre o melhor que pode com o melhor que tem, independente das circunstâncias.
Apois, é isso... nos curvemos, sem nos curvar, ao poder de Sua Majestade, o Coronavírus. E saibamos (ou, consigamos) sair vivos, de cabeça erguida, sem soberba. Humildes no reconhecimento da nossa limitação e vulnerabilidade, orgulhosos, pela capacidade de superar (ah, só quando chegarmos nesse ponto, até lá: vamos nos cuidar).
Pat Lins.
domingo, 1 de março de 2020
Foco
Não basta ser inteligente, cognitivamente falando, há de se ter traquejo, capacidade de compreensão, empatia, inteligência emocional para conseguir administrar a gama de demandas que a gente cria e inventa, dando forma e transformando em rotina.
Ter PhD, um passaporte com carimbo do mundo todo, dinheiro e fama servem para quê, quando bate aquele vazio, aquela angústia e dispara aquela crise de ansiedade que dá tanto medo, tanto medo, que, ou implodimos ou explodimos... Saudável isso?
Precisamos entender uma coisa, que, ao meu ver, cabe para todas as coisas: realidade de cada um é a verdade do ângulo de quem vê. Autorreferência é importante para a gente se saber, se reconhecer como é e o que pode melhorar; usá-la para entender o outro é uma conta que não fecha, pois, nela, sentido não há.
Onde manter o foco? Primeiro, fazer uma lista de coisas que temos para dar conta - separando por setores: vida pessoal, profissional, social, maternal, conjugal, familiar... e aglutinando tudo na mesma escala cronológica do tempo contado em segundos, minutos, horas, dias, anos e prazos curtos.
E agora? Agora, seguir em frente, fazendo o melhor que pode com o melhor que tem... Igual nas emergências: azul - não urgência, verde - pouca urgência, AMARELO (tenho a impressão que nossas cobranças estão sempre aqui... Creio que é onde mais teremos tópicos, nessa lista 🙄) - urgência, laranja - muita urgência e vermelho - emergência (é... problema é que "jogamos" aqui banalidades e surtos por inabilidade emocional em lidar com frustrações, como se fossem as questões mais relevantes... 😏).
Quando a gente passa a listar, nossa mente cria mecanismos de organização, naturalmente. Aí é que está: ela cria o FOCO NATURAL, NO QUE É, REALMENTE - para além da limitação da autorreferência e das banalidades - É NECESSÁRIO PARA VIVER COM QUALIDADE.
Viver saudável não é só o que come ou se pratica atividade física, é como organiza sua vida diariamente. Onde está seu foco? No desejo egóico, superficial e melindroso ou na realidade concreta, no que é preciso?
quarta-feira, 24 de abril de 2019
Laboratório da Vida - Ciclos e Silêncio
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| Imagem: A Sabedoria dos Ciclos |
Minha vida é meu laboratório e, a partir de cada experiência, algo em mim muda. Ainda tenho imensa dificuldade com muitas e inúmeras questões, mas o aprender a silenciar foi algo de muito interessante. Ainda tenho meus ímpetos, só que, olha, muito menos, viu!?
Entendi que a ideia não é engolir a seco, muito menos, rebater de pronto, mas respirar. Impossível não se chatear com determinadas situações. Não é um processo indolor, mas a gente precisa seguir, fazendo o melhor que pode, com o melhor que tem.
Aprendi a não negar que me enfureço e começa a subir aquele calor, que queima tudo por dentro e, antes, virava uma explosão nuclear. Hoje, identifico essa presença, esse sentimento - em geral reativo, mas, a reação é autorreferenciada em mim e em meus valores e crenças (natural em todos e qualquer um de nós), a gente sempre vai achar que está sendo atacado e, mesmo que estejamos, o outro também acha que está e é por isso que existe tanta guerra, porque ninguém quer esclarecer, quer é "estar certo".
O não negar o sentir permite que eu possa respirar e me dizer rapidamente: "depois a gente conversa, só eu comigo mesma" e ouço o outro, respirando, não só para deixar o outro fazer sua catarse, mas para que eu consiga não entrar na frequência dele/a e saiba deixar passar - nem sempre é linear assim, muito menos "facinho" e com cara de santa, muitas vez vem em meio da fúria mesmo e tenho esse diálogo interno já na porta mental daquela linha tênue do sair da razão, diante de uma investida recebida que ativou o mecanismos de defesa com o "atacar!". O bom desse meu exercício tosco, que faço do meu jeito e nem sei explicar, é que a porta emperra, exatamente quando a linha parece estar por um fio e o pensamento me toma: "deixe passar". Linha, você é um gênio! Ela fica elástica, quem "guenta?!".
Quantas vezes dá aquela vontade de "enfiar o pé na porta" e ser a Patricia de antes... e todas essas vezes, algo em mim me impede de regredir. Discordo do engolir a seco, mas também não acredito mais no bate e rebate desgastante de um embate e penso assim: respirando, tenho tempo para pensar, sem prejudicar minha saúde. Não se trata de implodir... é expandir a um ponto que, ao respirar e olhar para algo bom, nem que seja uma lembrança alegre e boa, que te preencha de alegria ou algo bom, sabe? É por aí. Então, me questiono: "qual meu verdadeiro foco - entrar num embate, para provar que estou certa ou deixar a fúria encegueirante do outro passar para conversar num momento mais saudável?". Uma pausa interna. Algo com significância para mim.
Ah, se o outro tivesse essa mesma capacidade de se auto ajudar seria tão melhor... lidar com temperamentos e temperamentos não é fácil e nem tenho sucesso em todos os casos, mas, naqueles que me determinei em terapia, ah, esses eu foco mesmo e chamo por Deus: "olha, o Senhor se revele e se manifeste como amor, pelo Amor ao Senhor mesmo, porque, sei não...".
E assim vou superando os picos de crises. Um amiga super mega, do tipo hiper especial, que por acaso é psicóloga (pena que nunca pude ser paciente dela... nas, a amizade em si era terapêutica e curativa), Noemia Nocera, pessoa que amo muuiittoo, me ensinou isso há alguns anos e, na época, achava que só pessoas evoluídas seriam capazes desse feito... mas, eu, mesmo esse pequeno ser que sou, doida para crescer e me livrar desse fardo de ser medíocre, venho conseguindo exercitar, literalmente: "na crise, não tome nenhuma atitude. Deixe passar. O tempo ajusta tudo e, com essa pausa, não há arrependimento e todo foco passa a ser na solução, não no ego briguento". Achei tão lindo e poético na época. Hoje, tão necessário!
Qual o benefício? Durmo tranquila; acordo feliz; sempre tenho "um sorriso sincero e um abraço, para aliviar meu cansaço...". Desafios? Tenho muitos! Senso de "justiceira"? Diminuindo cada vez mais, porque, a verdadeira Justiça, o Tempo revela e, se em cada ação, uma lição, algo tenho a aprender e, se o outro não aprende e fica insistindo em querer aprender às custas do meu bom humor, eu, como ainda não sou evoluída, apenas sei deixar passar, tá, sem briga, mas ainda não sei aceitar, muito menos entender.
E vou seguindo. Caminhando pela vida, sem pressa, porque não existe um onde chegar, eu acredito no: onde você está, o que faz de melhor para que, qualquer coisa, fique mais leve, mais alegre? Qual a sua cota de contribuição com você mesmo? O que de bom você gera e a que custo? É possível fazer o que é preciso, necessário, de uma maneira mais saudável?
Só pensando mesmo... e seguindo, um passo de cada vez e só! Não tenho que agradar as expectativas dos outros, porque se a gente se encarar legal, a gente não satisfaz nem as nossas próprias, e a gente vive transferindo para o outro. Esse é outro grande exercício que tenho feito, mas não cabe nesse post.
Aqui, a ideia foi falar do silêncio como mecanismo de "sobrevivência" dentro dos ciclos tensos na vida. Afinal, silenciar é muito mais um estado de atenção, empatia e compreensão, para não pirar na tensão que aperta em alguns momentos, do que engolir a ira por preferir não revidar. Meu lema é vivência nessa selva louca, sobrevivendo no dia a dia, como qualquer um, só que, minha bandeira ergue três pilares: Amor, Tempo e Verdade e assim, meus ciclos vêm se fechando, após picos de dor, incômodo e desconforto, com uma dose muito grande de esperança, fé e certeza de que tudo passa e tende a melhorar - ao menos, dentro de mim, fora está além do que posso fazer!
Saudações,
Pat Lins.
segunda-feira, 1 de abril de 2019
Deixa decantar!
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| Imagem: Pesquisa no Google sobre Água Cristalina |
Hoje, estava a fim de receber uma mensagem, sabe, um recado de coração e alma para acalmar um coração (o meu) à beira da aflição...
Daí, um amigo me passou algo "muito amor no coração, mas firmeza nas atitudes" e eu senti como se aquela simples frase me tomasse e me vieram tantas imagens, tantas informações (acho que ele nem sabe que ele era apenas uma ferramenta e como temos uma conexão forte... abriu uma tilha submersa em mim de coisas que se organizaram e apaziguou-me), que me deu uma imensa vontade de (d)escrever sobre TUDO e sobre NADA. Já falei sobre esse tema outras vezes, mas, desta vez, vêm apenas imagens e palavras como gritos de guerra "mudar!" "mudança" "chegar lá" "creia" "siga" "mantenha-se firme" (aqui, abro um parêntese - estou firme, e digo: não sem dor, vou seguindo... e me libertando e me permitindo).
Muita água para limpar e muita calma para deixar decantar (outro amigo me trouxe essa alegoria e achei incrível: "é só a fase final de limpeza, não é para agitar, senão, volta a fazer barro. Deixa decantar, deixa a terra assentar em seu devido lugar.").
E, então, me veio tanta vontade de, apenas aceitar a fase e deixar decantar! Mas, o mais legal foi a vontade de compartilhar uma mensagem, sem me preocupar com a simetria dos parágrafos, a repetição de palavras... um texto apenas sentido por mim, pegando ponga nessas mensagens de outros andarilhos como eu:
EXISTEM MUDANÇAS QUE APENAS CHEGAM E VÃO... E A GENTE NEM SENTE DIREITO, SÓ UMA LEVE TONTURA POR ALGO QUE SAIU DO LUGAR.
EXISTEM MUDANÇAS QUE SE INSTALAM E A GENTE SE ACOSTUMA E ESQUECE DE MUDAR.
EXISTEM MUDANÇAS QUE CHEGAM E PARECEM NUNCA TER FIM...
EXISTEM MUDANÇAS QUE CHEGAM E DOEM, MAS PASSAM! TUDO PASSA!
EXISTEM MUDANÇAS, SEMPRE QUE PRECISAMOS ALGO MUDAR.
EXISTEM MUDANÇAS.
A Vida é movimento, com isso, sempre teremos algo a mudar. O mais importante de tudo é identificar que energia, que emoção, que sensação, que pensamento está em mim? Como lidar com tudo isso? Como, simplesmente, deixar passar, quando a mudança é liberar e como, no desejo de que algo novo chegue logo e a mudança se mude para cá, como saber apenas esperar a fase de mudar?
Existem mudanças que custam a chegar e nos acostumamos a não mudar. Será que ela chega, mesmo? Será que é para mudar? Como saber? Tantas vezes estamos no fundo do poço e mexer parece tão pior. Como decantar? Como "cristalinizar-me" em meio a algo que já não quero mais em minha vida e, não apensa se repete, se instalou e ... sei lá... parece ser mais do que eu? Tá, hoje, já assumo e reconheço que NÃO QUERO MAIS! Que horas será essa bendita hora de fazer acontecer? De chegar lá? Não no fim, porque o "chegar lá da Vida" não é estanque, mas, o "chegar lá" de um determinado objetivo... Que venha a boa mudança do "está na hora de mudar!".
Acima de tudo a fé! Não como consolo, mas como certeza de que tudo que é para chegar, chega a mim com abundância, leveza e glória! Acima de tudo a presença! O estar consciente de que é o que é, enquanto não melhorar, mudo em mim o desânimo para fé e a aflição em esperança. Afinal de contas, é hora de decantar! A mim só cabe, simplesmente, esperar! E, enquanto espero, vou vivendo, andando e fazendo o melhor que posso com o melhor que tenho!
Vamos lá, porque sempre haverá um caminho a seguir, outro a conduzir, outro a se abrir e outro a guiar! Apenas sinta-se e reflita, vendo as imagens, lendo as palavras soltas, sem muito racionalizar! Sinta-se seguro em si e confie que mudar é seguro!
Saudações,
Pat Lins.
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| Imagem: Trilha submersa |
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019
A Vida é feita de caminhos, não de celas
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| Imagem: https://goo.gl/quRDtp |
Porque a Vida é feita de caminhos e escolhas, não de celas ou gaiolas que nos impedem de ir, voltar, recomeçar...
E são tantos os caminhos e direções que, frente, lado, atrás, acima, abaixo... São apenas referências de localização geográfica.
Eu posso tomar uma direção, seguir, viver o que preciso viver, ficar o tempo que precisar e escolher ficar ou seguir. Quem disse que seguir em frente é só andar para onde nosso nariz aponta?
Tudo depende do quanto eu sei o porquê estou aqui. Em geral, por mais dolorosa que seja a resposta, me pergunto: "devo ou preciso realmente ir por aqui?". E é certo,o coração responde e confio e sigo.
Enquanto muitos limitam o "Caminho a Deus", em determinada direção religiosa, Ele se revela para todos, em todos os lugares, tempos e direções.
Outro dia ouvi uma frase interessante: "minha filha, pra Deus, até o diabo é importante, senão, não o teria criado. Tudo, mas tudo mesmo, tem um porquê e só a Lei Divina sabe!".
Super concordei com a sensibilidade daquele homem. E ainda me atrevi a complementar: "...tudo o que Ele espera é que sejamos, cada um, o nosso melhor! Inclusive, os que se entitulam conhecedores das palavras do Cristo, deveriam se empenhar em mergulhar mais profundamente no que Ele ensinou, principalmente sobre perdão, julgamento e respeito. Se cada um despertasse para o 'próprio amor próprio', saberia colocar esses ensinamentos na ordem do dia".
A gente precisa saber se amar e se valorizar, para conseguir conceber, no mínimo, respeitar o outro, desde que não haja invasão de espaço.
Desejo, de verdade, que cada um de nós consiga ser o Amor, a Paz e o Respeito que tanto espera do outro, pois acredito ser esse O Caminho, A Verdade e a Vida: o caminho da liberdade e da evolução do ser, em sintonia com o Ser Divino que nos habita e conecta com o sagrado.
Deus está em todos os lugares! Ainda que tentemos aprisioná-lo em nossas crenças, Ele é infinitamente maior do que conseguimos imaginar. A gente imagina, supõe e cria... Ele apenas É.
Saudações commm muuiitttooo amor,
Pat Lins.
terça-feira, 5 de fevereiro de 2019
Ser feliz é apenas ser!
Ser feliz, mesmo enquanto o outro não se permite, não é afronte, nem descaso, é seguir em frente. Cada um é responsável pelo próprio caminho, como o segue, como o faz, como se pernite ser!
Querer que o outro se mantenha infeliz ao meu lado ou vice versa é sadismo, é leviandade, é infelicidade.
Não sou feliz sobre a infelicidade do outro! Sou feliz porque batalho todos os dias para superar meus desafios!
A cada um cabe, em si, se permitir e acreditar que merece e é plenamente capaz de ser feliz!
Eu acredito que todos e cada um de nós consegue, mais do que querer, simplesmente querer, é se esforçar para, simplesmente, ser ou se fazer, enquanto caminha.
Ser feliz não é só sorrir ou gargalhar e ter boas piadas para contar. É um estado de espírito capaz de, mesmo em momentos de tristeza ou desânimo, te reanimar e trazer a esperança pela fé, pela certeza de que tudo passa e pode melhorar.
Ser feliz é um estado de paz e integração com o amor próprio. Ser feliz é consciência de que você existe e dentro de ti existe uma força muito maior do que aparenta e, sim, você, eu, ele, ela, el@, elx, todos nós merecemos!
Ser feliz é simplesmente ser e ponto, ainda que no externo as condições não sejam favoráveis, eu esteja aflita e cansada, existe uma força maior que me motiva e me inspira a, simplesmente, continuar e acreditar! Eu Sou Feliz!
#sejavoceafelicidadequetantobusca
Pat Lins.
domingo, 20 de janeiro de 2019
A Vida é um dia após o outro, todo dia!
Arcano XI: Força*
A Vida tem me ensinado muitas coisas, inclusive, como administrar bem meu orgulho para fazer o que preciso de maneira mais consciente e saudável - bem verdade que às vezes nem tão saudável assim, né...
Retomadas são importantes; recomeços, necessários; valorizar quem está ao nosso lado, botando pra cima, sem desmerecer ou desqualificar a turma do jogo oposto...
Ter que ser, ou me esforçar mmuuiitttooo, para ser compreensível, compassiva, algumas vezes, até contrariando minha natureza e ser passiva, para evitar um estrago maior - simmm, é importante ser estrategista e fria, e esse tem sido meu maior e melhor desafio.
Ao menos, tem dado certo, vou me organizando e priorizando o que deve ser prioridade. O dia a dia se incumbe de apresentar problema e revelar soluções, nem que seja um "fazer nada" e dar tempo ao Tempo.
Tenho aprendido a ser inteligente, com o cuidado de me manter focada em meus valores e isso é bom, prova que eu os tenho.
E sigo, lembrando a cada um, a cada "eu" além de mim, que vale a pena ser limpo. Nem todos vão te valorizar, mas, e daí, essas pessoas não são minhas referências, então, o problema delas está com elas.
A mim cabe me fortalecer em mim e aceitar que, tudo o que passamos, passa! Passei por muita coisa e, eu que me achava pronta, me vi ter que recomeçar de novo!
Sabe o que é o mais legal? Ssiimmm, eu topo recomeçar e tenho certeza que isso é importante para mim! E, sim, um passo de cada vez, um dia após o outro. Um orgulho ferido aqui, não vou matar ninguém, mas reúno forças para mudar o que me incomoda.
E, sim, consigo fazer e materializar essa mudança, de cabeça erguida, com marcas e cicatrizes que fazem de mim alguém melhor do que eu mesma.
Como já falei e repito: se cada um for o melhor de si, o Mundo todo melhora. Quer fazer desse mundo um lugar melhor? Seja, primeiro, esse melhor.
Paciência não é apenas uma virtude, é uma necessidade e prova prática de inteligência emocional. Como não a tenho, pratico o esforço...
#ficaadica
Pat Lins
*Palavras que definem a Força: coragem, domínio emocional, força visceral, superação, ímpeto, ação, domínio, segurança e realização.
No Tarot, a Força é representada por uma mulher que usa as mãos para abrir a boca de um leão. A ideia da força física está associada a carta quando olhamos para ela mas, na verdade a este Arcano expressa os aspectos de superação e da utilização outros tipos de potências, inclusive aquelas conectadas ao amor-próprio que supera o amor por outros.
Aparentemente, antes de abrir a boca do leão com as mãos, percebe-se que essa mulher está imobilizando e dominando o impulso do animal.
domingo, 16 de dezembro de 2018
Escolhas: como escolher a melhor?
Daqui do meu ângulo, vejo o que dá para ver. Não ignoro que existe algo no outro, mas por mais que considere a possibilidade, também vivo os desafios e, sim, dificuldades, dessa convivência.
Não me acho melhor do que ninguém, mas algumas pessoas se sentem inferiores e transferem para a relação suas dores com um intuito, ainda que inconsciente, nocivo de atacar, alfinetar e atingir...
Eu costumo dizer: ela - me refiro à pessoa, ou o outro - não sabe o que faz, não tem consciência, mas não deixa de fazer. Chega uma hora que preciso fazer uma escolha: dou conta de conviver?
Precisamos ser mais honestos com a gente mesmo. Sustento a bandeira de que todo mundo deveria fazer terapia, inclusive os psicoterapeutas e teraputas em geral...
Eu costumo dizer: ela - me refiro à pessoa, ou o outro - não sabe o que faz, não tem consciência, mas não deixa de fazer. Chega uma hora que preciso fazer uma escolha: dou conta de conviver?
Precisamos ser mais honestos com a gente mesmo. Sustento a bandeira de que todo mundo deveria fazer terapia, inclusive os psicoterapeutas e teraputas em geral...
Nem sempre, saberei lidar da melhor maneira, pois o cotidiano não para, a fim de resolvermos uma demanda, pendência ou situação de cada vez... Acontece de vir no tumulto, num sobressalto, numa reação tipo mola que a gente empurra e de repente, ela solta e pula com uma intensidade inesperada - talvez nem tão inesperada assim... Se eu vejo que estou engolindo e comprimindo essa mola emocional, subentende--se que ela vai ter uma reação contrária, na mesma intensidade. Enfim...
O que me escrevo aqui é reflexo de três experiências que vivi este ano - de 2017, pra cá. Onde, numa delas, soltei a mola, porque reagi a um ataque - mesmo sabendo todo turbilhão que ela estava passando, mas já não dava mais conta com todo meu turbilhão e os constantes "ataques" dela. Não era raiva, era uma simples necessidade de cortar aquilo, porque precisava da minha mente livre para outras prioridades.
Chega uma hora que romper se faz preciso, o "como" é que fará a diferença... Nesse caso, foi no "como" estilo bruta, bem "já não tenho de onde tirar mais paciência". Me incomodou, porque procuro ser complacente. Mas, a sensação egóica que eu precisava de liberar, não nego, pode não ter sido da melhor maneira, mas foi muito consciente: não dou mais conta, estou sem reserva de energia para paciência e soltei a mola. Para mim: corte, diante de investidas notórias e claras. Para ela: "não entendi nada".
O que me levou a agir fora do meu padrão: chega! Estava no meu limite. As inúmeras conversas sinalizando, durante meses, não eram registradas... Se a clareza não funcionava, o corte seco será estabelecido, ainda que ela siga sem "entender", eu me preservo, haja vista que, realmente, não havia empenho da outra parte em se ver no processo, processo este que já vinha sendo pontuado, para ser avaliado, e ela, não dava valor, porque o seu valor era o de incomodar para ser notada. Mesmo atenta ao processo do outro, precisava estar atenta até onde isso impactava em meu dia a dia.
Minha escolha egóica foi consciente: preciso de distância, estou sendo sufocada. Não foi da melhor maneira, mas foi uma. Apesar de saber que ela propagou como conveniente, nem me preocupei, ela não tem muita credibilidade, o que me dava dó, mas entre eu e ela, em minha vida... Não a ataquei, não a difamei, apenas a cortei do meu convivio. Meu único objetivo era: manter foco no que realmente quero, sem ter que dividir tempo e energia numa relação desgastante. Sim, isso existe e acontece muuiitttooo.
Tudo o que quero me dizer é: nem sempre teremos condições adequadas para resolver tudo de maneira saudável, mas preciso resolver. A única coisa que a atingiu foi achar que eu estava com muita coisa na cabeça. Ao menos, fiquei com meu tempo e espaço livres da presença que já avançava num nível de desgaste insuportável.
Escolhas são necessárias. A única coisa que me preocupo é em não destruir o outro, mas, diante dessas experiências, entender que nem sempre seremos saudáveis na vida do outro. Em meu caso, meu ângulo de visão, no dela, o dela. Não haverá consenso. Assim, meu dilema era: o que causa menos dor no outro e me libera?
Escolhas são sempre um desafio, afinal, estamos dualidade, nada será como Sessão da Tarde, com finais bonitinhos. E nem tudo é estático, nem final do mundo, o Tempo renova tudo e cura aquilo que nossa vã humanidade não soube conduzir.
Continuo a me perguntar: escolhas, como escolher a melhor?
Attraversiamo!
Paz e luz para todos nós e me lembro, bem como a todos aos meu redor: não sou santa, estou humana e ajo como tal. Nem sempre acertando, nem sempre ganhando, nunca jogando, sempre tentando e sempre aprendendo.
Pat Lins
quinta-feira, 6 de dezembro de 2018
Simplesmente: Vida!
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| Imagem: Felipe Rocha (Tipo Bilhete) |
Ultimamente, a Vida tem me feito parar (sem parar... bem verdade isso e "é verdade esse bilete") para refletir, rindo e sentindo, através de situações e circunstâncias nada (e olha que minha vida não é lá muito convencional, mas enfim...) lógicas. Já entendi que algum sentido há, porque, assim que aceito em mim (por enquanto, ainda sendo vencida pelo cansaço diante das quedas e coices) que é o que é e tem que ser assim, goste eu ou não, acabo vendo e positivando e isso me renova de um jeito, que a ressignificação é instantânea (até tentei escrever imediata, mas não veio... é instantânea, "mermo").
Nã, nã, nã, nã, nã, não! Não é milagre, é realidade. Tudo permanece absolutamente igual, mas, parece que faz um recorte e eu sou puxada para dentro desse lugar em mim que é "magavilhoso" e, mesmo com meu corpo ainda reclamando ou minha mente relutando em aceitar a realidade e resmungando horrores, sai esse bendito sorriso que me ilumina por dentro, me aquece a alma e me faz ficar feliz! Sim: F E L I Z! E, quem me acompanha de perto, sabe que meus desafios diários não são nada gatinhos, são vários leões por dia que essa leonina doida precisa enfrentar e lidar! Mas, é o que é - reclamo, sim, viu e muito! Agradeço, mas requisito, também! Ora, essa!
Acho que quando a gente mergulha na gente, de fato, não muda nosso externo, não param as intempéries, não deixamos de ser oscilação - quem não?... - e não acontece um milagre imediato, mas com a continuidade do processo, a gente aprende a respirar - ainda que após ter ficado ofegante por cinco minutos - e liberar! Ainda somos rompantes repetentes! Ahh, quem nunca? Até perdoo, mas em alguns casos, perco a confiança... e deixo de conviver... julgando menos, mas ainda julgando, só que entendendo que manter distância é saudável (lembram da minha DS? Pois é... me salva tanto!). Esse é o pequeno grau de consciência que consigo ter, naquilo que, mesmo compreendendo, ainda não sei ou não consigo ou até não quero, lidar. Nem sempre direciono minha força/energia para solucionar algo que não identifique como prioridade no momento.
Mesmo assim, existe um sol interno que me diz: "todo mundo pode sentir isso! Todos nós somos brilho por dentro! Aceite-se e brilhe-se! Por você, para você, em você, com você! Seja: V O C Ê!". E, depois desses alertas, isso tem acontecido! Me sinto solar - ainda que seja naquele dia que quero derrubar o mundo, de TPM ou estressada mesmo - vem esse bendito brilho e esse negocinho no meio do peito que diz: "hello! Pode fazer e ser diferente? Pode fazer melhor? Faça! Seja-se!". E me deixo envolver e me sinto preenchida e envolta e dá uma vontade de dizer para todos: "gente, o negócio tá ruim, mesmo, mas, dentro, vamos ficar bem!", dá vontade de falar coisas boas, elogiar, levantar a moral de todo mundo!!! Dá vontade de ser o BEM, fazendo o BEM!
Olha, não vou dizer que isso é um processo fácil e bonitinho não, hein! É pesado, porque vem cada situação problema que misericórdia! Coisas se abrem e fecham na mesma hora... um teste de maturidade e paciência. Derrapo em tantos e me refaço! Mas, é esse o ponto: o "refazimento"!
Refazer-se! Essa é a questão! Se eu me predisponho a sair da zona de conforto - ainda ensaio sair daquela, bbeemmm lá no centro, no miolo, no cerne da questão... chego lá, tô no caminho retirando as casquinhas, camada por camada, sem pressa, no Tempo e em meu ritmo... pode mandar correr, falar que tô atrasada, nem me toca, quem sabe de mim sou eu!
Aos poucos, com muito pouco, minha energia muda e se firma onde vislumbro e me determinei: em meu centro, sem ter que me achar egocentricamente "o" centro... sacou?! Existe um trabalho paralelo, aí! Estamos dualidade, não posso negar! Lógico que se centrar e se sentir o centro andam juntinhos, ali, um no extremo do outro. Mas, o reconhecimento faz com que a harmonia se faça - um dia, unicidade, por enquanto, equilibrando-se na dualidade!
Apois, é isso! Não tinha nada específico para dizer não, mas quando abri meu insta e vi @tipobilhete com a mensagem lá no alto, abri um sorriso e lembrei da importância de proliferar coisas boas! Sorri, fotografei o dia e registrei em minha tela mental: o que eu quero para todo meus "hoje"? SORRIR: ter e ser motivo para sorrir! Afinal, todos os dias, diante de um empecilho externo, internamente, já está ativo meu sistema de autodefesa em forma de reflexo solar e vem de fora, também, um monte de coisa que reforça positivamente, diluindo todo "mal" que foi instituído ou me atingido.
O lance é se permitir recuperar e sair de onde está! Ficar alimentando medo e raiva leva alguém a algum bom lugar? Não muda o outro, muda a mim! E, quando a gente entender que é isso que importa e que isso é o começo, não o fim, cada um se cuidando e importando consigo, serão muitos em busca da cura pelo amor próprio e assim: attraversiamo!
Saudações com muito sorriso,
Pat Lins
sexta-feira, 9 de novembro de 2018
Conjugando o verbo no Tempo - certo!
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| Imagem: https://bit.ly/2AVvwcg |
Sim, eu tive problemas, tumultos e turbulências...
TI-VE. Separando as sílabas para fazer o devido corte.
O dicionário ensina, viu?! Olha só:
Tive: flexão do verbo ter na: 1ª pessoa do singular do pretérito perfeito do indicativo. O mesmo que: houve, conservei, efetuei, procedi, trouxe, portei, apresentei, julguei, herdei.
Tive é sinônimo de:
houve, conservei, efetuei, procedi, trouxe, portei, apresentei, julguei, herdei, apeguei, defini, possuí, ocupei, experienciei
Antônimos de Tive
Quem teve, teve! ...e... teile e zaga, ora essa! Homessa!
Sim, tenho problemas, tumultos, turbulências...
Te-nho.
Recorrendo ao dicionário, para ficar didaticamente bonitinho:
Flexão do verbo ter na: 1ª pessoa do singular do presente do indicativo. O mesmo que: apego, defino, possuo, ocupo, experiencio, hei, conservo, efetuo, procedo.
Sinônimos de Tenho
Tenho é sinônimo de: apego, defino, possuo, ocupo, experiencio, hei, conservo, efetuo, procedo,trago, porto, apresento, julgo, herdo
Antônimos de Tenho
Sim, possivelmente terei problemas, tumultos e turbulências...
...ou NÃO! O futuro é impreciso diante da precisão limitada dos nossos olhos temporais e cronológicos, do nosso corpo perecível ao tempo... tudo pode SER!
Po-de ver no dicionário:
Significado de Pode
substantivo deverbal
Ação de poder, de ter capacidade, direito ou autoridade para conseguir ou para realizar alguma coisa: ele não pode fazer este trabalho; ele tem todas as condições necessárias e pode se candidatar ao emprego.
Etimologia (origem da palavra pode). Forma Der. de poder.substantivo deverbalAção de podar, de cortar os ramos das plantas ou de aparar suas folhas: preciso que ele pode a videira.
Etimologia (origem da palavra pode). Forma Der. de podar. (aqui eu colocaria um emoji com as mãozinhas na cara fazendo expressão de espanto: "óóó!!!" Porque, a polaridade negativa do poder é podar! Se liga na dica intrínseca e sublimar das palavras... elas têm o poder de tentar traduzir o significado das coisas da Vida...eu acho, né?! Como creio que nada sabemos de fato e tudo são grandes possibilidades...).
Sinônimo de pode
9 sinônimos de pode para 3 sentidos da palavra pode:
É capaz:
1 é capaz, consegue, controla.
Tem força para suportar:
2 suporta, aguenta, tolera, atura.
Corre o risco de:
3 arrisca-se, expõe-se.
Observação: Euzinha, Pat Lins, sugiro ao dicionário colocar um 4 - "quem pode pode!" ou "who can, can! Who can´t, shake" - aqui, só os bons entendedores do besteirol vão poder entender!
Antônimo de poder
30 antônimos de poder para 4 sentidos da palavra. O contrário de poder é:
2. impotência, incompetência, ineficácia, impossibilidade, incapacidade, inutilidade, nulidade, inaptidão, inépcia.
3. carência, desprovimento, escassez, exiguidade, falta, míngua, pobreza.
4. obedecer, submeter-se, cumprir, acatar, executar, sujeitar-se, respeitar.
Problema todo é que e o quanto a gente só quer TER... assim, sempre teremos algo de bom ou ruim.
Apesar de ter tido e estar tendo e, até um dia, terei, problemas, tumultos e turbulências, sempre tive soluções, tranquilidades e calmarias, muito mais do que o contrário (ou antônimo). Assim, colocando na balança: sinônimo de que eu fui,sou e, com certeza, serei uma pessoa que tem é muita sorte!
Eu Sou o Amor que planto e todos os seus vieses da dualidade que estou inserida, submetida, condicionada temporariamente, mas que no Amor isso se transmuta e liberta, dentro do tempo que tenho, me preparando sempre para o Tempo que Sou.
SER - separe em sílabas, separe... (aqui era para entrar um emoji com os "zoinho" pra cima, super minha cara aquele. Eis um emoji que me representa)
Significado de Ser
verbo predicativo
Possuir identidade, particularidade ou capacidade inerente.
Colocar-se numa condição ou circunstância determinada.
[Gramática] Usado na expressão de tempo e de lugar.
verbo intransitivo
Pertencer ao conjunto dos entes concretos ou das instituições ideais e abstratas que fazem parte do universo: as lembranças nos trazem tudo que foi, mas o destino nos mostrará tudo o que será.
Existir; fazer parte de uma existência real: éramos os únicos revolucionários.
verbo predicativo e intransitivo
Possuir ou preencher um lugar: onde será sua casa?
Demonstrar-se como situação.
Existir.
verbo predicativo e auxiliar
Une o predicativo ao sujeito: a neve é branca.
[Gramática] Forma a voz passiva de outros verbos: era amado pelos discípulos.
[Gramática] Substitui o verbo e, às vezes, parte do predicado da oração anterior; numa oração condicional iniciada por "se" ou temporal iniciada por "quando" para evitar repetição.
[Gramática] Combinado à partícula "que" realça o sujeito da oração: eu é que atuo.
[Gramática] Seguido pelo verbo no pretérito perfeito composto: o ano é acabado.
substantivo masculino
Pessoa; sujeito da espécie humana.
Criatura; o que é real; ente que vive realmente ou de modo imaginário.
A sensação ou percepção de si próprio.
A ação de ser; a existência.
Etimologia (origem da palavra ser). Do latim sedẽo.es.sẽdi.sessum.sedẽre.
Sinônimos de Ser
Ser é sinônimo de: acontecer, ente, estar, existir, existência, indivíduo, organismo, pessoa,subsistir, suceder, vida
Definição de Ser
Classe gramatical: substantivo masculino (aqui faço uma inferência - inferência: substantivo feminino. 1. ação ou efeito de inferir; conclusão, indução. 2. LÓGICA operação intelectual por meio da qual se afirma a verdade de uma proposição em decorrência de sua ligação com outras já reconhecidas como verdadeiras - ou seja, substantivo masculino não quer dizer coisa de homem, nem machismo, #ficaadica), verbo intransitivo e verbo predicativo
Tipo do verbo ser: irregular
Separação silábica: ser (ó! Lembra que desafie você a separar o seu ser? Não pode!)
RIMAS COM SER
morder (? imagina aqui um emoji com zoião aberto: ham?!)
Antônimos de Ser:
Nossa! Que verbo é esse, esse SER? Tanta coisa para tentar explicá-lo... faltou o SENTIR (nem pesquise no dicionário, aqui o exercício é prático - sinta!), para exprimir a verdadeira essência do Ser.
Sejamos, pois e então, o melhor que podemos ser, dentro das condições que temos e/ou podemos fazer!
FAZER... ah, pesquisa no dicionário da Vida e faça acontecer! A-CON-TE-CER, com sílabas separadas para mostrar que é poli, e tudo só acontece no momento certo, um passo de cada vez!
Saudações,
Pat Lins.
quinta-feira, 8 de novembro de 2018
O que realmente importa: ser feliz ou viver atrás da porta?
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| Imagem: https://goo.gl/1AR8Td |
O que realmente importa: ser feliz ou viver atrás da porta?
O que de fato importa?
O que importa de fato?
Sentir, para ser; sentir e fingir não saber;
não saber sentir; não sentir e saber;
nem saber, nem sentir; não fingir;
sentir, apenas sentir;
sentir e não querer;
sentir e negar, pode ser?
sei lá, não saber como chegar, nem para onde ir...
Por que o medo aporta?
Por que ele nos empurra para trás da porta?
Por que a gente se esconde tanto?
Por que rompemos em soluços e prantos,
enquanto tudo é tão simples, dificultado por de nós, tantos?
O que fazer para rompermos o que paralisa?
Avançarmos aos trancos!
Soltarmos as rédeas e deixar o cavalo do Tempo conduzir,
sentindo a brisa nas madeixas soltas
Ou
Ou
Ou
Ooouuuuu
Sentir a rédea, apenas como ponto de equilíbrio
Ou conduzir para onde conseguimos ver, enxergar, saber?
O que é certo, afinal?
O que realmente importa, afinal?
O que a gente suporta, afinal?
O que nosso coração comporta?
O que é o abrir a porta?
O que é amar, de porta aberta e casa vazia?
O que é casa cheia e sem amor,
sem uma gota de alegria?
O que é o amar, que quebra paredes, une mundos e dimensões?
O que é, o que é, o que é, afinal?
O que é o final, afinal?
O que é o começo?
O que é levantar, cair, balançar, flutuar?
O que nos amedronta, afinal?
O início, o meio ou o final?
Como desligar do modo automático?
Como sair desse lugar chato, quadrado e pragmático?
Como romper, irromper, transcender, transgredir?
Assumindo?
Quem assume o que sente?
Quem acessa, quem vê ou quem consente?
Quem de nós é dono da certeza absoluta de que tudo tem que ser assim?
Ou assado? Ou cru? Ou mal passado?
E o presente,
quem sente?
E o futuro,
quem quer?
O que te espera, ou te aguarda?
O que você tanto espera, em guarda?
E quem você espera... te aguarda(?)(.)(!)
Para que a espera?
Porque tudo tem uma hora,
um momento,
um Tempo certo e exato,
sem ser um estereótipo do quadrado, como algo chato.
É preciso, sem precisar controlar.
É exato, simétrico e lógico,
Dentro de uma referência que entre nós, não há!
É um sentir puro e profundo,
que se nutre apenas por existir
Nada mais, nada menos, nada espera,
Isso tudo por um simples motivo: já É e pronto.
Já é pronto, ponto!
Já é ponto, pronto!
Apenas É, porque existe.
Não se explica, não insiste,
Também não desiste...
De quê?
De tudo, no nada.
Oh, quem deveras me entende?
Quem deveras me sente?
Quem sente cada palavra,
cada som ecoado?
Quem entende o que não foi dito,
sequer acessado?
E quem viu, não viu, ouviu ou apenas sorriu
porque sentiu?
A dor do vazio imaculado,
Nem deveria doer.
Está repleto de tudo o que precisa!
Nem deveria doer.
O sofrimento do nada deposto
entreposto, imposto,
apenas para ser e sendo é e se é...
É real, realmente?
E as bocas que falam, o que sentem?
E o coração que grita,
o que fala, minha gente?
E o brilho que resplandece e exala o cheiro mais gostoso
Do sentimento mais saboroso
Como aquele prato posto à mesa,
bem quente!
Ahhh, o amor!
Ele que tanto a nós fala
Tantos de nós nele fala.
Quantos de nós, ele exala?
Quantos de nós, a ele se entrega?
Quantos de nós, ele, sente?
Ele sente? A ele ou a nós?
O amor, gente, é inteligente,
completo, pleno e inocente!
Puro, íntimo, sábio, paciente.
A gente sente dor, mas ele, ele não sente
O amor só sente o amor que é
que a gente que não sabe,
nem sabe que sente.
O amor não é cura, minha gente...
É ausência da doença, do vazio, do entrementes
É a união, junção, mesmo sem estar junto.
É aquele todo incalculado, incalculável
Inexplicável!
O Amor apenas é
o Tempo todo,
tempo presente!
Um futuro projetado
Com muito amor, extasiado!
O amor é para toda a gente.
E para mim, para ti, pra gente!
O amor, quanto mais se dá, mais se sente!
O amor afasta o medo,
esquenta do terrível frio do pânico do terror de sentir
O amor ele aquece, alimenta e enriquece!
O amor assumido, alegra mais do que do prazer, o gemido.
O gemido, com amor, muito mais comprido!
Amar é libertador!
Ser amado, confortável e confortador.
Assumir que ama, a quem ama: multiplicador!
Ei, e então, o que importa: ser feliz
ou viver atrás da porta
com medo, com frio, cansado e vazio?
Pat Lins - poetizando a Vida - generosa e farta!
quarta-feira, 7 de novembro de 2018
A fruta só dá no Tempo certo!
A fruta só dá no Tempo certo!
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| Imagem: Google |
...e isso não é só um dito popular, isso é Natureza falando: todo despertar de consciência só vem na Hora certa. Ninguém tem como saber mais do que você quando o estalo acontece.
Muitos ficarão ansiosos ao seu redor, por estarem vendo em você um potencial a ser desenvolvido, mas, só tu saberás o momento certo. Paciência e Respeito são virtudes a serem trabalhadas e paciência com quem insiste em tentar te acelerar.
Não corra! Não ande! Não pare! Não siga! Não volte! Não faça nada que não esteja pronto para fazer, senão, vai se tornar mais um tolo cobrador que não entende e não respeita a hora certa das coisas. E sim, existe essa hora, não existe atraso... se fosse assim, o mundo já teria acabado, porque tá todo mundo errado o tempo todo.
Às vezes, muitos receberão mensagens e decodificarão como bem quiserem, mas confie naquela Voz que te guia desde sempre, e nas vozes que te dizem: "espere a hora certa, porque ela vem até você e nesse momento você terá uma coisa: certeza, condição e capacidade!". É nisso que creio e aprendi, em minha curta caminhada, que não adianta tentar apressar as coisas: ninguém tá atrasado. É o tempo das Verdades e, agora, sim, cada um saberá o seu Tempo com mais rapidez, não por pressa, mas por sincronicidade. Os afoitos tendem a surtar e se sentem cobrados. Os que sabem aguardar, até os que ignoram, se sentem mais preparados, porque tiveram tempo de vivenciar e saborear cada situação que viveu.
Um grande amigo de 88 anos me disse que ele atribue a esse momento o nome de "Estalo de Vieira". É certo, você sabe a hora, porque ela vem naturalmente e sem dúvida! Se ainda está na aceleração ou na letargia, aquiete-se, ainda não é o seu tempo.
O "estalo do Padre Vieira”, é uma expressão muito antiga, que reza a lenda, enredado em dificuldades para aprender as lições do seminário, O Pe Vieira teria invocado auxílio divino e, numa fração de segundo, sua cabeça teria se aberto num clarão. É o equivalente à expressão contemporânea “cair a ficha”.
Fé! Confiança! Esperança! Gratidão!
Aguarde, do jeito que você conseguir, mas respeite o seu tempo e o tempo do outro. Cada um ao seu tempo.
Saudações, amigos, amigas, amig@s, amigxs - pessoas,
Pat Lins.
#patlins
segunda-feira, 3 de setembro de 2018
Com Amor, assumo minha responsabilidade sobre mim e digo "não" ou "sim"
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| Imagem: https://bit.ly/2oBTylI |
Com Amor no coração, é possível dar limites, quando a gente reconhece os nossos. E, aí, estou eu a pensar quando me lembro de um vídeo que meu amigo irmão Marcos F. Auerbach me enviou (ao final da postagem) e finalmente fui ver... e né que ela "fala comigo"?
"...porque a gente tem que perceber os nossos limites e dar limites aos outros..." Monja Coen
Eu creio e concebo em mim minha vida, diversas "formas" de amar ou viver o que chamamos de amor, dentro da condição humana que, crenças ou não crenças, estamos/somos humanos. Pelo amor romanceado, é tudo um conto de fadas onde a gente é ensinado a viver de maneira dura e opressiva para, no final e somente no final, poder ser feliz com o beijo do amor verdadeiro... bommm, tenho que reconhecer que é um tipo de crença (não comungo com ela, mas, emissão de julgamento de valor à parte, é uma crença). Raramente nos ensinam que é Amor quando a gente sabe dizer "sim" para nossas falhas, debilidades, fragilidades, carências e reconhece essas faces como nossas: nos assumimos responsáveis por quem e como somos no todo. Raramente exercitamos o "não" como algo saudável e positivo... nos fora ensinado, dentro de uma formatação de amor, que era egoísmo dizer "não".
Hoje, somos capazes de exercitar um amor mais amplo, né, capaz de nos reconhecer sombra e luz - para quem não gosta dessa alegoria, serve yin yang; sol e lua; noite e dia; positivo e negativo... dualidade é a que mais gosto, enfim... voltemos, nós - e, com isso, reconhecer no outro essa mesma condição de polaridade.
Com Amor, somos capazes de compreender que o outro é tão falho quanto nós, não nas mesmas falhas ou forças, mas, todos temos algo de "bom" e "ruim" para oferecer, porque somos assim. Lidar com meu "eu trevoso" não é tão fofo como lidar com meu "eu lírico, poético, suave, sorridente", mas é necessário que eu reconheça que sou, até mesmo para dominar-me na arte de Ser Eu, oxente, já pensou, eu sempre repetir: "eu nasci assim, me deixe ser um poço de estupidez que é meu jeito.". Não é isso... é saber que sou, que, em geral não tenho controle, imagina domínio, mas que estou disposta a... me saber "Pat sombria" e "Pat legal" (quem sou a maior parte do tempo uuuiiii, sou uma fofa). Quando percebo a sombra crescendo, evito algumas coisas: situações de conflito, atritos, lugares com tumulto, gente que não sei lidar - e isso não é falta de amor, é dando o "sim" para "eu me conheço" e dando o "não" para o "agora é o momento da ursa entrar na gruta até a lua passar ou TPM ir embora".
Eu evoco uma DS - Distância Saudável, há tempos, desde que me reconheci e me assumi humana, pequena e falha e isso tem me feito muito bem - bem como aos outros... pense!? Pois é, isso é Amor a mim mesma, como sou, me acolhendo e me respeitando. Saber que o outro tem sua maneira de se expressar e que é diferente da minha, sou capaz de evocar com muita tranquilidade - nem sempre com doçura ou proximidade - a compreensão. Quando entendo que reconheço que a sombra do outro é dele e eu não sei lidar com isso, reconheço natural e automaticamente em mim que as minhas debilidades também estão afloradas e nesse momento, melhor estabelecer a bendita DS...
Bom, adorei ver o vídeo abaixo, porque eu sou daquelas que não come buchada, nem rabada, nem joelho de porco, mas, sou daquelas que vai até onde for preciso com quem tá comendo e pego um arroz, uma farofa... o acompanhamento, mas, se é "pra tá junto, tamo, mas não preciso comer tudo o que você come, nem você ser como eu".
Sejamos, pois e então, responsáveis com Amorosidade e isso não quer dizer falar coisinhas bonitinhas e fofinhas, nem disparar uma bomba nuclear... existe um caminho do meio que é fantástico e ajuda muito nesses extremos.
Saudações terrenas, terráqueos irmãos,
Pat Lins
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